Sustentabilidade
Rotação de culturas no plantio direto preserva os estoques de nutrientes do solo – MAIS SOJA

O desequilíbrio nutricional está entre os principais fatores associados à redução da produtividade das culturas agrícolas. Nesse sentido, o aporte nutricional e o equilíbrio de nutrientes são determinantes para a expressão do potencial produtivo da cultura. Assim, o manejo da adubação, especialmente com nutrientes de elevada exportação, como nitrogênio, fósforo e potássio, torna-se indispensável safra após safra, tanto para atender à demanda das plantas quanto para repor os nutrientes exportados pelos grãos, sobretudo em sistemas de alta produtividade.
Contudo, diante do crescente custo de aquisição dos fertilizantes e das recorrentes dificuldades logísticas no cenário atual, a adubação de base, especialmente no que se refere aos macronutrientes essenciais, tem se consolidado como um dos componentes mais onerosos do sistema produtivo. Como consequência, observa-se uma redução significativa na lucratividade e na rentabilidade da produção de grãos, refletindo a estreita margem entre os custos de produção e o retorno econômico.
Nesse contexto, a adoção de estratégias de manejo que viabilizem a redução dos custos com fertilizantes torna-se cada vez mais relevante para a sustentabilidade dos sistemas de produção de grãos. Entre essas estratégias, destaca-se a rotação de culturas com espécies produtoras de grãos e plantas de cobertura que apresentem diferentes características morfológicas e fisiológicas. Essa diversificação favorece a ciclagem de nutrientes, a fixação biológica de nitrogênio, o estímulo à microbiota do solo e a solubilização e mineralização de nutrientes ao longo do perfil, contribuindo para maior eficiência no uso dos insumos e manutenção da fertilidade do solo.
Corroborando a contribuição da rotação de culturas para o manejo da fertilidade do solo, ao avaliar como sistemas agrícolas contrastantes, definidos por tipos de preparo do solo e sequência de culturas, afetam os estoques de nutrientes do solo sob manejo de baixo insumo a longo prazo, Algarín et al. (2025) constataram que o plantio direto diversificado contribuiu para a manutenção de estoques mais elevados de nitrogênio total (+15%) e de fósforo disponível (+40%), potássio trocável (+27%), cálcio (+72%) e magnésio (+43%) em relação ao preparo convencional.
O estudo desenvolvido pelos autores foi resultado de 32 anos de pesquisa, em que a sequências de culturas foi implementada continuamente em ciclos de três anos. Os três primeiros tratamentos corresponderam ao sistema de sucessão mais predominante, que inclui trigo e soja, sob diferentes níveis de preparo do solo: preparo convencional (PC), preparo reduzido (PR) e plantio direto (PD1). Além disso, foram incluídas duas rotações diversificadas de plantio direto: PD2, composta por aveia preta e soja, trigo e soja, e aveia preta e soja; e PD3, composta por trigo e soja, ervilhaca e milho, e aveia preta e soja, representados na figura 1 (Algarin et al., 2025).
Figura 1. Representação esquemática dos tratamentos, evidenciando o nível de revolvimento do solo e a sequência de culturas em cada sistema agrícola. Os tratamentos representados são: CT (preparo convencional: trigo – soja), RT (preparo reduzido: trigo – soja), NT1 (plantio direto: trigo – soja), NT2 (plantio direto: aveia preta – soja, trigo – soja, aveia preta – soja) e NT3 (plantio direto: trigo – soja, ervilhaca – milho, aveia preta – soja). Os símbolos indicam as culturas cultivadas em cada estação (inverno e verão) e o nível de preparo do solo utilizado em cada sistema agrícola.
Os resultados obtidos por Algarin et al. (2025) ao longo de 32 anos de cultivo demonstram que na profundidade de 0 a 30 cm do perfil do solo, as rotação de cultura NT2 e NT3, no sistema plantio direto, respectivamente, aveia preta – soja, trigo – soja, aveia preta – soja , assim como trigo – soja, ervilhaca – milho, aveia preta – soja apresentaram os maiores totais de estoque de macronutrientes, contrastando com os estoques significativamente menores no preparo convencional (CT) e preparo reduzido (RT).
Figura 2. Estoques de nitrogênio total (a), fósforo (b) e potássio (c) em diferentes camadas do solo (0–10, 10–20 e 20–30 cm) sob sistemas agrícolas: CT (preparo convencional: trigo – soja), RT (preparo reduzido: trigo – soja), NT1 (plantio direto: trigo – soja), NT2 (plantio direto: aveia preta – soja, trigo–soja, aveia preta – soja) e NT3 (plantio direto: trigo – soja, ervilhaca – milho, aveia preta – soja). As barras representam a média ± erro padrão (n = 3). Letras minúsculas diferentes indicam diferenças significativas entre os tratamentos dentro de cada profundidade do solo, enquanto letras maiúsculas diferentes indicam diferenças significativas entre os tratamentos considerando a camada total de 0–30 cm; ns: não significativo, de acordo com o teste de Duncan (p < 0,05).

Em números, o sistema NT3 (plantio direto: trigo–soja, ervilhaca–milho, aveia preta–soja) acumulou 4,9 Mg ha⁻¹ de nitrogênio (N) e 360 kg ha⁻¹ de fósforo (P), representando aumentos de 15% e 40%, respectivamente, em relação ao preparo convencional (CT). O potássio seguiu uma tendência semelhante, com NT2 (plantio direto: aveia preta – soja, trigo – soja, aveia preta – soja) e NT3 (plantio direto: trigo – soja, ervilhaca – milho, aveia preta – soja) atingindo até 3,2 Mg ha⁻¹, pelo menos 23% a mais do que o preparo convencional e o preparo reduzido (Algarin et al., 2025).
Portanto, considerando os aspectos observados e a relevância do estudo conduzido por Algarin et al. (2025) ao longo de 32 anos de cultivo, os resultados sustentam a hipótese de que a rotação de culturas, especialmente em sistemas de plantio direto, contribui significativamente para a manutenção dos estoques de macronutrientes no solo. Dessa forma, trata-se de uma estratégia importante para aumentar a sustentabilidade da produção de grãos, mitigando os impactos do elevado custo dos fertilizantes e oferecendo uma base para reduzir, quando possível, a dependência de insumos minerais.
Confira o estudo completo desenvolvido por Algarín e colaboradores (2025), clicando aqui!

Referências:
ALGARIN, C. A. V. et al. CAN NO-TILLAGE AND CROP DIVERSIFICATION SUSTAIN NUTRIENT STOCKS IN ACIDIC AND POORLY-FERTILIZED SOILS? EVIDENCE FROM 32 YEARS OF REAL-WORLD AGRICULTURAL MANAGEMENT IN PARAGUAY. Soil Advances, 2025. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2950289625000521 >, acesso em: 27/03/2026.

Sustentabilidade
Plantio da safra de verão 2026/27 de milho no Centro-Sul do Brasil atinge 35,5% – MAIS SOJA

O plantio de milho da safra de verão 2026/27 no Centro-Sul do Brasil atingia 35,5% da área estimada de 3,561 milhões de hectares até sexta-feira (25), segundo levantamento de Safras & Mercado.
O cultivo de milho chegou a 67,9% da área prevista de 940 mil hectares no Rio Grande do Sul, a 50,1% dos 597 mil hectares estimados em Santa Catarina e a 50,2% dos 537 mil hectares projetados no Paraná. A semeadura atinge 6,5% da área prevista de 293 mil hectares em São Paulo e a 4,7% dos 847 mil hectares projetados em Minas Gerais. Nos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás/Distrito Federal e Mato Grosso o plantio ainda não teve início.
No mesmo período do ano passado, o plantio estava concluído em 36,8% da área estimada de 3,608 milhões de hectares. Já a média de plantio dos últimos cinco anos é de 33,1% no período.
Fonte: Agência Safras
Autor:Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Rural Clima prevê chuvas em praticamente todo o Brasil nesta semana, mas alerta para irregularidadeAs chuvas devem avançar por praticamente todo o Brasil nesta semana, com a atuação de uma frente fria que ganha força sobre o Sul e posteriormente alcança as regiões centrais. Segundo o agrometeorologista Marco Antonio dos Santos, da Rural Clima, o cenário será marcado por precipitações mais frequentes, mas ainda com irregularidade no Cerrado e temperaturas extremamente elevadas entre os períodos chuvosos. O Rio Grande do Sul segue registrando volumes elevados, com chuvas também em Santa Catarina. Para esta segunda-feira (28) e terça-feira (29), há possibilidade de temporais no estado gaúcho. A partir de terça, as instabilidades avançam para Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Paraguai, além de provocar pancadas isoladas em Mato Grosso. Na quarta-feira (30), a frente fria deve alcançar áreas mais centrais, incluindo Mato Grosso do Sul, enquanto na quinta-feira (1º) as instabilidades avançam ainda mais sobre o Centro do país. Segundo Santos, as chuvas previstas para o Cerrado ainda serão irregulares, embora possam ocorrer na forma de temporais. “Tanto essa semana quanto as próximas serão marcadas por chuvas mais regulares e frequentes”, afirmou. O agrometeorologista, no entanto, alerta que o El Niño pode fazer com que, em determinados períodos, as chuvas fiquem mais concentradas no Sul. Ainda assim, ele não prevê ausência prolongada de precipitações nas demais regiões. “Não haverá uma ausência total de chuvas por mais de 10, 15 dias”, explicou. Segundo Santos, podem ocorrer intervalos de aproximadamente uma semana entre episódios de chuva mais significativos, com pancadas isoladas nesse período. Outro ponto de atenção são as temperaturas. Entre uma frente fria e outra, o calor deve voltar com intensidade, com previsão de temperaturas extremamente elevadas em grande parte do país. No Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná, as temperaturas tendem a ficar mais baixas devido à passagem das frentes frias. Santos recomenda atenção aos produtores que já iniciaram o plantio da soja e também aos cultivos de café e cana-de-açúcar. O agrometeorologista também afirmou que os modelos europeu e americano apresentam sinal semelhante para as próximas semanas, com possibilidade de períodos de menor ocorrência de chuvas. – MAIS SOJA

As chuvas devem avançar por praticamente todo o Brasil nesta semana, com a atuação de uma frente fria que ganha força sobre o Sul e posteriormente alcança as regiões centrais. Segundo o agrometeorologista Marco Antonio dos Santos, da Rural Clima, o cenário será marcado por precipitações mais frequentes, mas ainda com irregularidade no Cerrado e temperaturas extremamente elevadas entre os períodos chuvosos.
O Rio Grande do Sul segue registrando volumes elevados, com chuvas também em Santa Catarina. Para esta segunda-feira (28) e terça-feira (29), há possibilidade de temporais no estado gaúcho. A partir de terça, as instabilidades avançam para Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Paraguai, além de provocar pancadas isoladas em Mato Grosso.
Na quarta-feira (30), a frente fria deve alcançar áreas mais centrais, incluindo Mato Grosso do Sul, enquanto na quinta-feira (1º) as instabilidades avançam ainda mais sobre o Centro do país.
Segundo Santos, as chuvas previstas para o Cerrado ainda serão irregulares, embora possam ocorrer na forma de temporais. “Tanto essa semana quanto as próximas serão marcadas por chuvas mais regulares e frequentes”, afirmou.
O agrometeorologista, no entanto, alerta que o El Niño pode fazer com que, em determinados períodos, as chuvas fiquem mais concentradas no Sul. Ainda assim, ele não prevê ausência prolongada de precipitações nas demais regiões.
“Não haverá uma ausência total de chuvas por mais de 10, 15 dias”, explicou. Segundo Santos, podem ocorrer intervalos de aproximadamente uma semana entre episódios de chuva mais significativos, com pancadas isoladas nesse período.
Outro ponto de atenção são as temperaturas. Entre uma frente fria e outra, o calor deve voltar com intensidade, com previsão de temperaturas extremamente elevadas em grande parte do país. No Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná, as temperaturas tendem a ficar mais baixas devido à passagem das frentes frias.
Santos recomenda atenção aos produtores que já iniciaram o plantio da soja e também aos cultivos de café e cana-de-açúcar.
O agrometeorologista também afirmou que os modelos europeu e americano apresentam sinal semelhante para as próximas semanas, com possibilidade de períodos de menor ocorrência de chuvas.
Fonte: Agência Safras
Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Mais grãos, menos espaço: painel revela desafio da armazenagem em MS – MAIS SOJA

De acordo com informações do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, na safra 2025/2026, Mato Grosso do Sul produzirá 27,9 milhões de toneladas de soja e milho.
Um levantamento realizado pela Aprosoja/MS, identificou um déficit de aproximadamente 12 milhões de toneladas na capacidade de armazenagem do Estado. O diagnóstico considera a média das cinco últimas safras.
Para atender à recomendação técnica da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) seriam necessários 29,22 milhões de toneladas de espaço para armazenamento. Atualmente, a capacidade é de 17,19 milhões de toneladas. Isso significa que a estrutura disponível corresponde a 58,8% da capacidade recomendada.
O Painel de Armazenagem, disponibilizado gratuitamente pela Aprosoja/MS, mostra que o problema é crônico: dos 78 municípios produtores de grãos de Mato Grosso do Sul, 71 apresentam déficit de armazenagem. Dois grandes produtores de grãos de MS: Ponta Porã e Maracaju apresentam juntos, cerca de 2,43 milhões de toneladas de déficit de armazenagem .
“A análise da capacidade de armazenamento em Mato Grosso do Sul revela um cenário de grande contraste. Embora o Estado possua uma infraestrutura robusta em algumas regiões, a análise detalhada dos dados, cruzando a capacidade estática com a produção agrícola e as recomendações da FAO, evidencia um déficit estrutural significativo que pode comprometer a competitividade do agronegócio sul-mato-grossense a médio e longo prazo”, aponta o analista de Economia da Aprosoja/MS, Raphael Gimenes.
Atualmente, o Estado possui 17,19 milhões de toneladas de capacidade estática instalada, distribuída em 799 complexos armazenadores presentes em 65 municípios.
Dourados é o município com maior capacidade, com aproximadamente 2,42 milhões de toneladas, e figura entre os sete municípios que apresentam saldo positivo entre a estrutura disponível e a necessidade calculada. Também estão nessa condição Bataguassu, Batayporã, Porto Murtinho, Sidrolândia, Brasilândia e Três Lagoas.
“Dourados, Sidrolândia, Maracaju, Ponta Porã e São Gabriel do Oeste concentram 49,9% da capacidade de armazenagem identificada no Estado, embora respondam por 37,6% da produção considerada no estudo”, explica o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta.
Logística
Além de dimensionar a capacidade instalada, o painel permite observar a relação entre armazenagem e infraestrutura logística. Cerca de 41% da capacidade de armazenagem de Mato Grosso do Sul está concentrada em unidades localizadas em um raio de até 30 quilômetros da BR-163. Considerando as rodovias federais, o percentual chega a 88,6%.
De acordo com o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, na ferrovia, o cenário é diferente. “Embora Mato Grosso do Sul possua 1.581 quilômetros de malha ferroviária, apenas 378 quilômetros apresentam circulação regular. O levantamento identificou 306 unidades de armazenagem em um raio de até 30 quilômetros das ferrovias existentes, correspondendo a 41,6% da capacidade estadual. Próximo à Malha Norte, única com operação regular, estão apenas 7,9% da capacidade”.
As hidrovias também apresentam participação reduzida. Apenas 3,9% da capacidade de armazenagem do Estado está localizada em um raio de até 30 quilômetros dos corredores hidroviários analisados.
“A maior utilização do transporte hidroviário pode trazer benefícios significativos para a logística do Estado. Esses corredores ampliam as alternativas de escoamento da produção agrícola e podem reduzir a pressão sobre o transporte rodoviário, especialmente em períodos de maior movimentação da safra. Entretanto, a utilização das hidrovias está condicionada às condições de navegabilidade dos rios, que podem variar ao longo do ano em função dos níveis hidrológicos, impondo limitações à capacidade e à regularidade do transporte. Nesse contexto, a disponibilidade de unidades armazenadoras próximas aos corredores hidroviários pode contribuir para a formação e consolidação de cargas, aumentando a flexibilidade logística e favorecendo um fluxo de escoamento mais regular”, aponta Gabriel Balta.
Rota Bioceânica
A Rota Bioceânica representa uma grande oportunidade de diversificação das rotas logísticas de Mato Grosso do Sul, ao conectar o estado aos portos do norte do Chile, estabelecendo uma nova conexão do Centro-Oeste ao Oceano Pacífico. O novo corredor permitirá acesso a mercados internacionais, principalmente asiáticos, reduzindo prazos de entrega e a dependência das rotas tradicionais.
Nesse contexto, a expansão da infraestrutura de armazenagem deverá acompanhar a consolidação do novo corredor logístico. A disponibilidade de unidades armazenadoras estrategicamente localizadas pode contribuir para maior flexibilidade no planejamento do escoamento e melhor aproveitamento das diferentes alternativas de transporte. Porto Murtinho, na ponta brasileira da rota, já apresenta superávit de armazenagem; a expansão da capacidade no Oeste e no Sudoeste precisa acompanhar a consolidação do corredor.
Descompasso
Os dados do painel revelam um cenário de crescimento descompassado entre a expansão da infraestrutura de armazenagem e o aumento da produção agrícola, evidenciando que o problema atual não é conjuntural, mas resultado de uma tendência consolidada ao longo de mais de uma década.
O ano de 2023, por exemplo, marca um ponto crítico na série histórica, registrando o maior déficit do período, de 21,53 milhões de toneladas. Esse pico coincide com a maior produção de grãos do Estado, quando a necessidade de armazenagem alcançou 35,07 milhões de toneladas. Esse déficit expõe a vulnerabilidade do sistema de armazenagem sul-mato-grossense diante de safras com altas produtividades, situação que tende a se tornar mais frequente com os avanços tecnológicos e a expansão das áreas cultivadas.
O Painel
O painel reúne informações da base nacional de armazenagem da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do levantamento de campo do SIGA-MS.
O estudo considera exclusivamente a produção de soja e milho. Para a soja, foi utilizada a média das safras de 2021/22 a 2025/26. Para o milho, foram consideradas as cinco últimas safras encerradas, de 2020/21 a 2024/25.
A atualização do painel amplia a capacidade de visualização sobre um dos principais gargalos da cadeia de grãos no Estado. Mais do que apontar quanto falta armazenar, os dados permitem identificar onde a infraestrutura está concentrada, quais regiões apresentam maior necessidade e quais áreas podem ter potencial para novos investimentos em armazenagem.
O acesso é gratuito, clique aqui.
Fonte: Aprosoja/MS
Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)
Site: Aprosoja MS
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