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11 de junho de 2026

Sustentabilidade

Análise Mensal do Mercado do Milho – MAIS SOJA

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Os preços do milho acumularam mais um mês de queda no mercado brasileiro em junho, refletindo sobretudo as boas condições climáticas durante o desenvolvimento da segunda safra do cereal no Brasil que reforçam as expectativas de produção volumosa na temporada 2024/25.

Além da perspectiva de oferta elevada, as limitações na capacidade de armazenamento e a pressão exercida por compradores também explicam o movimento de baixa dos preços do milho. As desvalorizações externas e do dólar reforçaram as quedas internas, à medida que reduzem a paridade de exportação.

Apenas no final do mês que os recuos foram limitados pontualmente em algumas regiões pelo atraso na colheita da segunda safra – chuvas interromperam as atividades de campo.

PREÇOS – O Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu 3% no acumulado de junho, fechando a R$ 67,02/saca de 60 kg no dia 30. A média mensal cedeu expressivos 7% em relação a maio, para o menor patamar do ano, em termos nominais. Na média das regiões pesquisadas pelo Cepea, o cereal se desvalorizou 8,1% no mercado de balcão (ao produtor) e 6,5% no de lotes (negociação entre empresas) também no acumulado de junho. A médias mensais ficaram 8,2% e 7,8% inferiores às de maio, respectivamente.

Já na B3, o primeiro vencimento subiu sobretudo no final de junho, quando as chuvas interromperam o avanço da colheita nas regiões produtoras de segunda safra. O contrato Jul/25 avançou 1%, fechando a R$ 63,44/sc de 60 kg no dia 30.

EXPORTAÇÕES – Os embarques brasileiros de milho voltam a se aproximar do volume exportado no mesmo período de 2024. Dados da Secex mostram que, na parcial de junho (14 dias úteis), foram enviadas 69,52 mil toneladas do cereal, ante as 69,93 mil toneladas de junho/24. Já os preços, influenciados pelas quedas internacionais e pela desvalorização do dólar, recuaram em junho. Em Paranaguá (PR), houve baixa de 3,9% no acumulado do mês; no mesmo período, o dólar se desvalorizou 5%, cotado a R$ 5,43.

ESTIMATIVAS – Dados divulgados em junho pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) apontam produção brasileira da safra 2024/25 em 128,25 milhões de toneladas, 1,37 milhão de toneladas a mais que o indicado na estimativa de maio. O reajuste ocorreu sobretudo devido à maior produção da segunda safra, que deve registrar boa produtividade por conta do clima favorável.

Especificamente para a segunda safra, são projetadas 101 milhões de toneladas, acima das 99,8 milhões de toneladas estimadas em maio, 12% superior à produção da safra anterior e ainda a segunda maior da série história da Conab. Para a primeira safra, a melhora na produtividade elevou a produção para 24,82 milhões de toneladas, 8% acima da anterior. Já a terceira safra apresenta queda de 2,4%, para 2,42 milhões de toneladas, decorrente da redução de 5% na produtividade.

Quanto ao consumo interno, a Conab praticamente manteve a estimativa em 89,39 milhões de toneladas. Os números de exportações e importações também foram mantidos, em respectivos 34 milhões de toneladas e em 1,7 milhão de toneladas. Caso as projeções se concretizem, o Brasil teria, ao final de janeiro de 2026, estoque de passagem de 8,41 milhões de toneladas, acima das 1,84 milhão da safra passada, mas abaixo das 9,19 milhões de toneladas da média dos últimos cinco anos.

Também em relatório divulgado em junho, o USDA manteve as produções brasileira e argentina para a safra 2025/26 em respectivos 131 milhões e 53 milhões de toneladas; para os Estados Unidos, a colheita é estimada em 401,84 milhões de toneladas, um recorde. Com isso, o volume mundial da temporada é projetado pelo USDA em 1,26 bilhão de toneladas, estável frente ao apontado em maio. O consumo é calculado em 1,27 bilhão de toneladas. No entanto, o estoque global caiu de 277,84 milhões de toneladas em maio para 275,23 milhões de toneladas em junho, devido à redução dos estoques norte-americanos.

CAMPO – A colheita da segunda safra avançou por todos os estados produtores em junho, chegando à média nacional 17% até o dia 28, mas ainda abaixo dos 28,2% registrados no mesmo período de 2024, segundo a C No Paraná, a Seab/Deral mostra que 16% da área havia sido colhida até 30 de junho, forte atraso de 37 pontos percentuais em relação há um ano. A Seab/Deral apontou a área do estado em 2,76 milhões de hectares (aumento anual de 9%) e produção de 16,53 milhões de toneladas (27% maior que em2023/24).

O Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) indica que 27%foram colhidos até o dia 27 de junho, atraso de 35 p.p. em relação à temporada anterior. Já para Mato Grosso do Sul, a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) aponta que 4,3% da área estadual havia sido colhida até o dia 20 de junho. Quanto à safra verão, a colheita somava 95,4% da área nacional até o dia 28de junho, segundo a Conab, acima dos 95% da média dos últimos cinco anos.

INTERNACIONAL – Os vencimentos seguiram acumulando quedas em junho, pressionados pelo avanço da colheita brasileira, que pode aumentar a oferta no mercado global, e por previsões indicando produção elevada nos Estados Unidos.

Com isso, os contratos Jul/25 e Set/25 recuaram 5,3% e 3,3% entre 30 de maio e 30 de junho, encerrando o intervalo a US$ 4,205/bushel (US$165,54/t) e a US$ 4,0925/bushel (US$ 161,11/t), nesta ordem.

Quanto às lavouras norte-americanas, o USDA aponta que, até o dia 30 de junho, 73% apresentavam boas condições, em linha com as 70% do mesmo período de 2024. Na Argentina, relatório da Bolsa de Cereais de Buenos Aires mostra que a colheita chegou a 55,3% da área nacional até o dia 25.

Confira o Agromensal do Milho de Junho/2025 completo, clicando aqui!

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:AGROMENSAIS JUNHO/2025

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

Capacidade de armazenagem agrícola cresce 1,1% e chega a 233,8 milhões de toneladas no 2 semestre de 2025

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No 2º semestre de 2025, a capacidade disponível para armazenamento no Brasil foi de 233,8 milhões de toneladas, 1,1% superior ao semestre anterior. O número de estabelecimentos (9.668) cresceu 0,5% frente ao primeiro semestre de 2025.

Neste período, apenas a Região Sul apresentou redução no número de estabelecimentos, enquanto as demais apresentaram aumento, com destaque para a Região Norte, que subiu 4,7%; seguido do Nordeste (1,9%); Sudeste (1,5%) e Centro-Oeste (0,3%).

Em relação aos estoques dos cinco principais produtos agrícolas existentes nas unidades armazenadoras, em 31/12/2025, os estoques de milho representaram o maior volume (22,8 milhões de toneladas), seguidos pelos estoques de soja (7,3 milhões), trigo (6,0 milhões), arroz (2,9 milhões) e café (0,8 milhão). Estes produtos constituem 90,3% do total estocado entre os produtos monitorados por esta pesquisa, sendo os 9,7% restantes compostos por algodão, feijão preto, feijão de cor, e outros grãos e sementes. No total, a pesquisa levantou 44,1 milhões de toneladas de produtos que monitora.

Capacidade dos silos atinge 124,7 milhões de toneladas, com alta de 1,2%

O total de capacidade útil disponível no Brasil para armazenamento, registrado no segundo semestre de 2025, em estabelecimentos ativos na pesquisa, foi de 233,8 milhões de toneladas, 1,1% superior ao semestre anterior. Em termos de capacidade útil armazenável, os silos predominam no País, tendo alcançado 124,7 milhões de toneladas, o que representa 53,3% da capacidade útil total. Em relação ao semestre anterior, os silos apresentaram um acréscimo de 1,2% na capacidade.

Na Região Sul, os silos são responsáveis por 65,6% da capacidade armazenadora regional. A Região concentra 42,7% da capacidade total de silos do País.

Os armazéns convencionais, estruturais e infláveis predominam na Região Sul (34,1%), seguida pela Região Sudeste (32,2%). Essas Regiões são, respectivamente, grandes produtoras de arroz e café, produtos que são armazenados em sacarias e que utilizam este tipo de armazém. O Sul e o Sudeste, juntos, correspondem a 66,3% da capacidade total de armazéns convencionais, estruturais e infláveis do país.

Na distribuição dos tipos de armazenagem, por Unidade da Federação, o Rio Grande do Sul possui o maior número de estabelecimentos de armazenagem (2.444), seguido do Mato Grosso, com 1.799 e Paraná, com 1.372 unidades.

Mato Grosso possui a maior capacidade de armazenagem do País, com 64,2 milhões de toneladas. Deste total, 58,8% são do tipo graneleiros e 37,1% são silos. O Rio Grande do Sul e o Paraná possuem 38,9 e 35,7 milhões de toneladas de capacidade, respectivamente, sendo o silo o tipo de armazém predominante nesses Estados. A capacidade instalada está diretamente relacionada com a distribuição da produção de grãos no País.

Entre os dez municípios com maior capacidade instalada no País, sete se encontram no Mato Grosso, sendo Sorriso o que possui maior capacidade do País com 5,9 milhões de toneladas . Os armazéns graneleiros são responsáveis por 76,4% da capacidade total municipal, que é o maior produtor nacional de soja e milho. Sorriso responde por 9,1% da capacidade de armazenagem do Estado e, juntamente a Nova Mutum, Primavera do Leste, Sinop, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Lucas do Rio Verde respondem por 37,8% da capacidade estadual.

Em Goiás, o destaque é a municipalidade de Rio Verde, que responde por 14,5% da capacidade de armazenagem do Estado. Ponta Grossa se destaca com a maior capacidade de armazenagem instalada do Paraná e o sétimo município do País, com 2,6 milhões de toneladas, sendo o graneleiro o principal tipo de estrutura (48,8%), seguido pelos silos, com 41,4%.

Em São Paulo, o destaque é Santos, onde se encontra o maior porto do país, que possui 15,0% da capacidade de armazenamento estadual, sendo predominantes os graneleiros com 60,5% da capacidade de armazenagem santista.

A série histórica da Pesquisa de Estoques mostra que desde 1997, a capacidade útil total instalada teve um acréscimo de 112,5%, passando de 110,0 para 233,8 milhões de toneladas.

Fonte: IBGE



FONTE

Autor:IBGE

Site: IBGE

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Sustentabilidade

Chicago fecha a soja em alta por compras de barganha e ganhos do petróleo – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após atingir o menor patamar em cerca de quatro meses, os agentes aproveitaram para reposicionar suas carteiras através de compras de barganha. A alta do petróleo ajudou neste movimento, com os participantes buscando se posicionar frente ao relatório de amanhã do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O USDA deverá, no seu relatório de junho, indicar leve redução nas suas estimativas para safra e estoques de passagem norte-americanos em 2026/27. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na quinta, 11, às 13h.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos EUA em 2026/27 deverá ficar em 4,433 bilhões de bushels. Em maio, a previsão era de 4,435 bilhões.

Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número 309 milhões de bushels, contra 310 milhões projetados anteriormente. Para 2025/26, a previsão é de que o Departamento reduza seu número de 340 milhões para 336 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 125,3 milhões de toneladas, subindo frente ao atuais 124,8 milhões. Para 2025/26, o USDA deverá aumentar sua estimativa de 125,1 milhões para 125,7 milhões de toneladas.

O USDA, na avaliação do mercado, deverá elevar a sua estimativa para a safra brasileira, de 180 milhões para 180,4 milhões de toneladas em 2025/26. Já a previsão para a produção argentina em 2025/26 deverá ser elevada de 48 milhões para 48,6 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 9,25 centavos de dólar, ou 0,83%, a US$ 11,23 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,27 3/4 por bushel, com elevação de 9,00 centavos de dólar ou 0,80%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 0,80 ou 0,26% a US$ 301,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 75,33 centavos de dólar, com ganho de 0,42 centavo ou 0,56%.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Senado aprova projeto de socorro ao endividamento rural – MAIS SOJA

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Os senadores deram aval para o projeto de lei (PL 5122/2023) que garante socorro aos produtores rurais endividados em todo o país. A proposta traz mecanismos para ajudar na repactuação das dívidas rurais e foi aprovada, nesta quarta-feira (10), no Plenário do Senado. Um dos instrumentos é a criação de uma linha especial com recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de fundos constitucionais para dívidas das regiões Norte e Nordeste.

A proposição foi discutida novamente com o Ministério da Fazenda nesta tarde, porém não houve acordo, como relataram os parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e o relator da matéria, senador Renan Calheiros (MDB-AL). Durante a votação, a vice-presidente da FPA no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS), destacou que houve a tentativa de diálogo, porém, a equipe econômica não se sensibilizou. Apesar disso, ela destacou que ainda é possível ajustes, já que o texto retorna à Câmara dos Deputados (entenda o que o projeto prevê).

“Nós tentamos esgotar todos os pontos que eram preocupantes e hoje nós não estamos falando de um problema de eleição. Estamos falando de um segmento que carrega o Brasil que é a agricultura brasileira. E ela passa por um momento terrível: temos as commodities em baixa, juros em alta, plantamos uma safra com dólar a R$ 6 e estamos colhendo com dólar a R$ 5. Isso é mortal para os preços dos agricultores, fora o problema climático que o Rio Grande do Sul teve”, declarou a senadora.

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos -PR) também comentou sobre as tratativas: “Tentamos fazer com que o governo entendesse a necessidade disso”. Ele comemorou a aprovação simbólica no Senado e indicou que a bancada irá trabalhar para acelerar a análise na Câmara.

“Uma vitória extremamente importante da possibilidade de renegociar as dívidas dos produtores rurais. São 10 anos para pagar e mais três anos de carência. Os fundos também foram envolvidos. São R$ 170 bilhões para a gente resolver o problema do endividamento dos nossos produtores “, disse.

Alterações garantem operações feitas até 2026

No texto final aprovado em Plenário, o relator acolheu algumas emendas e modificou a redação para abarcar, por exemplo, operações renegociadas ou prorrogadas até 30 de abril de 2026 e que estejam em situação de adimplência na data em que foi feita a contratação. Além disso, foi mantido o uso do Fundo Social e dos fundos supervisionados pelo Ministério da Fazenda, porém sem colocar um limite de valor. A utilização para a linha especial é autorizativa.

Além disso, as condições da linha especial foram mantidas:

  • juros variando entre 3,5% e 7,5%, de acordo com o porte do produtor;
  • limite de até R$ 10 milhões por beneficiário e de até R$ 50 milhões para cooperativas e associações;
  • prazo de pagamento de até 10 anos, com três de carência, podendo chegar a um prazo final de 15 anos, em casos especiais.

“Esse projeto abrange todos os estados brasileiros. A maioria deles enfrenta problemas relacionados à capacidade dos produtores de liquidarem suas dívidas junto aos bancos. O que o governo precisa entender é que, se não resolvermos a situação dos produtores rurais ainda neste ano, poderemos ter um problema muito mais sério no próximo, em razão dos altos custos de produção da próxima safra”, afirmou o também vice-presidente da FPA, senador Jaime Bagattoli (PL-RO).

Outra novidade incorporada depois da discussão com a base governista foi um dispositivo para que as retiradas do Fundo Social não impactem recursos para educação e saúde. A medida já estava prevista, porém, foi reforçada no novo relatório.

Já o coordenador da Comissão de Orçamento da FPA, senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), afirmou que os benefícios com a pauta são maiores do que o impacto orçamentário. “Um projeto como esse vai impactar de alguma forma, mas o que ele vai trazer de resultado positivo é ainda maior. Não é gasto financeiro, é investimento num único setor da economia brasileira que tem mostrado que tem competência, que é forte, que é capaz. 52% de tudo que se exporta neste país provém do agro. Um terço dos empregos, quase 30% do PIB também provêm do agro”.

Segundo o coordenador da Comissão Trabalhista da FPA, deputado Afonso Hamm (PP-RS), a maior parte do processo foi superada. “Mais uma batalha vencida. Avançamos já 80%, graças aos colegas deputados, senadores e ao movimento de quem vive o drama dessa realidade, que são os produtores e agricultores. Esta é uma vitória importante, difícil e com vários autores”, declarou.

Veja o que disseram integrantes da FPA:

“Quando não são as intempéries da natureza que vêm afetar o produtor rural brasileiro, é a crise global provocada pelo presidente dos Estados Unidos e as sobretarifas para todos os lados. Ninguém aguenta tanto sofrimento. É hora de nós, brasileiros, defendermos aqueles que produzem, que trabalham sol a sol e que carregam este país nas costas”, disse o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

“Não é uma matéria da oposição, não é uma matéria da situação. Ela é uma matéria do Brasil, dos produtores, de quem bota comida na mesa, de quem está todo dia na lida. Vamos fazer, neste dia de hoje, justiça e espero que o governo ajude lá na Câmara e que a gente possa colocar mais rápido possível em prática”, destacou o senador Weverton (PDT-MA).

“Esse é o projeto que resgata o respeito e o reconhecimento que temos que ter com os produtores do nosso país. O nosso país só cresce às custas do agronegócio e da agricultura familiar, porque a nossa indústria está estagnada há muito tempo. Nós vamos aqui não fazer uma anistia de dívidas agrícolas. Estamos aqui propondo uma renegociação adequada”, enfatizou o senador Dr. Hiran (PP-RR).

“No meu estado, Rio Grande do Sul, em sete safras, quatro foram frustradas pela seca e uma pela enchente. Este ano, tem gente sofrendo de novo. É difícil pagarem as contas. Juros e custos altos, além de preços baixos na comercialização. Pedimos ao governo que entenda essa posição para um setor extremamente importante”, disse o senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS).

“A crise no campo é séria e precisamos entender que, sem crédito adequado e seguro rural na próxima safra, seremos muito prejudicados. A queda da produção encarece os alimentos e produz inflação, afetando nossa economia. Por isso, é fundamental aprovarmos hoje o PL 5.122”, pontuou o senador Jayme Campos (União-MT).

Fonte: Agência FPA


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FONTE

Autor:Agência FPA

Site: FPA

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