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6 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Análise Mensal do Mercado do Arroz – MAIS SOJA

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Em junho, o mercado de arroz em casca do Rio Grande do Sul registrou uma persistente “queda de braço” entre compradores e vendedores. Produtores seguiram descontentes com os preços e limitaram o volume comercializado. Ao mesmo tempo, as indústrias continuaram com dificuldades para reajustar as cotações, uma vez que a venda do arroz beneficiado se manteve lenta no mês.

Com necessidade de repor estoques, algumas unidades de beneficiamento elevaram pontualmente os preços ofertados, tentando atrair vendedores. No entanto, isso não foi suficiente para aumentar significativamente os negócios realizados, e a liquidez seguiu baixa, com parte dos agentes aguardando condições mais favoráveis para negociar.

No final de junho, a demanda internacional avançou e ajudou a limitar as baixas nos preços domésticos. Ainda assim, os negócios seguiram concentrados em lotes pontuais, já que, segundo produtores, os valores oferecidos continuam abaixo dos custos de produção, desestimulando a comercialização de volumes maiores.

PREÇOS REGIONAIS – Entre 30 de maio e 30 de junho, o Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) recuou 6%. Considerando-se as microrregiões que compõem o Indicador, houve redução de 5,10% na Campanha, a R$ 65,03/sc de 50 kg no último dia 30. Na Zona Sul e na Fronteira Oeste, os recuos foram de 5,11% e 5,92% respectivamente, a R$ 67,49/sc e a R$ 66,42/sc. Na Planície Costeira Interna e na Depressão Central, as baixas foram ainda mais expressivas no mesmo comparativo, de 6,54% e 8,54%, na mesma ordem, a R$ 67,20/sc e R$ 64,15/sc.

OUTROS RENDIMENTOS – Em relação aos demais rendimentos acompanhados pelo Cepea, a média de preços do produto com 63% a 65% de grãos inteiros recuou 5,47% entre maio e junho de 2025, a R$ 67,81/sc de 50 kg no dia 30 de junho. Para os grãos com 59% a 62% de inteiros, a baixa foi de 5,85%, a R$ 67,02/sc. Quanto ao produto de 50% a 57% de grãos inteiros, houve desvalorização de 6,13% no mesmo comparativo, a R$ 64,16/sc.

MERCADO EXTERNO – O contrato Julho/25 negociado na CBOT (CME Group) caiu 4% de 30 de maio a 30 de junho, com média de US$ 12,96/quintal (US$ 285,61/t ou US$ 14,28/sc de 50 kg), no último dia de junho. Considerando-se essa cotação e o dólar médio de R$ 5,55 no período, esse contrato, em Reais, seria de R$ 1.585,13/t, o que corresponde a aproximadamente R$ 79,25/sc de 50 kg FOB (Free on Board).

VAREJO – O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15, considerado uma prévia da inflação), divulgado pelo IBGE no dia 26, teve ligeiro avanço de 0,26% em junho. Entretanto, especificamente para o arroz, entre 16 de maio e 13 de junho, houve queda de 3,44% na média nacional, sendo a oitava baixa consecutiva.

Confira o Agromensal do Arroz de Junho/2025 completo, clicando aqui!

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:AGROMENSAIS JUNHO/2025

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

O que sustentou os preços da soja hoje? Confira as cotações em dia menos movimentado

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Foto: Famasul

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios nesta quarta-feira (5), envolvendo portos e indústria, mas o ritmo de comercialização permaneceu lento. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as cotações ficaram praticamente estáveis, com exceção de poucas praças.

Silveira destaca que a Bolsa de Chicago apresentou leves quedas, enquanto o dólar operou com volatilidade. Os prêmios, por sua vez, seguem elevados nos portos, contribuindo para a sustentação dos preços.

“O produtor continua um pouco afastado do mercado, buscando ofertas melhores. Assim, os negócios seguem restritos às necessidades da mão para a boca”, resume o analista.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 127,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa hoje, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão climática segue indicando chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias, favorecendo as lavouras. A queda do petróleo completou o cenário de pressão sobre as cotações.

Neste mês de agosto, vital para a consolidação do potencial produtivo da safra americana, o clima não tem sido motivo de preocupação, encaminhando uma produção cheia no segundo maior produtor de soja do mundo.

Após tentar recuperação na parte da manhã, o petróleo registrava perdas pela terceira sessão seguida, adicionando pressão às commodities. A possibilidade de Irã e Estados Unidos chegarem a um acordo sobre o conflito no Oriente Médio está determinando as perdas do petróleo.

Na sessão de hoje, a retração foi contida pelos sinais de demanda pela soja americana, principalmente através de compras por parte dos chineses. O recuo do dólar frente a outras moedas torna a soja dos Estados Unidos mais competitiva.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,25%, a US$ 11,74 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,89 3/4 por bushel, com retração de 3,50 centavos de dólar ou 0,29%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,87% a US$ 315,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,17 centavos de dólar, com perda de 0,35 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,1299 para venda e a R$ 5,1279 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0989 e a máxima de R$ 5,1344.

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Sustentabilidade

Algodão avança em NY com dólar fraco e alta dos mercados vizinhos – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações da pluma avançaram no dia sustentadas pelo dólar fraco contra outras moedas. A subida de mercados vizinhos, como o café e o açúcar em NY contribuíram para o suporte, além de fatores técnicos. A piora nas condições das lavouras americanas seguiu como fator positivo para os preços.

Os investidores também se posicionam para o relatório das exportações semanais norte-americanas de algodão, que será divulgado nesta quinta-feira, dia 6, às 9h30 (horário de Brasília), pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 83,02 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,56 centavo, ou de 0,7%. Março/2027 fechou a 84,71 centavos, ganho de 0,66 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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