Sustentabilidade
El Niño 2026/27: foi dada a largada! – MAIS SOJA

Por Jossana Ceolin Cera, Consultora Técnica do Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA). Meteorologista (CREA-RS 244228)
Condições meteorológicas ocorridas em maio de 2026 no estado do Rio Grande do Sul (RS)
A maior parte do RS teve acumulados de precipitação abaixo dos 120 mm. As exceções foram algumas áreas no Centro e no extremo Norte, que superaram os 160 mm (Figura 1A). Em boa parte da Metade Sul, as anomalias de precipitação foram negativas, com exceção do setor Nordeste (Figura 1B). Embora o aquecimento no Pacífico já tenha iniciado, a atmosfera demora um tempo para responder, estando ela ainda refletindo às condições de transição entre a La Niña e a Neutralidade.
Precipitação pluvial total (mm) e anomalia de precipitação (mm) previstas para julho, agosto e setembro de 2026 no estado do RS
Os eventos de chuva ocorreram, basicamente, nos primeiros 10 dias de maio. Já ao redor do dia 25, houve chuva, mas em volumes muito baixos (Figura 2). Na média mensal, a temperatura do ar ficou com anomalia negativa, segundo dados do INMET. Houve alguns dias com temperaturas mais altas, em torno dos 30°C, mas que não caracterizaram um veranico. No restante do mês, as temperaturas máximas e mínimas ficaram, na maior parte dos dias, abaixo dos valores da Normal Climatológica (NC).

Situação atual do fenômeno ENOS (El Niño – Oscilação Sul) e perspectivas
Segundo a atualização da NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration), de 11 de junho de 2026, o sistema acoplado oceano-atmosfera, no Oceano Pacífico Equatorial, refletiu o início das condições do El Niño.
O mapa da anomalia da temperatura da superfície do mar mostra o avanço das águas mais quentes em direção ao Oceano Pacífico Equatorial, já abrangendo toda a região Equatorial (Figura 3). No boletim mensal divulgado pela NOAA, a anomalia na região do Niño 3.4, considerando a metodologia antiga (ONI) foi de +0,9°C e, considerando a metodologia nova (RONI), foi de +0,45°C, para o mês de maio. Aliás, pela metodologia antiga, o aquecimento começou em 15 de abril, já pelo novo método começou em 20 de maio, ambos em 2026. A região mais próxima à costa da América do Sul, o Niño 1+2, esteve com anomalia de +1,8°C considerando o ONI e com ~+1,4°C, considerando o RONI. A anomalia trimestral (Mar-Abr-Mai/2026), segundo o método RONI foi de -0,1°C, caracterizando a fase neutra do ENOS; já pela metodologia antiga (ONI), a anomalia foi de +0,5°C, caracterizando o primeiro trimestre em limiar de El Niño. Apenas para lembrar, a NOAA mudou a metodologia de cálculo, de ONI para RONI, tema já debatido em boletins anteriores. Só que, ao analisar a Figura 3, ela parece representar os dados do método antigo.
A NOAA prevê, com 46% de probabilidade, que o El Niño atingirá a intensidade forte (anomalias entre +1,5 e +1,9°C) nesse próximo trimestre (Jul-Ago-Set/2026). Há 63% de probabilidade do evento chegar à intensidade muito forte (anomalias superiores a +2,0°C) durante o trimestre Nov-Dez/2026-Jan/2027. Lembrando que, eventos mais intensos nem sempre resultam em impactos meteorológicos e climáticos maiores. Mas, eles podem aumentar a probabilidade de ocorrência de determinados impactos.
O bolsão de águas subsuperficiais, com anomalias positivas de temperatura, segue ativo, e em intensificação, ao longo dos últimos meses na região equatorial (Figura 4). Há áreas com anomalias acima dos 6°C desde maio, ou seja, essas águas estão aflorando em superfície e darão sustentação e intensidade ao El Niño que está em desenvolvimento.
Previsão de precipitação – trimestre junho, julho e agosto de 2026 no RS
Para esse trimestre, o consenso do IRI (International Research Institute for Climate Society) indica precipitação próxima aos valores da Normal Climatológica (NC) na Metade Sul, com aumento da probabilidade de chuvas no Norte do Estado. Já o modelo CFSv2 (Climate Forecast System), da NOAA, prevê precipitações abaixo da NC, em todo o RS, em julho; dentro da NC em agosto e com tendência de ficar dentro da NC em setembro. Por sua vez, o modelo do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) prevê precipitações acima da NC durante os próximos três meses, com destaque para setembro (Figura 5). Analisando um conjunto maior de modelos, mas que não estão expostos aqui, a convergência entre eles é de que as precipitações fiquem acima da NC a partir de agosto.
O El Niño foi declarado pela NOAA e, agora, a expectativa fica por conta do início das chuvas mais frequentes no RS. É importante ressaltar que o principal efeito do El Niño é no aumento da frequência e volume das precipitações durante a primavera do primeiro ano (2026) e, em um segundo momento, durante o outono do ano seguinte (2027). Em anos de El Niño, além do aumento da nebulosidade, com consequente diminuição da radiação solar, além da temperatura média do ar sem mais alta, mas sem extremos, e umidade relativa do ar também mais elevada.
Em função disso, o produtor do RS deve ficar atento, na safra 2026/27, para alguns aspectos importantes:
- Aproveitar os períodos secos para fazer o preparo das áreas para a semeadura do arroz irrigado e das culturas de sequeiro, para viabilizar a semeadura dentro do período recomendado;
- Maior risco de enchentes em áreas próximas de rios. Logo, recomenda-se evitar grandes investimentos nessas áreas;
- Para as lavouras de soja e milho em rotação, nas áreas baixas, priorizar um eficiente sistema de drenagem;
- Com a primavera mais chuvosa, as janelas de semeadura serão menores e, possivelmente, haverá atraso na época de semeadura (arroz e soja). Semeaduras muito tardias devem ser evitadas, primeiro devido à redução de produtividade, em decorrência da menor disponibilidade de radiação solar e, segundo, devido ao impacto secundário do El Niño durante o outono de 2027, que poderá prejudicar a operação de colheita dessas culturas;
- A brusone, principal doença fúngica do arroz, ocorre sob condições de temperaturas em torno dos 28°C, alta umidade relativa do ar (>90%), maior nebulosidade e molhamento foliar, conforme recomendações da Comissão Técnica do Arroz (CTAR, 2025). Em anos sob El Niño, essas condições ocorrem com maior frequência. Dentre as práticas de controle dessa doença, atenção deve ser dada para a escolha de cultivares mais resistentes a doenças e da adoção do manejo preventivo;
- E, por último, mas não menos importante, é ficar atento ao sistema de irrigação para as culturas de sequeiro, como a soja, pois mesmo com El Niño, durante o verão há o risco de ocorrer algum período de 10 a 15 dias sem chuvas, com redução da produtividade de grãos.
Mantem-se a recomendação do acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas de curto prazo (sete a 15 dias) como estratégia para aumentar a eficiência na execução das atividades agrícolas e apoiar a tomada de decisão no manejo das lavouras, assim como da previsão climática, para saber como o Oceano Pacífico irá se comportar e impactar nas chuvas do RS nos próximos meses.
Fonte: IRGA

Autor:Jossana Ceolin Cera, Consultora Técnica do Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA). Meteorologista (CREA-RS 244228)
Site: IRGA
Sustentabilidade
soja fica à espera de mudanças que podem mexer com o comércio global

O mercado de soja atravessou os últimos dias com oscilações voláteis, mas sem conseguir estabelecer uma direção clara. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), as cotações seguem lateralizadas, embora permaneçam em níveis firmes. No Brasil, os preços também sustentam patamares importantes, mas a liquidez diminuiu diante do avanço da comercialização da safra atual.
Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os agentes continuam atentos a fatores que possam definir os próximos movimentos dos preços. Enquanto isso, o mercado segue à espera de novos sinais para sair do intervalo observado nas últimas semanas.
No cenário internacional, os fortes volumes de exportações programadas pelos Estados Unidos continuam dando sustentação ao mercado. A colheita norte-americana também avança sem grandes problemas até o momento.
O clima, porém, começa a ganhar espaço nas avaliações dos agentes. A previsão de maiores volumes de chuva nas próximas semanas pode influenciar o ritmo dos trabalhos no campo e acrescentar um novo fator de volatilidade às cotações.
“A janela climática para as próximas semanas mostra maiores precipitações esperadas, sendo um ponto de atenção para o mercado”, observa Silveira.
Encontro EUA-China
Outro fator que mantém os operadores em espera é o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping. O mercado acompanha a possibilidade de mudanças nas relações comerciais entre os dois países, principalmente em relação às tarifas.
De acordo com Silveira, eventuais alterações nas tarifas poderiam provocar movimentos mais fortes nas cotações e até estimular uma recuperação dos preços.
Enquanto Chicago aguarda novos fatores capazes de definir uma direção, o mercado brasileiro apresenta poucas novidades. Os preços tiveram comportamento misto nos últimos dias, mas permaneceram dentro de uma faixa relativamente estreita.
As cotações continuam firmes, porém os negócios diminuíram. A comercialização avançou de forma significativa nos últimos dois meses, reduzindo a necessidade de novas vendas por parte dos produtores.
Outro fator é o elevado volume de soja já movimentado pelos portos brasileiros. Mais de 105 milhões de toneladas já passaram pelo sistema portuário, o que contribui para um mercado mais abastecido e com menor pressão imediata por novos negócios.
“Por isso, os negócios foram mais limitados, enquanto o produtor vai mudando o foco para o plantio da safra nova”, aponta Silveira.
Com a comercialização da safra atual mais avançada, o mercado começa a dividir as atenções entre os estoques disponíveis, o desempenho das exportações norte americanas, o clima e as decisões comerciais entre Estados Unidos e China. Esses fatores devem continuar influenciando o comportamento da soja nas próximas semanas.
Sustentabilidade
Ceema: Alta em Chicago e geopolítica impulsionam cotações da soja no Brasil – MAIS SOJA

Nestes quase 30 dias em que estivemos ausentes deste comentário, o mercado da soja registrou importante elevação das cotações em Chicago. O bushel da oleaginosa passou de US$ 12,56 no dia 27/08 para US$ 13,28 no dia 21/09, tendo recuado um pouco após esta data, para fechar a quinta-feira (24) em US$ 13,16, contra US$ 13,19 uma semana antes. Destacando que a média de agosto chegou a US$ 11,98/bushel, com aumento de 0,17% sobre a média de julho, porém, neste momento estando longe dos preços praticados.
Este forte aumento em Chicago, além das especulações climáticas sobre a safra dos EUA, vem da pressão do preço do petróleo no mercado mundial, com o mesmo tendo atingido a pouco mais de US$ 100,00/barril neste período de setembro, devido a continuidade da guerra no Oriente Médio e da piora no conflito entre Rússia e Ucrânia.
Aliás, na Europa existe um grande temor de que este último saia da região dos dois países em conflito e se espalhe pelo continente, resultando em uma guerra mais ampla e destruidora. Alguns analistas chegam a falar que o mundo estaria às portas da 3ª Guerra Mundial. Junta-se a isso a forte especulação dos Fundos em Chicago.
Dito isso, importante se faz alertar que o último relatório do USDA, sobre oferta e demanda, divulgado neste mês de setembro, não revelou perdas na futura safra de soja dos EUA cuja colheita iniciou neste mês de setembro. Ao contrário, o mesmo até aumentou a produção esperada, agora indicando uma colheita de 123,4 milhões de toneladas, com estoques finais estadunidenses em 8,4 milhões, com pequena baixa em relação a agosto. Já a produção mundial foi mantida em 442 milhões de toneladas e os estoques finais mundiais mantidos em 124 milhões. Por sua vez, mesmo com o aumento no preço mundial do petróleo, o óleo de soja, após atingir a 71,28 centavos de dólar por libra-peso no dia 10/09, recuou para 66,82 centavos no dia 24/09, sendo esta a quarta mais baixa cotação desde o dia 30 de junho em Chicago.
Por sua vez, o farelo se manteve firme, atingindo a US$ 375,20/tonelada curta no dia 24/09, a mais alta cotação desde o dia 11 de julho de 2024. Enfim, lembrar que os Fundos estão muito comprados em Chicago devendo, assim que a ocasião se apresentar, iniciar um movimento mais amplo de correção, vendendo contratos, fato que pode pressionar para baixo as cotações dependendo da intensidade do movimento.
Por outro lado, os embarques de soja, pelos EUA, na semana encerrada em 17/09, chegaram a 759.200 toneladas, superando levemente as expectativas do mercado. Na comparação anual, o desempenho também foi superior, já que na mesma semana de 2025 haviam sido embarcadas 565.600 toneladas, o que representa crescimento de aproximadamente 34%. A China respondeu por 59% destes embarques.
Enquanto isso, a colheita da soja nos EUA atingia a 12% da área no dia 20/09, contra 8% na média histórica. De forma mais conjuntural, nesta semana os preços brasileiros da soja se mantiveram firmes, em alta. No Rio Grande do Sul, onde muitas praças estão sem cotação, a média semanal atingiu a R$ 141,72/saco. No final de agosto esta média estava em R$ 131,38. Ou seja, no período o saco de soja ganhou pouco mais de 10 reais junto ao produtor gaúcho. Nas demais praças nacionais o produto oscilou entre R$ 139,00 e R$ 145,00/saco. Um mês atrás os valores ficavam entre R$ 130,00 e R$ 140,00/saco. Ou seja, um aumento entre 5 e 9 reais por saco no período, dependendo da região do país. Auxiliou para isso a boa demanda pelo produto nacional, a relativa escassez do mesmo agora na entressafra, fato que elevou o prêmio nos portos (US$ 1,85/bushel para setembro, em Paranaguá), e a manutenção de um câmbio ao redor de R$ 5,15 por dólar.
No front externo, o mercado olha os resultados da nova reunião entre os presidentes da China e dos EUA. Xi Jinping chegou nesta quinta-feira (24) à capital norteamericana. Dentre os assuntos em discussão, existe a possibilidade de aumento nas compras de soja estadunidense pela China, fato que fortalece Chicago. Já no front interno, destaque para o início do plantio da nova safra de soja no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. No conjunto do país, 0,5% da área esperada havia sido semeada até o dia 18/09. Vale lembrar que no Mato Grosso, no momento, há umidade insuficiente no solo para um plantio adequado.
Enfim, embora os preços tenham perdido um pouco de fôlego nestes últimos dias, o produto posto nos portos segue com preços firmes. Para a soja disponível os mesmos seguem acima dos R$ 160,00/saco, enquanto a soja da safra 2026/27 continua trabalhando acima dos R$ 150,00 nos portos (R$ 155,00 para entrega em fevereiro e pagamento em abril, e R$ 151,00 para entrega em março, também com pagamento em abril).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹
1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).
Sustentabilidade
Como ficaram as cotações da soja no fim desta semana? Saiba os preços por região

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com poucas alterações nesta sexta-feira (25), em um ambiente de baixa movimentação e poucas ofertas. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que algumas praças do mercado interno registraram recuo nos preços, com certo alívio nos basis locais.
Nos portos, o cenário permaneceu parado, sem reporte de movimentos firmes. Segundo Silveira, o quadro geral foi de poucas ofertas e de um mercado bastante travado, situação que também predominou ao longo da semana.
Na Bolsa de Chicago, a sessão foi marcada por bastante volatilidade, com o mercado encerrando com leves ganhos no spot. O dólar atingiu bons níveis ao longo do dia e ajudou a segurar os movimentos de queda registrados em tela.
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): manteve em R$ 156,00
- Santa Rosa (RS): manteve em R$ 157,00
- Cascavel (PR): manteve em R$ 151,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 147,00
- Dourados (MS): subiu de R$ 147,50 para R$ 148,00
- Rio Verde (GO): desceu de R$ 148,00 para R$ 147,00
Nos portos, em Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 162,00. Em Rio Grande (RS), as referências não saíram de R$ 164,00.
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em leve alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta sexta-feira (25). Após operar em baixa durante parte da sessão, o mercado reverteu o movimento, enquanto os participantes seguem à espera de detalhes dos acordos comerciais entre Estados Unidos e China após a cúpula realizada na quinta-feira (24).
Embora o governo dos Estados Unidos tenha informado que acordos comerciais foram firmados para determinados produtos, os detalhes serão divulgados apenas na segunda-feira. A aguardada cúpula entre os dois países, até o momento, não resultou em novos compromissos chineses para compras de produtos agrícolas norte-americanos.
A queda do petróleo pressionou as cotações durante a sessão. Os preços recuaram diante de notícias sobre possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã para uma reabertura gradual do Estreito de Ormuz, após o barril superar US$ 108 na sessão anterior.
Em sentido contrário, as chuvas persistentes no Meio-Oeste dos Estados Unidos atrasam o início da colheita em algumas regiões e restringem a oferta disponível para processamento.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 2,25 centavos de dólar ou 0,17%, a US$ 13,19 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,32 3/4 por bushel, com avanço de 1,00 centavo de dólar ou 0,07%.
Na semana, a posição novembro/26 registrou ganho acumulado de 1,25%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,80 ou 0,48%, a US$ 370,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,84 centavos de dólar, com ganho de 0,29 centavo ou 0,42%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,17%, sendo negociado a R$ 5,1847 para venda e a R$ 5,1827 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1732 e a máxima de R$ 5,2137. Na semana, o dólar acumulou alta de 0,72% ante o real.
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