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19 de junho de 2026

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Você sabia que a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil 25/26 já está aberta?

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Imagem gerada por IA

Ei, você: sabia que já está aberta a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26? Para participar é simples: basta acessar o link da votação e escolher seu produtor e um pesquisador favorito. Os canditados são aqueles que fazem a diferença na cadeia da soja no país. Confira os indicados:

Pesquisadores

Ricardo Andrade
O pesquisador Ricardo Andrade atua no desenvolvimento de tecnologias que ajudam a soja a produzir bem mesmo em condições climáticas adversas no oeste da Bahia. Engenheiro agrônomo e especialista em fisiologia vegetal, ele trabalha principalmente com estudos voltados à adaptação das plantas a estresses como a seca.

Seu trabalho busca entender como a soja reage ao ambiente e como pode se tornar mais resiliente diante das mudanças climáticas. Entre as linhas de pesquisa estão técnicas com bioestimulantes que aumentam a tolerância da planta a condições adversas e elevam o potencial produtivo.

Andrade também destaca a importância da educação e da formação de novos profissionais para o avanço do agro brasileiro. Para ele, a maior recompensa da pesquisa é ver tecnologias desenvolvidas no laboratório sendo aplicadas nas lavouras pelos produtores.

Fernando Adegas
Pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas construiu carreira dedicada ao manejo de plantas daninhas e ao desenvolvimento de estratégias para evitar perdas na produção agrícola.

Filho de família ligada ao campo, decidiu seguir a agronomia ao perceber a importância da agricultura para a economia brasileira. Após atuar na extensão rural no Paraná, aprofundou seus estudos na área de plantas daninhas, tema que se tornou central em sua trajetória científica.

Na Embrapa, acompanha a evolução dos sistemas de produção e o surgimento de plantas resistentes a herbicidas, trabalhando no desenvolvimento de técnicas de manejo integrado. O objetivo é garantir que os produtores consigam controlar as invasoras e manter a produtividade das lavouras, respeitando as diferenças entre regiões e biomas do país.

Leandro Paiola Albrecht
O pesquisador Supra da UFPR, Leandro Paiola Albrecht, desenvolve estudos voltados ao manejo de plantas daninhas e à busca por soluções que aumentem a produtividade e a rentabilidade da soja.

Seu trabalho vai além do uso de herbicidas, envolvendo práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e estratégias integradas dentro do sistema produtivo. Ele também participa de pesquisas sobre resistência de plantas daninhas em áreas de soja no Brasil e no Paraguai, avaliando espécies como buva, caruru e capim-amargoso.

Esses estudos ajudam a identificar novas formas de controle e evitar perdas significativas nas lavouras. Segundo o pesquisador, o objetivo é integrar diferentes tecnologias para gerar soluções práticas e acessíveis aos produtores, garantindo produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.

Produtores

João Damasceno
Produtor rural do Tocantins, João Damasceno levou o sonho da soja para o Norte do Brasil e ajudou a consolidar a produção na região.

A história da fazenda começou ainda com seu pai, que adquiriu a propriedade na década de 1940. A partir da safra 1993/94, a família passou a investir na soja, substituindo outras culturas e ampliando gradualmente a área plantada e o parque de máquinas.

Com apoio técnico da Embrapa, adotou sistemas de rotação de culturas e integração com a pecuária, garantindo mais sustentabilidade à produção. Hoje a fazenda reúne soja como cultura principal, além de milho safrinha, gergelim, confinamento de gado e seringueira, além de estrutura própria de secagem e armazenamento.

Mesmo com oportunidades de expansão, a família decidiu investir na propriedade original, que carrega valor histórico e sentimental. Para Damasceno, produzir soja também significa preservar o legado familiar construído ao longo de gerações.

Maira Lelis
Produtora rural de Guaíra (SP), Maira Lelis representa uma nova geração do agro que une tradição, tecnologia e sustentabilidade.

A história da fazenda começou há mais de 80 anos com seu avô, quando a área ainda era formada por cerrado. Ao longo do tempo, a propriedade evoluiu com mecanização, adoção de tecnologias e ampliação da produção de grãos.

Hoje a gestão é focada em inovação, eficiência e redução de custos. Entre as práticas adotadas estão rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e aplicação de microrganismos para fortalecer a saúde do solo e aumentar a produtividade da soja.

Uma das iniciativas recentes é a criação de um corredor ecológico com árvores que produzem pólen ao longo do ano, ajudando a atrair inimigos naturais das pragas e equilibrar o sistema produtivo. Para Maira, produzir alimento com responsabilidade ambiental e preparar o solo para as próximas gerações é parte essencial da missão no campo.

Carlos Eduardo Carnieletto
A trajetória de Carlos Eduardo Carnieletto nasceu dentro da agricultura familiar no Paraná. A produção começou com os pais, em uma pequena área cultivada com muito trabalho e dedicação.

Ao longo dos anos, a estrutura da propriedade foi ampliada e consolidada. Formado em agronomia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), ele manteve a ligação com o campo e hoje administra sua área com foco em eficiência e gestão.

Diante de custos elevados e preços pressionados, busca aumentar a produtividade sem elevar os gastos da lavoura. Entre as práticas adotadas estão o uso de biológicos, coinoculação e acompanhamento constante das lavouras.

Para ele, o solo é o principal patrimônio do agricultor. Por isso investe em conservação, cobertura e manejo adequado da terra. Mesmo diante dos desafios do setor, Carlos acredita nos ciclos da agricultura e mantém a convicção de seguir produzindo. Encerrar uma safra com bons resultados continua sendo sua maior motivação.

A votação para escolher o Personagem Soja Brasil da safra 2025/26 vai até o dia 10 de abril. Participe!

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Motorista age rápido, desengata carreta e escapa de caminhão em chamas em Nova Mutum

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Fogo consumiu o cavalo mecânico e o tanque de combustível. Bombeiros usaram cerca de 4 mil litros de água para controlar o incêndio

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na quinta-feira (18.6), um incêndio em um caminhão na BR-163, o município de Nova Mutum (a 239 km de Cuiabá) sentido Lucas do Rio Verde.

A equipe da 5ª Companhia Independente Bombeiro Militar (5ª CIBM) foi acionada via telefone e, ao chegarem no local, os bombeiros constataram que o cavalo mecânico estava em chamas. O motorista conseguiu desacoplar a carreta antes que o fogo se propagasse. As chamas estavam concentradas principalmente nos pneus e no tanque de combustível.

O combate inicial foi realizado pela equipe da concessionária responsável pela rodovia. Em seguida, a equipe imediatamente montou uma linha de combate e deu continuidade na extinção do fogo.

Como o foco principal do incêndio atingia o tanque de óleo diesel, os militares atuaram para promover o resfriamento e o abafamento das chamas. Durante a ocorrência, o fogo também se alastrou para a cabine do caminhão, mas foi rapidamente controlado e extinto pelos bombeiros.

Após o controle total do incêndio, os bombeiros realizaram o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área.

Ao todo, foram utilizados aproximadamente 4 mil litros de água durante o combate. Não houve registro de vítimas.

Com Assessoria

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Festa junina do Siminina mistura tradição e clima de Copa do Mundo em Cuiabá

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Meninas da unidade 1º de Março encantaram o público com quadrilhas, brincadeiras e coreografias inspiradas em jogadores da Seleção Brasileira

 

O clima de alegria, tradição e Copa do Mundo tomou conta da unidade 1º de Março do Programa Siminina durante a festa junina que reuniu meninas atendidas, familiares e equipe pedagógica em uma grande celebração cultural, na tarde desta quinta-feira (18).

A festividade contou com apresentações de dança, brincadeiras, pescaria, comidas típicas e muita criatividade nas caracterizações das participantes, que compareceram com vestidos coloridos, tranças, laços e adereços tradicionais.

A coordenadora do Programa Siminina, Ivete Carneiro, destacou que a atividade integra o calendário pedagógico e tem como objetivo promover a convivência e o desenvolvimento social das participantes.

“Dançar uma quadrilha não é apenas dançar. É aprender a trabalhar em equipe, conviver, criar amizades e desenvolver habilidades sociais. Hoje estamos no 1º de Março, uma das maiores unidades do Siminina, onde atendemos cerca de 140 meninas. Optamos por realizar a festa em um único período para que os pais e familiares pudessem participar”, afirmou Ivete.

Outro destaque foi a apresentação ensaiada pela Siminina Débora Ferreira. Ela contou que a escolha das músicas foi feita em conjunto com as meninas, mesclando clássicos das festas juninas com sucessos atuais.

“Nós escolhemos as músicas juntas. Selecionamos canções que têm a ver com a festa junina e também incluímos uma música que elas pediram muito, ‘Brasil Com S’. Foi desafiador ensaiar, porque conciliar os horários nem sempre é fácil, mas é muito prazeroso ver todas elas dançando e se divertindo”, explicou Débora.

As meninas apresentaram uma coreografia que reproduziu, de forma lúdica, comemorações características de jogadores como Vinícius Júnior, Raphinha, Casemiro, Marquinhos, Endrick, Estêvão e Neymar. O número arrancou aplausos do público e levou o clima da Copa do Mundo para o arraial do Siminina.

Além das apresentações, as meninas participaram de brincadeiras, como a pescaria, e se deliciaram com pipoca, paçoca, doces e outras guloseimas típicas.

A festa da unidade 1º de Março integra uma programação especial promovida pelo Programa Siminina ao longo desta semana. As celebrações seguem até julho nas 18 unidades distribuídas pela capital.

Vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, o Programa Siminina tem como madrinha a primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris. Atualmente, a iniciativa atende 1.402 meninas com idades entre 6 e 14 anos. Além de atividades recreativas e culturais, o programa oferece aulas de canto, balé, instrumentos musicais, oficinas de matemática, práticas esportivas, rodas de conversa, palestras, passeios culturais e apresentações, contribuindo para o desenvolvimento social, educacional e emocional das participantes.

Com Assessoria

 

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TJMT inicia inscrições para vaga de desembargador aberta após aposentadoria de Dirceu dos Santos

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Vaga é destinada à magistratura de carreira pelo critério de antiguidade.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) abriu nesta sexta-feira (19) o período de inscrições para o preenchimento de uma vaga de desembargador destinada a magistrados de carreira pelo critério de antiguidade. A cadeira ficou vaga após a aposentadoria do desembargador afastado Dirceu dos Santos.

De acordo com o Edital nº 59/2026, os interessados poderão se inscrever até as 19h da próxima terça-feira (23), por meio do sistema eletrônico do Poder Judiciário estadual.

Na ordem de antiguidade, o primeiro nome apto à promoção é o juiz Antonio Horácio da Silva Neto, considerado o magistrado mais antigo da 1ª Quinta Parte. Recentemente, ele foi transferido para a Vara de Execuções Penais de Cuiabá.

Dirceu dos Santos deixou o cargo após solicitar aposentadoria. O magistrado estava afastado das funções em razão de investigações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre um suposto esquema de comercialização de decisões judiciais.

Além de Antonio Horácio, também aparecem na sequência de antiguidade os juízes Abel Balbino Guimarães, Márcio Aparecido Guedes e João Bosco Soares da Silva.

Atualmente, o TJMT possui duas vagas abertas para desembargador. Uma delas surgiu após a aposentadoria compulsória da desembargadora Maria Erotides Kneip, que atingiu a idade limite para permanência na magistratura.

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