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Quais as criptomoedas mais promissoras para 2026?

R$338 bilhões. Foi este o valor que 2025 teve em transações declaradas no Brasil. No entanto, o foco dos brasileiros está nas stablecoins. Já lá vamos. Antes disso, vamos focar nos outros 10%. Elas ainda são uma parte substancial do mercado e não admira que cerca de 5% ainda olhe para a Bitcoin com bons olhos. Outros escolhem a Ethereum, mas há outras que normalmente não são tão faladas e prometem dar cartas em 2026.
Ainda no cenário mais geral, saiba que as criptomoedas estão em crescimento. Se compararmos com 2024, vemos que 2025 teve um crescimento de 43% no volume transacionado. Vamos, por isso, olhar para o que 2026 nos reserva focando a nossa atenção naquelas que devem continuar a gerar mais interesse entre os brasileiros.
Bitcoin ainda é uma grande aposta
Ao analisar diferentes criptomoedas com grande potencial, o Bitcoin precisa de estar na lista. Apesar de ter 17 anos, o Bitcoin ainda apresenta uma elevada volatilidade prevista para 2026. Alguns especialistas acreditam que o seu valor irá descer para os 75 mil dólares, enquanto outros pensam que poderá subir para os 225 mil dólares. Atualmente o valor do bitcoin em real, no dia 15 de janeiro, está nos 515 mil reais. Embora possa não estar entre as criptomoedas com maior potencial atualmente no mercado, o Bitcoin é ainda uma grande aposta e deve ser seriamente considerado por quem deseja investir em criptomoedas.
Grande parte do valor do Bitcoin pode ser atribuído ao seu reconhecimento social, bem como ao modelo de escassez em que se baseia. A força da marca da moeda não deve ser subestimada e será provavelmente um dos principais motivos pelos quais se manterá relevante enquanto existirem criptomoedas, o que, neste momento, parece ser para sempre. O Bitcoin começa a mostrar sinais de desgaste com velocidades de transação mais lentas em comparação com as moedas mais recentes, mas, como verá mais à frente, existem moedas que resolvem este problema.
Ethereum Continua a ser Relevante para a Descentralização
Para além dos seus outros pontos fortes, o principal atrativo do Ethereum como investimento em criptomoedas reside na sua posição como plataforma para aplicações descentralizadas (DApps), finanças descentralizadas (DeFi) e tokens não fungíveis (NFTs). Ao contrário do Bitcoin, o Ethereum está a adotar soluções de escalabilidade de camada 2, o que lhe confere novas potencialidades como possível base para uma economia totalmente digital. Os investidores podem querer acompanhar o Ethereum em 2026 como uma forte opção de camada 2.
Tendo surgido um pouco mais tarde, a Solana foi concebida desde o início para combater alguns dos maiores problemas enfrentados pelas primeiras criptomoedas baseadas em blockchain. Notavelmente, a velocidade e as taxas de transação. Estas velocidades mais rápidas e custos mais baixos tornam-na uma criptomoeda muito atrativa para marketplaces de NFTs e para aplicações DeFi, entre outros. Para os investidores que perspectivam um futuro mais rápido e com custos mais baixos, a Solana é a criptomoeda a ter em conta.
Cardano: Foco na Segurança
Esta criptomoeda esforça-se para garantir que o seu desenvolvimento é sempre baseado em investigação sólida e realizado metodicamente. O foco na verificação formal e na sustentabilidade significa que a Cardano fornecerá sempre infraestruturas escaláveis, interoperáveis e seguras para DApps e contratos inteligentes. Vale a pena acompanhar o seu desenvolvimento contínuo ao longo de 2026.
Bitcoin Hyper: Levar o Bitcoin para a Camada 2
Esta criptomoeda foi concebida para trazer a funcionalidade e a velocidade da Camada 2 para a segurança do ecossistema Bitcoin. Utilizará ferramentas modernas, como a Máquina Virtual Solana, para o efeito. Para os investidores de olho no mercado das criptomoedas em 2026, o Bitcoin Hyper é muitas vezes uma das principais opções, com bons incentivos para o staking e rendimentos robustos, atraindo investidores com uma tolerância razoável ao risco. O Bitcoin Hyper pode ser o diferencial que colocará o Bitcoin em pé de igualdade com muitas criptomoedas mais recentes.
Stablecoins no Brasil: utilidade prática acima da especulação
No contexto brasileiro, as stablecoins assumem um papel que vai muito além do investimento. Em 2025, mais de 90% do volume transacionado em criptomoedas no Brasil esteve concentrado em stablecoins, sobretudo USDT e USDC, segundo dados do próprio Banco Central e da Receita Federal. Essa preferência está diretamente ligada à volatilidade do real, às restrições cambiais e à procura por alternativas rápidas para remessas internacionais, pagamentos digitais e proteção de valor no curto prazo. Empresas de importação, freelancers que recebem do exterior e até plataformas de e-commerce utilizam stablecoins como instrumento operacional, reduzindo custos e dependência do sistema bancário tradicional.
Para 2026, a tendência aponta para uma integração ainda maior com fintechs e instituições reguladas, especialmente após o avanço do Drex e do marco legal das criptomoedas, reforçando o papel das stablecoins como ponte entre o sistema financeiro tradicional e o ecossistema cripto.
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TRE defere candidatura de Flaviane Ramalho, mas veta nome “Flaviane do Bolsonaro” na urna

Candidata afirma que expressão nunca buscou indicar parentesco com a família Bolsonaro, mas representar identidade ideológica; sem recorrer da decisão, ela seguirá nas urnas como “Dr.ª Flaviane Ramalho”
A candidata a deputada estadual por Mato Grosso Flaviane Ramalho, número 30.022, do Partido NOVO, seguirá oficialmente na disputa eleitoral de 2026. A Justiça Eleitoral deferiu seu registro de candidatura, mas não autorizou a utilização do nome de urna “Flaviane do Bolsonaro”, determinando que ela concorra como “Dr.ª Flaviane Ramalho”.
A discussão judicial ficou restrita ao nome escolhido para aparecer na urna. Na própria decisão, o relator registrou que Flaviane está quite com a Justiça Eleitoral, não possui condenação criminal apontada nos autos e preenche as condições de elegibilidade, não havendo discussão sobre sua possibilidade de disputar a eleição.
Desde o início da controvérsia, a defesa sustentou que “Flaviane do Bolsonaro” jamais foi uma tentativa de aparentar parentesco com Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro ou qualquer integrante da família. Segundo a manifestação apresentada ao TRE-MT, a denominação “não pretende indicar qualquer vínculo sanguíneo ou familiar”, mas traduz uma “identificação política, ideológica e pública”, relacionada aos valores e ao projeto político com os quais a candidata se identifica.
A defesa também ressaltou que a palavra “do” não foi utilizada por acaso. O argumento apresentado foi exatamente o de diferenciar sobrenome de identificação política: Flaviane não pretendia se registrar como “Flaviane Bolsonaro”, mas como “Flaviane do Bolsonaro”, numa referência expressa ao bolsonarismo e a um projeto político e ideológico.
Em outro trecho, a manifestação foi ainda mais objetiva: “‘do Bolsonaro’ significa vinculada ao projeto político Bolsonaro, e não pertencente à família Bolsonaro”. A defesa apresentou ainda publicações, entrevistas, matérias jornalísticas e registros em redes sociais para demonstrar que a identificação vinha sendo utilizada antes do registro formal da candidatura.
O Ministério Público Eleitoral entendeu de maneira diferente. Em seu parecer, conforme registrado na decisão, sustentou inicialmente o indeferimento do registro porque a candidata, após ser intimada, permaneceu defendendo um nome de urna que o órgão considerava incompatível com o artigo 25 da Resolução TSE nº 23.609/2019. De forma subsidiária, o Ministério Público pediu a rejeição de “Flaviane do Bolsonaro” e a adoção de “Dr.ª Flaviane Ramalho”.
O juiz-relator não acompanhou o Ministério Público na proposta de impedir o registro da candidatura. Entendeu que a discussão sobre o nome da urna não representava falta de condição de elegibilidade nem causa de inelegibilidade e destacou que todos os demais requisitos estavam satisfeitos.
Quanto ao nome, porém, o entendimento judicial foi contrário à candidata.
Na decisão, o relator considerou que “Bolsonaro” não integra o nome civil de Flaviane, que não existe vínculo familiar e que as provas apresentadas não seriam suficientes, na avaliação da Justiça Eleitoral, para demonstrar que “Flaviane do Bolsonaro” já constituía uma identidade pública consolidada. Também foi considerado o fato de a candidata ter concorrido em eleições anteriores utilizando o nome “Dra. Flaviane Ramalho”.
Por essa razão, o magistrado concluiu ser “inviável a homologação do nome de urna ‘FLAVIANE DO BOLSONARO’”.
Ao final, a Justiça Eleitoral indeferiu especificamente o uso de “Flaviane do Bolsonaro”, determinou o registro do nome “Dr.ª Flaviane Ramalho” e, ao mesmo tempo, deferiu integralmente a candidatura de Flaviane ao cargo de deputada estadual pelo NOVO, sob o número 30.022.
Apesar de discordar da interpretação dada ao caso, Flaviane Ramalho decidiu que não recorrerá da decisão.
Para a candidata, prolongar uma disputa judicial em torno do nome desviaria tempo, energia e recursos de uma campanha que pretende concentrar esforços nas ruas e na apresentação de suas propostas.
Flaviane também afirma que respeita a decisão judicial, embora veja o episódio como mais uma demonstração das limitações impostas à utilização de uma identidade política vinculada ao bolsonarismo.
“Eu poderia recorrer e continuar essa discussão. Mas não vou perder a campanha discutindo meu nome. Todo mundo sabe que sou bolsonarista. Nunca escondi isso e nunca disse que era parente do Bolsonaro. Meu nome na urna muda. Meus princípios não mudam.”
A candidata faz ainda uma comparação provocativa sobre a realidade eleitoral brasileira.
“Nós vemos candidatos conhecidos como ‘fulano do cachorro-quente’, ‘fulano da escola’, ‘fulano do salão’, ‘fulano da oficina’. Quando se trata de uma identificação ideológica ligada a Bolsonaro, a interpretação é outra. Respeito a decisão, mas o eleitor pode tirar suas próprias conclusões.”
Para Flaviane, entretanto, a discussão termina aí.
Não haverá recurso. Não haverá paralisação da campanha. E não haverá mudança de posicionamento político.
A partir de agora, a candidata seguirá oficialmente como:
Dr.ª Flaviane Ramalho
Deputada Estadual — 30.022 — NOVO
“Podem determinar como meu nome aparecerá na urna. O que ninguém pode mudar são meus valores, meus princípios e aquilo em que acredito. Continuo bolsonarista, continuo defendendo as mesmas bandeiras e continuarei enfrentando o que precisar ser enfrentado. Agora é rua, trabalho, luta e muita correria por Mato Grosso.”
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Restaurante Trapiche, de Chapada dos Guimarães, vence etapa regional e representará Mato Grosso no concurso “O Quilo é Nosso”

Com 37 anos de tradição, estabelecimento levou o prêmio com o prato “Brasilidade”, que mistura filé de pacú, creme de banana da terra e castanha de baru. Final nacional ocorre em setembro, em São Paulo
Com 37 anos de tradição, o restaurante Trapiche Regionalíssimo, de Chapada dos Guimarães, foi o grande vencedor da etapa regional da 10ª edição do concurso O Quilo é Nosso, promovido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e irá representar Mato Grosso em São Paulo na final nacional, que acontece nos dias 14 e 15 de setembro, durante o Salão Abrasel.
Daniel Teixeira, presidente da Abrasel-MT destaca que o evento é uma forma de mostrar a força da gastronomia regional e o talento de quem está diariamente à frente das cozinhas dos restaurantes. “Foi uma grande disputa, com pratos muito bem elaborados e agora temos um forte concorrente nos representando nacionalmente, levando um pouco de Mato Grosso para o Brasil e utilizando ingredientes únicos, da nossa enorme biodiversidade, com uma identidade culinária que merece ser conhecida e valorizada”, afirma.
Utilizando elementos naturais regionais, o prato campeão leva o nome de “Brasilidade” e mistura ingredientes como filé de Pacú, creme de banana da terra, crispy de couve e castanha de baru, criando um prato legitimamente mato-grossense. “É gratificante para nós que trabalhamos com comida à quilo ver que uma criação nossa não só está sendo reconhecida, como vai representar o estado na final nacional de um importante concurso. Vamos nos preparar nos mínimos detalhes”, declara José Carlos Dolce, proprietário do restaurante.
Ele continua contando que o convite da Abrasel estimulou a criatividade do chef Moisés Lúcio, criador do prato. “Os chefs da atualidade não se contentam com a rotina e aspiram novas criações, querem novidades e dominam os sabores dos ingredientes locais”, acrescenta Dolce.
Os restaurantes Arca Café, Renne Restaurante e Restaurante Original também participaram da final, apresentando seus pratos para um júri técnico, na cozinha da CDL. A imprensa local também pode participar da experiência, provando as receitas que representam a gastronomia mato-grossense.
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Beny Godoy defende impeachment de ministros do STF e revisão de prisões do 8 de Janeiro

Candidato do AGIR ao Senado diz que Legislativo precisa reassumir protagonismo e avaliar possíveis excessos na atuação do Judiciário
O candidato ao Senado pelo AGIR 36, Beny Godoy, pretende levar ao Senado uma pauta de enfrentamento direto ao que considera excessos do Supremo Tribunal Federal (STF), com destaque para a possibilidade de abertura de processos de impeachment contra ministros da Corte e para a revisão da situação dos brasileiros presos ou condenados em decorrência dos atos de 8 de janeiro de 2023.
A proposta coloca o candidato dentro de uma das principais pautas defendidas atualmente por setores da direita brasileira: ampliar o controle político sobre decisões e condutas de ministros do Supremo e discutir uma resposta legislativa para os casos relacionados aos atos que resultaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.
Para Beny, caso eleito, o Senado não pode abrir mão de suas prerrogativas constitucionais. Entre elas está a competência para processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade. A avaliação do candidato é que esse mecanismo não pode existir apenas formalmente e precisa ser utilizado quando houver elementos que justifiquem sua abertura e análise pelo Legislativo.
A discussão ganhou novo peso no cenário eleitoral de 2026. Nos últimos dias, candidatos ao Senado apoiados pelo senador Flávio Bolsonaro passaram a assumir publicamente o compromisso de apoiar eventual processo de impeachment de ministros do Supremo, incluindo Alexandre de Moraes. Em encontro realizado em Brasília, cerca de 20 candidatos declararam apoio à proposta.
Beny também pretende colocar a situação dos presos e condenados do 8 de Janeiro no centro do debate. A defesa é de que cada caso seja analisado individualmente, com respeito ao devido processo legal, à ampla defesa e à proporcionalidade das penas.
A posição não significa, segundo a linha defendida pelo candidato, negar a gravidade da depredação ocorrida em Brasília. O próprio STF classifica os acontecimentos de 8 de janeiro como ataques às instituições democráticas e sustenta que os responsáveis devem ser responsabilizados conforme sua participação e culpabilidade.
O ponto levantado por Beny está justamente na necessidade de separar responsabilidades. Na avaliação do candidato, pessoas que participaram diretamente de atos de violência e depredação não podem ser tratadas da mesma forma que indivíduos que estavam nos locais sem participação comprovada nos crimes mais graves.
A discussão também envolve a possibilidade de anistia ou revisão legislativa das punições. O tema é de competência do Congresso Nacional e já foi objeto de debate durante sabatina no Senado em 2026, quando o então indicado à Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, reconheceu que a definição sobre eventual anistia cabe ao Parlamento.
É nesse espaço que Beny pretende atuar caso conquiste uma das duas vagas de Mato Grosso no Senado. A proposta é transformar a defesa das prerrogativas do Congresso em uma bandeira política, cobrando maior equilíbrio entre os Poderes e questionando decisões que, na visão do candidato, tenham ultrapassado os limites constitucionais.
Para o candidato do AGIR 36, o Senado precisa deixar de ser apenas espectador diante de conflitos institucionais. A intenção é participar ativamente das discussões sobre o funcionamento do STF, apoiar a abertura de processos de impeachment quando houver fundamentação jurídica e política para isso e defender uma análise individualizada dos processos relacionados ao 8 de Janeiro.
A pauta reforça o posicionamento de Beny Godoy como um nome identificado com a direita e com uma proposta de maior independência do Legislativo diante do Judiciário. A estratégia também busca dialogar com um eleitorado conservador que cobra do Senado uma postura mais firme diante do STF e uma resposta para as famílias de pessoas que permanecem cumprindo penas ou respondendo a processos relacionados aos atos de 2023.
No discurso eleitoral, a mensagem central de Beny é a de que o equilíbrio entre os Poderes precisa funcionar nos dois sentidos: o Executivo e o Legislativo devem respeitar as decisões judiciais, mas o Judiciário também deve permanecer dentro das competências estabelecidas pela Constituição.
O STF é composto por 11 ministros e exerce a função de órgão de cúpula do Poder Judiciário brasileiro. A defesa de mecanismos de controle sobre a Corte, portanto, representa uma das pautas institucionais mais sensíveis que podem chegar ao Senado na próxima legislatura.
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