Sustentabilidade
Soja sob Pressão: Montanha-russa em Chicago e o “Balde de Água Fria” Chinês – MAIS SOJA

As cotações da soja voltaram a romper o teto dos US$ 12,00/bushel nesta semana, porém, um forte tombo ocorreu na quinta-feira (14), quando o primeiro mês cotado fechou em US$ 11,74, contra US$ 11,77 uma semana antes.
Se por um lado, a falta de um acordo de paz entre EUA e Irã manteve as cotações do óleo de soja firmes, apesar de leve recuo, o que puxou o grão, enquanto ao mesmo tempo, apesar de confirmar um aumento na área a ser semeada com soja nos EUA, o relatório de maio apontou baixa nos estoques finais daquele país para 2026/27, e mais a especulação dos Fundos, ajudou a manter firme a cotação do grão, por outro lado o mercado esteve atento aos resultados da reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, nos dias 14 e 15 de maio, pois a mesma também trataria da retirada de barreiras comerciais, atingindo inclusive a soja.
Ora, no dia 14 veio um balde de água fria sobre o mercado quando circulou a notícia de que não haverá compras adicionais da China para além do acordo feito em 2025. Com isso, nesse dia, o bushel despencou para o menor nível desde o dia 28/04. Assim se nãotiver mais nenhum novo acordo adicional, Chicago ainda tem espaço para continuar caindo. E se vier acordo adicional Chicago volta a subir.
Em relação ao relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado no dia 12/05, o mesmo apontou uma projeção de produção de soja, nos EUA, em 120,7 milhões detoneladas, contra 116 milhões na safra anterior. A produtividade média seria de 59,4 sacos/hectare naquele país, enquanto a área semeada cresce 4,3%, passando a 34,28 milhões de hectares. Quanto aos estoques finais estadunidenses, os mesmos ficariam em 8,4 milhões de toneladas, contra 9,2 milhões no anterior e 9,9 milhões nas expectativas do mercado. O relatório indicou, igualmente, uma produção mundial de 441,5 milhões de toneladas para 2026/27, após 427,6 milhões no ano anterior, e estoques finais mundiais em 124,8 milhões de toneladas, contra 125,1 milhões um ano antes.
A futura produção brasileira seria de 186 milhões de toneladas, enquanto a da Argentina ficaria em 50 milhões. As importações chinesas de soja subiriam para 114 milhões. Com isso, o preço médio aos produtores estadunidenses, para este novo ano comercial, seria de US$ 11,40/bushel, contra US$ 10,40 no atual ano comercial.
Dito isso, o plantio da nova safra estadunidense avança muito bem, a partir de um clima positivo, atingindo, no dia 10/05, a 49% da área esperada, contra a média histórica de 36% para esta data. Do total já plantado, 20% havia germinado, contra 12% na média.
Pelo lado da demanda, as importações chinesas de soja aumentaram em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado. As mesmas atingiram a 8,48 milhões de toneladas, contra 4,02 milhões em março e 40% acima do registrado em abril/25. De janeiro a abril, a China recebeu 25,2 milhões de toneladas de soja, contra 23,19 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado. E aqui no Brasil, o descolamento, para baixo, dos preços nacionais em relação a Chicago continua, com o saco de soja evoluindo especialmente ao sabor do câmbio que, nesta semana, acabou voltando à casa dos R$ 5,00 por dólar, embora o movimento tenha durado pouco tempo. Com isso, no Rio Grande do Sul as principais praças praticaram R$ 113,00 a R$ 114,00/saco, enquanto no restante do país os valores ficaram entre R$ 100,00 e R$ 114,00/saco.
Dentre os porquês, então, de os preços brasileiros da soja caminharem na direção contrária a Chicago, algo pouco comum, está o câmbio. Efetivamente, em meados de maio do ano passado o câmbio, no Brasil, registrava R$ 5,68 por dólar, enquanto no mesmo período de 2026 tem-se R$ 4,89. Ou seja, temos uma valorização do Real, em 12 meses, de 13,9%. Soma-se a isso a safra recorde que o país está terminando de colher (algo entre 178 e 181 milhões de toneladas), na medida em que as perdas no Rio Grande do Sul foram compensadas por maior produção em outras regiões do país, e o quadro explica em grande parte o descolamento dos preços.
Para se ter uma ideia dessa relação, aos valores de hoje em Chicago, se o câmbio fosse o mesmo de um ano atrás, o saco do produto, no Rio Grande do Sul, estaria ao redor de R$ 130,00. Ou seja, 18 reais a mais.
Dito isso, tem-se que o mercado de sementes de soja deve enfrentar mais um ano de margens apertadas. A dívida do setor da soja passou de R$ 60 bilhões, antes da pandemia, para R$ 180 bilhões atualmente. Em tal contexto, o mercado terá queproteger os clientes que ainda conseguem permanecer no mercado, enquanto a disputa pelos melhores compradores ficará ainda mais intensa.
A safra atual deverá registrar menor disponibilidade de sementes, além de possíveis problemas de qualidade em algumas regiões produtoras, embora o excedente de produto tenda a ser menor do que o observado na temporada passada, quando o excesso pressionou fortemente os resultados do setor. Isso pode ajudar um pouco no resultado final, mas as margens continuarão bastante apertadas.
A competição comercial deve se intensificar em função da restrição de crédito e do aumento do risco financeiro dentro da cadeia do agronegócio. O momento exige maior disciplina financeira e rigor na concessão de crédito, sendo que a mensagem final é de que será um ano difícil na parte comercial e com muita atenção na avaliação de risco dos clientes. Hoje, cerca de 80% do financiamento do setor ocorre via mercado privado, com taxas de juro bem mais elevadas (cf. Agroconsult).
Enfim, em abril o Brasil exportou 16,8 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,4% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril.
No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,2 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período. Já para maio, a Anec espera que o país exporte 16 milhões de toneladas da oleaginosa. Enquanto isso, a exportação de farelo de soja brasileiro foi projetada em recorde de 2,88 milhões de toneladas em maio, contra 2,12 milhões em maio do ano passado.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹
1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ
Site: Ceema/Unijuí
Sustentabilidade
Safra brasileira de grãos pode alcançar recorde e chegar a 358 milhões de toneladas – MAIS SOJA

A produção de grãos brasileira está estimada em 358 milhões de toneladas. O volume é 1,6% superior ao obtido na safra passada, o que representa um incremento de 5,7 milhões de toneladas no montante a ser colhido. Os números apontam a expectativa de recorde na safra, impulsionada pelo bom desempenho da soja, do milho e do sorgo, conforme dados apresentados no 8º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (14).
Projetada em 180,1 milhões de toneladas, a produção de soja deve atingir um marco inédito, superando a previsão anterior em 978 mil toneladas, o equivalente a um ajuste de 0,5%, com 98,3% da área já colhida. Em termos de volume a ser obtido, é esperado um crescimento de 8,6 milhões de toneladas para a oleaginosa em referência à safra 2024/25, o que representa um aumento de 5%, marcando o sétimo crescimento nas últimas dez safras. Destaque também para o milho primeira safra, que voltou a apresentar aumento na área semeada em relação aos últimos anos, o que reflete em uma colheita de aproximadamente 28,5 milhões de toneladas, superando em 3,5 milhões de toneladas a produção anterior, e para o sorgo, que pode chegar a 7,6 milhões de toneladas produzidas.
Para o total das três safras do milho, a Companhia estima que seja colhida a segunda maior produção da série histórica, estipulada em 140,2 milhões de toneladas. Em relação ao último levantamento, os dados apontam um ganho de 0,4%, correspondente a 600 mil toneladas. Com 71,5% da área colhida até o início de maio, a primeira safra do cereal registrou um incremento de 1,8% em relação ao levantamento anterior, com alta de 493 mil toneladas. Concluída a semeadura, a 2ª safra deve atingir 108,5 milhões de toneladas, com leve queda de 0,6% em comparação ao ciclo anterior. Nos estados de Goiás e Minas Gerais, essa variação decorre da influência climática sobre a produção e, no panorama nacional, os dados ainda apontam aumento de 2,1% na área plantada.
A perspectiva de incremento de até 23,8% para o sorgo está associada ao avanço significativo na área cultivada, uma vez que o cereal, além de ter maior tolerância à deficiência hídrica, apresenta destinação bastante próxima à do milho. A área plantada cresceu em todas as regiões do país, especialmente no Centro-Oeste, com aumento de 50,7%. Maior produtor nacional na safra 2024/25, o estado de Goiás deve ter um ganho de 40,3% na produção, superando o volume de 2,2 milhões de toneladas. “Esse crescimento é explicado pela migração estratégica de áreas originalmente destinadas ao milho. Com o encerramento da janela ideal de semeadura desse cereal, parte dos produtores optou pelo sorgo, considerando sua maior adaptação a janelas de cultivo tardias, em razão da maior tolerância da cultura a períodos de deficit hídrico, além da possibilidade de utilização do grão em diferentes segmentos, como na alimentação animal e produção de etanol”, analisa o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Fabiano Vasconcellos.
Para o arroz, item fundamental na alimentação dos brasileiros, as projeções indicam queda de 0,3% na produção, calculada em 11,1 milhões de toneladas, o que mantém a estabilidade em comparação ao estimado no mês antecedente. Em relação à safra 2024/2025, o recuo esperado é de 1,7 milhão de toneladas, consequência da diminuição da área plantada em cerca de 13,7%. Considerando que 94,6% da área já foi colhida, os dados ainda mostram ganho de produtividade nesta safra, alcançando 7.281 quilos por hectare.
Para o feijão, outro produto de destaque na mesa dos brasileiros, a produção total tende a decrescer 5,2% em volume colhido quando comparada à safra anterior, mantendo-se dentro da estabilidade prevista no último levantamento divulgado pela Companhia, sendo estimada em 2,9 milhões de toneladas somadas as 3 safras do grão. Com 95,4% da área colhida, a primeira safra da leguminosa registrou ganho de produtividade de 4,3%, devendo atingir pouco mais de 969 mil toneladas em volume produzido. Apesar da previsão de redução nas áreas plantadas e no volume produzido de arroz e feijão, não há risco de desabastecimento desses grãos no mercado interno.
Com maior parte das lavouras já em fase prévia à colheita, a produção esperada de algodão deve chegar a aproximadamente 4 milhões de toneladas de pluma, queda de 2,6% em relação ao volume da safra 2024/25. As projeções refletem redução na área plantada e na produtividade. A produção estimada de trigo também deve diminuir em 1,5 milhão de toneladas, resultado impactado principalmente pela redução da área semeada no Rio Grande do Sul e no Paraná. De acordo com os valores apurados pela Companhia, o país deve produzir 6,4 milhões de toneladas do cereal.
Mercado – A indústria de etanol deve impulsionar o consumo interno do milho, que tende a avançar em 4,6% em relação à temporada passada, estimada em 94,86 milhões de toneladas. A Conab também avalia que as exportações do produto seguirão elevadas, superando o ciclo 2024/25 e podendo alcançar 46,5 milhões de toneladas, o que se deve à boa produção. Ainda assim, o estoque de passagem do cereal no final da atual safra deve ficar próximo a 12,98 milhões de toneladas. Para a soja, as exportações do grão acompanham os números positivos da safra, com estimativa de que os embarques cheguem a 116 milhões de toneladas, crescimento de 7,25% se comparado com a temporada de 2024/25.
Os dados e as análises completas sobre as projeções de safra e as condições de mercado das principais culturas brasileiras podem ser encontradas no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, disponível no site da Conab.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Colheita do arroz alcança 96,41% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 98,68% da área cultivada nesta segunda semana de maio. O levantamento foi realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgado nesta quinta-feira (14/05).
Do total de 891.908,50 hectares destinados ao cultivo na safra 2025/2026, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras do Estado.
As regionais da Zona Sul e da Campanha lideram os índices de colheita e estão mais próximas do encerramento das operações, com 99,69% e 99,43% das áreas colhidas, respectivamente.
Na sequência aparecem a Planície Costeira Interna, com 98,99%; a Planície Costeira Externa, com 98,68%; a Fronteira Oeste, com 98,41%; e a Região Central, que registra 96,74% da área colhida.
De acordo com a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga), ao término da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra, contemplando dados de área colhida, produtividade e possíveis perdas registradas durante o ciclo produtivo.
Fonte: Irga/RS
Autor:IRGA
Site: IRGA
Sustentabilidade
Colheita da soja atinge 95% no RS com produtividade marcada por forte variabilidade regional – MAIS SOJA

A colheita se aproxima da conclusão, alcançando 95% da área cultivada. As operações avançaram de forma consistente na maior parte do período, favorecidas por intervalos de tempo firme e adequada trafegabilidade das áreas, embora as precipitações tenham provocado interrupções em 07/05, especialmente em terrenos de menor drenagem e áreas
de relevo mais restritivo.
As áreas remanescentes correspondem a lavouras de semeadura tardia ou de segunda safra, as quais estão majoritariamente em maturação ou maduras para colheita. Há também parcelas tardias ainda em enchimento de grãos, sobretudo em sistemas irrigados ou implantados após o período preferencial de semeadura, mas que não apresentam relevância estatística.
Observa-se elevada variabilidade produtiva entre regiões e ambientes de cultivo, refletindo principalmente a irregularidade da distribuição hídrica ao longo do ciclo, em especial durante as fases críticas de definição de rendimento. No período, foram observados problemas relacionados à desuniformidade de maturação e à maior presença de impurezas.
Em termos fitossanitários, as condições de elevada umidade favoreceram o aumento da incidência de doenças foliares e de percevejos em parte das áreas remanescentes, pois houve dificuldade em realizar pulverizações preventivas e de controle.
A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar está em 2.871 kg/ha, e a área cultivada em 6.624.988 hectare Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, a colheita está em finalização. Em Maçambará, 95% dos 55.000 hectares foram colhidos, e as produtividades seguem baixas nas áreas remanescentes de safrinha em razão do porte reduzido e do encurtamento do ciclo, decorrentes da implantação tardia. Em Alegrete, 80% dos 95.000 hectares foram colhidos, com produtividade média próxima de 2.100 kg/ha.
Em São Gabriel, diante da previsão de precipitações, os produtores realizaram a colheita, apesar de a umidade dos grãos estar acima de 18%, sendo registradas produtividades em torno de 2.500 kg/ha. Na Campanha, o rendimento operacional foi favorecido pela baixa umidade da palha e dos grãos, embora ainda haja áreas com excesso de umidade no solo e restrição de acesso às máquinas colhedoras. Em Hulha Negra, as melhores produtividades se aproximam de 2.700 kg/ha, mas, na maior parte das lavouras, varia entre 1.800 e 2.100 kg/ha.
Na de Caxias do Sul, a colheita foi concluída na região da Serra, e restam menos de 10% da área nos Campos de Cima da Serra. A produtividade média regional está estimada em aproximadamente 3.000 kg/ha, abaixo da expectativa inicial.
Na de Erechim, a colheita alcança 99% da área cultivada, e resta 1% maduro por colher. A produtividade média regional está aproximadamente em 3.700 kg/ha, variando entre 2.200
e 4.200 kg/ha, conforme o município. As cultivares de ciclo normal apresentaram melhor desempenho produtivo.
Na de Ijuí, a colheita evoluiu apenas 1% e atinge 95% da área cultivada, à espera da finalização do ciclo em lavouras remanescentes. A produtividade média está próxima de 3.000 kg/ha. As áreas de segundo cultivo apresentam bom desempenho produtivo, mas há aumento na incidência de doenças foliares em cultivos no final da fase de enchimento de grãos. Há baixa adoção de plantas de cobertura nas áreas após a colheita.
Na de Passo Fundo, a colheita está praticamente concluída; restam apenas áreas sem expressão estatística. A produtividade média está em torno de 3.500 kg/ha, mas há variações pontuais entre lavouras e microrregiões.
Na de Pelotas, 74% foram colhidos. A produtividade média regional continua em torno de 2.800 kg/ha. Em parte das áreas, mesmo antes da colheita, os produtores realizaram a semeadura antecipada de forrageiras de inverno, especialmente azevém, por meio de aviação agrícola e de drones.
Na de Santa Maria, em Tupanciretã, a colheita está tecnicamente encerrada nos 147.000 hectares cultivados, e a produtividade está estimada em 3.000 kg/ha. Na região, a produtividade média deverá se situar em torno de 2.900 kg/ha.
Na de Santa Rosa, 2% estão em enchimento de grãos, 8% maduros e 90% colhidos. A recorrência de chuvas dificultou a conclusão da colheita, especialmente em áreas baixas com elevada umidade do solo, ocasionando atolamentos e danos superficiais. Nas áreas implantadas em resteva de milho de sequeiro, intensificou-se a fase de maturação, e os cultivos irrigados ainda estão no estágio de enchimento de grãos. Algumas lavouras apresentam maturação desuniforme, demandando dessecação pré-colheita. Há elevada presença de percevejos nas áreas remanescentes.
Na de Soledade, no Alto da Serra do Botucaraí e Centro Serra, a colheita está praticamente concluída; restam apenas áreas pontuais de semeadura tardia. No Baixo Vale do Rio Pardo, a colheita supera 97% da área. As chuvas, no final do período, interromperam temporariamente as operações. Há relatos frequentes de produtividades em torno de 3.600
kg/ha, mas a média regional deve ficar próxima de 3.000 kg/ha.
Comercialização (saca de 60 quilos)
A cotação média da soja passou de R$ 115,92 para R$ 114,52, reduzindo 1,21% em relação à semana anterior, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar
Fonte: Emater/RS
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