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11 de junho de 2026

Sustentabilidade

Análise mensal do mercado do trigo – MAIS SOJA

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Com moinhos abastecidos, as negociações de trigo em grão seguiram limitadas em agosto. Vendedores focaram o desenvolvimento da safra, os trabalhos de campo e o início da colheita no Sul do Brasil. Aqueles com necessidade imediata acabaram cedendo nos valores pedidos, enquanto moageiras bem estocadas ofertavam preços ainda menores. Além disso, a proximidade da entrada de maior volume da safra 2025, as boas expectativas de produtividade, a taxa cambial em patamares mais baixos e a ampla oferta mundial reforçaram a pressão sobre as cotações internas.

Segundo dados da Seab/Deral, a colheita da safra 2025 foi iniciada no Paraná no final de agosto. Os primeiros resultados indicam boa produtividade. O manejo segue constante, devido à incidência de doenças, como ferrugem e oídio, mas a expectativa de rendimento é positiva. Até o dia 1º de setembro, 5% da área já havia sido colhida, sendo que, 80% estavam em boas condições; 14%, em médias e 6%, em ruins. Quanto ao estágio das lavouras, 31% estavam em fase de maturação, 42%, em frutificação, 16%, em floração e 12%, em desenvolvimento vegetativo.

No Rio Grande do Sul, conforme a Emater/RS, as chuvas da última semana de agosto tiveram intensidade variada. Nas principais áreas de cultivo, as precipitações foram moderadas e não causaram danos significativos às lavouras. De modo geral, o desenvolvimento segue positivo, embora triticultores mantenham preocupação com doenças fúngicas, em razão do excesso de umidade no solo. Até 28 de agosto, 82% das lavouras estavam em desenvolvimento vegetativo; 15%, em floração; e 3%, em enchimento de grãos.

Em agosto/25, a média mensal no Rio Grande do Sul foi de R$ 1.291,08/tonelada, quedas de 2% frente a julho/25 e de 12,2% em relação a agosto/24, em termos reais (deflacionados pelo IGP-DI). No Paraná, a média foi de R$ 1.433,50/t, respectivas baixas de 2,9% e de 9,4%. Em São Paulo, os recuos foram de 4,6% no comparativo mensal e de 12,6% no anual, para R$ 1.431,12/t em agosto/25. Em Santa Catarina, a cotação média foi de R$ 1.432,41/t, retrações de 0,6% e 7,6%, nesta ordem. O dólar médio foi de R$ 5,45 em agosto, desvalorização de 1,5% sobre julho/25.

SAFRA BRASILEIRA – Estimativas divulgadas em agosto pela Conab apontam a área de trigo no Brasil em 2,55 milhões de hectares, expressiva queda de 16,7% sobre a temporada passada. Porém, a produtividade pode crescer 19%, para 3,07 t/ha, o que resultaria em produção de 7,81 milhões de toneladas em 2025, apenas 1% abaixo da de 2024.

A Conab estima que os estoques brasileiros no final de julho eram de 1,38 milhão de toneladas, que, somados à produção e à estimativa de importação (de 6,2 milhões de toneladas entre agosto/25 e julho/26), gera disponibilidade interna de 15,39 milhões de toneladas em 2025, volume 1,1% maior que o do período anterior.

O consumo interno é estimado pela Conab em 11,83 milhões de toneladas e a exportação, em 2,1 milhões de toneladas, também entre agosto/25 e julho/26, cenário que resultaria em estoque de passagem de 1,46 milhão de toneladas em julho/26.

OFERTA E DEMANDA MUNDIAL – O USDA estimou, em agosto, a produção mundial em 806,89 milhões de toneladas, 0,2% menor que o apontado no relatório de julho, mas 0,9% acima da safra anterior (2024/25) e um recorde.

O USDA prevê consumo global de 809,526 milhões de toneladas, menor que o estimado em julho/25 (-0,1%), porém, 0,3% maior que o da temporada anterior. Os estoques finais tiveram redução de 0,5% frente ao relatório passado e ficaram 1% inferiores aos da safra 2024/25. As transações mundiais foram previstas em 214,168 milhões de toneladas, alta de 0,1% de julho para agosto.

DERIVADOS DE TRIGO – Os preços dos derivados de trigo caíram em agosto. Colaboradores do Cepea relataram que as negociações ocorreram a valores menores, visando liberar espaço nos armazéns para a entrada da nova safra. Além disso, a demanda esteve mais fraca. Considerando-se a média das principais regiões acompanhadas pelo Cepea, de julho para agosto/25, o farelo de trigo a granel cedeu 1,3%; o ensacado permaneceu praticamente estável (-0,09%). Para as farinhas, no mesmo comparativo, as desvalorizações foram de 2,6%para massas frescas; 1% para massas em geral; 0,61% para pré-mistura; 0,41% para bolacha salgada; 0,19% para bolacha doce; ligeiro 0,06% para a integral e 1,15% para a panificação.

BALANÇA COMERCIAL – De acordo com dados da Secex, 493,23 mil toneladas de trigo foram importadas em agosto/25, com 94,4% desse total vindo somente da Argentina e 5,6%, do Paraguai. O preço médio foi de US$ 231,82/t, que, em Reais, seria de R$ 1.262,52/t – com dólar médio de R$ 5,446. Até agosto/25, as importações acumularam 4,68 milhões de toneladas, 2,7% acima do verificado no mesmo período de 2024 (4,56 milhões de toneladas).

MERCADO EXTERNO – No mercado internacional, os preços recuaram em agosto/25, frente ao avanço da colheita no Hemisfério Norte e às boas perspectivas para a safra no Hemisfério Sul. Segundo a Bolsa de Cereales da Argentina, até 28 de agosto, 99,5% das lavouras de trígono país estavam em condição de normal a excelente. Em agosto, o primeiro vencimento do Soft Red Winter teve média de US$ 5,0883/bushel (US$ 186,96/t), queda de 5,8% sobrejulho/25 e de 3,5% frente a agosto/24. No Kansas, o Hard Winter teve média de US$5,0485/bushel (US$ 185,50/t), recuo mensal de 2,7% e anual de 7,4%. Nos Estados Unidos, segundo o USDA, até 31 de agosto, a colheita de trigo de inverno havia sido finalizada; já ade primavera alcançava 72% da área, avanço de 19 pontos percentuais na semana, 5 p.p.acima de 2024 e em linha com a média dos últimos cinco anos. Na Argentina, a média mensal de agosto/25 dos preços FOB divulgados pelo Ministério da Agroindústria foi de US$232,60/t, 0,3% superior à de julho/25, mas 13,6% abaixo da de agosto/24.

Confira o Agromensal agosto/2025 do Trigo completo, clicando aqui!

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:AGROMENSAIS AGOSTO/2025

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

Aplicação aérea de defensivos é alternativa para reduzir perdas por amassamento – MAIS SOJA

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A aplicação de defensivos agrícolas por pulverização é uma prática essencial nas lavouras de soja, viabilizando o controle eficiente de pragas, doenças e plantas daninhas em escala comercial. Para o manejo fitossanitário da cultura, diferentes modalidades de aplicação podem ser adotadas, conforme as características da propriedade rural, as condições operacionais e a tecnologia disponível. Nesse cenário, a aplicação terrestre, realizada por meio de pulverizadores tratorizados ou autopropelidos, destaca-se como uma das principais estratégias utilizadas pelos sojicultores.

Por outro lado, a aplicação aérea de defensivos agrícolas, realizada por aeronaves tripuladas ou remotamente pilotadas (drones), tem ganhado espaço no campo e se consolidado como uma alternativa tecnicamente viável para grande parte das propriedades rurais. O avanço tecnológico e a crescente adoção dos drones na agricultura têm ampliado o interesse dos produtores por essa modalidade de aplicação. Entre suas principais vantagens, destacam-se a eliminação do amassamento de plantas causado pelo tráfego dos pulverizadores terrestres e a possibilidade de realização das aplicações em áreas ou condições que dificultam o acesso de máquinas ao interior da lavoura. Como resultado, a pulverização aérea pode contribuir para a preservação do potencial produtivo da cultura e para o aumento da eficiência das operações fitossanitárias.

Figura 1. Rastros oriundos do tráfegos de máquinas para pulverização. Amassamento de plantas.

Pesquisas demonstram que as perdas por amassamento em lavouras de soja, causadas por aplicações terrestres de defensivos agrícolas, podem variar de 4% a 7%, especialmente quando são realizadas entre três e cinco aplicações ao longo do ciclo da cultura (Costa, 2017). Considerando uma produtividade média de 60 sc ha⁻¹ (3.600 kg ha⁻¹) e uma taxa de amassamento de 5%, a perda pode chegar a aproximadamente 3 sc ha⁻¹ (180 kg ha⁻¹), o que representa uma redução expressiva na produtividade e, consequentemente, na rentabilidade da lavoura.



Sobretudo, embora as aplicações aéreas possibilitem uma redução das perdas decorrentes do amassamento das plantas, sua eficácia é por vezes questionada, principalmente se tratando de novas tecnologias como os drones. Contudo, ao comparar a aplicação terrestre e aérea para determinar qual dessas operações proporcionou ganhos produtivos na cultura da soja, Hamada et al. (2025) observaram que as aplicações aéreas, utilizado drones, demonstraram resultados de rendimentos superiores em comparação com as aplicações terrestres, possibilitando ganhos de produtividade de até 6,3 sc/ha em comparação a pulverização terrestre (figura 2).

Figura 2. Comparação de médias de produtividade da soja entre as aplicações aéreas com aeronave remotamente pilotada e terrestres com trator.
Letras diferentes indicam diferença significativa entre os tratamentos, de acordo com o teste de Tukey (p < 0,05).
Adaptado: Hamada et al. (2025)

Dentre os fatores atribuídos a maior produtividade obtida com as aplicações áreas de defensivos, os autores destacam o desempenho eficaz das pulverizações, bem como a maior uniformidade das aplicações e menor dano mecânico em comparação a aplicação terrestre, reforçando que as aplicações áreas são ferramentas eficazes para o manejo fitossanitário da soja e que as aeronaves remotamente pilotadas (drones) são uma opção viável, eficiente e sustentável para a pulverização terrestre.

Confira o estudo completo desenvolvido por Hamada e colaboradores (2025) clicando aqui!

Referências:

COSTA, C. C. CUSTOS E BENEFÍCIOS DO SUO DA PULVERIZAÇÃO AÉREA DE AGROTÓXICOS NA AGRÍCULTURA. Embrapa, Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento, n. 39, 2017. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1085336/1/BoletimPD39Custoebeneficio….pdf >, acesso em 11/06/2026.

HAMADA, B. H. et al. AERIAL  APPLICATION  RESULTS  IN  PRODUCTION  GAINS  IN  RELATION  TO  GROUNDAPPLICATION IN SOYBEAN. Revista Caatinga, 2025. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/rcaat/a/G9kC9TQLq7nQThGV5qPkkBR/?lang=en >, acesso em: 11/06/2026.

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Sustentabilidade

Capacidade de armazenagem agrícola cresce 1,1% e chega a 233,8 milhões de toneladas no 2 semestre de 2025

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No 2º semestre de 2025, a capacidade disponível para armazenamento no Brasil foi de 233,8 milhões de toneladas, 1,1% superior ao semestre anterior. O número de estabelecimentos (9.668) cresceu 0,5% frente ao primeiro semestre de 2025.

Neste período, apenas a Região Sul apresentou redução no número de estabelecimentos, enquanto as demais apresentaram aumento, com destaque para a Região Norte, que subiu 4,7%; seguido do Nordeste (1,9%); Sudeste (1,5%) e Centro-Oeste (0,3%).

Em relação aos estoques dos cinco principais produtos agrícolas existentes nas unidades armazenadoras, em 31/12/2025, os estoques de milho representaram o maior volume (22,8 milhões de toneladas), seguidos pelos estoques de soja (7,3 milhões), trigo (6,0 milhões), arroz (2,9 milhões) e café (0,8 milhão). Estes produtos constituem 90,3% do total estocado entre os produtos monitorados por esta pesquisa, sendo os 9,7% restantes compostos por algodão, feijão preto, feijão de cor, e outros grãos e sementes. No total, a pesquisa levantou 44,1 milhões de toneladas de produtos que monitora.

Capacidade dos silos atinge 124,7 milhões de toneladas, com alta de 1,2%

O total de capacidade útil disponível no Brasil para armazenamento, registrado no segundo semestre de 2025, em estabelecimentos ativos na pesquisa, foi de 233,8 milhões de toneladas, 1,1% superior ao semestre anterior. Em termos de capacidade útil armazenável, os silos predominam no País, tendo alcançado 124,7 milhões de toneladas, o que representa 53,3% da capacidade útil total. Em relação ao semestre anterior, os silos apresentaram um acréscimo de 1,2% na capacidade.

Na Região Sul, os silos são responsáveis por 65,6% da capacidade armazenadora regional. A Região concentra 42,7% da capacidade total de silos do País.

Os armazéns convencionais, estruturais e infláveis predominam na Região Sul (34,1%), seguida pela Região Sudeste (32,2%). Essas Regiões são, respectivamente, grandes produtoras de arroz e café, produtos que são armazenados em sacarias e que utilizam este tipo de armazém. O Sul e o Sudeste, juntos, correspondem a 66,3% da capacidade total de armazéns convencionais, estruturais e infláveis do país.

Na distribuição dos tipos de armazenagem, por Unidade da Federação, o Rio Grande do Sul possui o maior número de estabelecimentos de armazenagem (2.444), seguido do Mato Grosso, com 1.799 e Paraná, com 1.372 unidades.

Mato Grosso possui a maior capacidade de armazenagem do País, com 64,2 milhões de toneladas. Deste total, 58,8% são do tipo graneleiros e 37,1% são silos. O Rio Grande do Sul e o Paraná possuem 38,9 e 35,7 milhões de toneladas de capacidade, respectivamente, sendo o silo o tipo de armazém predominante nesses Estados. A capacidade instalada está diretamente relacionada com a distribuição da produção de grãos no País.

Entre os dez municípios com maior capacidade instalada no País, sete se encontram no Mato Grosso, sendo Sorriso o que possui maior capacidade do País com 5,9 milhões de toneladas . Os armazéns graneleiros são responsáveis por 76,4% da capacidade total municipal, que é o maior produtor nacional de soja e milho. Sorriso responde por 9,1% da capacidade de armazenagem do Estado e, juntamente a Nova Mutum, Primavera do Leste, Sinop, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Lucas do Rio Verde respondem por 37,8% da capacidade estadual.

Em Goiás, o destaque é a municipalidade de Rio Verde, que responde por 14,5% da capacidade de armazenagem do Estado. Ponta Grossa se destaca com a maior capacidade de armazenagem instalada do Paraná e o sétimo município do País, com 2,6 milhões de toneladas, sendo o graneleiro o principal tipo de estrutura (48,8%), seguido pelos silos, com 41,4%.

Em São Paulo, o destaque é Santos, onde se encontra o maior porto do país, que possui 15,0% da capacidade de armazenamento estadual, sendo predominantes os graneleiros com 60,5% da capacidade de armazenagem santista.

A série histórica da Pesquisa de Estoques mostra que desde 1997, a capacidade útil total instalada teve um acréscimo de 112,5%, passando de 110,0 para 233,8 milhões de toneladas.

Fonte: IBGE



FONTE

Autor:IBGE

Site: IBGE

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Sustentabilidade

Chicago fecha a soja em alta por compras de barganha e ganhos do petróleo – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após atingir o menor patamar em cerca de quatro meses, os agentes aproveitaram para reposicionar suas carteiras através de compras de barganha. A alta do petróleo ajudou neste movimento, com os participantes buscando se posicionar frente ao relatório de amanhã do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O USDA deverá, no seu relatório de junho, indicar leve redução nas suas estimativas para safra e estoques de passagem norte-americanos em 2026/27. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na quinta, 11, às 13h.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos EUA em 2026/27 deverá ficar em 4,433 bilhões de bushels. Em maio, a previsão era de 4,435 bilhões.

Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número 309 milhões de bushels, contra 310 milhões projetados anteriormente. Para 2025/26, a previsão é de que o Departamento reduza seu número de 340 milhões para 336 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 125,3 milhões de toneladas, subindo frente ao atuais 124,8 milhões. Para 2025/26, o USDA deverá aumentar sua estimativa de 125,1 milhões para 125,7 milhões de toneladas.

O USDA, na avaliação do mercado, deverá elevar a sua estimativa para a safra brasileira, de 180 milhões para 180,4 milhões de toneladas em 2025/26. Já a previsão para a produção argentina em 2025/26 deverá ser elevada de 48 milhões para 48,6 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 9,25 centavos de dólar, ou 0,83%, a US$ 11,23 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,27 3/4 por bushel, com elevação de 9,00 centavos de dólar ou 0,80%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 0,80 ou 0,26% a US$ 301,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 75,33 centavos de dólar, com ganho de 0,42 centavo ou 0,56%.

Fonte: Agência Safras



 

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