Sustentabilidade
Campanha “IHARA Algodão, de ponta a ponta” destaca a importância da cultura para além da colheita e sua conexão com o dia a dia – MAIS SOJA

O Brasil consolidou-se como um dos principais protagonistas da cotonicultura mundial. Além de liderar as exportações globais de algodão, o país também se destaca pela elevada produtividade e pelo investimento contínuo em inovação no campo. A evolução da cultura ao longo das últimas décadas transformou o algodão em uma das cadeias mais tecnificadas do agronegócio brasileiro, impulsionando um setor que movimenta mais de R$ 31 bilhões por ano e conecta o campo, à indústria, à tecnologia e ao cotidiano de milhões de pessoas.
É nesse contexto que a IHARA lança a campanha “IHARA e Algodão, de ponta a ponta”, iniciativa que revela tudo o que acontece entre a origem do algodão e o impacto que ele gera no mundo, além de reforçar a presença da empresa em cada etapa dessa jornada, evidenciando seu papel estratégico no fortalecimento da cotonicultura brasileira.
Inspirada no amplo impacto da cadeia algodoeira, a campanha mostra que a história do algodão não termina na colheita. A partir do plantio, ele segue seu caminho até se transformar em fibra, fio, tecido, roupas e inúmeros produtos presentes no cotidiano das pessoas.
Segundo o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Valdumiro Garcia, a campanha busca ampliar a percepção sobre a importância da cultura e de toda a cadeia produtiva. “Queremos mostrar que cultivar algodão vai muito além da produtividade. É participar de uma cadeia que movimenta a economia, impulsiona a indústria e está presente na vida das pessoas todos os dias. Esse resultado começa muito antes da colheita, nas decisões tomadas pelo produtor, no manejo e nas tecnologias utilizadas ao longo de toda a safra. Há 61 anos, a IHARA acompanha essa evolução, desenvolvendo soluções que contribuem para uma cotonicultura cada vez mais produtiva e sustentável”, destaca.
A iniciativa também reforça a contribuição da empresa para a evolução da cultura por meio de tecnologias que auxiliam os produtores a enfrentar os principais desafios fitossanitários, reafirmando o compromisso da IHARA com a inovação e o fortalecimento da competitividade do setor.
Boa produtividade e qualidade da matéria-prima reforçam a importância do manejo
A safra brasileira de algodão 2025/26 mantém boas perspectivas, com produção estimada em 4,06 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O desempenho das lavouras evidencia a importância do investimento em tecnologia, incluindo o uso de cultivares adaptadas às diferentes regiões produtoras, o manejo nutricional e as estratégias fitossanitárias adotadas ao longo do ciclo.
Ao mesmo tempo, o avanço da resistência de plantas daninhas, a elevada pressão de pragas e a necessidade de otimizar as operações no campo tornam cada vez mais importante a adoção de soluções que aumentem a eficiência do manejo e reduzam os riscos produtivos.
Entre os principais destaques está o herbicida pré-emergente YAMATO SC, desenvolvido para auxiliar os produtores no controle de plantas daninhas de difícil manejo, como capim-pé-de-galinha e caruru. Com alta seletividade para a cultura do algodão, a tecnologia apresenta elevada eficiência no controle de outras importantes espécies infestantes, contribuindo para reduzir a matocompetição desde o estabelecimento da lavoura.
Outra solução é o inseticida CHASER EW, tecnologia inédita no Brasil que atua simultaneamente em vários alvos, solucionando problemas relevantes com uma única aplicação. A solução atua no controle de importantes alvos da cultura, como bicudo-do-algodoeiro, ácaro-rajado, pulgão e ramulária, permitindo simplificar o manejo fitossanitário e aumentar a eficiência das aplicações.
“Os desafios da cotonicultura evoluem a cada safra e exigem estratégias cada vez mais integradas. Com 61 anos de atuação no Brasil, a IHARA acompanha essa transformação da agricultura brasileira e investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento para oferecer soluções que atendam às principais demandas do campo. Na cultura do algodão, esse compromisso se traduz em tecnologias voltadas à simplificação do manejo, ao aumento da eficiência operacional e à preservação do potencial produtivo das lavouras e da qualidade da fibra”, reforça Valdumiro.
“A evolução da cotonicultura depende de inovação contínua e de tecnologias capazes de acompanhar os desafios da cultura. É esse compromisso que orienta a atuação da IHARA, desenvolvendo soluções que contribuam para uma produção mais eficiente, sustentável e competitiva, preservando o potencial produtivo das lavouras e a qualidade da fibra”, conclui Valdumiro.
SOBRE A IHARA
A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que há mais de 60 anos leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa como uma marca que tem a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Perdeu o Soja Brasil? Veja os destaques da última edição do programa

O que movimenta a safra de soja 2026/27 no Brasil? A última edição do programa Soja Brasil reúne reportagens sobre pesquisa agrícola na China, os desafios do plantio no Paraná e os impactos do clima para os produtores rurais.
A expedição Soja Brasil percorre Mato Grosso para mostrar os desafios logísticos do escoamento da produção, desde o transporte rodoviário até a integração com as ferrovias. O programa também acompanha o avanço do plantio pelo país e traz a previsão do tempo para a primavera, com alertas para o calor e a irregularidade das chuvas em diferentes regiões.
Outro destaque é a tecnologia no campo. Na abertura nacional do plantio da soja 2026/27, em Ipiranga do Norte (MT), produtores conheceram máquinas e soluções voltadas à precisão das operações, à economia de fertilizantes e à eficiência no trabalho agrícola.
Na China, a equipe mostra como pesquisadores investem em melhoramento genético, manejo do solo e rotação de culturas para ampliar a produtividade da soja e reduzir a dependência das importações. Já no Paraná, o excesso de umidade dificulta a semeadura em algumas regiões e acende o alerta para possíveis impactos no calendário do milho safrinha.
O programa traz ainda informações sobre o ritmo do plantio no Brasil e os principais assuntos em destaque no portal Soja Brasil, incluindo o manejo de pragas e doenças e histórias de produtores rurais.
Sustentabilidade
Soja: preços sobem no Brasil, mas portos saturados limitam comercialização

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com valorização dos preços, mas poucos negócios registrados nesta sexta-feira (23). De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, apesar das cotações mais altas, a sessão apresentou poucas indicações de compra, enquanto a saturação dos portos e o foco dos produtores no plantio da nova safra limitaram a comercialização.
Segundo Silveira, algumas tradings já estão próximas de concluir seus programas de embarques do ano, em um cenário de portos bastante saturados. Os prêmios permaneceram praticamente estáveis, sem alterações significativas ao longo da sessão.
A semana apresentou melhora no volume de negócios em relação aos dias anteriores, mas a movimentação ainda ficou bastante abaixo da observada há três semanas.
Confira:
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 146,00 para R$ 148,00
- Santa Rosa (RS): subiu de R$ 147,00 para R$ 149,00
- Cascavel (PR): subiu de R$ 141,00 para R$ 142,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 141,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 140,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 139,00
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 152,00 para R$ 153,00
- Rio Grande (RS): subiu de R$ 153,00 para R$ 155,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira (22) com preços mais altos para o grão, o farelo e o óleo, conforme o balanço divulgado para a sessão.
Apesar da pressão de oferta decorrente do avanço da colheita de soja nos Estados Unidos, o mercado foi sustentado por compras de fundos, levando em conta a boa demanda pela oleaginosa norte-americana, especialmente por parte da China. A valorização do petróleo também favoreceu o avanço das cotações. Na semana, a posição novembro de 2026 registrou recuo acumulado de 0,37%.
As vendas líquidas norte-americanas de soja da temporada 2026/27, iniciada em 1º de setembro, somaram 2.841.200 toneladas na semana encerrada em 15 de outubro. A China liderou as compras, com 2.178.600 toneladas. O resultado ficou dentro das expectativas dos analistas, que apontavam para vendas entre 1,1 milhão e 3 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Com o clima favorável no Meio-Oeste, parte dos produtores estava concluindo a colheita de soja e direcionando os trabalhos para o milho. Além disso, as expectativas de uma safra brasileira maior em 2026/27 seguem no radar dos operadores.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2026 fecharam com alta de 3,50 centavos de dólar por bushel, ou 0,27%, a US$ 12,56½ por bushel. A posição janeiro de 2027 teve cotação de US$ 12,68½ por bushel, avanço de 3,75 centavos de dólar por bushel, ou 0,29%.
Nos subprodutos, a posição dezembro de 2026 do farelo fechou com perda de US$ 1,20 por tonelada, ou 0,34%, a US$ 346,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro de 2026 fecharam a 66,83 centavos de dólar por libra-peso, elevação de 0,09 centavo, ou 0,13%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira (23) com baixa de 0,96%, negociado a R$ 4,9897 para venda e a R$ 4,9877 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9887 e a máxima de R$ 5,0558.
Sustentabilidade
Fitotoxicidade de herbicidas em soja exige atenção ao posicionamento dos produtos – MAIS SOJA

Com o aumento da ocorrência de plantas daninhas de difícil controle nas lavouras brasileiras, estratégias integradas de manejo têm ganhado espaço na cultura da soja, visando ampliar a eficácia de controle e reduzir os prejuízos decorrentes da matocompetição. Nesse contexto, o uso de herbicidas pré-emergentes destaca-se como uma das principais ferramentas, especialmente no manejo de espécies daninhas resistentes a herbicidas pós-emergentes.
Entretanto, devido à atuação desses produtos no solo, erros de posicionamento podem resultar em efeitos fitotóxicos indesejados na cultura da soja. Dependendo das condições de aplicação e das características do herbicida, esses efeitos podem comprometer o estabelecimento inicial das plantas, limitar seu crescimento e prejudicar o desempenho da cultura. Entre os fatores envolvidos, destaca-se o carryover, associado à persistência de resíduos de herbicidas no solo em níveis capazes de causar injúrias às culturas subsequentes.
O carryover ocorre quando resíduos de herbicidas permanecem biologicamente ativos no solo e são absorvidos pelas plantas, provocando alterações em seu crescimento e desenvolvimento. Esse efeito pode estar relacionado tanto à aplicação de herbicidas pré-emergentes na própria cultura quanto à persistência de resíduos de produtos utilizados no cultivo anterior (Werle & Oliveira, 2018).
A intensidade das injúrias depende de diversos fatores, incluindo o tipo de solo, a umidade, o regime de precipitação, a mobilidade do herbicida no solo, a presença de palhada, a concentração e a dose do produto, além da seletividade da molécula à cultura. Conforme o herbicida e seu mecanismo de ação, os sintomas de fitotoxicidade podem se manifestar na parte aérea ou no sistema radicular das plantas (Figura 1).
Figura 1. Injúria durante a emergência da cultura da soja decorrente de herbicida pré-emergente ou carryover.
Vale destacar que, além das diferenças entre os herbicidas, as cultivares de soja também podem apresentar respostas distintas quanto à sensibilidade aos produtos e à intensidade dos sintomas de fitotoxicidade. No caso dos herbicidas pós-emergentes, a manifestação desses sintomas varia conforme o mecanismo de ação do produto, podendo incluir desde necroses nos tecidos vegetais até deformações foliares e redução do crescimento das plantas (Figura 2). Esses efeitos tendem a ser particularmente prejudiciais quando ocorrem nas fases iniciais do desenvolvimento da soja, podendo comprometer o estabelecimento da cultura e, dependendo da intensidade das injúrias, resultar em perdas expressivas de produtividade.
Figura 2. Sintomas típicos da fitotoxicidade ocasionada por alguns dos principais herbicidas utilizados em soja.

Conforme observado por Alves et al. (2021), a fitotoxicidade causada pela deriva de Dicamba em soja não tolerante pode resultar em perdas de produtividade de até 12% para cada 1% de injúria, dependendo da severidade dos sintomas e do estádio de desenvolvimento da cultura em que ocorre o dano. Esse resultado evidencia o potencial impacto da fitotoxicidade sobre a produtividade da soja e reforça a importância do posicionamento adequado dos herbicidas, considerando as características dos produtos, a seletividade às cultivares e as condições de aplicação, a fim de minimizar os riscos de injúrias e seus reflexos no desempenho produtivo da cultura.
Veja mais: Por que a umidade do solo é tão importante para a eficácia dos herbicidas pré-emergentes?

Referências:
ALVES, G. S. et al. PHYTOTOXICITY IN SOYBEAN CROP CAUSED BY SIMULATED DICAMBA DRIFT. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v. 56, 2021. Disponível em: < https://seer.sct.embrapa.br/index.php/pab/article/download/26912/14872 >, acesso em: 23/10/2026.
WERLE, R.; OLIVEIRA, M. C. Chave para Identificação de Injúrias Causadas por Herbicidas. University of Wisconsin-Madison UW-Extension, WiscWeeds, 2018. Disponível em: < https://maxweeds.rbind.io/pt/post/chave_id-herbicida/2018-herb-pt.pdf >, acesso em: 23/10/2026.

Sustentabilidade10 horas agoPerdeu o Soja Brasil? Veja os destaques da última edição do programa
Featured10 horas agoCesta básica sobe pela quarta semana consecutiva em Cuiabá e preço médio chega a R$ 937
Business20 horas agoBoletim agrometeorológico prevê chuva no fim de semana no Rio Grande do Sul
Featured9 horas agoSetasc-MT encerra encontro estadual com foco na erradicação do trabalho infantil em 25 municípios
Featured12 horas agoPolícia Civil prende homem com pistola raspada em São José dos Quatro Marcos
Featured12 horas agoPIB de Mato Grosso cresce 6,7% e alcança o segundo lugar no Brasil
Business8 horas agoUSP descobre como reduzir em 60% os sintomas de fungo no trigo
Featured11 horas agoPolitec de Lucas do Rio Verde procura parentes de idoso encontrado morto em Itanhangá

















