Connect with us
15 de maio de 2026

Business

Fávaro é exonerado do cargo de ministro para votar no relatório da CPMI do INSS

Published

on


Foto: Mapa

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, foi exonerado do cargo nesta sexta-feira (27). O decreto, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União. Com a saída, Fávaro retorna ao Senado em um momento considerado crucial para o governo federal: a votação do relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Rural (INSS).

A suplente Margareth Buzetti, que ocupava a vaga no colegiado, afirmou que a exoneração seria uma estratégia do Palácio do Planalto para garantir o voto de Fávaro. “O governo deve estar com muito medo do relatório”, declarou.

Segundo a senadora, ela votaria a favor dos indiciamentos propostos pelo relator, o deputado Alfredo Gaspar. Entre os nomes citados está Fábio Luís Lula da Silva.

Margareth afirmou ainda que deixa a função “de cabeça erguida” e defendeu a apuração dos fatos independentemente de governos. Ela criticou possíveis desvios de recursos públicos, destacando o impacto direto sobre aposentados e a população.

Advertisement

O post Fávaro é exonerado do cargo de ministro para votar no relatório da CPMI do INSS apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Agro Mato Grosso

Valtra aposta em tecnologia para elevar a rentabilidade na safra de cana 2026/27

Published

on

Com safra estimada em 635 milhões de toneladas, marca destaca máquinas que unem tecnologia, economia de combustível e sustentabilidade

Com a safra de cana-de-açúcar 2026/27 projetada em 635 milhões de toneladas no Centro-Sul do Brasil, segundo a Datagro, o setor sucroenergético entra em um novo ciclo marcado por alta demanda operacional e pressão por eficiência. Diante desse cenário, a Valtra reforça seu posicionamento com soluções voltadas à produtividade, economia de combustível e sustentabilidade.

O portfólio da marca foi um dos maiores destaques da Agrishow 2026, que aconteceu, em Ribeirão Preto (SP), reunindo as principais inovações do agronegócio.

Tecnologia aplicada do campo à usina

Com forte presença no setor sucroenergético, a Valtra oferece soluções completas que acompanham todas as etapas da produção, do preparo do solo ao transporte da cana até a usina. A proposta é clara: aumentar a produtividade sem abrir mão da simplicidade operacional e do conforto ao operador.

“Desenvolvemos máquinas pensadas para quem precisa produzir mais, com eficiência e economia, sem complicação”.
Elizeu dos Santos, gerente de marketing de produto da Valtra

Desempenho e agilidade no campo

Entre os destaques está a Série BH HiTech, reconhecida pelo alto desempenho e eficiência nas operações. O modelo conta com modos automáticos que ajustam o funcionamento conforme a demanda e um sistema hidráulico com reservatório exclusivo, oferecendo alta vazão e reduzindo o tempo de descarregamento – fator decisivo para operações de transbordo mais ágeis.

Outro diferencial é o conjunto estrutural, com eixo traseiro passante e opção de eixo dianteiro de até 3 metros, que se adapta ao espaçamento do canavial e evita danos às plantas.

Advertisement

Força e robustez para operações pesadas

Para o preparo de solo em condições mais severas, a Série S6 se destaca como a mais potente da marca. Produzida na Finlândia, a linha entrega até 425 cv de potência e torque de 1.750 Nm, aliando força extrema a eficiência energética.

Equipada com transmissão CVT e motor AGCO Power de 8,4 litros, a Série S6 garante redução de até 15% no consumo de combustível, além de proporcionar maior controle e conforto operacional.

Plantação de cana-de-açúcar no Centro-Sul brasileiro representando a projeção da safra 2026/27 de 635 milhões de toneladas.

Outras opções robustas incluem as Séries Q5 e T CVT, que combinam potência elevada e tecnologia de tração avançada. A Série T, por exemplo, permite movimentação contínua e precisa apenas com o pedal do acelerador, mesmo em terrenos inclinados, além de gerar economia média de até 25% de combustível.

Eficiência também nos tratos culturais

A tradicional Linha BM, agora em sua quarta geração, segue como uma das mais consolidadas no setor, com histórico de mais de duas décadas no campo e ganhos de até 15% em economia operacional.

Já na fase de tratos culturais, os pulverizadores da Série R garantem aplicação precisa de insumos, reduzindo desperdícios e aumentando a eficiência agronômica.

Advertisement

Sustentabilidade e energia limpa no campo

De olho no futuro, a Valtra também investe em soluções voltadas à descarbonização, com o desenvolvimento de motores compatíveis com combustíveis alternativos, como etanol e biometano.

A proposta é permitir que usinas utilizem seus próprios subprodutos como fonte de energia, criando um ciclo sustentável e reduzindo custos operacionais.

“Queremos que o produtor tenha autonomia energética, utilizando a própria cana e seus resíduos para abastecer máquinas de alta performance. É a união entre eficiência e economia circular”.
Elizeu dos Santos, gerente de marketing de produto da Valtra

Sobre a Valtra

Presente no Brasil desde 1960, a Valtra foi pioneira ao se instalar no país e hoje oferece uma linha completa de máquinas agrícolas, com tratores que variam de 57 a 425 cavalos, além de colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores.

A marca integra o grupo AGCO e conta com mais de 220 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, sendo 156 apenas no Brasil.

Video:

Advertisement

Continue Reading

Agro Mato Grosso

Agro impulsiona MT à liderança da balança comercial brasileira

Published

on

O resultado do quadrimestre consolida, mais uma vez, a posição estratégica do Estado na economia brasileira

Mato Grosso registrou saldo comercial positivo de US$ 11,05 bilhões, entre janeiro e abril de 2026,

Com isso, mantém o maior resultado superavitário entre os estados brasileiros, conforme análise divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), em seu Boletim Mensal de Conjuntura Econômica — edição de maio.

O desempenho foi impulsionado, principalmente, pelo agronegócio.

O resultado do balanço do quadrimestre consolida, mais uma vez, a posição estratégica de Mato Grosso na economia brasileira.

Isso porque, em 2025, o superávit comercial do Estado alcançou US$ 27,57 bilhões, o que representa 40,50% de todo o saldo comercial do período no país.

Advertisement

O agronegócio respondeu por 43,16% do saldo comercial brasileiro, com destaque para as exportações de soja, milho e carne bovina.

De acordo com a análise do Imea, esse resultado reforça a importância e a centralidade de Mato Grosso para a sustentação das exportações nacionais e para a entrada de moeda estrangeira na economia nacional.

A coordenadora de Desenvolvimento Regional do Imea, Maria Muniz, explicou que esse cenário demonstra a força do setor no contexto nacional.

Segundo ela, o resultado mostra como Mato Grosso segue sendo um dos principais motores das exportações brasileiras, reforçando a relevância do estado para a sustentação das exportações nacionais e para a entrada de moeda estrangeira na economia brasileira.

“O desempenho do agronegócio mato-grossense foi determinante para esse cenário, impulsionado principalmente pelas exportações de soja, milho e carne bovina”, destacou.

Advertisement

EMPREGOS – O boletim do Imea, publicado no dia 11 passao, também aponta a participação do agronegócio na geração de empregos em Mato Grosso.

Dados do boletim de Conjuntura Econômica mostram que o setor mantém ritmo de crescimento no número de trabalhadores formais.

Ao final de 2025, o agronegócio mato-grossense contabilizava 437.174 empregos formais.

Em março de 2026, o total avançou para 444.218 postos de trabalho, incremento de 1,61%, equivalente à geração de 7.044 novas vagas.

No mesmo período, o estoque total de empregos formais em Mato Grosso alcançou 1.183.553 vínculos, com o agronegócio representando 37,53% do total de empregos do estado.

Advertisement
Continue Reading

Business

Safra 2026/27 caminha para ter a pior margem da soja em 10 anos

Published

on


Foto: Canal Rural Mato Grosso

Acostumado a crescer fora da zona de conforto. É assim que o pesquisador do Cepea, Mauro Osaki, classifica o comportamento do produtor brasileiro. “Essa é a razão para a nossa produção crescer tanto. Nós nunca estivemos confortáveis”, diz. Nesse contexto, o setor já enfrentou estiagens, enchentes e reflexos de conflitos geopolíticos, entre outros.

A avaliação do especialista ocorre em mais um momento delicado para o agronegócio. A guerra no Irã, iniciada por Estados Unidos e Israel, já passa de dois meses — com impactos no preço de fertilizantes e combustíveis. Essenciais para o setor, o encarecimento desses itens deve pesar na próxima safra.

“A gente já sabe que a safra 26/27 vai custar mais caro em termos de gasto com fertilizantes, defensivos, diesel. Esse impacto vai proporcionar uma elevação nos nossos custos”, reforça. Segundo Osaki, a variação do custo operacional efetivo (COF) deve ficar em torno de 6% a 7% em comparação com a estimativa feita para a temporada atual.

Soja: pior rentabilidade em uma década

A alta real nos custos de produção, sem uma reação na mesma magnitude por parte dos preços das commodities, deve resultar em um cenário severo de esmagamento de rentabilidade. Para a soja, a projeção já desenha um dos piores cenários da história recente.

“A soja está caminhando para isso. Se a produtividade se mantiver e o grão ficar na casa dos R$ 100 no ano que vem, nós estamos chegando próximo da menor margem dos últimos 15 anos. Nos últimos 10 anos é certeza”, alerta o pesquisador.

Advertisement

De acordo com ele, o único precedente de margem negativa tão expressiva foi registrado na safra 2005/06, período que culminou no histórico movimento do “tratoraço”.

O peso do Estreito de Ormuz no bolso do produtor

Desta vez, o gatilho da crise é majoritariamente externo. O conflito no Golfo, especialmente na região do Estreito de Ormuz, comprometeu o abastecimento global de gás natural e enxofre — matérias-primas essenciais para a fabricação de nitrogenados e fosfatados. O Brasil, por características naturais, acaba sendo o elo mais vulnerável dessa engrenagem global.

“Dentre os principais produtores de soja no mundo, o Brasil é o que mais sofre porque tem o solo mais ácido e mais pobre comparado com a Argentina e os Estados Unidos. Como precisamos aplicar mais adubo por hectare, vamos perder competitividade diante desses dois players internacionais”, explica Osaki.

Custo Brasil e o alerta climático do El Niño

Se o cenário global e o solo desafiam o agricultor, o ambiente doméstico também não dá trégua. Na avaliação do especialista, a atuação do governo pesa. “Vários setores produtivos estão no limite sendo asfixiados com a ânsia do governo de querer taxar todo mundo para tentar recobrir a gastança, seu comportamento perdulário”, diz.

Entre as principais preocupações estão alterações tributárias recentes, que devem elevar os custos com insumos. “Isso é uma consequência que o setor produtivo acaba subsidiando. Esse tipo de desastre administrativo traz consequências”, complementa.

Advertisement

Como se não bastasse o aperto financeiro, o fantasma climático volta a rondar com a proximidade do El Niño no segundo semestre. Para estados como o Rio Grande do Sul, que ainda tentam se reorganizar financeiramente após quebras sequenciais, o alerta é máximo.

“É o estado onde temos a situação mais grave de todas. Lá, a pergunta do produtor vai ser: ‘vou perder menos de quanto?’”, lamenta o especialista. A única certeza, como bem define Osaki, é que o agronegócio nacional precisará, mais uma vez, provar sua força longe de qualquer zona de conforto.

O post Safra 2026/27 caminha para ter a pior margem da soja em 10 anos apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT