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Sustentabilidade

Em meio ao feriadão, mercado brasileiro de soja deve encerrar semana com poucos negócios – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve fechar a semana com pouca movimentação, em meio ao feriadão da Consciência Negra, que afasta compradores e vendedores. As condições de formação de preços também não favorecem novos negócios. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), a soja recua pelo terceiro pregão seguido, e, embora o dólar comercial suba, o avanço não compensa os demais fatores de pressão.

Na quarta-feira (20), o mercado brasileiro de soja registrou um dia totalmente travado. De acordo com o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, com o feriado amanhã, poucas empresas estão negociando, algumas tradings fora, cooperativas também, e o produtor focado no plantio.

Com a soja recuando na Bolsa e prêmios negativos, houve queda nos preços do físico. O analista acrescenta que de maneira geral, o mercado ficou bem lento, com algumas chuvas no Centro-Oeste e foco total no plantio. Na safra nova, não houve reporte de grandes ofertas.

Em Passo Fundo (RS), a saca recuou de R$ 136,00 para R$ 135,00, enquanto em Santa Rosa (RS) foi de R$ 137,00 para R$ 136,00. Em Cascavel (PR), permaneceu em R$ 135,00. Em Rondonópolis (MT), houve queda de R$ 126,00 para R$ 125,00, e em Dourados (MS) passou de R$ 126,50 para R$ 126,00. Em Rio Verde (GO), caiu de R$ 128,00 para R$ 126,00.

Nos portos, Paranaguá (PR) recuou de R$ 142,00 para R$ 141,00, mesma movimentação observada em Rio Grande (RS), que caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem baixa de 0,33% no contrato janeiro/26 do grão, cotado a 11,18 3/4 centavos de dólar por bushel.

* O mercado recua pelo terceiro pregão seguido, pressionado pelo fraco desempenho do óleo após sinais de que os Estados Unidos podem adiar os cortes nos incentivos ao biodiesel importado. A possível postergação das mudanças na política de biocombustíveis aumenta a incerteza e pesa no humor dos traders. A queda de quase 2% do petróleo, somada à leve alta do dólar, reforça o movimento de baixa.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra alta de 0,49%, a R$ 5,3636. O Dollar Index registra ganhos de 0,07%, a 100.229 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia encerram em queda acentuada. Tóquio, -2,40%. Xangai, -2,45%.

* As bolsas da Europa operam com recuo. Frankfurt, -0,96%. Londres, -0,38%.

* O petróleo tem preços mais baixos. Janeiro de 2026 do WTI em NY: US$ 58,46 o barril (-0,91%).

AGENDA

—–Sexta-feira (21/11)

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Ritiele Rodrigues – Safras News



 

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Sustentabilidade

Exportações do agronegócio brasileiro batem recorde e somam US$ 169 bilhões – MAIS SOJA

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Por mais um ano, o agronegócio nacional atingiu recorde no faturamento com as exportações de seus produtos. Esse cenário foi verificado mesmo diante das tarifações impostas pelos Estados Unidos, que são o terceiro maior destino do setor brasileiro. Pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizadas com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Secretaria de Comércio Exterior (sistema Siscomex), mostram que o Brasil faturou US$ 169 bilhões em 2025, valor 3% maior que o do ano anterior. O resultado se deve ao crescimento de 3,4% no volume escoado, tendo em vista que o preço médio anual caiu ligeiro 0,4%.

Segundo pesquisadores do Cepea, os volumes escoados das carnes bovina e suína, celulose, soja em grão, algodão e milho cresceram em 2025 frente ao ano anterior. Quanto ao preço, aumentos foram verificados para as carnes bovinas e suína, o etanol, o café e o óleo de soja. Os principais destinos dos produtos do agronegócio brasileiro seguem sendo China (sobretudo complexo soja), União Europeia (especialmente florestais, café, frutas e suco de laranja) e Estados Unidos (principalmente madeira, suco de laranja, etanol, café, frutas, celulose e carne bovina).

DO RECORDE À INCERTEZA – O ano de 2026 se inicia em meio a fortes incertezas. Enquanto produtores do Hemisfério Sul finalizam a colheita da safra de verão e intensificam a semeadura da nova safra, os do Hemisfério Horte estão fazendo o planejamento para o próximo ciclo produtivo e seguem atentos ao clima (o frio está bastante intenso em algumas importantes regiões produtoras de grãos) e, sobretudo, aos desdobramentos do atual conflito no Oriente Médio.

Por ora, o conflito já tem resultado em fortes altas nos preços do petróleo e em dificuldades logísticas. O fechamento do Estreito de Ormuz preocupa, uma vez que a região é estratégica para o comércio global de energia e insumos agrícolas, já que por ali circulam 30% dos fertilizantes (principalmente de base nitrogenada) comercializados no mundo. O Cepea observa que muitas empresas brasileiras de fertilizantes estão atualmente afastadas do mercado, sem divulgar preços, aguardando os desdobramentos do conflito.

O Irã, especificamente, se tornou em 2025 um grande demandante do milho do Brasil. Em 2025, o país foi o maior destino do milho nacional, recebendo 9 milhões de toneladas, praticamente o dobro do que no ano anterior (4,33 milhões de toneladas), segundo apontam dados da Secex. No entanto, como as exportações brasileiras de milho tendem a ser intensificadas apenas no segundo semestre, agentes, por ora, apenas acompanham os possíveis impactos para os próximos meses.

Quanto ao frango, a região do Oriente Médio é um dos principais parceiros do setor avícola nacional na atualidade – em 2025, foi destino de quase 25% dos embarques brasileiros de carne de frango. Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita são, respectivamente, o primeiro e o terceiro maiores destinos da carne de frango do Brasil. Em 2025, foram escoadas mais de 877 mil toneladas da proteína para estes países, que, juntos, recebem mais de 12,6% de todo o volume de frango escoado.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

RS: produtores rurais alertam para problemas no fornecimento de diesel – MAIS SOJA

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Produtores rurais do Rio Grande do Sul reclamam que está faltando óleo diesel no estado e alertam que problemas no fornecimento desse combustível para as propriedades rurais gaúchas podem prejudicar a colheita da safra de verão.

Em um comunicado publicado no sábado (7) em suas redes sociais, a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) informou que o cenário atual é crítico, principalmente porque neste momento está ocorrendo o auge da safra de verão, especialmente de soja e arroz. O Rio Grande do Sul é o principal responsável pela produção de arroz no país, sendo responsável por 70% dos grãos produzidos no Brasil.

“A Farsul vem a público externar sua preocupação com reclamações recorrentes, por parte de produtores rurais, da não entrega de combustíveis pelos Transportadores Revendedores Retalhistas (TRRs) nas últimas 48 horas e a informação de que o serviço não será normalizado neste final de semana”, escreveu a Farsul. ]

O TRR é a empresa autorizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) para adquirir combustível a granel, óleo lubrificante acabado e graxa envasados em grandes quantidades para depois revender aos produtores rurais.

Ele também é responsável pelo armazenamento, transporte, controle de qualidade e assistência técnica ao consumidor quando da comercialização de combustíveis.

Segundo a Farsul, as empresas responsáveis pela distribuição de diesel nas propriedades rurais têm afirmado que o problema se inicia já nas refinarias que, sem aviso prévio ou justificativa, com a suspensão da distribuição desses combustíveis.

“A Farsul ressalta a gravidade da situação. O Rio Grande do Sul está em meio a colheita da safra de verão, em especial arroz e soja. O atraso no trabalho faz com que as lavouras fiquem expostas a intempéries em um estado que já vem sofrendo volumoso prejuízo pelo acúmulo de perdas em razão de eventos climáticos, impactando em toda a economia gaúcha”.

ANP

Por meio de nota, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis informou que vem monitorando o caso desde que recebeu informações sobre “dificuldades pontuais” de aquisição de diesel por produtores rurais.

Segundo a ANP, seus técnicos apuraram que o Rio Grande do Sul conta com estoques suficientes para assegurar o abastecimento regular de diesel e que a “produção e a entrega do combustível seguem em ritmo regular pelo principal fornecedor da região”.

A ANP informou ainda que está notificando formalmente as distribuidoras para prestarem esclarecimentos sobre o volume em estoque, os pedidos recebidos e os pedidos efetivamente aceitos.

“Cabe destacar que o Rio Grande do Sul é um estado que produz mais diesel do que consome, encontra-se com nível de estoque regular e não foram constatadas justificativas técnicas ou operacionais que expliquem uma eventual recusa no fornecimento do produto. Além disso, informamos que aumentos de preços injustificados no estado também serão objeto de investigação da ANP em conjunto com órgãos de defesa do consumidor.”

Procurada pela Agência Brasil, a Petrobras informou que “não houve qualquer alteração em relação às entregas de diesel por parte de suas refinarias e que elas estão ocorrendo conforme o planejado”.

Em nota, a Petrobras destacou ainda que, as entregas de diesel para o estado do Rio Grande do Sul “estão sendo realizadas dentro do volume programado”.

Fonte: Agência Brasil



 

FONTE

Autor:Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

Site: Agência Brasil

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Sustentabilidade

Estimativa aponta produção de cerca de 11 milhões de toneladas de milho na segunda safra em MS – MAIS SOJA

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A produção de milho segunda safra em Mato Grosso do Sul pode alcançar aproximadamente 11,1 milhões de toneladas no ciclo 2025/2026.

“As estimativas consideram um cenário de acomodação após a safra anterior, considerada atípica em função das condições climáticas favoráveis que contribuíram para níveis elevados de produtividade. Para o ciclo atual, a projeção indica rendimento mais próximo dos patamares observados na média histórica”, aponta o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena.

De acordo com o levantamento inicial, a área destinada ao milho segunda safra em Mato Grosso do Sul está estimada em cerca de 2,2 milhões de hectares, o que sugere leve aumento em relação ao ciclo anterior.

“Historicamente, a área dedicada ao milho segunda safra no estado apresenta oscilações nas últimas safras, geralmente variando entre 2,1 milhões e 2,3 milhões de hectares, conforme as condições de mercado, clima e estratégias adotadas pelos produtores”.

As estimativas atuais indicam uma produtividade média de 84,2 sacas por hectare, número 22% inferior às 108 sc/ha registradas no ciclo passado.

Plantio avança dentro do calendário agrícola

No campo, os produtores seguem intensificando as operações para garantir o estabelecimento das lavouras dentro de uma janela mais segura do ponto de vista climático para o desenvolvimento da cultura.

Na primeira semana de março, aproximadamente 65,7% da área estimada já havia sido semeada, o equivalente a cerca de 1,4 milhão de hectares. O avanço ocorre paralelamente à colheita da soja, fase em que as propriedades operam em ritmo intenso para manter o calendário agrícola dentro do planejado.

Diversificação marca segunda safra

Outro movimento observado nos últimos anos em Mato Grosso do Sul é a diversificação das culturas implantadas na segunda safra. “Embora o milho permaneça como uma das principais opções em muitas regiões, outras alternativas vêm ganhando espaço dentro das propriedades”.

Atualmente, o cereal ocupa cerca de 46% das áreas de sucessão após a soja, percentual inferior aos cerca de 75% registrados em períodos anteriores. O restante das áreas devem ser ocupadas com culturas como sorgo, milheto e pastagens, alternativas que contribuem para ampliar a diversificação produtiva e reduzir riscos climáticos.

“Mesmo com variações naturais entre as safras, o milho segue como uma das principais culturas agrícolas de Mato Grosso do Sul, com papel relevante tanto no abastecimento do mercado interno quanto na cadeia de exportação de grãos”, finaliza Flavio.

Fonte: Aprosoja/MS



 

FONTE

Autor: Marcos Maluf (Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja/MS

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