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30 de abril de 2026

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Tá na conta! Prefeitura de Cuiabá paga salários de abril nesta quinta

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A Prefeitura de Cuiabá paga nesta quinta-feira (30) os salários de abril dos servidores municipais. Ao todo, a folha soma R$ 142,2 milhões em valores brutos e R$ 104,8 milhões líquidos.

O pagamento atende 23.085 servidores e inclui verbas indenizatórias, prêmio-saúde, adicional de insalubridade, férias e horas extras.

Os depósitos são feitos ao longo do dia, com processamento bancário entre 8h e 23h59.

Segundo o secretário de Economia, Marcelo Bussiki, os repasses seguem o calendário definido pela gestão.

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Segunda derrota em dois dias: Congresso atropela Lula e derruba veto da dosimetria

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O Congresso impôs mais uma derrota dura ao Planalto. Em votação expressiva, deputados e senadores derrubaram o veto de Lula ao projeto da dosimetria, abrindo espaço para redução de penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro — incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Foram 318 votos pela derrubada na Câmara, contra 144, e 49 a 24 no Senado. A articulação teve peso direto do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e escancarou a fragilidade do governo, que já havia sido derrotado no dia anterior com a rejeição de Jorge Messias ao STF.

Apesar da derrubada ampla, o Congresso preservou trechos mais duros da legislação, mantendo regras rígidas para crimes como feminicídio e hediondos. Ainda assim, o impacto político é direto: a nova regra pode reduzir drasticamente o tempo de prisão de Bolsonaro, hoje condenado a mais de 27 anos.

Pela mudança, progressões de regime ficam mais rápidas e penas deixam de ser somadas em certos casos ligados a crimes contra o Estado democrático, o que pode encurtar significativamente o tempo de reclusão. A aplicação, no entanto, ainda dependerá de decisão da Justiça.

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Rendimento médio do trabalhador brasileiro atinge R$ 3.722 e quebra recorde do IBGE

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Valor no primeiro trimestre de 2026 é o maior da série histórica; massa salarial chega a R$ 374,8 bilhões com alta real de 5,5%

O rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro alcançou R$ 3.722 no primeiro trimestre de 2026. Esse valor representa acréscimo real – já descontada a inflação – de 5,5% em relação ao registrado no mesmo período de 2025. É o maior registrado em toda série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

O trimestre encerrado em março é o segundo consecutivo em que o salário médio supera a casa dos R$ 3,7 mil. No período de três meses terminado em fevereiro, o rendimento foi de R$ 3.702. Na comparação com o quarto trimestre de 2025, quando o valor era de R$ 3.662, houve expansão de 1,6%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

A pesquisa do IBGE coleta informações de dez grupos de atividades. Em oito deles, o rendimento médio ficou estável (sem variação significativa). Em dois, houve aumento médio de salários: no comércio, alta de 3% (mais R$ 86); na administração pública, 2,5% (mais R$ 127).

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Causas

A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, considera que parte desse rendimento recorde pode ser atribuída ao aumento do salário mínimo, no começo de janeiro, fixado em R$ 1.621.

“Pode ter uma participação já dessa questão do reajuste do salário mínimo, que é uma recomposição e até ganhos reais [acima da inflação].”

No entanto, a analista destaca outro fator: no primeiro trimestre de 2026 houve redução de 1 milhão de pessoas na quantidade de trabalhadores ocupados em comparação com o quarto trimestre de 2025.

A diminuição do contingente foi mais concentrada em trabalhadores informais, que ganham menos.

“Então, a média de rendimento dos que estão ocupados nesse primeiro trimestre de 2026, comparativamente, é maior que a média de rendimento do quarto trimestre”, completa.

Rendimentos

A pesquisa do IBGE mostrou ainda que a massa de rendimento dos trabalhadores ficou em R$ 374,8 bilhões, também a maior já apurada na série histórica.

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Esse montante é o somatório dos salários de todos os trabalhadores, dinheiro que acaba sendo usado para consumo, pagamento de dívidas, investimentos e poupança.

Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, a massa salarial cresceu 7,1% acima da inflação. Isso representa, no total, R$ 24,8 bilhões a mais na mão dos trabalhadores no intervalo de um ano.

Previdência

O IBGE identificou que a parcela de pessoas contribuintes para fins de previdência no primeiro trimestre de 2026 ficou em 66,9% dos trabalhadores ocupados.

Esse é a maior proporção já registrada pela pesquisa e representa 68.174 milhões de trabalhadores protegidos socialmente.

Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.

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O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.

De acordo com Adriana Beringuy, a explicação para o recorde de participação está na queda da informalidade. “Os informais contribuem menos para a previdência.”

No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais, ou seja, sem direitos trabalhistas garantidos.

No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%.

O IBGE esclarece que um trabalhador informal (por exemplo, um conta própria sem CNPJ) pode ser contribuinte individual do INSS.

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Desemprego menor

A Pnad é o principal retrato do emprego no país e apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

No primeiro trimestre do ano, a taxa de desemprego ficou em 6,1%, a menor já registrada para o período.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

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Nutribras Alimentos investe em líderes para ganhar eficiência e melhora da gestão

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Assessoria – Fortalecer quem está na linha de frente da operação virou estratégia dentro da Nutribras Alimentos. A empresa iniciou um programa estruturado de formação de líderes com foco em melhorar a gestão de equipes, reduzir conflitos e dar mais consistência às decisões no dia a dia.

O Programa de Desenvolvimento de Liderança (PDL) começou com uma imersão de quatro horas, no dia 18 de abril, reunindo encarregados e líderes, com temas como papel do líder e código de ética. A iniciativa surgiu a partir de uma necessidade identificada pela própria empresa: padronizar a atuação das lideranças e desenvolver habilidades comportamentais que impactam diretamente o desempenho das equipes.

“O programa nasceu de uma necessidade muito prática: fortalecer a atuação dos nossos líderes na gestão de pessoas. À medida que a empresa cresce, não basta ter bons profissionais tecnicamente, é essencial que eles estejam preparados para liderar com clareza, consistência e alinhamento à cultura da empresa”, explicou a coordenadora sênior de RH corporativo da Nutribras, Danielly Wendy.

A proposta vai além do treinamento tradicional. O formato combina conteúdo técnico, dinâmicas práticas e momentos de reflexão, com foco em situações reais da rotina da empresa. A ideia é que o aprendizado seja aplicado imediatamente, com impacto direto no clima organizacional, na comunicação interna e na produtividade.

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A evolução dos participantes será acompanhada por indicadores qualitativos e quantitativos, incluindo a percepção das equipes e métricas como o NPS (Net Promoter Score), que mede a percepção dos colaboradores em relação ao treinamento, liderança e ao ambiente de trabalho, trazendo um indicador claro e acompanhável ao longo do tempo.

Para quem participou, o primeiro contato com o programa também serviu para ampliar a visão sobre o próprio papel dentro da empresa e da cadeia produtiva.

“Quando a gente chega aqui e vê o resultado, começa a refletir e percebe que o nosso serviço é importante. Não é só aquilo que a gente imagina lá na unidade”, relatou o colaborador Mateus, que está há sete anos na empresa.

Já para Marcian Lopes da Silva, que está há nove anos na empresa, a experiência ampliou o sentimento de pertencimento e a responsabilidade com o trabalho.

“Vou levar aprendizado para a minha equipe. Me senti ainda mais importante vendo o resultado final e sabendo que passou pelas minhas mãos”, afirmou.

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Para quem está há menos tempo, o treinamento também reforça o processo de adaptação e aprendizado dentro da empresa.

“Cada dia que passa a gente vai aprendendo mais. Foi um treinamento muito bom”, afirmou o supervisor Ronaldo Martins, com cinco meses de empresa.

O programa ainda está na primeira edição, mas já foi estruturado como um ciclo contínuo de desenvolvimento. A empresa deve ampliar as turmas e aprofundar os conteúdos ao longo do ano, com foco em consolidar uma liderança mais alinhada, preparada e conectada à rotina da operação.

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