Agro Mato Grosso
Syngenta destaca tecnologias para manejo de plantas daninhas

Novos herbicidas serão apresentados durante o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas
A Syngenta participa do XXXIV Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD), que acontece de 3 a 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). Para sustentar sua posição de liderança no mercado de proteção de cultivos, a companhia preparou uma agenda robusta para o evento, apresentando ao setor duas grandes tecnologias em herbicidas: Crestivo e Virestina technology, novidades que devem chegar ao mercado brasileiro em breve para apoiar os agricultores em culturas como cana-de-açúcar, soja, algodão, milho e trigo.
O evento, que deve reunir cerca de 1.200 participantes entre pesquisadores, consultores e profissionais da cadeia do agro, será o palco para a Syngenta debater o avanço das espécies emergentes de plantas daninhas e novas moléculas.
A Syngenta destaca duas novas tecnologias de herbicidas: Crestivo, direcionada ao manejo em cana-de-açúcar com amplo espectro, flexibilidade e longo período residual no controle de plantas daninhas, e Virestina technology, novo grupo químico focado no combate a gramíneas que apresentam resistência a herbicidas convencionais nas culturas da soja e algodão. Ambas as soluções estão em fase de registro.
“A evolução das plantas daninhas e o avanço dos casos de resistência exigem conhecimento técnico, inovação e estratégias cada vez mais precisas. O Congresso cria um ambiente importante para discutir esses desafios diretamente com os elos estratégicos do setor, apresentando tecnologias que constroem um manejo muito mais eficiente”, destaca Murilo Borges, Gerente de Herbicidas da Syngenta.
Corrida da Inovação
Antes do início dos debates, a Syngenta realiza a Corrida da Inovação no dia 2 de agosto (domingo), às 17h, no Complexo Turístico de Itaipu. O evento une esporte e ciência por meio de três modalidades inspiradas em termos do campo: corridas de 5km e 10km e caminhada de 5km.
“As corridas exigem velocidade e alta performance – e no campo não é diferente. Crestivo e Virestina technology chegam juntos para ditar o ritmo do manejo de plantas daninhas”, destaca Rafael Berta, Gerente de Marketing de Produto para a área de Herbicidas da Syngenta.
Programação técnica: painéis debatem futuro do manejo
Os especialistas das áreas de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento (R&D) e Desenvolvimento Técnico de Mercado (DTM) da Syngenta comandarão cinco apresentações estratégicas ao longo da agenda oficial do congresso. No dia 4 de agosto, Lucas Mialick e Rafael Berta debatem o futuro do mercado de herbicidas no Auditório Principal, enquanto Dieimission Paulo Almeida apresenta soluções para o controle de capim-andropogon no Auditório 3.
Na sequência, no dia 5 de agosto, o Auditório Principal recebe Wendy Colombo e Murilo Borges para detalhar Virestina technology contra gramíneas resistentes, além de Rodrigo Angarten, que aborda as tendências globais em formulações. Os debates técnicos da companhia serão encerrados também no dia 5, com Rodrigo Dourado analisando os mecanismos de tolerância da vassourinha-de-botão no Auditório 2.
Agro Mato Grosso
Possibilidade de “Super El Niño” acende alerta e exige planejamento para safra 2026/27

Informação, monitoramento e antecipação são ferramentas para o produtor enfrentar desafios climáticos com segurança, eficiência e previsibilidade
A possibilidade da formação de um “Super El Niño” neste ano já acende o sinal de alerta no setor produtivo, especialmente para a agricultura em Mato Grosso. O fenômeno, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, pode provocar mudanças significativas no regime de chuvas, elevar as temperaturas e influenciar diretamente o desenvolvimento das lavouras no estado.
Com base em dados e projeções apresentados no relatório do consultor da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Clyde Fraisse, o cenário climático exige atenção redobrada por parte dos produtores rurais, uma vez que pode afetar desde o planejamento do plantio da safra 2026/27 até a definição das estratégias de manejo ao longo do ciclo produtivo.
Na avaliação do consultor, embora ainda existam incertezas quanto à intensidade do fenômeno, o cenário indica probabilidade de alterações climáticas no Centro-Oeste, exigindo planejamento antecipado e estratégias voltadas à redução dos riscos na próxima safra.
“Os impactos do El Niño sobre a safra 2026/27 dependerão não apenas da intensidade do aquecimento do Oceano Pacífico, mas também da interação com outros sistemas climáticos, especialmente o Atlântico Tropical e os padrões atmosféricos sobre a América do Sul. Entretanto, o consenso entre os principais centros meteorológicos internacionais indica que o fenômeno aumenta significativamente a probabilidade de atrasos no início da estação chuvosa no Brasil Central. Para os produtores de Mato Grosso, isso reforça a necessidade de uma estratégia preventiva baseada na redução de riscos”, afirmou o consultor.
Diante desse cenário, Clyde Fraisse destaca que o monitoramento constante das previsões climáticas e a adoção de práticas de manejo são fundamentais para reduzir os impactos de possíveis atrasos das chuvas e garantir maior estabilidade ao sistema produtivo.
“O monitorar continuamente as previsões climáticas de médio e longo prazo; evitar a semeadura após precipitações isoladas, aguardando a consolidação da estação chuvosa; manter elevada cobertura do solo por meio do Sistema Plantio Direto e de plantas de cobertura; realizar escalonamento da semeadura para reduzir a exposição ao risco climático; utilizar cultivares adaptadas às diferentes janelas de plantio e revisar o planejamento da segunda safra considerando possíveis atrasos da soja; intensificar o monitoramento fitossanitário, uma vez que mudanças no regime de temperatura e umidade podem alterar a dinâmica de doenças e pragas”, aconselhou Clyde Fraisse.
O consultor ressalta ainda que eventos climáticos dessa magnitude podem provocar reflexos em diferentes etapas da produção, afetando desde a implantação das lavouras até a logística e a comercialização dos grãos. Por isso, o uso de informações técnicas e de estudos climáticos torna-se uma ferramenta importante para orientar decisões dentro da propriedade.
“Para Mato Grosso, esses fatores representam risco elevado principalmente durante a emergência da soja, fase em que a disponibilidade hídrica é determinante para a formação do estande de plantas. A resposta climática depende da interação entre diversos modos de variabilidade climática. A climatologia baseada em eventos históricos constitui uma das ferramentas mais robustas para estimar riscos agrícolas. Estudos conduzidos pela Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, Instituto Nacional de Meteorologia e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária demonstram que existe elevada recorrência de determinados padrões regionais. Esses padrões permitem orientar decisões relacionadas ao calendário de plantio, escolha de cultivares, manejo da cobertura do solo, escalonamento da semeadura e estratégias de mitigação do risco climático”, disse.
Diante desse cenário, produtores rurais já começam a avaliar possíveis ajustes no planejamento da próxima safra. A antecipação dessas decisões pode ser determinante para minimizar perdas e garantir maior segurança produtiva. Para o vice-presidente Leste da Aprosoja MT, Diego Dall Asta, acompanhar de perto as projeções meteorológicas é indispensável para que o produtor tome decisões mais assertivas diante de um cenário de maior incerteza climática e custos elevados de produção.
“Todo produtor acompanha as projeções climáticas com muita atenção, porque elas são fundamentais para o planejamento da próxima safra. Em um ano como este, em que os custos de fertilizantes químicos e sementes estão em patamares historicamente elevados, o produtor precisa, mais do que nunca, fazer um plantio assertivo. A forma como ele vai se adaptar para a próxima safra depende muito dessas projeções. A tendência é de um plantio com mais cautela, reduzindo, por exemplo, a área plantada no início do calendário, quando ainda há pouca umidade. O produtor não vai arriscar plantar com solo seco, chuvas esparsas ou precipitações muito antecipadas”, afirmou.
Segundo Diego Dall Asta, diante das projeções climáticas, o planejamento da próxima safra passa a exigir ainda mais atenção, desde a escolha das variedades até o momento adequado para iniciar o plantio, buscando reduzir riscos e preservar o potencial produtivo das lavouras.
“O planejamento precisa ser geral: plantar apenas com umidade suficiente para garantir uma boa germinação e um estabelecimento seguro da lavoura, pensando em um intervalo de duas a três semanas em que a planta possa suportar a falta de chuva. Além disso, é fundamental escolher materiais adaptados aos veranicos, que podem ocorrer entre outubro, novembro e dezembro. A tendência é de um ano com menos umidade, principalmente no início da safra, e com temperaturas mais altas. Então, o caminho é se adaptar: escolher bem as variedades, evitar plantar em condição de risco e trabalhar sempre com maior segurança”, orienta o vice-presidente Leste da Aprosoja MT.
A Aprosoja Mato Grosso, juntamente com especialistas, reforça que diante da possibilidade de alterações climáticas expressivas na próxima safra, o planejamento antecipado será um dos principais aliados do produtor rural.
Agro Mato Grosso
Syngenta promove profissionais à gerência de marketing

Júlia Loss Ribas e Bruno Provedel Fernandes assumem funções de Marketing Execução no Paraná e em Mato Grosso
A Syngenta realizou mudanças na área de marketing. Júlia Loss Ribas recebeu promoção para o cargo de gerente de Marketing Execução em Londrina, Paraná. Bruno Provedel Fernandes assumiu a mesma função em Primavera do Leste, Mato Grosso.
Júlia ingressou na Syngenta em junho de 2022 como assistente técnica de vendas, por meio da Unicampo, em Cruz Alta, Rio Grande do Sul. Em agosto de 2023, passou a atuar em Field Marketing Agrícola, em Londrina. Permaneceu na posição até agosto de 2026.
Antes da Syngenta, trabalhou como agente geradora de demanda na ICL América do Sul. Também realizou estágio na Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial.
Júlia possui formação em Agronomia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, campus Sertão.
Fernandes atua na Syngenta desde 2016. Iniciou a trajetória como estagiário de Inteligência de Mercado em Londrina. Depois, ocupou posições na área de Acesso ao Mercado, entre elas analista júnior, analista sênior, coordenador e coordenador sênior para o Brasil.
Antes da nova função, trabalhou como coordenador sênior de Acesso ao Mercado Brasil entre fevereiro de 2024 e agosto de 2026. Fernandes possui graduação em Economia pela Universidade Estadual de Londrina e pós-graduação em Negócios e Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing.
Agro Mato Grosso
Casa da Aprosoja MT encerra exposição em SP após oito dias aproximando campo e cidade

Espaço interativo recebeu milhares de visitantes na Avenida Paulista e mostrou como a soja e o milho estão presentes no cotidiano da população brasileira
Após oito dias de funcionamento, a Casa da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), “Você sabe de onde vem?”, encerrou sua participação no Shopping Cidade São Paulo com a missão de aproximar o campo da cidade e ampliar o conhecimento da população sobre a importância do agronegócio brasileiro. Durante a ação, milhares de visitantes passaram pelo espaço interativo e puderam conhecer, de forma prática e sensorial, como a soja e o milho estão presentes em centenas de produtos utilizados diariamente.
Ao longo da exposição, o público percorreu os ambientes da casa e descobriu que matérias-primas produzidas no campo fazem parte não apenas da alimentação, mas também de cosméticos, medicamentos, produtos de higiene, limpeza, móveis, combustíveis e diversos outros itens presentes na rotina das famílias brasileiras. A iniciativa reuniu visitantes de diferentes estados, produtores rurais, influenciadores, artistas e profissionais de diversas áreas, fortalecendo a conexão entre quem produz e quem consome.
Para o vice-presidente Oeste da Aprosoja MT, Gilson Antunes de Melo, a Casa da Aprosoja MT cumpriu seu principal objetivo ao despertar uma nova percepção sobre o agronegócio entre os visitantes e demonstrar, de forma acessível, a importância da produção agrícola para a sociedade.
“Estivemos nesses dias no coração de São Paulo, na Avenida Paulista, proporcionando aos visitantes uma experiência única para conhecer um pouco mais sobre como a soja e o milho estão presentes no dia a dia de todos nós. Quem passou por aqui teve a oportunidade de descobrir, de forma prática e interativa, onde esses produtos estão inseridos no cotidiano, muitas vezes sem perceber. Queremos agradecer a cada pessoa que visitou a Casa do Agro. Recebemos visitantes de diversas regiões do Brasil, inclusive produtores rurais de outros estados, que também ficaram encantados com essa experiência. Agradecemos, especialmente, ao público de São Paulo, que abraçou essa iniciativa e saiu daqui com uma nova percepção sobre o trabalho realizado no campo e sobre a importância da soja e do milho para a sociedade. Esse era o nosso objetivo: aproximar o campo da cidade e mostrar que o agro está presente na vida de todos os brasileiros”, salientou.
A delegada do núcleo de Campo Verde, Vitória Cimadon, também acompanhou a exposição e destacou a importância de levar esse conhecimento para pessoas que, muitas vezes, não têm contato direto com a realidade do campo. Para ela, a iniciativa contribui para reduzir a distância entre o produtor rural e a população urbana.
“Foi muito bacana poder conhecer um pouquinho do agro e mostrar os produtos que estão no nosso dia a dia. Eu mesma não sabia que itens como a pasta de dente continham derivados da soja ou do milho. Foi muito interessante e quero parabenizar a Aprosoja por essa iniciativa de mostrar um pouquinho do nosso agro para esse pessoal das grandes cidades, que muitas vezes não tem noção de como funciona o setor. Foi muito importante e muito legal. Também agradeço a todas as pessoas que estiveram aqui e viveram essa experiência. Parabéns à Aprosoja por essa iniciativa”, destacou.
Entre os visitantes esteve também o repórter Fuzil, do programa Pânico, que ressaltou a surpresa ao descobrir a quantidade de produtos derivados da soja e do milho presentes no cotidiano e destacou a relevância do trabalho desenvolvido pelos produtores rurais.
“Já fiz vários trabalhos para a Aprosoja Mato Grosso, mas vir aqui e conhecer essa experiência de perto foi realmente surpreendente. Muita gente diz: ‘Ah, eu não gosto de soja’ ou ‘Não gosto de milho’. Só que essas pessoas nem imaginam que a soja e o milho estão presentes, literalmente, 24 horas por dia dentro de casa, em produtos que usamos o tempo todo. E eu mesmo fui surpreendido. Já havia mostrado diversos produtos feitos a partir da soja e do milho, mas descobri outros que eu nem imaginava. Tem remédio para dor de cabeça, relaxante muscular, medicamentos para gripe, cosméticos que nossas esposas, mães e filhas usam, e até produtos que nós mesmos utilizamos no dia a dia. Isso mostra a importância do agricultor. A gente realmente precisa valorizar quem produz soja e milho, porque, sem esse trabalho, muitos dos produtos que fazem parte da nossa rotina simplesmente não existiriam. Parabéns aos produtores rurais e à Aprosoja Mato Grosso por essa iniciativa incrível. A Casa ‘Você Sabe de Onde Vem?’ mostra, de forma prática, a força do agro e o quanto ele está presente na nossa vida”, ressaltou.
A engenheira civil Raquel Floriano da Silva também visitou a Casa do Agro e afirmou que a experiência mudou sua percepção sobre a presença do agronegócio no cotidiano, principalmente ao descobrir a utilização da soja e do milho em produtos que vão muito além da alimentação.
“Eu adorei a experiência e tudo o que foi apresentado aqui sobre a soja e o milho. Para mim, foi uma grande surpresa descobrir que existem derivados desses produtos em itens como refrigerantes e até na acetona que usamos para remover esmalte. Eu realmente não imaginava isso. Também fiquei impressionada ao saber que a soja e o milho estão presentes em tantos produtos de higiene e beleza, como shampoos e cosméticos. Na cozinha, a gente já sabe que eles fazem parte da alimentação, mas vê-los presentes em tantos outros produtos do dia a dia foi algo que me surpreendeu bastante. Essa visita mudou, sim, a minha percepção sobre o agronegócio. Hoje eu entendo muito melhor a importância dele e como está inserido na nossa rotina. Antigamente, muitas pessoas tinham certo preconceito ou uma visão equivocada sobre a soja, mas conhecer tudo isso fez eu enxergar o agro de uma forma completamente diferente. Foi uma experiência muito enriquecedora e mostrou o quanto o agronegócio impacta a nossa vida muito além da alimentação”, disse.
Ao longo dos oito dias de exposição, a Casa da Aprosoja MT consolidou-se como um espaço de informação, conhecimento e aproximação entre o campo e a cidade. Ao apresentar, de forma interativa, a presença da soja e do milho em centenas de produtos utilizados diariamente, a iniciativa cumpriu seu propósito de ampliar o diálogo com a sociedade, valorizar o trabalho dos produtores rurais e demonstrar que o agronegócio está presente muito além das lavouras, fazendo parte da rotina de milhões de brasileiros.
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