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30 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Semeadura do arroz irrigado alcança 61,86% da área prevista no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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A semeadura do arroz irrigado para a Safra 2026/27 avança no Rio Grande do Sul. Conforme levantamento atualizado em 29 de outubro, 533.181,7 hectares já foram semeados, o equivalente a 61,86% da intenção de semeadura prevista para o ciclo, de 861.778,96 hectares.

Entre as regiões produtoras, a Zona Sul soma 133.081 hectares semeados, correspondentes a 91,50% da intenção regional. Na sequência, a Fronteira Oeste registra 202.422,70 hectares, atingindo 81,76% da área prevista.

Nas demais regiões, a Campanha contabiliza 67.328 hectares semeados (55,30% da intenção regional), enquanto a Planície Costeira Externa registra 46.067 hectares (45,08%). A Planície Costeira Interna soma 57.968 hectares, correspondentes a 44,62% da área prevista, e a Região Central registra 26.315 hectares, o equivalente a 22,89% da intenção regional.

O acompanhamento da evolução da semeadura é realizado por meio de levantamentos periódicos das equipes regionais, com consolidação dos dados pela Diretoria de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). As informações permitem monitorar o andamento das operações de campo nas principais regiões produtoras do Estado ao longo da safra.

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Fonte: IRGA



 

FONTE

Autor:IRGA

Site: IRGA

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Sustentabilidade

Colheita de soja nos EUA pressiona cotações internacionais em outubro

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A colheita de soja nos Estados Unidos avança, aumentando a disponibilidade do grão e pressionando momentaneamente as cotações internacionais. A análise foi apresentada por Luía Esinato, analista da Datagro, em um vídeo do canal rural.

Impacto nos preços da soja

No mês de outubro, a primeira posição do contrato de soja na bolsa de Chicago teve uma média de 1270 centavos de dólar por bushel, indicando uma queda de 2,7% em relação à média de setembro. Essa redução é atribuída a:

  • Avanço favorável da colheita de soja nos EUA.
  • Aumento das estimativas de produtividade e estoques finais pelo USDA.
  • Redução da posição comprada dos fundos de especuladores na bolsa de Chicago.

Apesar das quedas, a presença da China no mercado norte-americano e o aumento dos preços do petróleo, devido ao conflito no Oriente Médio, limitaram as perdas.

Desempenho do milho

O mercado de milho também apresentou quedas. A média de outubro para a primeira posição do milho foi de 479,80 centavos de dólar por bushel, uma redução de 8,3% em relação a setembro. Os principais fatores que contribuíram para essa queda incluem:

  • Aumento das expectativas de produção e estoques finais pelo USDA.
  • Colheita em ritmo positivo, aumentando a disponibilidade de milho.
  • Demanda norte-americana enfraquecida em comparação ao ano anterior.

Essas análises refletem as condições atuais do mercado de grãos e suas implicações para os preços internacionais.

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Sustentabilidade

Novembro deve ter chuvas acima da média no Sul do Brasil – MAIS SOJA

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As adversidades climáticas têm provocado atrasos no estabelecimento e no desenvolvimento das culturas em campo, impactando o andamento da safra 2026/2027. Nesse cenário, acompanhar os prognósticos e as atualizações climáticas torna-se fundamental para o planejamento das práticas de manejo e dos tratos culturais nas lavouras.

Durante os meses de setembro e outubro, o aumento dos volumes de precipitação contribuiu para elevar a umidade do solo, especialmente na região Sul do país. Como consequência, o excesso de umidade tem limitado o avanço das operações agrícolas e provocado atrasos na semeadura das culturas de verão, contribuindo para um ritmo mais lento de implantação da safra na região.

Em contrapartida, a região Norte do Brasil tem enfrentado condições de menor disponibilidade hídrica. Nos mesmos meses, foram registrados volumes de precipitação inferiores à média histórica para o período. Esse cenário está associado, em grande parte, à influência do fenômeno El Niño, que tende a favorecer o aumento das chuvas na região Sul e a redução das precipitações em áreas do Norte e Nordeste do país.

Para novembro, os prognósticos climáticos indicam maior ocorrência de chuvas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto as regiões Norte e Nordeste devem apresentar menores volumes acumulados de precipitação. Em relação às anomalias de chuva, a tendência é de precipitações acima da média, principalmente na região Sul, comportamento que pode ser influenciado pela atuação do El Niño.

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Figura 1. Precipitação total prevista para Novembro de 2026.
Fonte: INMET (2026)
Figura 2. Previsão de anomalias das precipitações para o mês de Novembro de 2026.
Fonte: INMET (2026)

De modo geral, os prognósticos indicam condições relativamente favoráveis ao desenvolvimento das culturas de verão na maior parte das regiões agrícolas, com volumes de chuva próximos à média histórica para o período. A principal exceção fica por conta das regiões Norte e Nordeste, onde a menor disponibilidade de precipitação pode limitar o estabelecimento e o desenvolvimento das lavouras. No Sul, por outro lado, a elevada umidade do solo pode continuar dificultando o avanço da semeadura, além de favorecer a ocorrência e o desenvolvimento de doenças associadas a condições de maior umidade. Diante desse cenário, é importante redobrar a atenção ao planejamento e à execução das práticas de manejo, considerando as particularidades climáticas de cada região.

Confira, abaixo, o boletim do Sistema TempoCampo, apresentado pelo professor Fábio Marin, com as atualizações e os prognósticos climáticos para novembro.


Inscreva-se agora no canal Prof Fábio Marin clicando aqui!


Referências:

INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 30/10/2026.

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Sustentabilidade

Plantio de soja ultrapassa 50% da área prevista no Brasil, aponta consultoria

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O plantio da safra brasileira de soja 2026/27 atingiu 56,4% da área estimada até 30 de outubro, segundo levantamento da Safras & Mercado. Na semana anterior, em 23 de outubro, o índice era de 42,3%, o que representa um avanço de 14,1 pontos percentuais no período.

O ritmo dos trabalhos também está acima do registrado em igual período do ano passado, quando 46,2% da área prevista estava semeada. Além disso, o percentual atual supera a média histórica para esta época do ano, de 53,4%.

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