Sustentabilidade
Mercado brasileiro de soja pode ter dia positivo, mas cautela ainda predomina – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de soja pode registrar um dia positivo, caso os principais fatores de formação de preços mantenham o viés de alta. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos avançam pelo terceiro pregão consecutivo, enquanto o dólar comercial também opera em alta. Apesar disso, o ambiente segue marcado pela cautela, diante da volatilidade das bolsas globais em meio ao conflito no Oriente Médio. No mercado físico, os negócios continuam lentos e podem depender de um impulso mais forte para ganhar ritmo.
Na quarta-feira (11), o mercado brasileiro de soja apresentou poucos negócios, com cotações sem maiores alterações. Houve pequenos lotes movimentados no físico, enquanto a Bolsa de Chicago se mantém em um ambiente de altas incertezas e hoje oscilou em território positivo.
Segundo o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, houve poucos players no mercado ainda um quadro que repercute a alta dos fretes marítimos por conta do que ocorreu no petróleo. Silveira colocou que muitas tradings estão sem margem para formar preços, com poucas indicações no dia e o produtor também afastado enquanto a colheita avança.
No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos avançou de R$ 124,50 para R$ 125,00 e, em Santa Rosa (RS), subiu de R$ 125,50 para R$ 126,00. Em Cascavel (PR), os preços permaneceram em R$ 120,00. Em Rondonópolis (MT), as cotações foram de R$ 109,00 para R$ 111,00, enquanto em Dourados (MS) subiram de R$ 110,00 para R$ 112,00. Já em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 111,00.
Nos portos, em Paranaguá (PR), a cotação continuou em R$ 131,00 por saca, enquanto no terminal de Rio Grande (RS) os preços avançaram de R$ 130,50 para R$ 131,00.
CHICAGO
* A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem ganho de 1,44% no contrato maio/26 do grão, cotado a 12,31 1/2 centavos de dólar por bushel.
* O mercado sobe pelo terceiro pregão consecutivo, acompanhando a valorização do óleo de soja, impulsionada por mais uma forte alta do petróleo em Nova York. Os investidores também avaliam os impactos do conflito no Oriente Médio.
CÂMBIO
* O dólar comercial registra alta de 0,38%, a R$ 5,1792. O Dollar Index opera com avanço de 0,24%, a 99,472 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
* As principais bolsas da Ásia encerram em baixa. Tóquio, -1,04%. Xangai, -0,10%.
* As bolsas da Europa operam em baixa. Frankfurt, -0,16%. Londres, -0,50%.
* O petróleo tem preços mais altos. Abril de 2026 do WTI em NY: US$ 93,20 o barril (+4,15%).
AGENDA
—–Quinta-feira (12/03)
– Exportações semanais de grãos dos EUA USDA, 9h30.
– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da
tarde.
– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.
– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
—–Sexta-feira (13/03)
– Reino Unido: A leitura mensal do PIB de janeiro será publicada às 4h pelo departamento de
estatísticas.
– Reino Unido: A produção industrial de janeiro será publicada às 4h pelo departamento de
estatísticas.
– Reino Unido: O saldo da balança comercial de janeiro será publicado às 4h pelo departamento de
estatísticas.
– Eurozona: A produção industrial de janeiro será publicada às 7h pelo Eurostat.
– Atualização da projeção para a safra brasileira de grãos em 2025/26 Conab, 9h.
– O IBGE divulga, às 9h, o Levantamento Sistemática da Produção Agrícola referente a fevereiro.
– EUA: O índice PCE de janeiro, bem como a renda e gastos pessoais, será publicado às 9h30 pelo
Departamento do Comércio.
– EUA: A segunda leitura do PIB do quarto trimestre será publicada às 9h30 pelo Departamento do
Comércio.
– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.
Fonte: Agência Safras – Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)
Sustentabilidade
Milho fecha em alta em Chicago com temores sobre exportações no Mar Negro – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado chegou a cair no início do dia, pressionado pela queda do petróleo em Nova York, mas reagiu e acabou sendo sustentado pelos temores de que uma intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia provoque novas interrupções nas exportações pelo Mar Negro. Os sinais de uma boa demanda pelo cereal dos Estados Unidos complementaram o quadro positivo.
As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2025/26, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 332.700 toneladas na semana encerrada em 16 de julho. O México liderou as compras, com 203.300 toneladas.
Para a temporada 2026/27, foram mais 701.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 500 mil e 1,6 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,49 1/4, com avanço de 8,50 centavos, ou 1,92% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, com alta de 8,50 centavos, ou 1,83% em relação ao fechamento anterior.
Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)
Sustentabilidade
Colheita do milho safrinha 2026 atinge 54,7% no Centro-Sul do Brasil, aponta Safras – MAIS SOJA

A colheita da safrinha 2026 de milho atingia 54,7% da área estimada de 15,739 milhões de hectares na sexta-feira (31), segundo levantamento de Safras & Mercado.
A ceifa de milho atinge 38,9% da área no Paraná, 14,3% em São Paulo, 40,6% em Mato Grosso do Sul, 30,9% em Goiás, 78,9% em Mato Grosso e 10,6% em Minas Gerais.
No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 66,5% da área cultivada de 15,407 milhões de hectares. A média de colheita dos últimos cinco anos para o período é de 65,7%.
Matopiba
Na região do Matopiba, a colheita da safrinha 2026 atingiu 56% da área cultivada de 1,341 milhão de hectares. A ceifa chegou a 88,8% na Bahia, a 49,1% no Maranhão, a 62,4% da área no Piauí e a 46,4% no Tocantins.
No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 74,9% na área cultivada de 1,280 milhão de hectares, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 64,3%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Sumitomo Chemical apresenta tecnologias para o manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas de produção – MAIS SOJA

A Sumitomo Chemical marca participação no 34o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD) com as suas principais soluções de proteção de lavouras e pastagens. Maior encontro do setor no país, o evento acontece entre os dias 3 e 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). A companhia apresentará seu portfólio focado no manejo eficiente e sustentável de plantas daninhas para o agro.
Entre os principais destaques do evento está o Rapidicil®, nova geração de herbicida da Sumitomo Chemical para agricultores que buscam controle rápido, seguro e flexível de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, e que confere maior velocidade de dessecação do mercado. Pertencente ao grupo dos inibidores da enzima PPO (Protoporfirinogênio Oxidase), o novo herbicida é voltado para as culturas de soja, milho e algodão, posicionando-se como uma ferramenta estratégica contra espécies de difícil controle. O produto, em fase de registro, não está disponível para comercialização.
A empresa, que é patrocinadora Diamante do evento, também leva ao congresso o ZethaMaxx® Evo, herbicida pré-emergente que combina três mecanismos de ação distintos para ampliar a eficiência do manejo, garantindo mais flexibilidade, controle residual prolongado e facilidade operacional ao produtor. No segmento de pastagens, o destaque será Tempest® E, que chega com um posicionamento ainda mais completo: além da eficiência em plantas daninhas de difícil e extrema dificuldade de controle, passa a contemplar também os segmentos de fácil e médio controle, contribuindo para pastagens mais produtivas e maior rentabilidade na pecuária.
De acordo com Luciano Teixeira, gerente de Herbicidas da Sumitomo Chemical, o CBCPD é um ambiente fundamental para a inovação no campo. “O congresso é uma plataforma essencial para trocarmos conhecimentos e apresentarmos tecnologias que combinam inovação, eficiência operacional e sustentabilidade no manejo de plantas daninhas”, destaca. “A Sumitomo Chemical está à disposição do produtor para proteger o potencial produtivo das áreas e auxiliar no aumento da rentabilidade no campo”.
Além do estande, alguns trabalhos foram selecionados para apresentação oral pela comissão do congresso e a Sumitomo Chemical preparou um ambiente exclusivo para a disseminação de conhecimento técnico. Nos dias 4 e 5 de agosto, das 15h às 17h, uma sala será dedicada para receber pesquisadores e profissionais do setor para a apresentação de trabalhos científicos e resultados de pesquisas de campo conduzidas pela companhia.
Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro
Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Em 2025, a companhia completou 50 anos de história no Brasil como precursora e referência em produtos para aumentar a produtividade e controlar doenças e pragas da agropecuária nacional.
A Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer soluções sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade.
Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.
Fonte: Assessoria de imprensa
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