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30 de junho de 2026

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Academia de Liderança da Aprosoja MT visita Embrapa Cerrados e conhece pesquisas aplicadas ao campo

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Participantes do terceiro módulo da Academia de Liderança da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja MT) visitaram a Embrapa Cerrados, no Distrito Federal, na quarta-feira (14). O grupo, formado por 30 associados e delegados de 18 dos 35 núcleos regionais da entidade, acompanhou palestras e atividades de campo sobre tecnologias desenvolvidas para sistemas produtivos do Cerrado.

A visita integrou um projeto estruturado em nove módulos, voltado à formação de lideranças para o agro mato-grossense. Segundo a Aprosoja MT, o terceiro módulo trata de relações técnicas e governamentais e busca aproximar os participantes do funcionamento de instituições públicas e de políticas que influenciam a produção rural e o ambiente de negócios do agronegócio.

Na abertura, o chefe-geral da Embrapa Cerrados, Jorge Werneck, afirmou que a unidade possui mais de 200 ativos tecnológicos disponíveis para transferência. Entre os exemplos citados, estão o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e a seleção de estirpes de rizóbios para a Fixação Biológica de Nitrogênio na soja. De acordo com o pesquisador, essa tecnologia representa economia média anual de US$ 17 bilhões em fertilizantes nitrogenados.

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Os participantes também relataram condições de solo, clima e altitude de suas regiões em Mato Grosso, além de desafios como nematoides, podridão de grãos, manejo de fungicidas em solos mistos, recuperação de áreas arenosas e uso de integração lavoura-pecuária. Durante a programação, foram apresentados temas como Bioanálise de Solo, pesquisa em soja no Cerrado, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), mitigação de gases de efeito estufa com plantas de cobertura, trigo no Cerrado e manejo de água.

Após a exposição técnica, produtores destacaram aplicações práticas das pesquisas em áreas com solos arenosos e em sistemas integrados. O grupo também entregou uma placa em homenagem à Embrapa, em reconhecimento à contribuição da pesquisa para a expansão da agricultura no Cerrado.

A agenda do módulo segue com visitas a outras instituições, como o Congresso Nacional, a Aprosoja Brasil e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mantendo o foco na relação entre pesquisa, representação institucional e produção agropecuária.

Fonte: embrapa.br

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Estudo indica porta-enxertos com melhor desempenho para pessegueiros no Rio Grande do Sul

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A Circular técnica nº 34 sobre porta-enxertos para pessegueiro apresentou resultados de um estudo a campo conduzido pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDPA/Seapi). O trabalho avaliou 27 porta-enxertos na cultivar-copa Chimarrita, com foco em fenologia, vigor vegetativo, produção e qualidade dos frutos, além de analisar métodos de propagação de mudas.

Segundo o pesquisador do Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Fruticultura (Cefruti/DDPA), Rafael Anzanello, a planta frutífera é formada pelo porta-enxerto, responsável pelo sistema radicular, e pela cultivar-copa, que constitui a parte aérea. A pesquisa buscou identificar materiais com maior potencial de uso para recomendação a viveiristas e produtores.

Os resultados apontaram os maiores desempenhos produtivos nos porta-enxertos Tsukuba 2, I-67-55-9 e I-93-27. O estudo também destacou um dos entraves enfrentados no Rio Grande do Sul: o uso, por viveiros comerciais, de misturas de caroços oriundos de indústrias processadoras de pêssego para formação dos porta-enxertos. Esse processo resulta em materiais sem identidade genética e sanitária conhecida e contribui para a desuniformidade das mudas.

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Além da avaliação de desempenho no campo, o trabalho abordou a propagação vegetativa por estaquia com uso de reguladores. Foram testados ácido indolbutírico (AIB) e ácido naftalenoacético (ANA), substâncias que estimulam o desenvolvimento de raízes na cultura do pêssego. Os melhores resultados ocorreram com estaquia herbácea e aplicação de AIB na concentração de 4.000 mg/L, em estufa climatizada com nebulização intermitente, condição que promoveu bom enraizamento das estacas.

Atualmente, a propagação do pessegueiro ocorre predominantemente por sementes. De acordo com Anzanello, a estaquia permite obter mudas mais uniformes, reduzir o tempo de formação das plantas e antecipar a produção, características associadas à qualificação do setor de mudas da cultura.

A pesquisa publicada na Circular técnica nº 34 reúne resultados sobre desempenho produtivo de porta-enxertos e sobre técnicas de propagação vegetativa, com indicação de materiais e métodos voltados à produção de mudas de pessegueiro no Rio Grande do Sul.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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EUA registram venda de 100 mil toneladas de trigo para a Nigéria

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Exportadores dos Estados Unidos relataram a venda de 100 mil toneladas de trigo duro vermelho de primavera para a Nigéria, com entrega prevista para o ano comercial 2026/27. A informação foi divulgada nesta terça-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

A operação se enquadra nas regras de divulgação obrigatória do mercado norte-americano para exportações de commodities agrícolas. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), exportadores do país devem comunicar qualquer venda de 100 mil toneladas ou mais realizada em um único dia.

A exigência também vale para vendas de 200 mil toneladas ou mais para um mesmo destino, com reporte até o dia seguinte. Neste caso, o volume negociado com a Nigéria foi de 100 mil toneladas.

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O produto negociado foi o trigo duro vermelho de primavera, com entrega programada para o ano comercial 2026/27.

O registro da venda foi informado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) nesta terça-feira (30) e formaliza uma operação de 100 mil toneladas de trigo dos Estados Unidos para a Nigéria.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Frente fria perde força em julho ou o frio permanece? Saiba como fica o tempo no começo do mês

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Imagem gerada por IA

A frente fria prevista para avançar pelo Sul do Brasil nos próximos dias terá pouca influência sobre o Sudeste e o Centro-Oeste, mantendo o predomínio de tempo quente e seco nas regiões produtoras de soja do país. A condição também se estende ao Matopiba, além de Rondônia e do Pará.

No Norte, o cenário é diferente. A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorece a ocorrência de chuvas volumosas principalmente entre o Amapá e Roraima, onde os acumulados devem permanecer elevados nos próximos dias.

Nas demais regiões, o calor continuará predominando. Em Rondônia e no Pará, as temperaturas voltam a subir no fim desta semana, com máximas que podem alcançar os 40°C em algumas localidades.

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De acordo com a previsão, a situação deve se manter praticamente inalterada nas principais áreas de produção de soja ao longo da próxima semana e durante o restante da primeira quinzena de julho. A persistência do tempo seco favorece os trabalhos no campo, mas mantém a preocupação com a baixa umidade do solo em algumas regiões.

Uma mudança está prevista para o retorno gradual das chuvas sobre o sul do estado de São Paulo e o centro-sul de Mato Grosso do Sul. Embora os volumes não sejam elevados, as precipitações devem contribuir para a reposição parcial da umidade do solo nessas áreas.

Apesar da chegada de uma nova massa de ar frio ao Sul durante o fim de semana, o sistema perde intensidade ao avançar pelo interior do país. No Sudeste e no Centro-Oeste, o impacto será restrito à queda das temperaturas durante as madrugadas, com mínimas em torno de 15°C em alguns pontos, sem previsão de frio intenso ou risco de geadas nessas regiões.

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