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28 de agosto de 2026

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MT mantém nota A+ na Capag pelo 4º ano seguido e alcança a vice-liderança em Solidez Fiscal

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Mato Grosso manteve, pelo quarto ano seguido, a classificação A+ na Capacidade de Pagamento (Capag), analisada pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), e recuperou a segunda colocação nacional em Solidez Fiscal no Ranking de Competitividade dos Estados, publicado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).

Os resultados, referentes aos dados de 2025, são sustentados por uma política de responsabilidade fiscal adotada pelo Governo do Estado, que mantém a dívida sob controle em relação à arrecadação.

Para o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, os resultados demonstram a importância de manter uma gestão fiscal contínua. “Esse resultado consolida um trabalho que trata a responsabilidade fiscal com muita seriedade, mantendo a dívida sob controle e as contas organizadas. E o principal beneficiado é o cidadão, porque um Estado com solidez fiscal e liquidez tem condições de pagar seus compromissos em dia, manter o ritmo das obras e continuar avançando nos investimentos que chegam à população”, afirmou.

Na avaliação da STN, Mato Grosso recebeu nota A nos três indicadores da Capag: Endividamento, Poupança Corrente e Liquidez. Além deles, a Secretaria do Tesouro Nacional também considera o Indicador da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal (ICF), no qual o Estado obteve nota A. Com isso, Mato Grosso alcançou, pelo terceiro ano consecutivo, a classificação final A+, nota máxima concedida na avaliação. Antes da inclusão desse critério pela STN, o Estado já havia obtido nota A por três anos consecutivos.

A Capag avalia a situação fiscal dos Estados e é utilizada, entre outras finalidades, para verificar a capacidade de contratação de operações de crédito com garantia da União. Na prática, uma situação fiscal equilibrada permite ao Estado manter seus compromissos em dia, planejar a aplicação dos recursos e preservar a capacidade de investir em políticas públicas.

O bom desempenho também aparece no Ranking de Competitividade dos Estados. Mato Grosso passou da terceira para a segunda posição nacional no pilar de Solidez Fiscal, recuperando a vice-liderança.

Segundo a Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual (Sate), essa trajetória está relacionada às medidas adotadas a partir de 2019 para reorganizar as contas públicas, como a reestruturação da dívida, mudanças na legislação fiscal e tributária, controle das despesas, recuperação da liquidez e fortalecimento da governança fiscal. As medidas também contribuíram para regularizar compromissos do Estado e manter reservas financeiras para assegurar o equilíbrio das contas.

“A manutenção desse equilíbrio contribui para que o Estado tenha condições de dar continuidade aos serviços públicos, executar políticas públicas e realizar investimentos sem comprometer a sustentabilidade das contas estaduais”, pontua a secretária adjunta do Tesouro Estadual, Luciana Rosa.

Os resultados da Capag e do Ranking de Competitividade indicam a continuidade da trajetória de recuperação fiscal iniciada em 2019. Desde então, Mato Grosso saiu das últimas posições e passou a se manter entre os estados mais bem colocados do país, ao mesmo tempo em que preserva a capacidade de pagamento e mantém um volume expressivo de investimentos em áreas estratégicas, como infraestrutura, saúde, educação e segurança pública.

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Nilson Leitão entre os favoritos…

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Candidato dobra intenções de voto e desponta como um dos favoritos à Câmara Federal

Em meio a uma das disputas mais concorridas da história recente de Mato Grosso, com nada menos que 133 candidatos brigando por uma vaga à Câmara Federal, Nilson Leitão (PP) vem se destacando como um dos nomes mais promissores da corrida eleitoral.

A mais recente pesquisa PercentBrasil, divulgada nesta terça-feira (25), confirma a trajetória de crescimento do ex-deputado. Nilson aparece com 1,6% das intenções de voto, figurando entre os mais lembrados espontaneamente pelo eleitorado mato-grossense. Em um cenário com mais de uma centena de candidatos, estar no grupo de destaque é a prova de que o trabalho político de Nilson segue sendo lembrado pela população.

Os números ganham ainda mais relevância se comparados a levantamentos anteriores, quando o candidato embora estivesse entre os mais lembrados, aparecia abaixo de 1%, registando 0,8% e 0,9% das intenções de voto. Agora, com 1,6%, Nilson praticamente dobrou seus números, demonstrando ter conquistado o eleitor em todas as regiões de Mato Grosso. Essa evolução expressiva é o reflexo direto de uma campanha bem estruturada no digital e da reconexão de Nilson com as bases eleitorais através da agenda de visitas aos municípios mato-grossenses.

Nilson Leitão é o candidato melhor pontuado do Progressistas (PP) na disputa para a Câmara Federal e aparece como o segundo colocado do grupo político formado pelo PP e União Brasil.

A pesquisa PercentBrasil, realizada entre 17 e 23 de agosto com 2.800 eleitores em todo o estado, utilizou a metodologia espontânea, quando o eleitor indica seu voto sem que o entrevistador apresente uma lista de nomes. Com margem de erro de 2,83 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%, o levantamento mostra que 63,5% do eleitorado ainda está indeciso, o que representa enorme potencial de crescimento.

Com experiência comprovada como deputado federal, defensor histórico do agronegócio, da segurança pública e do desenvolvimento sustentável do estado, Nilson vem consolidando seu nome entre os candidatos com reais condições de conquistar uma das oito cadeiras destinadas a Mato Grosso na Câmara dos Deputados.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso sob o número MT-03833/2026.

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Ameaça de despejo e truculência: Wilson Santos aciona MP para frear demolições em Cuiabá

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Moradores relatam uso de spray de pimenta e armas em área de ocupação. Deputado cobra diálogo e sugere uso de fundo de R$ 100 milhões para assentar famílias

Com mais de 30 anos de atuação em conflitos de ocupações urbanas, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) esteve nesta quinta-feira (27) – na região do Vale do Sonho, nas proximidades do Residencial Ilza Terezinha Picoli, em Cuiabá, para verificar de perto a situação das famílias que permanecem no local após a demolição de casas em construção. Após ouvir os moradores e tomar conhecimento da possibilidade de novas intervenções na área, ele procurou imediatamente o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) para discutir alternativas e buscar uma condução que considere a situação social das famílias.

A promotora Maria Fernanda Corrêa da Costa, da 17ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística de Cuiabá, explicou que a área ocupada é pública, destinada ao parcelamento do solo e considerada de interesse ambiental, além de possuir uma grande nascente difusa. Ela acrescenta que as moradias estão inseridas em Área de Preservação Permanente (APP) e a região é considerada de risco. Por esse motivo, foi determinada ao município a desocupação da área e que as casas ocupadas por famílias não foram alvo da ação realizada até o momento e que ainda vai propor uma ação demolitória em relação às construções existentes.

Wilson Santos frisou compreender os argumentos relacionados à preservação ambiental e à segurança das pessoas, mas destacou que a sua principal preocupação está na dimensão social do conflito. Ele conta que houve relatos dos moradores que foram abordados com spray de pimenta, ameaça de disparos de armas de fogo e falta de diálogo. “Na verdade, ninguém aqui defende ocupação de APPs ou áreas de proteção. Ninguém defende isso. Mas também não aceitamos posições truculentas, violentas. Não se aceita mais esse tipo de abordagem em pleno século XXI”, disse.

Durante a reunião, o deputado também citou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabeleceu parâmetros para a retomada de desocupações e reintegrações de posse em conflitos fundiários coletivos que envolvam famílias vulneráveis. Perante essa decisão, as medidas previstas são visitas técnicas, audiências de mediação e estratégias para a retomada das áreas de forma gradual e escalonada. “O STF já decidiu sobre isso. Tem que haver notificação, existe a possibilidade de aluguel social e de colocação em loteamentos”, frisou.

Para Wilson Santos, a solução do conflito deve passar pelo diálogo entre os órgãos públicos e as famílias, além da construção de alternativas de moradia para quem realmente necessita, sendo uma delas a utilização de recursos destinados à implantação de loteamentos populares. De acordo com ele, o orçamento estadual de 2025 possui R$ 100 milhões para essa finalidade, sendo uma emenda de sua autoria para atender aos 142 municípios de Mato Grosso.

Ele acrescenta que Cuiabá já pode ser contemplada com parte deste montante. Tanto que no final de julho deste ano, foi solicitado pela Secretaria Municipal de Habitação ao Governo de Mato Grosso recursos para a implantação de um loteamento popular com 1.622 lotes na região do Barreiro Branco e, que no momento, o pedido está em análise pelo Executivo Estadual. “O caminho para resolver essa situação é implantar os loteamentos populares. As próprias pessoas levantam a construção para ter a sua moradia. Nós temos R$ 100 milhões garantidos no orçamento do Estado para isso. Por que não usar esse dinheiro para trazer essa gente humilde e sofrida que luta por um pedacinho de terra?”, questionou o deputado.

O advogado Daniel Ramalho, especialista em Direito Constitucional e mestre em Direito Agrário, que acompanhou Wilson Santos no encontro com a promotora, também defendeu uma solução negociada para o conflito. Para ele, entre as pessoas que vivem na região estão haitianos e venezuelanos que enfrentam dificuldades de comunicação por não dominarem o português, além de famílias brasileiras. Ele avaliou que a situação reúne diferentes realidades e que, embora algumas pessoas possam ter conhecimento de que se trata de uma área pública, outras estariam em situação de vulnerabilidade e teriam sido levadas a acreditar que poderiam permanecer no local.

Ao finalizar a reunião, ele avaliou positivamente a sensibilidade da promotora Maria Fernanda que sinalizou disposição para avançar no diálogo e deverá despachar no processo para viabilizar uma reunião ampliada entre moradores, município e os demais envolvidos. “A promotora nos garantiu que vai despachar no processo para que possamos fazer uma mesa-redonda juntamente com todos os envolvidos para chegarmos em um consenso”, posicionou.

Wilson Santos defendeu que o caso seja conduzido por meio do diálogo e da construção de alternativas, sem deixar de considerar a necessidade de preservação ambiental e encontrar uma saída para as famílias que permanecem no local. “Eu tenho mais de 30 anos dessa labuta, acompanhando esse tipo de conflito e sai deste encontro muito animado, porque acredito que, daqui para frente, o Ministério Público, a Prefeitura de Cuiabá e todos os envolvidos em questões semelhantes poderão ter um procedimento de diálogo e consenso”, concluiu.

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Mato Grosso tira nota máxima no Tesouro Nacional e vira o 2º estado com maior solidez fiscal do país

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Estado atingiu a nota A+ pelo quarto ano consecutivo. Com dívida sob controle, gestão garante dinheiro em caixa para tocar grandes obras e manter pagamentos em dia

Mato Grosso mantém nota A+ na Capag pelo 4º ano seguido e alcança a vice-liderança em Solidez Fiscal
Classificações refletem o equilíbrio das contas públicas e ampliam a capacidade do Estado de realizar investimentos e manter serviços à população

Lorrana Carvalho
Sefaz-MT

Mato Grosso manteve, pelo quarto ano seguido, a classificação A+ na Capacidade de Pagamento (Capag), analisada pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), e recuperou a segunda colocação nacional em Solidez Fiscal no Ranking de Competitividade dos Estados, publicado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). Os resultados, referentes aos dados de 2025, são sustentados por uma política de responsabilidade fiscal adotada pelo Governo do Estado, que mantém a dívida sob controle em relação à arrecadação.

Para o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, os resultados demonstram a importância de manter uma gestão fiscal contínua. “Esse resultado consolida um trabalho que trata a responsabilidade fiscal com muita seriedade, mantendo a dívida sob controle e as contas organizadas. E o principal beneficiado é o cidadão, porque um Estado com solidez fiscal e liquidez tem condições de pagar seus compromissos em dia, manter o ritmo das obras e continuar avançando nos investimentos que chegam à população”, afirmou.

Na avaliação da STN, Mato Grosso recebeu nota A nos três indicadores da Capag: Endividamento, Poupança Corrente e Liquidez. Além deles, a Secretaria do Tesouro Nacional também considera o Indicador da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal (ICF), no qual o Estado obteve nota A. Com isso, Mato Grosso alcançou, pelo terceiro ano consecutivo, a classificação final A+, nota máxima concedida na avaliação. Antes da inclusão desse critério pela STN, o Estado já havia obtido nota A por três anos consecutivos.

A Capag avalia a situação fiscal dos Estados e é utilizada, entre outras finalidades, para verificar a capacidade de contratação de operações de crédito com garantia da União. Na prática, uma situação fiscal equilibrada permite ao Estado manter seus compromissos em dia, planejar a aplicação dos recursos e preservar a capacidade de investir em políticas públicas.

O bom desempenho também aparece no Ranking de Competitividade dos Estados. Mato Grosso passou da terceira para a segunda posição nacional no pilar de Solidez Fiscal, recuperando a vice-liderança.

Segundo a Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual (Sate), essa trajetória está relacionada às medidas adotadas a partir de 2019 para reorganizar as contas públicas, como a reestruturação da dívida, mudanças na legislação fiscal e tributária, controle das despesas, recuperação da liquidez e fortalecimento da governança fiscal. As medidas também contribuíram para regularizar compromissos do Estado e manter reservas financeiras para assegurar o equilíbrio das contas.

“A manutenção desse equilíbrio contribui para que o Estado tenha condições de dar continuidade aos serviços públicos, executar políticas públicas e realizar investimentos sem comprometer a sustentabilidade das contas estaduais”, pontua a secretária adjunta do Tesouro Estadual, Luciana Rosa.

Os resultados da Capag e do Ranking de Competitividade indicam a continuidade da trajetória de recuperação fiscal iniciada em 2019. Desde então, Mato Grosso saiu das últimas posições e passou a se manter entre os estados mais bem colocados do país, ao mesmo tempo em que preserva a capacidade de pagamento e mantém um volume expressivo de investimentos em áreas estratégicas, como infraestrutura, saúde, educação e segurança pública.

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