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8 de setembro de 2026

Agro Mato Grosso

Vídeo: carreta carregada com porcos é saqueada após tombar na BR-070 em MT

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Um grupo de pessoas foi flagrado saqueando porcos vivos e mortos de uma carreta que tombou no km 516 da BR-070, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, nessa segunda-feira (7). Vídeos registrados por pessoas que passavam pela região mostram os animais sendo capturados e levados (assista abaixo).

Nas imagens, é possível ver várias pessoas ao redor da carreta após o acidente. Parte delas entra em contato com os animais e tenta retirar os porcos do local.

Diante da movimentação, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) precisou ser acionada para conter o saque.

Informações iniciais disponibilizadas pela Nova Rota do Oeste, concessionária que administra a via, o motorista do veículo teria perdido o controle da direção antes da carreta tombar.

O motorista foi socorrido pela equipe de resgate da Nova Rota e encaminhado ao Pronto Socorro do município com ferimentos leves.

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A causa do acidente ainda deve ser investigada.

VIDEO:

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Agro Mato Grosso

Serra de São Vicente terá trânsito parcialmente interditado por quatro dias na BR-364; saiba trechos

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A Serra de São Vicente, na BR-364, terá operação no sistema Pare e Siga entre terça-feira (8) e sexta-feira (11), das 7h30 às 17h. A medida será adotada para serviços de poda de árvores e retirada de vegetação.

Durante os serviços, o trânsito será liberado em meia pista pelo sistema Pare e Siga. O fluxo de veículos será alternado a cada 30 minutos.

Entenda os pontos que terão interferência:

  • 8 e 9 de setembro: a operação será realizada no sentido norte, entre Rondonópolis e Cuiabá, do km 343 ao km 352 da BR-364.
  • 10 e 11 de setembro: os trabalhos serão realizados no sentido sul, do km 0 ao km 11 da variante da Serra de São Vicente.

Segundo a Nova Rota do Oeste, os serviços são necessários para reduzir o risco de acidentes causados pela queda de árvores na pista e garantir a segurança dos motoristas e das equipes que trabalham no local.

A Nova Rota do Oeste também orienta os motoristas a planejarem o trajeto.

Programação

  • 7h30interdição total para instalação da sinalização, preparação da área e início dos serviços;
  • 8h30: liberação de meia pista pelo sistema Pare e Siga, com alternância do fluxo a cada 30 minutos;
  • 16h30: nova interdição total para retirada da sinalização e conclusão dos trabalhos;
  • 17h: liberação total da rodovia.

A concessionária recomenda que os motoristas reduzam a velocidade, respeitem a sinalização e considerem possíveis pontos de retenção durante o período de obras.

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Produtores rurais carregam no campo o orgulho de ser brasileiro

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Por meio do programa Pátria no Campo, Aprosoja MT incentiva o sentimento de pertencimento e amor à pátria

O amor pelo verde e amarelo da bandeira do Brasil já é um sentimento cravado no coração de cada brasileiro, principalmente daqueles que trabalham para manter o país em movimento. Neste dia 7 de setembro, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) comemora a Independência do Brasil, data que relembra a luta e o sonho dos brasileiros por um país livre. Ao longo dos anos, a Aprosoja MT distribuiu centenas de bandeiras aos produtores rurais por meio do programa Pátria no Campo.

Com mais de sete anos de criação, o projeto já distribuiu mais de 15,5 mil bandeiras aos produtores rurais de Mato Grosso para reforçar o amor à pátria. Mesmo com as dificuldades do dia a dia no campo, os produtores seguem trabalhando e mantendo a esperança em um dia melhor. O produtor rural de Canarana, Geovani Dalagnol, contou sobre o sentimento de ter uma bandeira do Brasil hasteada na propriedade.

“Para mim, a bandeira do Brasil na propriedade é como um legado passado de pai para filho, que eu carrego todos os dias quando acordo. Eu tenho a bandeira na frente da sede da fazenda e, todos os dias, na primeira cuia de chimarrão que nós tomamos, a primeira bandeira que eu vejo é a bandeira do Brasil. Esse é o legado que eu quero carregar e passar para os meus filhos”, contou.

Geovani destaca que a família já está na quinta geração de produtores no país e que é muito grato aos antepassados por terem escolhido o Brasil para prosperar. Além disso, ele ressalta a importância do produtor rural para o desenvolvimento do país.

O amor à bandeira também representa uma escolha de quem decidiu lutar pelo país. A delegada do núcleo de Campo Novo do Parecis, Andreia Stefanello, explicou que sente orgulho de ser apaixonada pelo Brasil e de fazer parte de um movimento que honra a bandeira.

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“A gente aprendeu o patriotismo na escola e houve um tempo em que ele ficou levemente adormecido. Ele está sendo resgatado pela Aprosoja MT, pela comunidade agropecuária, pelo pessoal da agricultura, da pecuária, do campo e pelo povo apaixonado pelo nosso país. A bandeira é o símbolo máximo de todo sentimento de pertencer a uma comunidade, de pertencer a uma nação. Ela é o símbolo da união de todos os brasileiros. E quando você tem a honra de hastear uma bandeira na sua casa, na propriedade, você consegue comunicar com todos os outros brasileiros a intensidade desse sentimento, a paixão que você consegue transferir de dentro da sua casa, da sua família, e alcançar todos os outros que estão perto de você”, explicou.

O sentimento de ser brasileiro é, para Andreia Stefanello, muito mais do que pertencer ao país. Escolher o Brasil todos os dias é uma honra, principalmente por fazer parte de uma nação formada por pessoas guerreiras, que trabalham e não desistem dos seus sonhos.

Assim como a bandeira representa a identidade de um país, o trabalho do produtor rural também faz parte da construção diária do Brasil. É no campo que milhares de famílias produzem alimentos, geram empregos e movimentam a economia. Para esses produtores, manter a bandeira hasteada na propriedade é também uma forma de demonstrar orgulho pela terra onde escolheram construir suas histórias.

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Agro Mato Grosso

Com o fim do vazio sanitário, Aprosoja MT reforça os detalhes que definem a largada da safra

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Umidade no solo, qualidade das sementes e plantadeira revisada seguem no centro das decisões neste início de plantio

Terminou neste domingo (06.09) o vazio sanitário da soja em Mato Grosso. Ao longo de noventa dias, a proibição de manter plantas vivas de soja no campo cumpriu uma função técnica específica, que é interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática. Nas fazendas, o período foi usado para preparar o terreno da nova temporada. Correção de solo, revisão de máquinas e armazenamento de sementes já estão resolvidos na maior parte das propriedades, e a atenção agora se volta para as variáveis que só o momento do plantio define.

Para a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), é justamente neste período que a produtividade começa a ser construída, no encaixe entre o que foi planejado e a leitura de campo feita no dia da operação. O vice-presidente Oeste da Aprosoja MT, Gilson Antunes de Melo, resume os dois pontos que concentram a maior parte da atenção nesta virada de calendário.

“A principal coisa que temos que analisar antes de iniciar um plantio é a umidade no solo. Primeiro, para dessecar a área, se ela precisa ser dessecada, se não foi feito um manejo pós-colheita, para começar com a lavoura no limpo. Então, tendo umidade boa no solo, tendo a lavoura já dessecada ou limpa, eu acho que a semente é o principal insumo do plantio. Tem que ter o maior cuidado com ela. Ela deve estar bem tratada, bem armazenada, já para ir para a plantadeira, para plantar”, afirma. O dirigente reforça que a combinação entre esses dois fatores tem efeito prolongado sobre a safra. “A umidade no solo e a semente são as duas coisas que têm que ser observadas com muita atenção pelo produtor, porque, se plantou no solo com pouca umidade, com certeza vai ter problema de germinação. E lá na frente isso pode acarretar em queda de produção”, explica.

A delegada coordenadora Taisa Botton, do Núcleo de Lucas do Rio Verde, descreve a rotina. “O que a gente não abre mão, o que sempre é posto à mesa, é justamente a gente fazer a colheita e, na sequência, já fazer o manejo. O nosso manejo é relativamente extenso, porque temos uma área um tanto quanto mais arenosa, então nós sempre estamos mexendo, já vindo com pós-colheita do milho, ou uma grade, ou um subsolador, dependendo do que a área pede, e na sequência calcário”, relata.

Com as primeiras chuvas registradas, a etapa seguinte já foi acionada. “Quando dão os primeiros pinguinhos de chuva, como aconteceu no último final de semana para nós, já entramos com pré-emergente, para quando efetivamente chover a gente estar com tudo redondinho, a plantadeira revisada, a semente no barracão, o manejo do solo já concluído. São pequenos elos que no final vão fazendo toda a diferença. Muitas vezes a gente atrasa um pouquinho o manejo, e quando chega na hora do plantio tem que atrasar um, dois dias, a gente perde a umidade do solo, não é algo interessante. Então sempre a gente procura estar trabalhando com a maior efetividade e celeridade possível dentro da fazenda”, completa.

Com o preparo concluído, restam os pequenos ajustes na operação. “Os ajustes da plantadeira são a conferência via sistema elétrico, hidráulico e a calibração do vácuo. Já a profundidade vai muito do clima e é feita manualmente na hora do plantio, e a velocidade é sempre a mesma”, detalha Taisa Botton. A profundidade de semeadura depende da leitura do dia. “Se você coloca uma semente muito rasa e dá uma chuva muito forte, corre risco dessa semente ser levada embora. Se você faz uma plantabilidade numa profundidade mais alta e posteriormente tem um período de estiagem, pode haver algum problema”, observa.

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O conjunto desses ajustes, regulagem, profundidade e velocidade de operação, converge para um mesmo objetivo, que é a emergência uniforme. Plantas que nascem no mesmo intervalo competem menos entre si, respondem de forma homogênea às aplicações e chegam à colheita com maturação alinhada, o que reduz perdas e facilita o manejo ao longo de todo o ciclo.

Ao lado do associado em todas as etapas do plantio, a Aprosoja MT mantém o programa Semente Forte disponível desde 19 de agosto e durante toda a janela de semeadura, com coleta de amostras por amostrador oficial e análise laboratorial de germinação, vigor e sanidade. O resultado permite ajustar a densidade de semeadura ao desempenho real do lote e dá respaldo ao produtor caso o material não atenda ao padrão contratado.

Previsão do tempo – Mesmo com o preparo concluído, o clima mantém a atenção alta. “Eu acho que essa safra está uma incógnita. Quando você fala em El Niño, todo mundo fica com o pé atrás com relação a chuvas”, pondera Gilson. O impasse está na decisão de quando entrar. “Se plantar cedo e lá na frente der um veranico, isso pode atrapalhar ou pode até comprometer a produtividade. É uma safra de muita atenção, eu diria, de muito cuidado, de muito zelo, mais do que os outros anos”, acrescenta.

No campo, a expectativa é positiva, mas calibrada. “Logicamente que a gente fica com uma expectativa alta. Afinal, um produtor que produz apenas soja e milho, considerando a soja, você está falando de praticamente dois terços do seu faturamento”, avalia Taisa. “A gente tem uma boa perspectiva, mas sempre com o pé no chão. Sabendo que é um ano delicado, pode sim acontecer replantio, pode sim acontecer quebra de safra, e para isso a gente precisa estar ajustado tanto no operacional como também na nossa gestão com relação ao fluxo de caixa”, conclui.

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