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17 de junho de 2026

Sustentabilidade

Brasil projeta safra recorde de grãos em 2025, mas déficit de armazenagem traz desafios aos produtores rurais – MAIS SOJA

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O agronegócio brasileiro comemora uma safra histórica de grãos em 2025, estimada em 339,6 milhões de toneladas, mas o recorde traz à tona um desafio estrutural antigo: a capacidade de armazenagem ainda é insuficiente para suportar todo o volume produzido. O déficit de mais de 120 milhões de toneladas, segundo a Conab, evidencia a necessidade de soluções rápidas e eficientes para garantir que a produção chegue ao mercado com qualidade e segurança.

O crescimento da safra, 14,2% acima do ciclo 2023/24, acompanha a expansão da área cultivada, que chega a 81,8 milhões de hectares, alta de 2,3% em relação ao ano anterior. A soja lidera a ampliação, com 1,5 milhão de hectares a mais, e o milho cresce 507,8 mil hectares.

Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo IBGE, Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com 31,5% de participação, seguido por Paraná (13,6%), Goiás (11,6%), Rio Grande do Sul (9,7%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Minas Gerais (5,5%). Juntos, esses seis estados concentram 79,5% da produção do país. Por regiões, o Centro-Oeste responde por 51% do total, seguido pelo Sul (25,4%), Sudeste (8,9%), Nordeste (8,4%) e Norte (6,3%).

Apesar do desempenho recorde, a infraestrutura de armazenagem continua sendo um gargalo. A capacidade estática de estocagem cobre apenas cerca de 64% do volume previsto para 2025, segundo a Conab. Embora parte da produção siga diretamente ao mercado, o déficit ressalta a importância de estratégias que evitem perdas e melhorem a logística pós-colheita.

Neste contexto, o silo-bolsa surge como uma alternativa prática e eficiente. Estruturas plásticas tubulares permitem armazenar grãos por até 24 meses, com investimento inicial inferior ao dos silos metálicos e maior flexibilidade para o produtor. “O silo-bolsa oferece armazenagem acessível, prática e segura diretamente nas fazendas. Pesquisas internacionais, especialmente em países vizinhos como Argentina e Uruguai, mostram que até 60% da produção de grãos é estocada nesse tipo de estrutura, garantindo manutenção da qualidade, controle de umidade e prevenção de pragas”, destaca Pollyanna Penido, diretora comercial da Lonax, referência na fabricação de silo-bolsas no Brasil.

Pollyanna explica ainda que, “além de armazenar grãos, os silo-bolsas podem ser usados para sementes, fertilizantes e ração animal. O material é 100% reciclável e resistente à radiação UV, contribuindo para práticas mais sustentáveis no campo”.

 “Com a safra recorde projetada, o desafio não é apenas colher mais, mas garantir que toda essa produção chegue ao mercado com segurança, qualidade e eficiência, reforçando a importância de investimentos em infraestrutura e soluções inovadoras de armazenagem”, conclui a executiva da Lonax.

Sobre a Lonax

A Lonax – Indústria Brasileira de Lonas é líder em soluções em lonas plásticas, geomembranas e silobolsa. Atuando nesse segmento há 23 anos, a companhia atende com seus produtos e serviços os segmentos do agronegócio e construção civil. Com qualidade, inovação e respeito ao meio ambiente, a empresa mantém o foco nas necessidades dos nossos clientes e no futuro do planeta.

Fonte: Assessoria de Imprensa Lonax



 

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Sustentabilidade

Proteína da soja começa a ganhar valor no mercado brasileiro – MAIS SOJA

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A soja começa a ser olhada não apenas pelo volume produzido, mas também pelos atributos que carrega dentro do grão. Proteína, óleo e aminoácidos ganham importância em segmentos da cadeia produtiva, ampliando o interesse por características ligadas ao valor nutricional e industrial da matéria-prima — movimento que começa a despertar atenção também no Brasil.

Pesquisas conduzidas por José Marcos Gontijo Mandarino, pesquisador da Embrapa Soja, mostram que atributos como proteína e óleo têm influência direta sobre o valor industrial do grão, especialmente no rendimento do farelo utilizado na nutrição animal. A Embrapa Suínos e Aves também trata o tema com importância, pois o farelo de soja é uma das principais fontes proteicas para aves e suínos, podendo representar entre 65% e 70% da proteína das formulações nutricionais, dependendo do sistema produtivo.

Em mercados como Estados Unidos e Canadá, produtores já recebem bonificações por soja com características específicas, incluindo maior teor de proteína, variando entre 5% e 15%, a depender do contrato. No Brasil, embora essa remuneração ainda não seja uma prática consolidada, especialistas apontam que a qualidade intrínseca do grão tende a ganhar relevância econômica — movimento semelhante ao que ocorreu na cadeia do leite, onde atributos ligados à qualidade passaram a influenciar a remuneração do produtor.

Durante muito tempo, a armazenagem foi vista quase exclusivamente como proteção de volume. Mas começa a crescer uma discussão sobre qualidade do grão entregue à indústria. Se atributos como proteína e aminoácidos passam a ter mais valor, armazenar bem deixa de ser detalhe operacional e passa a fazer parte da estratégia econômica do produtor”, afirma Elton Stadler, CEO da Provent Brasil, empresa fabricante do Sistema de Exaustão Cycloar.

Mas há um detalhe pouco percebido nessa mudança: não basta colher um bom grão. É preciso preservar sua qualidade depois da colheita. Em um Estudo da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontou que, após seis meses de armazenagem, silos sem controle adequado do ambiente, apresentaram aumento de 58,4% nos grãos ardidos14,5% nos fermentados, além de redução no teor de proteína e maior perda de massa dos grãos. É nesse contexto que sistemas de exaustão contínua, como o Cycloar, vem ganhando espaço nas unidades armazenadoras, há mais de 30 anos. A tecnologia atua na redução do calor acumulado, da condensação e do excesso de umidade dentro dos silos, ajudando a preservar características importantes do grão ao longo do armazenamento.

O produtor pode ter um ativo valioso nas mãos e não perceber. Se o mercado começa a olhar mais proteína e qualidade intrínseca, preservar isso dentro do silo passa a ter impacto direto no bolso do produtor”, conclui Stadler.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Cotações seguem pressionadas por ampla oferta – MAIS SOJA

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Os preços do arroz em casca voltaram a recuar no Rio Grande do Sul, interrompendo a reação observada no início do mês. De acordo com o Cepea, a pressão esteve atrelada à ampla disponibilidade do cereal e às dificuldades na comercialização do arroz beneficiado, fatores que reduziram o suporte da demanda externa e dos mecanismos de apoio à comercialização promovidos pela Conab.

Segundo o Centro de Pesquisas, embora a demanda internacional tenha permanecido ativa, oferecendo alternativas de comercialização a parte dos produtores, seu impacto sobre os preços foi limitado. Ao mesmo tempo, as dificuldades na venda do arroz beneficiado continuaram a restringir a atuação compradora das indústrias, reforçando a pressão sobre o cereal em casca.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preço interno segue mais vantajoso que paridade de exportação – MAIS SOJA

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Pelo sexto mês consecutivo, os preços do algodão em pluma continuam em baixa no mercado doméstico, mas ainda apresentam vantagem quando comparados à paridade de exportação.

Neste contexto, segundo o Cepea, enquanto alguns vendedores se mostram capitalizados e focados no cumprimento dos contratos a termo, mantendo-se firmes em suas posições, outros aproveitam para liquidar o saldo remanescente da temporada 2024/25. Com a redução dos preços internacionais, parte dos agentes também adota uma postura mais flexível, em busca de novas negociações.

Pesquisadores do Cepea destacam que lotes da safra 2025/26 já começam a chegar ao mercado spot, com destaque para origens de São Paulo e da Bahia.

Do lado da demanda, de acordo com o Cepea, indústrias ainda buscam adquirir a matéria-prima a valores inferiores, fundamentados no baixo desempenho de suas vendas. Comerciantes, por sua vez, realizam fechamentos pontuais diante de uma postura cautelosa, buscando negócios “casados”.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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