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9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Saiba como as cotações de soja encerraram a semana; estabilidade nos preços definem o dia

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Foto: Wenderson Araujo-Trilux/CNA

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana sem grandes movimentações, com preços praticamente estáveis na maior parte das regiões produtoras e dos portos. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, algumas oportunidades surgiram ao longo do dia, mas sem volumes expressivos de negócios.

A sessão foi marcada por pouca variação nos principais formadores de preços. Enquanto os contratos futuros da soja recuaram na Bolsa de Chicago, o dólar registrou leve valorização frente ao real. Apesar disso, os movimentos não foram suficientes para provocar alterações relevantes nas referências do mercado físico brasileiro.

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De acordo com Silveira, não houve fatores capazes de impactar de forma significativa a formação dos preços. O analista também destacou que, apesar do ritmo mais lento observado nesta sexta-feira, os produtores apresentaram movimentações mais firmes ao longo da semana, com bons volumes de comercialização.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 127,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 121,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 113,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 132,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ampliando as perdas acumuladas tanto na semana quanto no mês de maio. O movimento foi atribuído principalmente à realização de lucros pelos investidores e ao reposicionamento das carteiras.

No acumulado de maio, a soja registrou queda de 0,73%, enquanto na semana a retração foi de 0,77%. A desvalorização do petróleo, diante das perspectivas de um acordo entre Irã e Estados Unidos para reduzir as tensões no Oriente Médio, e as condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas contribuíram para o movimento de correção dos preços.

O mercado também segue atento à demanda chinesa. Os agentes aguardam sinais de retomada das compras por parte da China, que poderiam ocorrer dentro dos entendimentos firmados entre Washington e Pequim durante visita do presidente Donald Trump ao país asiático.

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USDA

As vendas externas dos Estados Unidos também estiveram no radar. Exportadores privados reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a comercialização de 192 mil toneladas de soja para destinos não revelados. Desse total, 60 mil toneladas serão entregues na safra 2025/26 e 132 mil toneladas na temporada 2026/27.

Além disso, as exportações líquidas norte-americanas de soja somaram 299,9 mil toneladas para a safra 2025/26 na semana encerrada em 21 de maio. Para a temporada 2026/27, foram registradas mais 137,7 mil toneladas. O resultado ficou dentro das expectativas do mercado, que projetava embarques entre 150 mil e 400 mil toneladas considerando as duas safras.

Contratos futuros de soja

Entre os contratos futuros, a posição julho fechou a US$ 11,86 3/4 por bushel, com queda de 7,75 centavos de dólar ou 0,64%. Já o vencimento agosto encerrou a US$ 11,90 1/4 por bushel, recuando 5,75 centavos de dólar ou 0,48%.

Nos subprodutos, o farelo de soja para julho caiu US$ 4,30, ou 1,28%, para US$ 329,80 por tonelada. O óleo de soja, por sua vez, avançou 1,02 centavo de dólar, ou 1,32%, encerrando a sessão em 77,72 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial encerrou o dia com valorização de 0,26%, cotado a R$ 5,0450 para venda e R$ 5,0431 para compra. Durante a sessão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0351 e a máxima de R$ 5,0711.

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No acumulado da semana, a moeda avançou 0,33%. Em maio, a valorização chegou a 1,87%.

Com informações da Safras & Mercado.

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Sustentabilidade

Custos no campo disparam e produtores recorrem ao consórcio rural para proteger o caixa – MAIS SOJA

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A alta dos fertilizantes e a pressão crescente sobre os custos de produção estão levando produtores rurais a rever a forma como financiam seus investimentos. Diante de despesas operacionais mais elevadas e da necessidade de preservar recursos para a próxima safra, o consórcio rural tem ganhado espaço como alternativa para aquisição de máquinas, equipamentos e ativos produtivos sem a contratação imediata de crédito tradicional. Outra opção é a compra também destes equipamentos semi novos. 

Segundo Leonardo Baldez Augusto, economista, educador financeiro e fundador da ISF Crédito, um ecossistema com um hub de soluções, serviços e produtos financeiros, a mudança reflete uma preocupação cada vez maior do agronegócio com planejamento financeiro e gestão de caixa. 

“O produtor rural está mais atento à preservação de liquidez. Quando fertilizantes, defensivos e outros insumos passam a consumir uma parcela maior do orçamento, manter recursos disponíveis para o custeio da atividade se torna uma prioridade. O consórcio rural surge justamente como uma ferramenta que permite investir sem gerar o mesmo impacto financeiro de uma operação de crédito convencional inclusive com a opcão de comprar implentemos e máquinas usadas”, afirma.

Custos mais altos desafiam planejamento da próxima safra

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A preocupação dos produtores não é por acaso. Estudo recente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta que muitos agricultores adiaram a compra de fertilizantes para a safra 2025/2026 devido a restrições financeiras. A estratégia, porém, acabou expondo parte do setor a preços mais elevados posteriormente, aumentando os custos de produção e pressionando as margens das propriedades rurais.

O movimento ocorre em um momento de atenção redobrada sobre a rentabilidade da atividade agrícola. Além dos custos dos insumos, produtores continuam convivendo com oscilações nos preços das commodities e incertezas que afetam cadeias globais de suprimento.

Para o economista, esse conjunto de fatores tem provocado uma mudança importante na forma como os investimentos são planejados. “Nos últimos anos, muitos produtores priorizavam a expansão da capacidade produtiva. Hoje, a preocupação está mais concentrada em equilibrar crescimento, investimento e saúde financeira. A gestão do caixa passou a ocupar um papel central nas decisões do agronegócio”, diz.

Consórcio rural avança como alternativa de investimento

Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o segmento de máquinas agrícolas liderou o desempenho do consórcio entre os veículos pesados em 2025. As contemplações alcançaram 49 mil operações no período, enquanto os créditos disponibilizados somaram R$12,33 bilhões, crescimento de 38,1% em relação ao ano anterior.

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O avanço demonstra que produtores têm utilizado o consórcio não apenas como instrumento de aquisição patrimonial, mas também como ferramenta de planejamento financeiro. “O consórcio rural permite ao produtor estruturar investimentos de médio e longo prazo sem comprometer recursos que serão necessários para o custeio da produção. Em muitos casos, essa previsibilidade financeira se torna tão importante quanto a própria aquisição do equipamento”, afirma o educador.

Segundo o empresário, a modalidade também reduz a dependência exclusiva de financiamentos bancários, especialmente em períodos de maior cautela na tomada de crédito.

Plano Safra reforça debate sobre financiamento no campo

O tema também ganhou relevância nas discussões para o próximo Plano Agrícola e Pecuário. Em documento apresentado ao governo federal, a CNA propôs a ampliação dos recursos destinados ao setor e defendeu medidas voltadas ao fortalecimento da saúde financeira dos produtores rurais.

A entidade sugere a disponibilização de R$623 bilhões para o Plano Safra 2026/2027 e destaca a necessidade de ampliar mecanismos que garantam acesso ao crédito e sustentabilidade financeira para a produção agropecuária.

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Para especialistas, o debate evidencia que a estratégia financeira será tão importante quanto a eficiência produtiva nos próximos ciclos agrícolas. “O agronegócio brasileiro continua altamente competitivo, mas o produtor precisa administrar riscos cada vez mais complexos. Quem conseguir combinar produtividade, planejamento financeiro e preservação de caixa estará mais preparado para atravessar períodos de volatilidade e aproveitar oportunidades futuras”, afirma Baldez.

Gestão financeira ganha protagonismo no agronegócio

A combinação entre custos elevados de produção, necessidade de investimento constante e maior atenção ao fluxo de caixa tem levado produtores a diversificar suas estratégias financeiras.

Nesse contexto, o consórcio rural vem deixando de ser visto apenas como uma modalidade de compra parcelada para assumir um papel mais estratégico dentro do planejamento patrimonial das propriedades. “Hoje, a decisão financeira não passa apenas por comprar ou não comprar um equipamento. A pergunta é como fazer isso preservando a capacidade operacional da fazenda. O produtor que entende essa lógica tende a construir operações mais resilientes e preparadas para os desafios dos próximos anos”, conclui o profissional.

Sobre Leonardo Baldez

Leonardo Baldez Augusto é economista, empreendedor e fundador e CEO do Ecossistema ISF Soluções Financeiras, empresa que possui um Hub de soluções, serviços e produtos financeiros.

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À frente da ISF Consórcio, operação exclusiva em parceria com o Banco do Brasil, lidera a maior estrutura de vendas de consórcio do país, com crescimento consistente e atuação em escala nacional. O grupo também reúne a Guia Consórcio, plataforma multibandeiras integrada a escritórios de investimento, e a ISF Crédito, fintech parceira do BNDES voltada ao financiamento produtivo.

Sua atuação é voltada à estratégia, governança, crescimento sustentável e desenvolvimento de pessoas, unindo tecnologia, cultura comercial e visão de longo prazo para democratizar o acesso a soluções financeiras eficientes no Brasil.

Para mais informações, acesse instagram.com ou pelo linkedin.

Sugestão de fonte: clique aqui

Sobre o ISF Soluções Financeiras

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O Ecossistema ISF Soluções Financeiras, empresa que possui um Hub de soluções, serviços e produtos financeiros especializado em crédito, consórcio e meios de pagamento voltado a micro, pequenas e médias empresas. Fundado em 2009, atua na estruturação de soluções financeiras para capital de giro, aquisição de equipamentos e expansão empresarial.

Com mais de 16 anos de atuação, o grupo já contribuiu para a liberação de mais de R$ 500 milhões em crédito, atendendo milhares de empreendedores em todo o país.

A empresa opera por meio de diferentes frentes, incluindo a ISF Consórcio, dedicada ao planejamento patrimonial e aquisição de bens sem juros, e a ISF Crédito, voltada à intermediação de financiamentos produtivos e soluções financeiras para empresas.

Para mais informações acesse o site ou pelo instagram.

Fonte: Assessoria de imprensa

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Sustentabilidade

Fim do vazio sanitário se aproxima e produtor de MS se prepara para nova safra – MAIS SOJA

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O vazio sanitário da soja entra na reta final em Mato Grosso do Sul. Iniciado em 15 de junho, o período segue até 15 de setembro e tem como objetivo reduzir a sobrevivência e a multiplicação do fungo causador da ferrugem-asiática, uma das principais doenças que afetam a cultura da soja.

Durante o vazio sanitário, não é permitida a manutenção de plantas vivas de soja nas propriedades, incluindo as chamadas plantas voluntárias, conhecidas como guaxas ou tigueras. A eliminação dessas plantas é fundamental para interromper o ciclo do fungo e reduzir a pressão da doença sobre a próxima safra.

Com o fim do período se aproximando, a atenção do produtor se volta também para o planejamento da safra 2026/2027. Em Mato Grosso do Sul, a semeadura da soja está autorizada a partir de 16 de setembro, e segue até 31 de dezembro.

Para o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, os últimos dias antes da semeadura são importantes para revisar as condições das áreas e organizar as operações.

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“Com a aproximação do fim do vazio sanitário, o produtor entra em uma fase importante de preparação para a nova safra. É o momento de avaliar as condições do solo, conferir os resultados das análises e planejar a adubação de acordo com a necessidade de cada área. Também é importante verificar a qualidade e a procedência dos fertilizantes que serão utilizados. Esse planejamento antecipado permite corrigir possíveis limitações, organizar a compra dos insumos e entrar no plantio com uma estratégia mais adequada para cada talhão”, orienta.

O diretor da Aprosoja/MS e produtor rural em São Gabriel do Oeste, Sérgio Marcon, relata que a programação começa após a distribuição dos fertilizantes e a entrada com a dessecação.  “A gente espera a normalização das chuvas, porque nós até podemos plantar, mas se não tiver uma boa perspectiva de chuvas no decorrer, a gente retarda um pouquinho para iniciar com tranquilidade, sem botar em risco a semente e os tratos culturais que a gente faz com antecedência. Mas é um ano diferente, vieram chuvas, teoricamente em data boa”, reflete.

Manejo começa antes da semeadura

Para o vice-presidente da Aprosoja/MS e produtor rural no sul do Estado, Andre Dobashi,  além da preparação do solo e dos insumos, o produtor deve manter atenção às condições fitossanitárias da propriedade.  “Há algumas coisas que eu acho extremamente importantes deixar claro para o produtor. Em primeiro lugar, o vazio sanitário, quando ele começa lá em 15 de junho, a gente já tem que ter as plantas voluntárias de soja há muito tempo. Isso porque, quando você finaliza a colheita, né — e vamos falar aqui uma máquina, uma colheitadeira bem regulada, ela deve perder em torno de 20, 25 quilos de soja por hectare, né, um pouco menos de meio saco por hectare é uma perda tolerável de soja —, se a gente pensar que a gente tá deixando 25 quilos de grãos de soja espalhados no campo, é uma quantidade muito grande de plantas de soja que vão emergir e que a gente precisa controlá-las, né? Quando essas plantas emergem ali, então, ao final da colheita — vamos falar uma colheita que se deu ali em fevereiro, março —, elas, no final de março, já estão emergindo. E essa é justamente a melhor hora de controlar essas plantas de soja, porque elas estão com um residual de umidade alto, ainda tá quente, o herbicida ainda vai fazer um efeito muito rápido, com uma dose baixa você consegue controlar essas plantas daninhas no campo”, orienta.

O  manejo da ferrugem-asiática continua sendo uma preocupação ao longo de todo o ciclo da cultura. O cumprimento do vazio sanitário é uma das estratégias utilizadas para reduzir a quantidade de inóculo do fungo no ambiente. A interrupção do ciclo da soja durante a entressafra contribui para retardar o aparecimento da doença e pode favorecer o manejo durante a safra.

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A recomendação é que o produtor utilize esse período de transição para revisar máquinas e equipamentos, organizar a aquisição dos insumos, avaliar as condições do solo e planejar as operações de plantio e manejo da lavoura.

“Com a proximidade do plantio, o produtor também deve estar atento às operações de dessecação pré-plantio, principalmente nas áreas que vêm da colheita do milho segunda safra. A buva, do gênero Conyza, tem ganhado destaque e exige atenção no manejo. O ideal é fazer o monitoramento antecipado da área e realizar o controle das plantas daninhas antes da semeadura, considerando as espécies presentes, o estádio de desenvolvimento e as características de cada talhão. Entrar com a área limpa no plantio é fundamental para evitar a competição com a soja desde o início da cultura”, relata Lucas.

Clima

A previsão climática para Mato Grosso do Sul no trimestre de setembro a novembro indica chuvas próximas ou acima da média, mas com possibilidade de irregularidade na distribuição das precipitações, principalmente no início do período de transição entre a estação seca e a chuvosa.

Ao mesmo tempo, os modelos apontam para temperaturas acima da média e risco de períodos de calor intenso e ondas de calor. A previsão do Cemtec/Semadesc também indica a permanência do El Niño, que pode influenciar as condições climáticas no Estado.

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Para o produtor, o cenário reforça a importância de acompanhar a evolução das chuvas e das temperaturas durante o plantio. A própria previsão destaca que, apesar da tendência de maior volume de chuva no trimestre, a distribuição ao longo do período pode ser irregular.

Expectativa de Produtividade

De acordo com estimativa do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, a expectativa de produtividade para a primeira safra 2026/2027 é de 52,4 sacas por hectare, uma redução de 13,2% em relação à safra anterior.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE
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Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Oeste da Bahia será o próximo destino da maior expedição de tratores do mundo – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

A Valtra, marca reconhecida por sua inovação e por soluções voltadas ao produtor rural, anunciou o destino da 5ª edição do projeto Viajando com V de Valtra, que acontece entre os dias 18 e 20 de setembro de 2026. A expedição desembarcará no Oeste da Bahia, região reconhecida globalmente como uma das principais fronteiras agrícolas do país e referência em índices de produtividade em culturas como algodão, soja e banana, além do uso intensivo de tecnologia. Realizada em parceria com a concessionária NOSSA, uma das representantes da Valtra na Bahia, a edição Caminhos do Oeste Baiano reunirá 14 tratores em um percurso de 206 quilômetros por uma das áreas mais dinâmicas do agronegócio brasileiro, na região de influência de Luís Eduardo Magalhães, em um trajeto que liga os municípios de Correntina e Bom Jesus da Lapa.

Com mais de 2,2 milhões de hectares cultivados com soja, o Oeste da Bahia responde pela maior parte da produção de grãos do Estado e figura entre os principais motores do agronegócio nacional. O elevado nível de mecanização, a ampla adoção da agricultura de precisão, o uso intensivo de irrigação e as condições favoráveis de solo e clima transformaram a região em referência de produtividade e sustentabilidade.

O analista de mercado agrícola Carlos Cogo destaca a Bahia como um dos estados com maior potencial de crescimento dentro da região do Matopiba (polo produtivo formado pelos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), impulsionada pela incorporação de tecnologia, correção de solos, agricultura de precisão e profissionalização da gestão das propriedades.

Vale destacar que na safra 2025/26, o Oeste da Bahia registrou um recorde histórico ao alcançar produtividade média de 71 sacas de soja por hectare, uma das mais altas do País. Além da soja, o milho apresenta rendimentos expressivos, com médias superiores a 180 sacas por hectare. O desempenho reafirma a região como a locomotiva econômica da Bahia, liderando não apenas em volume de produção, mas também em eficiência por área cultivada. “O Oeste da Bahia foi escolhido por ser uma referência nacional em agricultura de precisão, produtividade e inovação. É o cenário ideal para demonstrar como a Valtra se traduz em mais eficiência, tecnologia, rentabilidade e sustentabilidade para o produtor”, destaca Claudio Esteves, diretor de vendas da Valtra.

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Viajando com V de Valtra

O Viajando com V de Valtra é a maior expedição de tratores do mundo a cruzar as principais regiões produtoras do Brasil. O evento reúne agricultores, comunicadores e admiradores da marca para uma imersão no dia a dia do campo. O comboio é formado por tratores de diversas gerações e tecnologias, desde os modelos clássicos da Valmet até os mais modernos equipamentos da Valtra. O propósito é valorizar o agronegócio nacional, destacando a cultura regional, a história, as paisagens e a riqueza dos diferentes biomas brasileiros. Nesta edição, os tratores irão cruzar estradas, rios, fazendas e paisagens que retratam a força do agro no Oeste baiano.

O roteiro, com 206 quilômetros de extensão, será percorrido por estradas vicinais e caminhos de terra, passando por áreas de cultivo de algodão e soja, além de regiões dedicadas à pecuária e à fruticultura. A jornada de três dias parte do município de Correntina (região das Sete Ilhas) e passa pela cidade de Santa Maria da Vitória e por pequenos vilarejos, com parada especial na Fazenda Busato, referência em produtividade e tecnologia no agronegócio brasileiro e pioneira na adoção da irrigação por pivô central para a cultura do algodão na região. O encerramento acontece com a travessia da imponente Ponte Gercino Coelho, sobre o Rio São Francisco, finalizando a expedição no tradicional Santuário do Bom Jesus da Lapa.

Nos anos anteriores, as edições do Viajando com V de Valtra percorreram trajetos históricos e simbólicos para o agronegócio brasileiro. Em 2022, a caravana cruzou parte do Caminho da Fé, rumo ao Santuário Nacional de Aparecida. Já em 2023, a jornada aconteceu nos Caminhos de Caravaggio, no Rio Grande do Sul. Em 2024, o percurso foi pela Estrada Real, em Minas Gerais, e, em 2025, a caravana, com dezenas de tratores, percorreu os Caminhos dos Engenhos, em Pernambuco.

Valtra

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 220 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais 156 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.

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Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Agro MT