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23 de outubro de 2026

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Quais as criptomoedas mais promissoras para 2026?

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R$338 bilhões. Foi este o valor que 2025 teve em transações declaradas no Brasil. No entanto, o foco dos brasileiros está nas stablecoins. Já lá vamos. Antes disso, vamos focar nos outros 10%. Elas ainda são uma parte substancial do mercado e não admira que cerca de 5% ainda olhe para a Bitcoin com bons olhos. Outros escolhem a Ethereum, mas há outras que normalmente não são tão faladas e prometem dar cartas em 2026. 

Ainda no cenário mais geral, saiba que as criptomoedas estão em crescimento. Se compararmos com 2024, vemos que 2025 teve um crescimento de 43% no volume transacionado. Vamos, por isso, olhar para o que 2026 nos reserva focando a nossa atenção naquelas que devem continuar a gerar mais interesse entre os brasileiros.

Bitcoin ainda é uma grande aposta

Ao analisar diferentes criptomoedas com grande potencial, o Bitcoin precisa de estar na lista. Apesar de ter 17 anos, o Bitcoin ainda apresenta uma elevada volatilidade prevista para 2026. Alguns especialistas acreditam que o seu valor irá descer para os 75 mil dólares, enquanto outros pensam que poderá subir para os 225 mil dólares. Atualmente o valor do bitcoin em real, no dia 15 de janeiro, está nos 515 mil reais. Embora possa não estar entre as criptomoedas com maior potencial atualmente no mercado, o Bitcoin é ainda uma grande aposta e deve ser seriamente considerado por quem deseja investir em criptomoedas.

Grande parte do valor do Bitcoin pode ser atribuído ao seu reconhecimento social, bem como ao modelo de escassez em que se baseia. A força da marca da moeda não deve ser subestimada e será provavelmente um dos principais motivos pelos quais se manterá relevante enquanto existirem criptomoedas, o que, neste momento, parece ser para sempre. O Bitcoin começa a mostrar sinais de desgaste com velocidades de transação mais lentas em comparação com as moedas mais recentes, mas, como verá mais à frente, existem moedas que resolvem este problema.

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Ethereum Continua a ser Relevante para a Descentralização

Para além dos seus outros pontos fortes, o principal atrativo do Ethereum como investimento em criptomoedas reside na sua posição como plataforma para aplicações descentralizadas (DApps), finanças descentralizadas (DeFi) e tokens não fungíveis (NFTs). Ao contrário do Bitcoin, o Ethereum está a adotar soluções de escalabilidade de camada 2, o que lhe confere novas potencialidades como possível base para uma economia totalmente digital. Os investidores podem querer acompanhar o Ethereum em 2026 como uma forte opção de camada 2.

Tendo surgido um pouco mais tarde, a Solana foi concebida desde o início para combater alguns dos maiores problemas enfrentados pelas primeiras criptomoedas baseadas em blockchain. Notavelmente, a velocidade e as taxas de transação. Estas velocidades mais rápidas e custos mais baixos tornam-na uma criptomoeda muito atrativa para marketplaces de NFTs e para aplicações DeFi, entre outros. Para os investidores que perspectivam um futuro mais rápido e com custos mais baixos, a Solana é a criptomoeda a ter em conta.

Cardano: Foco na Segurança

Esta criptomoeda esforça-se para garantir que o seu desenvolvimento é sempre baseado em investigação sólida e realizado metodicamente. O foco na verificação formal e na sustentabilidade significa que a Cardano fornecerá sempre infraestruturas escaláveis, interoperáveis ​​e seguras para DApps e contratos inteligentes. Vale a pena acompanhar o seu desenvolvimento contínuo ao longo de 2026.

Bitcoin Hyper: Levar o Bitcoin para a Camada 2

Esta criptomoeda foi concebida para trazer a funcionalidade e a velocidade da Camada 2 para a segurança do ecossistema Bitcoin. Utilizará ferramentas modernas, como a Máquina Virtual Solana, para o efeito. Para os investidores de olho no mercado das criptomoedas em 2026, o Bitcoin Hyper é muitas vezes uma das principais opções, com bons incentivos para o staking e rendimentos robustos, atraindo investidores com uma tolerância razoável ao risco. O Bitcoin Hyper pode ser o diferencial que colocará o Bitcoin em pé de igualdade com muitas criptomoedas mais recentes.

Stablecoins no Brasil: utilidade prática acima da especulação

No contexto brasileiro, as stablecoins assumem um papel que vai muito além do investimento. Em 2025, mais de 90% do volume transacionado em criptomoedas no Brasil esteve concentrado em stablecoins, sobretudo USDT e USDC, segundo dados do próprio Banco Central e da Receita Federal. Essa preferência está diretamente ligada à volatilidade do real, às restrições cambiais e à procura por alternativas rápidas para remessas internacionais, pagamentos digitais e proteção de valor no curto prazo. Empresas de importação, freelancers que recebem do exterior e até plataformas de e-commerce utilizam stablecoins como instrumento operacional, reduzindo custos e dependência do sistema bancário tradicional. 

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Para 2026, a tendência aponta para uma integração ainda maior com fintechs e instituições reguladas, especialmente após o avanço do Drex e do marco legal das criptomoedas, reforçando o papel das stablecoins como ponte entre o sistema financeiro tradicional e o ecossistema cripto.

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Polícia Civil mira rede de abuso sexual infantil e cumpre mandados em Comodoro

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de busca e apreensão contra investigados por integrar uma rede de aliciamento e abuso sexual de menores de 14 anos em Comodoro.

As diligências foram cumpridas por equipes da Delegacia de Comodo na zona rural do município, com o objetivo de apreender aparelhos celulares, computadores e demais dispositivos eletrônicos que possam comprovar o envolvimento dos investigados nos crimes apurados.

As medidas foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cáceres, que também autorizou a extração integral dos dados dos aparelhos apreendidos.

A investigação teve início em agosto de 2025, após a Polícia Civil tomar conhecimento de que menores de 14 anos estavam sendo vítimas de abuso sexual. A análise de dados de aparelhos celulares revelou milhares de mensagens trocadas por meio de redes sociais, com conteúdo de aliciamento, pedidos de fotografias íntimas e convites para encontros de natureza sexual.

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Os investigados, todos homens adultos, se aproximavam das vítimas por meio de perfis em redes sociais e mantinham contato frequente, que evoluía para conversas de cunho sexual explícito, pedidos de fotografias íntimas e de áudios, envio de imagens impróprias e convites para encontros, inclusive com mais de uma pessoa.

A apuração identificou o uso de perfis alternativos e de linhas telefônicas e contas de e-mail registradas em nome de terceiros, além de mensagens apagadas após o contato com as vítimas, o que, para a investigação, indica tentativa de dificultar a identificação dos autores e de eliminar provas.

Um dos perfis usados nas conversas teve a titularidade atribuída a pessoas diferentes ao longo das oitivas, e a identificação do seu verdadeiro usuário é um dos objetivos desta fase.

Operação Scutum Innocentia

Na primeira fase da operação, realizada em outubro de 2025, foram cumpridos mandados de busca contra cinco investigados, que admitiram, em diferentes graus, ter mantido conversas com as adolescentes pelas redes sociais.

Parte deles reconheceu ter solicitado fotografias íntimas ou áudios das vítimas, e um deles admitiu ter enviado imagem própria com partes do corpo expostas.

O aprofundamento das apurações permitiu identificar novos suspeitos, alvos desta segunda etapa. Até o momento, ao menos 10 pessoas foram identificadas como envolvidas na rede, e as diligências desta fase também buscam identificar outros possíveis participantes.

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Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de estupro de vulnerável e aliciamento de criança ou adolescente por meio de comunicação para a prática de ato libidinoso, sem prejuízo de outros delitos previstos no ECA que venham a ser constatados com a perícia dos aparelhos.

“Eu quero reforçar o compromisso permanente da Polícia Civil com a proteção de crianças e adolescentes e orientar pais e responsáveis a acompanharem o uso de celulares e redes sociais pelos filhos, evitando a aproximação de criminosos sexuais”, disse o delegado de Comodoro Mateus Almeida Oliveira Reiners.

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Assalto a clínica veterinária termina com dois suspeitos baleados e um preso em Cuiabá

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Segundo a PM, funcionários foram feitos reféns e obrigados a transferir dinheiro por Pix; os dois feridos usavam tornozeleiras eletrônicas

Dois suspeitos que usavam tornozeleiras eletrônicas foram baleados durante uma ação policial em uma clínica veterinária no bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, na madrugada de quarta-feira (21). Um terceiro suspeito foi preso no estabelecimento, onde funcionários foram rendidos durante um assalto.

Conforme o boletim de ocorrência, os envolvidos chegaram em duas motocicletas e anunciaram o roubo. Acionados, os policiais militares entraram na clínica e encontraram um dos suspeitos tentando escapar pelo telhado. Segundo o registro, ele disse que não seria capturado e que atiraria contra a equipe. Um policial efetuou um disparo, que atingiu a perna esquerda do homem.

Em outro ambiente, dois médicos-veterinários relataram que os assaltantes haviam levado celulares e uma aliança. Eles também disseram que funcionários foram ameaçados e obrigados a fazer transferências por Pix, enquanto outras vítimas permaneciam sob o domínio de um suspeito em uma sala.

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Durante a busca, os militares encontraram um segundo homem saindo de um cômodo com um objeto semelhante a um revólver. De acordo com a PM, ele se virou em direção aos policiais e foi atingido por um tiro no tórax. Depois do disparo, a equipe verificou que o objeto era um simulacro de arma de fogo.

As funcionárias foram encontradas em estado de choque. O terceiro suspeito estava escondido atrás de uma porta e foi preso. Os dois baleados receberam atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foram levados ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde permaneceram sob escolta policial durante o atendimento.

Na ocorrência, os policiais recuperaram um celular, uma aliança, uma corrente de ouro e US$ 289,50 em dinheiro.

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Entidades promovem checagem de fatos em tempo real durante debate presidencial na Globo

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Coalizão de jornalistas e pesquisadores vai analisar falas de Lula e Flávio Bolsonaro nesta sexta-feira (23) para combater a desinformação

Quem acompanhar o debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, nesta sexta-feira (23), poderá conferir, em tempo real, a checagem de informações apresentadas pelos candidatos durante o confronto, que vai ao ar às 21h20, na emissora Globo.

A proposta é permitir que o público acompanhe análises e contextualizações de dados à medida que as declarações forem feitas, ampliando o acesso a informações verificadas na reta final da campanha eleitoral.

Uma das iniciativas foi organizada por jornalistas, pesquisadores e entidades ligadas à comunicação e ao enfrentamento da desinformação.

Segundo os organizadores, profissionais e instituições parceiras atuarão em uma sala virtual de checagem para analisar afirmações feitas pelos candidatos ao longo do debate.

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Participam da mobilização a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), a Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD), a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e a AletheiaFact.org.

A iniciativa reúne também entidades como a Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar), a Socicom, a COAR Notícias e o Coletivo Bereia.

As checagens serão transmitidas ao vivo pelos canais do YouTube da Fenaj e da RNCD:

– Canal da Fenaj: https://www.youtube.com/@FENAJoficial
– Canal da RNCD: https://www.youtube.com/@RNCDBRASIL

Voto consciente

De acordo com os organizadores, a proposta é complementar o trabalho desenvolvido por agências especializadas de checagem de fatos. A presidenta da FENAJ, Samira de Castro, afirmou que a iniciativa busca contribuir para o exercício consciente do direito ao voto em um ambiente marcado pela intensa circulação de conteúdos nas redes sociais.

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A criadora da RNCD, Ana Regina Rêgo, disse que a proposta pretende aproximar a checagem do momento em que as declarações são feitas e chegam ao público. Segundo ela, a iniciativa busca ampliar o acesso da população à informação confiável durante o debate para que os eleitores possam avaliar as falas dos candidatos de forma consciente.

Já a presidenta da Intercom, Iluska Coutinho, afirmou que a comunicação e a pesquisa científica têm papel importante na defesa da democracia e no enfrentamento à desinformação.

Debate anterior

A iniciativa foi anunciada após o debate presidencial promovido pela Band no último domingo (18).

Em nota divulgada após o confronto, a FENAJ criticou o formato do programa e avaliou que provocações e ataques prejudicaram o esclarecimento dos eleitores.

Para a entidade, “o jornalismo não pode ser refém da lógica do espetáculo, da audiência a qualquer preço ou das estratégias de candidatos que desprezam o diálogo democrático”.

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A federação acrescentou que, “quando perguntas não são respondidas, afirmações falsas deixam de ser confrontadas e argumentos são substituídos por encenações, quem perde é a população brasileira”.

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