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Sustentabilidade

Boletim de Inteligência de Mercado Abrapa – 25/07/2025 – MAIS SOJA

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Destaque da Semana – A falta de clareza sobre o impacto dos acordos comerciais recém-anunciados pelos EUA, a incerteza sobre as demais negociações e a indefinição da safra no hemisfério Norte contribuíram para mais uma semana de mercado estável.

Canal do Cotton Brazil – Receba informações exclusivas sobre o mercado de algodão clicando aqui: https://bit.ly/Canal-CottonBrazil.

Algodão em NY – O contrato Dez/25 fechou nesta quinta 24/jul cotado a 68,71 U$c/lp (+0,2% vs. 24/jul). O contrato Dez/26 fechou em 70,00 U$c/lp (-0,1% vs. 24/jul).

Basis Ásia – Basis médio do algodão brasileiro posto Leste da Ásia: 913 pts para embarque Ago/Set-25 (Middling 1-1/8″ (31-3-36)), fonte Cotlook 24/jul/25.

Altistas 1 – Apesar do estado das lavouras ter melhorado nos EUA, notícias de clima quente no Texas , um dos principais estados produtores de algodão no país, e no Delta geraram certo temor no mercado esta semana.

Altistas 2 – Índia e Reino Unido firmaram um acordo de livre comércio que elimina tarifas, concluindo um acordo entre duas grandes economias em um momento em que as políticas tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump, continuam a causar disrupções no comércio global.

Baixistas 1 – Desafios fundamentalistas como excesso de oferta continuam pressionando o mercado.

Baixistas 2 – As tensões geopolíticas aumentam a incerteza. As disputas comerciais entre EUA os demais países e as tarifas retaliatórias chinesas têm gerado alerta no mercado, enquanto as altas taxas de juros elevam os custos de produção.

Brazilian Cotton Dialogues 1 – Boas práticas e preservação ambiental foram o destaque da imersão “Brazilian Cotton Dialogues”, realizada pela Abrapa/Cotton Brazil nesta semana com 15 representantes da indústria têxtil, ongs e marcas mundiais.

Brazilian Cotton Dialogues 2 – Na programação, visitas a fazendas, algodoeiras e laboratórios de três dos principais estados produtores (MT, BA e GO). A iniciativa fomentou o ambiente de diálogo, em um espaço aberto a perguntas e trocas de experiências.

Brazilian Cotton Dialogues 3 – Em Cuiabá, durante um workshop, foram apresentados três cases de cotonicultura sustentável realizados pela Amaggi, Scheffer e Bom Futuro.

Brazilian Cotton Dialogues 4 – Participaram da missão “Brazilian Cotton Dialogues” marcas internacionais, o ITMF (principal entidade do setor têxtil global), consultores, fiações, ONGs e empresas representantes de outros elos da cadeia.

Tarifas 1 – Em 1/ago, termina a moratória tarifária dos EUA para vários países, criando incertezas no mercado de algodão. As negociações com a China têm prazo até 12/ago, com esperança de extensão para evitar as tarifas de até 145%.

Tarifas 2 – Maior fornecedor de algodão aos EUA em 2025, a Índia avança em negociações, mas resiste a abrir seu mercado agrícola e reduzir subsídios a produtores locais. Paquistão busca reduzir a tarifa de 29%.

Tarifas 3 – Vietnã terá tarifas de 20% (produtos locais) e 40% (transbordos, visando China). Acordos bilaterais incluem a compra de US$ 3 bilhões em produtos agrícolas dos EUA, mas sem menção ao algodão.

Tarifas 4 – Bangladesh teve tarifa reduzida de 37% para 35%, o que ainda pesa. Para compensar, comprometeu-se a comprar 700 mil tons de trigo dos EUA. Indonésia e UE negociam taxas menores (19% e 15% respectivamente).

China 1 – A China lançou trens exclusivos para escoamento de algodão de Xinjiang em 20/jul. O objetivo é acelerar a logística e fortalecer o elo com as principais regiões têxteis do país, como Guangdong e Jiangsu.

China 2 – O tempo de transporte foi reduzido de cerca de 14 dias para apenas 6 dias em rotas norte‑sul. Até agora, foram transportadas 234 mil tons de algodão, fios e tecidos de Xinjiang, consolidando a cadeia têxtil regional e reduzindo custos logísticos.

China 3 – Importações chinesas de algodão em junho atingiram apenas 27,4 mil tons (mínimo histórico), com Turquia (25% do total), Austrália (23%) e Brasil (21%) como principais fornecedores.

China 4 – No acumulado de 11 meses, a China importou 1,08 milhão tons (vs. 3,06 milhões em 2024). Brasil lidera (45%), seguido pela Austrália (23%), enquanto os EUA caíram de 35% para 18%.

China 5 – Futuros da bolsa de Zhengzhou (ZCE) subiram 890 yuans/tonelada (6,7%) desde o fim de maio. Esta alta é impulsionada pela expectativa de oferta mais apertada no verão, após consumo maior que o previsto.

China 6 -Diferença entre futuros chineses (ZCE) e de Nova York (ICE) chegou a U$c 21,5/lp. Com isso, traders estão aproveitando e fechando negócios com algodão brasileiro, mas estoques ainda estão com comerciantes locais, sem destino final às fiações.

Bangladesh 1 – A Bangladesh Textile Mills Association (BTMA) protesta contra o novo imposto antecipado de 2% sobre o algodão importado e o aumento do tributo sobre fios locais, alertando para o risco de colapso da indústria.

Bangladesh 2 – Em resposta às medidas, a associação suspendeu a retirada de contêineres de algodão e exigiu a revogação imediata das políticas fiscais “autodestrutivas”.

Bangladesh 3 – A BTMA também cita alta nos juros bancários (até 16%), energia cara e incerteza no fornecimento como fatores que agravam a situação das fábricas têxteis.

Paquistão – Os produtores de algodão do Paquistão se beneficiaram de uma estação de monções. Até agora, houve enchentes limitadas, mas com a continuidade das chuvas em várias regiões, os riscos estão aumentando.

Índia – Nos primeiros dez meses da temporada, as importações de algodão pela Índia chegaram a 569.019 tons , sendo os principais fornecedores Austrália (21%), Brasil (20%) e ZFA (19%).

Indonésia 1 – A Indonésia importou 38.717 tons de algodão em maio, um aumento de 43% em relação a abril e 11% ante maio/2023, com o Brasil respondendo por quase metade deste volume.

Indonésia 2 – Nos primeiros 10 meses da temporada, as importações de algodão totalizaram 344.216 tons, com Brasil como principal fornecedor (44%), seguido por Austrália (28%) e EUA (17%).

Coreia do Sul – No acumulado de 11 meses, as importações de algodão pela Coreia do Sul totalizaram 64.265 tons (acima das 55.810 em 2023/24), com Brasil (64%) e EUA (30%) como principais fornecedores.

Exportações – As exportações brasileiras de algodão somaram 81,9 mil tons na terceira semana de julho. A média diária de embarque é 19,4% menor que no mesmo período em 2024.

Colheita 2024/25 – Até ontem (24/07) foram colhidos no estado da BA (42%), GO (55,8%), MA (50%), MG (55%), MS (57%), MT (10%), PI (63%), PR (95%) e SP (93%). Total Brasil: 20,23%.

Beneficiamento 2024/25 – Até ontem (24/07) foram beneficiados nos estados da BA (19%), GO (13,5%), MA (5%), MG (19%), MS (15%), MT (0,9%), PI (28%), PR (80%) e SP (95%). Total Brasil: 6,19%.

Preços – Consulte tabela abaixo ⬇

Quadro de cotações para 24-07

Este boletim é produzido pelo Cotton Brazil – cottonbrazil@cottonbrazil.com

Fonte: Abrapa



 

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Sustentabilidade

USDA decepciona, Conab projeta safra e atenção segue no clima irregular nas lavouras de soja

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Foto: Pixabay

O mercado internacional de soja segue monitorando dois fatores centrais, com o ritmo das vendas de soja americana para a China e o desenvolvimento das lavouras na América do Sul. Segundo a consultoria Safras & Mercado, ambos empurraram as cotações em Chicago para baixo ao longo da semana, o que também travou o mercado interno brasileiro, mantendo os produtores retraídos e priorizando as atividades de campo.

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Houve novos registros de compras chinesas nos Estados Unidos, mas analistas seguem céticos quanto ao cumprimento do acordo firmado entre Pequim e Washington no final de outubro. Inicialmente, esperava-se a aquisição de 12 milhões de toneladas até o final do ano, mas o prazo foi estendido para fevereiro, e ainda há dúvidas sobre a concretização plena desse volume.

O relatório de dezembro do USDA, divulgado na terça-feira, frustrou o mercado ao manter o quadro geral dos Estados Unidos inalterado. As expectativas estavam concentradas nas exportações e o Departamento não deu nenhum sinal concreto de retomada, tampouco reconheceu o ritmo lento dos embarques.

Números do USDA

O USDA projetou a safra norte-americana em 4,253 bilhões de bushels (115,74 milhões de toneladas) para 2025/26, com produtividade de 53 bushels por acre, repetindo novembro. Os estoques finais foram mantidos em 290 milhões de bushels (7,89 milhões de toneladas), abaixo da aposta do mercado. Para 2024/25, o relatório trouxe estoques de 316 milhões de bushels, exportações de 1,882 bilhão e esmagamento de 2,445 bilhões.

Globalmente, o USDA aponta produção de 422,54 milhões de toneladas em 2025/26 e 427,15 milhões em 2024/25. Os estoques finais foram estimados em 122,37 milhões e 123,24 milhões de toneladas, respectivamente, levemente abaixo do esperado. A safra brasileira segue estimada em 175 milhões de toneladas em 2025/26, enquanto para 2024/25 a projeção permanece em 171,5 milhões. A Argentina aparece com 48,5 milhões para 2025/26. As importações chinesas continuam projetadas em 112 milhões de toneladas para 2025/26.

Safra brasileira

As safras do Brasil e da Argentina evoluem em bom ritmo, reforçando a percepção de ampla oferta global. A Conab projeta a produção brasileira em 177,124 milhões de toneladas em 2025/26, crescimento de 3,3% sobre a safra anterior. A área plantada deve atingir 48,94 milhões de hectares, avanço de 3,4%, com produtividade estimada em 3.620 quilos por hectare.

Segundo a Conab, o Sul avançou rapidamente no plantio com as chuvas de novembro, enquanto Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Minas Gerais enfrentaram irregularidade hídrica, atrasando os trabalhos. A segunda metade do mês trouxe normalização das precipitações, permitindo aceleração do plantio nas regiões afetadas.

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Boro: Quanto aplicar e qual o impacto na produtividade da soja? – MAIS SOJA

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O Boro (B) é um micronutriente essencial para o crescimento e desenvolvimento da soja. Embora seja requerido em pequenas quantidades, desempenha funções metabólicas fundamentais na planta. Do ponto de vista fisiológico, o Boro participa da estruturação da parede celular e de processos relacionados ao crescimento celular, como divisão e elongação celular, translocação de açúcares e regulação hormonal (Tagliapietra et al., 2022). Além disso, esse micronutriente está diretamente associado à germinação do pólen, à elongação do tubo polínico e à fecundação (Furlani et al., 2001), sendo, portanto, crucial durante a fase reprodutiva da cultura.

Em soja, estudos demonstram que a adequada adubação com Boro, pode proporcionar ganhos significativos de produtividade, especialmente em áreas cuja limitação de Boro restringe o potencial produtivo da lavoura. Em casos de deficiência desse micronutriente na cultura da soja, pode-se observar sintomas como engrossamento e enrugamento das folhas, a clorose internerval, pontas curvadas para baixo, morte dos ponteiros, inibição do florescimento e paralização do crescimento radicular (Santos & Consonni, 2024). Além das características supracitadas, a deficiência de Boro pode afetar negativamente a fase reprodutiva da soja, exercendo influência sobre a formação de componentes de produtividade essenciais para altos rendimentos.

Figura 1. Sintomas de deficiência de Boro em folhas de soja.
Fonte: Santos & Consonni (2024)

Entretanto, mesmo que repostas positivas sejam observadas em função da adubação com Boro em soja, vale destacar que elevadas doses desse micronutriente podem desencadear efeitos fitotóxicos à cultura, resultando entre outros sintomas, no surgimento de manchas marrons nas bordas das folhas, que evoluem para necrose e pontuações entre as nervuras (Santos & Consonni, 2024).

Avaliando a produtividade a soja em função da adubação com diferentes doses de Boro, Saldanha (2024) observou que, as melhores repostas de produtividade da soja são observadas com 2 kg ha-1 de Boro. Entretanto, para efeito de manejo, deve-se considerar o teor de Boro presente no solo e a requerimento nutricional da soja, para dada expectativa de produtividade.

Figura 2. Produtividade de soja em função de doses e do teor de Boro no solo.
Fonte: Saldanha (2024)

Resultados similares também foram observados por Santini et al. (2015), que observou que a adubação com Boro até 2 kg ha-1 pode resultar em incrementos de produtividade de até 10%. Sobretudo, para resultados expressivos em função da adubação com Boro, é preciso posicionar adequadamente esse micronutriente durante o ciclo da soja.

Quando aplicar Boro em soja ?

Mesmo que diversas fontes de Boro possam ser utilizadas na agricultura, as fontes mais utilizadas incluem Bórax, Ácido bórico e Solubor®, com respectivamente 11%, 17% e 20-21% de Boro em suas formulações. Visando maximizar a eficiência desse insumo e a sua utilização pela planta, recomenda-se que a adubação com Boro em soja seja realizada em V2 ou R2 (início do florescimento).
Por se tratar de pequenas quantidades, esse fertilizante pode ser aplicado em conjunto a defensivos agrícolas em pós-emergência da cultura. Vale destacar que para melhores resultados, deve-se considerar o pH do solo, uma vez que ele exerce influência direta sobre a disponibilidade de Boro na solução do solo.


Veja mais: Boro pode ser aplicado junto a herbicidas na soja?


Referências:

FURLANI, A. M. C. et al. EXIGÊNCIA A BORO EM CULTIVARES DE SOJA. Revista Brasileira de Ciência do Solo, 2001. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/rbcs/a/fBcQt6NPdJbdCHQsMwtw4Xr/?format=pdf&lang=pt >, acesso em: 12/12/2025.

SALDANHA, E. C. M. FERTILIZAÇÃO BORATADA AUMENTA PRODUTIVIDADE DA SOJAEM SOLO ARGILOSO. Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v.37, n.1, 2024. Disponível em: < https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/rac/article/view/1798/1657 >, acesso em: 12/12/2025.

SANTINI, J. M. K. et al. ADUBAÇAO BORATADA NA CULTURA DA SOJA EM ÁREA DE CERRADO. XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2015. Disponível em: < SANTINI, J. M. K. et al. ADUBAÇAO BORATADA NA CULTURA DA SOJA EM ÁREA DE CERRADO. XXXV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2015. Disponível em: <  https://www.eventossolos.org.br/cbcs2015/arearestrita/arquivos/843.pdf >, acesso em: 12/12/2025.

SANTOS, M. S.; CONSONI, A. C. GUIA ILUSTRADO DE DEFICIÊNCIAS NUTRICIONAIS DA SOJA. Métrics, 2024. Disponível em: < https://conteudo.maissoja.com.br/guia-ilustrado-de-deficiencias-nutricionais >, acesso em: 12/12/2025.

TAGLIAPIETRA, E. L. et al. ECOFISIOLOGIA DA SOJA: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 2, 2022.

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Sustentabilidade

Farmers Edge anuncia nova marca de tecnologia corporativa — Corvian — elevando a área de “Managed Services” a uma divisão global independente – MAIS SOJA

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A Farmers Edge Inc. anunciou hoje uma evolução estratégica em sua estrutura corporativa com o lançamento da Corvian, uma nova marca de tecnologia corporativa dedicada exclusivamente à habilitação tecnológica e à transformação digital.

A Corvian posiciona a principal oferta da empresa, “Managed Services”, como uma divisão global independente, conferindo-lhe identidade própria, um modelo operacional de nível empresarial e a missão de apoiar as maiores organizações dos setores agrícola, alimentício, energético e de seguros na ampliação de programas digitais em suas cadeias de suprimentos.

“A Corvian marca uma mudança decisiva em nossa evolução”, afirma Vibhore Arora, CEO da Corvian. “Ela fornece a estrutura e a capacidade de execução em nível corporativo para apoiar as organizações mais complexas do mundo e nos posiciona para liderar a próxima era da transformação digital na agricultura e nas cadeias de suprimentos globais.”

Uma divisão criada para execução em nível corporativo

A Corvian irá se concentrar em três soluções principais:

Consultoria & “Outsourcing” de Talentos — design de programas, talentos técnicos e execução operacional
“White-Labeling” & Licenciamento de Dados e Soluções Digitais — soluções digitais de sustentabilidade e agronomia para implantação corporativa
Customização de Projetos — criação de soluções digitais em nível Empresarial.

Essas ofertas são suportadas por uma base técnica sem igual no setor: 36 patentes em AgTech, 40,5 milhões de hectares de dados processados e 3,3 milhões de hectares digitalizados para programas de carbono na América do Norte.

Essa profundidade de inteligência validada em nível de campo permite que empresas globais integrem sistemas agrícolas, operem programas digitais complexos e entreguem resultados verificados em escala.

O negócio tradicional continua como Farmers Edge Inc.

Enquanto a Corvian expande sua atuação no mercado de tecnologia corporativa, o negócio tradicional voltado ao produtor continuará operando sob o nome Farmers Edge.

A Farmers Edge Labs também seguirá como uma marca corporativa independente ao lado da Corvian, fornecendo análises avançadas de solo, ‘insights’ agronômicos e dados e inteligência em nível de campo. Todos os serviços existentes continuarão operando sem interrupções.

Por que isso é importante

A agricultura e os setores de cadeia de suprimentos estão entre os mais tradicionais e operacionalmente complexos do mundo — muitos deles baseados em décadas de processos manuais, sistemas legados e fluxos de trabalho em papel.

Mesmo CEOs e CTOs comprometidos com a digitalização enfrentam desafios como dados fragmentados, infraestrutura obsoleta e capacidade técnica interna limitada.

A Corvian foi criada para preencher essa lacuna: um parceiro de transformação que ajuda empresas a modernizar sistemas centrais e acelerar a adoção digital com inteligência, capacidade de execução e disciplina de nível empresarial — elementos historicamente ausentes no setor.

Os desafios que a Corvian busca resolver incluem:

Ecossistemas tecnológicos fragmentados e ferramentas desconectadas
Alto custo e complexidade da transformação digital, com capacidade técnica interna limitada
Crescentes demandas por produtividade e eficiência
Aumento do risco para seguradoras, instituições financeiras e parceiros da cadeia de suprimentos
Regras complexas de sustentabilidade, regulamentação e conformidade
Lacunas na qualidade, governança, verificação e relatórios de dados em nível de campo
Um crescente “gap de execução”: organizações sabem o que precisam alcançar, mas não possuem a infraestrutura para entregar
Falta de um parceiro confiável e capaz de transformação digital ponta a ponta com expertise relevante no setor.

“Em toda a cadeia de valor agrícola — de CPGs e indústrias de agroquímicos a ‘tradings’ e seguradoras — o diferencial já não é mais acesso a dados, mas sim a capacidade de executar com eles”, afirma Amit Pradhan, vice-presidente de Estratégia da Corvian.

“As empresas querem velocidade, confiabilidade e um modelo de entrega sem atritos que se integre às suas operações sem interrupção. Essa nova marca fortalece nosso papel como parceiro de execução, ajudando os clientes a transformar estratégia em impacto real e mensurável, com clareza e confiança.”

Ao estabelecer “Managed Services” como uma divisão independente, apoiada por duas décadas de inteligência agronômica e infraestrutura proprietária, a Farmers Edge se posiciona como um dos únicos habilitadores tecnológicos ponta a ponta na agricultura.

A Corvian permite que empresas construam, implantem e escalem programas digitais complexos com um parceiro que entende tanto o campo quanto o nível executivo.

Visite https://corvian.com/ para conhecer as soluções.

Sobre a Corvian
A Corvian é o parceiro de tecnologia corporativa e transformação digital para os setores de agricultura, alimentos, energia, seguros, CPG, finanças e cadeias de suprimentos sustentáveis.

Apoiados pela Fairfax Financial (TSX: FFH) e fundamentados em mais de 30 patentes em AgTech, profundo conhecimento setorial, vasta experiência de campo e infraestrutura de nível corporativo, a Corvian viabiliza a transformação digital em escala empresarial.

Seu modelo de “Managed Services” ponta a ponta unifica dados, tecnologia e entrega disciplinada para modernizar sistemas centrais e acelerar iniciativas digitais.

Com arquitetura, governança e escala robustas, a Corvian cria a base para a transformação digital em toda a empresa.

A Corvian atua como a divisão de tecnologia corporativa da Farmers Edge Inc..

Fonte: Assessoria de Imprensa Corvian



 

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