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EUA registram venda de 100 mil toneladas de trigo para a Nigéria

Exportadores dos Estados Unidos relataram a venda de 100 mil toneladas de trigo duro vermelho de primavera para a Nigéria, com entrega prevista para o ano comercial 2026/27. A informação foi divulgada nesta terça-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).
A operação se enquadra nas regras de divulgação obrigatória do mercado norte-americano para exportações de commodities agrícolas. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), exportadores do país devem comunicar qualquer venda de 100 mil toneladas ou mais realizada em um único dia.
A exigência também vale para vendas de 200 mil toneladas ou mais para um mesmo destino, com reporte até o dia seguinte. Neste caso, o volume negociado com a Nigéria foi de 100 mil toneladas.
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O produto negociado foi o trigo duro vermelho de primavera, com entrega programada para o ano comercial 2026/27.
O registro da venda foi informado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) nesta terça-feira (30) e formaliza uma operação de 100 mil toneladas de trigo dos Estados Unidos para a Nigéria.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Estudo indica porta-enxertos com melhor desempenho para pessegueiros no Rio Grande do Sul

A Circular técnica nº 34 sobre porta-enxertos para pessegueiro apresentou resultados de um estudo a campo conduzido pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDPA/Seapi). O trabalho avaliou 27 porta-enxertos na cultivar-copa Chimarrita, com foco em fenologia, vigor vegetativo, produção e qualidade dos frutos, além de analisar métodos de propagação de mudas.
Segundo o pesquisador do Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Fruticultura (Cefruti/DDPA), Rafael Anzanello, a planta frutífera é formada pelo porta-enxerto, responsável pelo sistema radicular, e pela cultivar-copa, que constitui a parte aérea. A pesquisa buscou identificar materiais com maior potencial de uso para recomendação a viveiristas e produtores.
Os resultados apontaram os maiores desempenhos produtivos nos porta-enxertos Tsukuba 2, I-67-55-9 e I-93-27. O estudo também destacou um dos entraves enfrentados no Rio Grande do Sul: o uso, por viveiros comerciais, de misturas de caroços oriundos de indústrias processadoras de pêssego para formação dos porta-enxertos. Esse processo resulta em materiais sem identidade genética e sanitária conhecida e contribui para a desuniformidade das mudas.
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Além da avaliação de desempenho no campo, o trabalho abordou a propagação vegetativa por estaquia com uso de reguladores. Foram testados ácido indolbutírico (AIB) e ácido naftalenoacético (ANA), substâncias que estimulam o desenvolvimento de raízes na cultura do pêssego. Os melhores resultados ocorreram com estaquia herbácea e aplicação de AIB na concentração de 4.000 mg/L, em estufa climatizada com nebulização intermitente, condição que promoveu bom enraizamento das estacas.
Atualmente, a propagação do pessegueiro ocorre predominantemente por sementes. De acordo com Anzanello, a estaquia permite obter mudas mais uniformes, reduzir o tempo de formação das plantas e antecipar a produção, características associadas à qualificação do setor de mudas da cultura.
A pesquisa publicada na Circular técnica nº 34 reúne resultados sobre desempenho produtivo de porta-enxertos e sobre técnicas de propagação vegetativa, com indicação de materiais e métodos voltados à produção de mudas de pessegueiro no Rio Grande do Sul.
Fonte: agricultura.rs.gov.br
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Frente fria perde força em julho ou o frio permanece? Saiba como fica o tempo no começo do mês

A frente fria prevista para avançar pelo Sul do Brasil nos próximos dias terá pouca influência sobre o Sudeste e o Centro-Oeste, mantendo o predomínio de tempo quente e seco nas regiões produtoras de soja do país. A condição também se estende ao Matopiba, além de Rondônia e do Pará.
No Norte, o cenário é diferente. A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorece a ocorrência de chuvas volumosas principalmente entre o Amapá e Roraima, onde os acumulados devem permanecer elevados nos próximos dias.
Nas demais regiões, o calor continuará predominando. Em Rondônia e no Pará, as temperaturas voltam a subir no fim desta semana, com máximas que podem alcançar os 40°C em algumas localidades.
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De acordo com a previsão, a situação deve se manter praticamente inalterada nas principais áreas de produção de soja ao longo da próxima semana e durante o restante da primeira quinzena de julho. A persistência do tempo seco favorece os trabalhos no campo, mas mantém a preocupação com a baixa umidade do solo em algumas regiões.
Uma mudança está prevista para o retorno gradual das chuvas sobre o sul do estado de São Paulo e o centro-sul de Mato Grosso do Sul. Embora os volumes não sejam elevados, as precipitações devem contribuir para a reposição parcial da umidade do solo nessas áreas.
Apesar da chegada de uma nova massa de ar frio ao Sul durante o fim de semana, o sistema perde intensidade ao avançar pelo interior do país. No Sudeste e no Centro-Oeste, o impacto será restrito à queda das temperaturas durante as madrugadas, com mínimas em torno de 15°C em alguns pontos, sem previsão de frio intenso ou risco de geadas nessas regiões.
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Carga de R$ 1,3 milhão em defensivos agrícolas é recuperada em Pontes e Lacerda

A Polícia Civil de Mato Grosso recuperou, no último domingo (28), a totalidade de uma carga com 273 toneladas de defensivos agrícolas que havia sido furtada de uma propriedade rural em Pontes e Lacerda. A ação rápida da equipe de investigação permitiu localizar os insumos, avaliados em cerca de R$ 1,3 milhão, poucas horas após o crime.
O furto ocorreu na madrugada de sábado (27), mas a invasão ao galpão da propriedade só foi notada pelos funcionários pela manhã. Diante do alerta, equipes da Delegacia de Pontes e Lacerda iniciaram os rastreios terrestres por meio da Operação Brasil Contra o Crime Organizado – Fronteira para interceptar o comboio.
A logística dos criminosos envolveu veículos pesados para retirar o fertilizante granulado, que estava armazenado em bolsas de uma tonelada (bags). Para tentar ludibriar o rastreamento policial, o bando pulverizou o volume total, escondendo as cargas em pontos distintos do interior do município.
O plano de dispersão ruiu quando os investigadores mapearam a rota de fuga e identificaram três depósitos clandestinos na zona rural.
Rastreamento e apreensão
O primeiro ponto vistoriado pelos agentes ficava em uma área de pasto aberta, ao lado de uma mineradora local, onde estavam guardadas 160 toneladas. Na sequência da varredura, os policiais civis localizaram um segundo lote com 55 toneladas oculto na vegetação.
O cerco terminou em uma fazenda da região, onde os investigadores apreenderam as últimas 48 toneladas que faltavam para fechar o montante levado.
Após o resgate integral e os procedimentos de vistoria e checagem técnica, o lote de defensivos foi devolvido para a empresa afetada, nomeada como fiel depositária. A Polícia Civil mantém as frentes de investigação abertas para capturar os executores do furto e identificar possíveis receptadores da região.
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