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Atualização de cadastro da palma de óleo deve ser realizada até 31 de janeiro

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) informa aos produtores que, desde 1º de janeiro, é obrigatório o cadastro das unidades produtivas de palma de óleo no estado.
A atualização dos dados referentes à safra de dendê de 2026 deve ser realizada até 31 de janeiro de 2026 em todas as unidades da Adepará.
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Para realizar a atualização do cadastro, o produtor deve comparecer a uma Unidade Local de Sanidade Agropecuária (Ulsa) ou a um escritório da agência no município onde a propriedade rural está localizada.
Documentos necessários
No atendimento, é necessário apresentar cópias dos seguintes documentos:
- Pessoa Física: RG e CPF;
- Pessoa Jurídica: CNPJ e Contrato Social;
- Comprovante de residência atualizado;
- Comprovante de uso, posse ou propriedade da terra;
- Número de telefone e e-mail válidos.
A atualização cadastral só será válida mediante a entrega das cópias completas dos documentos solicitados e a assinatura do produtor no formulário de atualização.
Não realização do cadastro
Produtores que não realizarem a atualização cadastral estarão impossibilitados de emitir a Guia de Trânsito Vegetal (GTV), o que significa que não poderão transitar com seus produtos até regularizarem a situação junto à Adepará.
A medida visa garantir o controle da movimentação do dendê dentro do estado, assegurando que a cadeia produtiva continue operando dentro dos parâmetros legais e sanitários.
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Conflito no Oriente Médio pressiona trigo e acende alerta para alta na farinha

O avanço do conflito no Irã já começa a impactar a cadeia do trigo no Brasil e preocupa a indústria de moagem. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), o cenário internacional tem provocado uma rápida elevação dos custos, com potencial de reflexos sobre o preço da farinha.
Por meio de nota, a entidade destacou que a alta do petróleo tem puxado o aumento do diesel e dos fretes, tanto no mercado interno quanto no externo. Ao mesmo tempo, as cotações do trigo avançam no Brasil e no exterior, enquanto insumos, embalagens e seguros internacionais também ficam mais caros.
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Esse movimento, de acordo com a Abitrigo, cria um ambiente de forte pressão para toda a cadeia produtiva e eleva o risco de repasses ao longo dos próximos meses.
Pressão interna agrava cenário
Além do impacto externo, mudanças tributárias no Brasil têm ampliado a preocupação do setor. A incidência de PIS/Cofins sobre o trigo importado, somada à redução de benefícios fiscais, elevou a carga sobre itens essenciais como a farinha de trigo.
Na avaliação da entidade, esse cenário reduz a capacidade da indústria de absorver custos e aumenta a possibilidade de repasse ao consumidor.
Indústria busca conter efeitos
Mesmo diante do ambiente adverso, a Abitrigo afirma que as empresas têm adotado medidas para mitigar os impactos. Entre as estratégias estão a otimização de estoques, a diversificação de origens do trigo e fornecedores, além da revisão de rotas logísticas e ganhos de eficiência operacional.
O setor também recorre, quando possível, a instrumentos de gestão de risco de preços e mantém diálogo com autoridades para defender medidas que garantam a competitividade e o abastecimento.
“Nosso compromisso é garantir a estabilidade do abastecimento de farinha de trigo, produto essencial na mesa dos brasileiros, mesmo em um ambiente de forte instabilidade global”, afirmou o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa.
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Boi gordo: preços da carne sobem no atacado com baixa disponibilidade

O mercado físico do boi gordo encerra a semana apresentando algumas negociações acima da referência média. O movimento de alta no mercado físico está alicerçado em dois vetores básicos, são eles a oferta ainda anêmica em meio à boa condição dos pastos. Essa variável faz com que a indústria frigorífica encontre muitas dificuldades na composição de suas escalas de abate, que hoje está posicionada entre cinco e sete dias úteis na
média nacional.
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O segundo alicerce do atual movimento de alta está associado ao forte ritmo de embarques. A demanda chinesa permanece aquecida, tanto importadores da China quanto os exportadores brasileiros aceleram a alta visando preencher o maior volume possível da cota.
Vale destacar que a exportação extracota conta com tarifas adicionais de 55%, totalizando 67% de tarifa, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.
- Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 358,25, na modalidade a prazo
- Em Goiás, a indicação média foi de R$ 340,32 para a arroba do boi gordo
- Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 344,71
- Em Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 348,75
- Em Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 353,45
Atacado
O mercado atacadista apresenta alta consistente em seus preços durante a sexta-feira (27). Este movimento está centrado na baixa disponibilidade de produto, que mantém preços em patamares muito elevados, mesmo em um momento de perda de competividade se comparado às proteínas concorrentes, em especial se comparado à carne de frango. Mais uma vez a variável oferta se mostra mais impactante que a variável demanda, assinalou Iglesias.
O quarto traseiro foi precificado a R$ 27,50, por quilo, alta de R$ 0,20. Quarto dianteiro foi
cotado a R$ 21,80, por quilo, alta de R$ 0,80. Ponta de agulha foi precificada a R$ 20,00, por
quilo, alta de R$ 0,50.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,33%, sendo negociado a R$ 5,2382 para venda e a R$ 5,2362 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2174 e a máxima de R$ 5,2789. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,38%.
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Soja tem cotações mistas e negócios travados com oscilação em Chicago e no dólar; saiba mais

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com cotações mistas, refletindo a volatilidade na Bolsa de Chicago e no câmbio. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os melhores momentos de preços ocorreram pela manhã, acompanhando a alta em Chicago.
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Ao longo do dia, no entanto, o cenário mudou. A Bolsa passou a recuar, junto com o dólar, o que resultou em variações entre altas e baixas no mercado físico. Depois disso, o mercado travou. Os agentes seguem cautelosos e aguardam novos direcionadores, especialmente o relatório de intenção de plantio da nova safra dos Estados Unidos, previsto para o dia 31.
Na semana, houve algum avanço na comercialização, mas ainda em ritmo moderado, sem grande intensidade.
- Passo Fundo (RS): recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00
- Santa Rosa (RS): recuou de R$ 126,00 para R$ 125,00
- Cascavel (PR): recuou de R$ 121,00 para R$ 120,00
- Rondonópolis (MT): recuou de R$ 110,00 para R$ 109,00
- Dourados (MS): subiu de R$ 113,00 para R$ 114,00
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 110,50 para R$ 111,00
Soja em Chicago
No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Chicago, praticamente zerando os ganhos da semana. O movimento foi de realização de lucros, com os agentes avaliando novas regras para a produção de biodiesel nos Estados Unidos e se posicionando antes do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos definiu metas mais altas para a mistura de biocombustíveis em 2026 e 2027, o que foi visto como positivo para a demanda agrícola. Ao mesmo tempo, a expectativa é de aumento na área plantada com soja no país, impulsionada pelos altos custos dos fertilizantes, que podem reduzir a área destinada ao milho.
O relatório de intenção de plantio será divulgado na terça-feira, às 13h. A expectativa do mercado é de uma área de 85,55 milhões de acres, acima dos 81,22 milhões do ano passado.
Também será divulgado o relatório de estoques trimestrais, com previsão de 2,077 bilhões de bushels em 1º de março, acima do volume registrado no mesmo período do ano anterior.
Contratos futuros de soja
Na Bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em maio fecharam a US$ 11,59 1/4 por bushel, com queda de 1,23%. A posição julho encerrou a US$ 11,75 1/4, com recuo de 1,19%.
Entre os subprodutos, o farelo caiu 2,11%, para US$ 315,30 por tonelada, enquanto o óleo recuou 0,89%, para 67,41 centavos de dólar por libra-peso.
Câmbio
No câmbio, o dólar comercial fechou em queda de 0,33%, cotado a R$ 5,2382 para venda. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,2174 e R$ 5,2789. Na semana, acumulou desvalorização de 1,38%.
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