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9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Milho recuа em Chicago enquanto custos da nova safra sobem no Brasil – MAIS SOJA

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O primeiro mês cotado, em Chicago, recuou nesta semana, com o fechamento da quinta-feira (28) ficando em US$ 4,55/bushel, contra US$ 4,62 uma semana antes. Enquanto isso, o plantio do milho, nos EUA, até o dia 24/05, atingia a 86% da área esperada, contra a média de 83% para esta data. Do total semeado, 60% havia germinado, contra 58% na média histórica.

E no Brasil os preços melhoraram um pouco, com as principais praças gaúchas pagando R$ 58,00/saco, enquanto nas demais regiões nacionais os valores oscilaram entre R$ 44,00 e R$ 62,00/saco.

Dito isso, estudo feito pelo Imea, em parceria com o Senar-MT, apontou que o milho foi a cultura com maior aumento de custos, naquele Estado, para 2026/27. Em abril o custeio da safra aumentou 2,3%, com pressão de 4,3% de elevação nos fertilizantes e corretivos e de 2,46% nos defensivos agrícolas. Também o custo com sementes subiu.

“Com isso, o Custo Operacional Efetivo (COE) do grão apresentou incremento de 1,72% no comparativo mensal, enquanto o Custo Total (CT) avançou 1,25%. Assim, somente o custeio chega a R$ 3.772,24 por hectare, ganhando 7,2% sobre o ano anterior. Os Custos Operacionais Efetivos (COE) atingem a média de R$ 5.176,14 por hectare. Por sua vez, enquanto o custo de produção subiu, os preços do saco de milho, no interior do Centro-Oeste, têm oscilado perto dos R$ 40,00, exigindo maior atenção do produtor com relação às trocas”.

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Por sua vez, as exportações brasileiras de milho, nos primeiros 15 dias úteis de maio, atingiram a 201.735 toneladas. Isso significa 625% acima do registrado na média diária de maio do ano passado. O valor médio da tonelada exportada caiu 42,9%, passando de US$ 467,10, em maio de 2025, para US$ 266,60 atualmente (cf. Secex).

Enfim, destaque para o início da colheita da safrinha no Mato Grosso, com a mesma atingindo a 0,57% da área até o dia 22/05. A produtividade média é de 118,7 sacos/hectare neste momento (cf. Imea). Dito isso, o clima continua sendo um ponto de atenção junto aos produtividade possa ser mantida.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

El Niño aumenta incertezas sobre safra 2026/27 e impulsiona preços da soja em setembro

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Foto: Canal Rural Mato Grosso

As incertezas sobre os impactos do El Niño na safra 2026/27 estão entre os principais fatores que sustentam a valorização da soja neste início de setembro. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o movimento de alta, já observado em agosto, ganhou força nos primeiros dias deste mês.

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Além das preocupações climáticas, os preços encontram suporte na maior demanda asiática pela soja dos Estados Unidos e na intensificação dos conflitos no Oriente Médio.

No Brasil, as atenções se voltam especialmente para as condições climáticas necessárias para o avanço da nova temporada.

A possibilidade de impactos do El Niño aumenta as incertezas em torno do desenvolvimento da safra 2026/27. Ao mesmo tempo, produtores brasileiros aguardam volumes mais significativos de chuva para iniciar as atividades de campo.

De acordo com o Cepea, esse cenário tem afastado vendedores das negociações envolvendo grandes volumes de soja, contribuindo para dar sustentação às cotações no mercado doméstico.

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A evolução das condições climáticas, portanto, passa a ter peso importante sobre o comportamento dos produtores e do mercado à medida que os trabalhos da nova temporada se aproximam.

Demanda externa limita avanço dos preços

Apesar do cenário de valorização, o Cepea aponta que a alta no mercado brasileiro foi limitada pela redução da demanda internacional pela soja nacional.

O movimento é considerado comum neste período do ano, quando o mercado se aproxima da entrada da safra dos Estados Unidos e compradores passam a direcionar maior atenção para a oferta norte-americana.

Ainda assim, as exportações brasileiras acumulam desempenho recorde em 2026. Entre janeiro e agosto, o país embarcou 89,86 milhões de toneladas de soja em grão, o maior volume já registrado para o período.

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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Importações recuam; colheita avança no Brasil – MAIS SOJA

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As importações brasileiras de trigo recuaram em agosto, em meio ao avanço da colheita no País. Segundo o Cepea, apesar da redução das compras externas, a oferta doméstica de trigo de melhor qualidade segue limitada.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as expectativas de menor produção, tanto em nível nacional quanto global, o avanço das cotações internacionais e a oferta limitada no mercado spot continuam sustentando os preços domésticos, tanto do trigo em grão quanto dos derivados.

No campo, o Centro de Pesquisas destaca que a colheita segue avançando no Brasil, com progresso registrado em diferentes estados produtores.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Custos no campo disparam e produtores recorrem ao consórcio rural para proteger o caixa – MAIS SOJA

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A alta dos fertilizantes e a pressão crescente sobre os custos de produção estão levando produtores rurais a rever a forma como financiam seus investimentos. Diante de despesas operacionais mais elevadas e da necessidade de preservar recursos para a próxima safra, o consórcio rural tem ganhado espaço como alternativa para aquisição de máquinas, equipamentos e ativos produtivos sem a contratação imediata de crédito tradicional. Outra opção é a compra também destes equipamentos semi novos. 

Segundo Leonardo Baldez Augusto, economista, educador financeiro e fundador da ISF Crédito, um ecossistema com um hub de soluções, serviços e produtos financeiros, a mudança reflete uma preocupação cada vez maior do agronegócio com planejamento financeiro e gestão de caixa. 

“O produtor rural está mais atento à preservação de liquidez. Quando fertilizantes, defensivos e outros insumos passam a consumir uma parcela maior do orçamento, manter recursos disponíveis para o custeio da atividade se torna uma prioridade. O consórcio rural surge justamente como uma ferramenta que permite investir sem gerar o mesmo impacto financeiro de uma operação de crédito convencional inclusive com a opcão de comprar implentemos e máquinas usadas”, afirma.

Custos mais altos desafiam planejamento da próxima safra

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A preocupação dos produtores não é por acaso. Estudo recente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) aponta que muitos agricultores adiaram a compra de fertilizantes para a safra 2025/2026 devido a restrições financeiras. A estratégia, porém, acabou expondo parte do setor a preços mais elevados posteriormente, aumentando os custos de produção e pressionando as margens das propriedades rurais.

O movimento ocorre em um momento de atenção redobrada sobre a rentabilidade da atividade agrícola. Além dos custos dos insumos, produtores continuam convivendo com oscilações nos preços das commodities e incertezas que afetam cadeias globais de suprimento.

Para o economista, esse conjunto de fatores tem provocado uma mudança importante na forma como os investimentos são planejados. “Nos últimos anos, muitos produtores priorizavam a expansão da capacidade produtiva. Hoje, a preocupação está mais concentrada em equilibrar crescimento, investimento e saúde financeira. A gestão do caixa passou a ocupar um papel central nas decisões do agronegócio”, diz.

Consórcio rural avança como alternativa de investimento

Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o segmento de máquinas agrícolas liderou o desempenho do consórcio entre os veículos pesados em 2025. As contemplações alcançaram 49 mil operações no período, enquanto os créditos disponibilizados somaram R$12,33 bilhões, crescimento de 38,1% em relação ao ano anterior.

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O avanço demonstra que produtores têm utilizado o consórcio não apenas como instrumento de aquisição patrimonial, mas também como ferramenta de planejamento financeiro. “O consórcio rural permite ao produtor estruturar investimentos de médio e longo prazo sem comprometer recursos que serão necessários para o custeio da produção. Em muitos casos, essa previsibilidade financeira se torna tão importante quanto a própria aquisição do equipamento”, afirma o educador.

Segundo o empresário, a modalidade também reduz a dependência exclusiva de financiamentos bancários, especialmente em períodos de maior cautela na tomada de crédito.

Plano Safra reforça debate sobre financiamento no campo

O tema também ganhou relevância nas discussões para o próximo Plano Agrícola e Pecuário. Em documento apresentado ao governo federal, a CNA propôs a ampliação dos recursos destinados ao setor e defendeu medidas voltadas ao fortalecimento da saúde financeira dos produtores rurais.

A entidade sugere a disponibilização de R$623 bilhões para o Plano Safra 2026/2027 e destaca a necessidade de ampliar mecanismos que garantam acesso ao crédito e sustentabilidade financeira para a produção agropecuária.

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Para especialistas, o debate evidencia que a estratégia financeira será tão importante quanto a eficiência produtiva nos próximos ciclos agrícolas. “O agronegócio brasileiro continua altamente competitivo, mas o produtor precisa administrar riscos cada vez mais complexos. Quem conseguir combinar produtividade, planejamento financeiro e preservação de caixa estará mais preparado para atravessar períodos de volatilidade e aproveitar oportunidades futuras”, afirma Baldez.

Gestão financeira ganha protagonismo no agronegócio

A combinação entre custos elevados de produção, necessidade de investimento constante e maior atenção ao fluxo de caixa tem levado produtores a diversificar suas estratégias financeiras.

Nesse contexto, o consórcio rural vem deixando de ser visto apenas como uma modalidade de compra parcelada para assumir um papel mais estratégico dentro do planejamento patrimonial das propriedades. “Hoje, a decisão financeira não passa apenas por comprar ou não comprar um equipamento. A pergunta é como fazer isso preservando a capacidade operacional da fazenda. O produtor que entende essa lógica tende a construir operações mais resilientes e preparadas para os desafios dos próximos anos”, conclui o profissional.

Sobre Leonardo Baldez

Leonardo Baldez Augusto é economista, empreendedor e fundador e CEO do Ecossistema ISF Soluções Financeiras, empresa que possui um Hub de soluções, serviços e produtos financeiros.

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À frente da ISF Consórcio, operação exclusiva em parceria com o Banco do Brasil, lidera a maior estrutura de vendas de consórcio do país, com crescimento consistente e atuação em escala nacional. O grupo também reúne a Guia Consórcio, plataforma multibandeiras integrada a escritórios de investimento, e a ISF Crédito, fintech parceira do BNDES voltada ao financiamento produtivo.

Sua atuação é voltada à estratégia, governança, crescimento sustentável e desenvolvimento de pessoas, unindo tecnologia, cultura comercial e visão de longo prazo para democratizar o acesso a soluções financeiras eficientes no Brasil.

Para mais informações, acesse instagram.com ou pelo linkedin.

Sugestão de fonte: clique aqui

Sobre o ISF Soluções Financeiras

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O Ecossistema ISF Soluções Financeiras, empresa que possui um Hub de soluções, serviços e produtos financeiros especializado em crédito, consórcio e meios de pagamento voltado a micro, pequenas e médias empresas. Fundado em 2009, atua na estruturação de soluções financeiras para capital de giro, aquisição de equipamentos e expansão empresarial.

Com mais de 16 anos de atuação, o grupo já contribuiu para a liberação de mais de R$ 500 milhões em crédito, atendendo milhares de empreendedores em todo o país.

A empresa opera por meio de diferentes frentes, incluindo a ISF Consórcio, dedicada ao planejamento patrimonial e aquisição de bens sem juros, e a ISF Crédito, voltada à intermediação de financiamentos produtivos e soluções financeiras para empresas.

Para mais informações acesse o site ou pelo instagram.

Fonte: Assessoria de imprensa

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