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Você sabia que a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil 25/26 já está aberta?

Ei, você: sabia que já está aberta a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26? Para participar é simples: basta acessar o link da votação e escolher seu produtor e um pesquisador favorito. Os canditados são aqueles que fazem a diferença na cadeia da soja no país. Confira os indicados:
Pesquisadores
Ricardo Andrade
O pesquisador Ricardo Andrade atua no desenvolvimento de tecnologias que ajudam a soja a produzir bem mesmo em condições climáticas adversas no oeste da Bahia. Engenheiro agrônomo e especialista em fisiologia vegetal, ele trabalha principalmente com estudos voltados à adaptação das plantas a estresses como a seca.
Seu trabalho busca entender como a soja reage ao ambiente e como pode se tornar mais resiliente diante das mudanças climáticas. Entre as linhas de pesquisa estão técnicas com bioestimulantes que aumentam a tolerância da planta a condições adversas e elevam o potencial produtivo.
Andrade também destaca a importância da educação e da formação de novos profissionais para o avanço do agro brasileiro. Para ele, a maior recompensa da pesquisa é ver tecnologias desenvolvidas no laboratório sendo aplicadas nas lavouras pelos produtores.
Fernando Adegas
Pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas construiu carreira dedicada ao manejo de plantas daninhas e ao desenvolvimento de estratégias para evitar perdas na produção agrícola.
Filho de família ligada ao campo, decidiu seguir a agronomia ao perceber a importância da agricultura para a economia brasileira. Após atuar na extensão rural no Paraná, aprofundou seus estudos na área de plantas daninhas, tema que se tornou central em sua trajetória científica.
Na Embrapa, acompanha a evolução dos sistemas de produção e o surgimento de plantas resistentes a herbicidas, trabalhando no desenvolvimento de técnicas de manejo integrado. O objetivo é garantir que os produtores consigam controlar as invasoras e manter a produtividade das lavouras, respeitando as diferenças entre regiões e biomas do país.
Leandro Paiola Albrecht
O pesquisador Supra da UFPR, Leandro Paiola Albrecht, desenvolve estudos voltados ao manejo de plantas daninhas e à busca por soluções que aumentem a produtividade e a rentabilidade da soja.
Seu trabalho vai além do uso de herbicidas, envolvendo práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e estratégias integradas dentro do sistema produtivo. Ele também participa de pesquisas sobre resistência de plantas daninhas em áreas de soja no Brasil e no Paraguai, avaliando espécies como buva, caruru e capim-amargoso.
Esses estudos ajudam a identificar novas formas de controle e evitar perdas significativas nas lavouras. Segundo o pesquisador, o objetivo é integrar diferentes tecnologias para gerar soluções práticas e acessíveis aos produtores, garantindo produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.
Produtores
João Damasceno
Produtor rural do Tocantins, João Damasceno levou o sonho da soja para o Norte do Brasil e ajudou a consolidar a produção na região.
A história da fazenda começou ainda com seu pai, que adquiriu a propriedade na década de 1940. A partir da safra 1993/94, a família passou a investir na soja, substituindo outras culturas e ampliando gradualmente a área plantada e o parque de máquinas.
Com apoio técnico da Embrapa, adotou sistemas de rotação de culturas e integração com a pecuária, garantindo mais sustentabilidade à produção. Hoje a fazenda reúne soja como cultura principal, além de milho safrinha, gergelim, confinamento de gado e seringueira, além de estrutura própria de secagem e armazenamento.
Mesmo com oportunidades de expansão, a família decidiu investir na propriedade original, que carrega valor histórico e sentimental. Para Damasceno, produzir soja também significa preservar o legado familiar construído ao longo de gerações.
Maira Lelis
Produtora rural de Guaíra (SP), Maira Lelis representa uma nova geração do agro que une tradição, tecnologia e sustentabilidade.
A história da fazenda começou há mais de 80 anos com seu avô, quando a área ainda era formada por cerrado. Ao longo do tempo, a propriedade evoluiu com mecanização, adoção de tecnologias e ampliação da produção de grãos.
Hoje a gestão é focada em inovação, eficiência e redução de custos. Entre as práticas adotadas estão rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e aplicação de microrganismos para fortalecer a saúde do solo e aumentar a produtividade da soja.
Uma das iniciativas recentes é a criação de um corredor ecológico com árvores que produzem pólen ao longo do ano, ajudando a atrair inimigos naturais das pragas e equilibrar o sistema produtivo. Para Maira, produzir alimento com responsabilidade ambiental e preparar o solo para as próximas gerações é parte essencial da missão no campo.
Carlos Eduardo Carnieletto
A trajetória de Carlos Eduardo Carnieletto nasceu dentro da agricultura familiar no Paraná. A produção começou com os pais, em uma pequena área cultivada com muito trabalho e dedicação.
Ao longo dos anos, a estrutura da propriedade foi ampliada e consolidada. Formado em agronomia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), ele manteve a ligação com o campo e hoje administra sua área com foco em eficiência e gestão.
Diante de custos elevados e preços pressionados, busca aumentar a produtividade sem elevar os gastos da lavoura. Entre as práticas adotadas estão o uso de biológicos, coinoculação e acompanhamento constante das lavouras.
Para ele, o solo é o principal patrimônio do agricultor. Por isso investe em conservação, cobertura e manejo adequado da terra. Mesmo diante dos desafios do setor, Carlos acredita nos ciclos da agricultura e mantém a convicção de seguir produzindo. Encerrar uma safra com bons resultados continua sendo sua maior motivação.
A votação para escolher o Personagem Soja Brasil da safra 2025/26 vai até o dia 10 de abril. Participe!
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Cuiabá tem 688 casos confirmados de dengue no ano; número é 21% menor que em 2025

Dados apontam cenário positivo e queda drástica da chikungunya, mas confirmam dois óbitos. Combate ao Aedes aegypti segue intensificado
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o novo Boletim Epidemiológico das Arboviroses, com dados consolidados até a 28ª Semana Epidemiológica (SE) de 2026. O levantamento aponta redução de 21,5% na média semanal dos casos de dengue em comparação com o mesmo período do ano passado, além de queda de 98,8% nas notificações de chikungunya. Os indicadores refletem o trabalho permanente de vigilância e as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, que já resultaram na vistoria de mais de 673 mil imóveis neste ano. Os dados foram divulgados na quinta-feira (30).
O boletim, elaborado pela Vigilância Epidemiológica, Vigilância em Saúde Ambiental e Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS-Capital), contabiliza 1.500 notificações de dengue em 2026, com 688 casos confirmados. Na 28ª semana epidemiológica, foram registrados apenas três novos casos da doença.
Do total de confirmações, 605 são casos autóctones, ou seja, contraídos dentro do município. A taxa de incidência é de 87,4 casos para cada 100 mil habitantes. O boletim também registra dois óbitos confirmados por dengue, enquanto outros dois permanecem em investigação.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que os resultados demonstram a importância das ações contínuas realizadas pelas equipes de vigilância e da participação da população.
“Os indicadores mostram que estamos conseguindo reduzir a circulação das arboviroses por meio de um trabalho permanente de vigilância, visitas domiciliares e eliminação de criadouros. Mas esse combate depende também da colaboração de cada morador, que precisa manter seus quintais limpos e eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.
O boletim também apresenta um cenário positivo para as demais arboviroses monitoradas pela Secretaria Municipal de Saúde.
A chikungunya registrou apenas um novo caso na última semana epidemiológica e permanece há 14 semanas consecutivas abaixo da média semanal de 4,4 casos. Em comparação com o mesmo período de 2025, a redução chega a 98,8%.
Até o momento, Cuiabá contabiliza 59 casos autóctones da doença, com incidência de 8,5 casos por 100 mil habitantes, sem registro de óbitos.
Já o vírus Zika segue com baixa circulação. O município não registra novas notificações há dez semanas epidemiológicas consecutivas. A incidência acumulada é de apenas 0,4 caso por 100 mil habitantes e não há registro de mortes relacionadas à doença.
As ações de combate ao mosquito transmissor seguem intensificadas em toda a capital. Em 2026, os agentes de combate às endemias já vistoriaram 673.856 imóveis, realizaram tratamento em 72.284 imóveis, trataram 81.080 depósitos de água e eliminaram 19.398 potenciais criadouros do mosquito.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a participação da população continua sendo fundamental para manter a redução dos casos. Medidas simples, como eliminar recipientes que acumulem água, manter caixas d’água tampadas, limpar calhas regularmente e descartar corretamente materiais que possam servir de criadouros, são essenciais para impedir a proliferação do Aedes aegypti e proteger a saúde da população.
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Polícia vai investigar “salve” de facção em Rondonópolis e descobre drogas enterradas no quintal

Suspeitos fugiram para o Rio Arareau com a chegada dos investigadores. Morador de 42 anos foi preso em flagrante guardando cocaína, maconha e moto adulterada
A Polícia Civil prendeu em flagrante, na sexta-feira (31.7), um homem de 42 anos suspeito de tráfico de drogas durante uma ação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis. No local, os policiais também apreenderam uma motocicleta com indícios de adulteração.
A prisão foi realizada no bairro Jardim Paulista, onde policiais da DHPP investigavam denúncias de que uma residência estaria sendo utilizada por integrantes de uma facção criminosa para a prática de torturas, conhecidas no meio criminoso como “salves”.
Durante as investigações para identificar o imóvel e os envolvidos, os policiais foram até o endereço denunciado. Segundo a DHPP, ao perceberem a aproximação da equipe, as pessoas que estavam no local correram para o interior da residência e, em seguida, fugiram em direção à região do Rio Arareau.
Ao entrarem na residência, os investigadores abordaram o morador e encontraram, no interior do imóvel, diversas sacolas plásticas com características semelhantes às utilizadas para embalar drogas.
Questionado sobre as denúncias relacionadas à prática de “salves”, o suspeito negou qualquer envolvimento. No entanto, durante as buscas, os policiais localizaram duas sacolas plásticas enterradas em meio a entulhos. Em uma delas foram encontradas cinco porções análogas à maconha, já embaladas e prontas para comercialização. Na outra, havia seis porções análogas à pasta base de cocaína, acondicionadas para posterior fracionamento e venda.
Os investigadores também localizaram uma motocicleta com indícios de adulteração. Em consulta aos sistemas oficiais, verificaram que a numeração do chassi era incompatível com a placa do veículo e identificaram divergências entre a cor e o modelo cadastrados.
Ao ser questionado, o suspeito afirmou que apenas armazenava os entorpecentes a pedido de um terceiro.
Diante dos fatos, o homem foi preso em flagrante e conduzido à 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis, juntamente com as drogas apreendidas e a motocicleta, para as providências legais cabíveis.
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Polícia Civil captura homem condenado por abusar de adolescente em Mato Grosso

Foragido de 47 anos foi encontrado na zona rural baiana após investigação do Núcleo de Inteligência
Foragido da Justiça foi localizado na zona rural de Carinhanha (BA) e cumprirá pena em regime fechado por crime praticado contra uma adolescente em São Félix do Araguaia
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta segunda-feira (3/8), um mandado de prisão decorrente de sentença penal condenatória contra um homem de 47 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável praticado contra uma adolescente de 14 anos, no município de São Félix do Araguaia.
O condenado foi preso durante a Operação Amón, realizada em conjunto pelas polícias civis de Mato Grosso e da Bahia. A captura ocorreu na zona rural de Carinhanha, no oeste baiano.
A operação foi coordenada pela Delegacia Regional de Vila Rica, por meio do Núcleo de Inteligência, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI). Pela Polícia Civil da Bahia, participaram equipes da 22ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (22ª Coorpin), do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (Gatti Semiárido) e da Delegacia Territorial de Carinhanha.
A operação teve início após a Delegacia Regional de Vila Rica identificar indícios de que o condenado estava escondido na região de Carinhanha. Com as informações repassadas pela equipe de Mato Grosso, policiais civis da Bahia localizaram e prenderam o foragido.
O nome Operação Amón faz referência à busca por aquele que se encontra oculto, simbolizando a atuação integrada das forças policiais para localizar condenados que tentam se furtar ao cumprimento da pena e reafirmando o compromisso da Polícia Civil de Mato Grosso com o enfrentamento aos crimes contra a dignidade sexual e a proteção de crianças e adolescentes.
Após o cumprimento do mandado, o condenado foi submetido aos procedimentos legais e colocado à disposição do Poder Judiciário para o cumprimento da pena em regime fechado.
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