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28 de agosto de 2026

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Nilson Leitão entre os favoritos…

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Candidato dobra intenções de voto e desponta como um dos favoritos à Câmara Federal

Em meio a uma das disputas mais concorridas da história recente de Mato Grosso, com nada menos que 133 candidatos brigando por uma vaga à Câmara Federal, Nilson Leitão (PP) vem se destacando como um dos nomes mais promissores da corrida eleitoral.

A mais recente pesquisa PercentBrasil, divulgada nesta terça-feira (25), confirma a trajetória de crescimento do ex-deputado. Nilson aparece com 1,6% das intenções de voto, figurando entre os mais lembrados espontaneamente pelo eleitorado mato-grossense. Em um cenário com mais de uma centena de candidatos, estar no grupo de destaque é a prova de que o trabalho político de Nilson segue sendo lembrado pela população.

Os números ganham ainda mais relevância se comparados a levantamentos anteriores, quando o candidato embora estivesse entre os mais lembrados, aparecia abaixo de 1%, registando 0,8% e 0,9% das intenções de voto. Agora, com 1,6%, Nilson praticamente dobrou seus números, demonstrando ter conquistado o eleitor em todas as regiões de Mato Grosso. Essa evolução expressiva é o reflexo direto de uma campanha bem estruturada no digital e da reconexão de Nilson com as bases eleitorais através da agenda de visitas aos municípios mato-grossenses.

Nilson Leitão é o candidato melhor pontuado do Progressistas (PP) na disputa para a Câmara Federal e aparece como o segundo colocado do grupo político formado pelo PP e União Brasil.

A pesquisa PercentBrasil, realizada entre 17 e 23 de agosto com 2.800 eleitores em todo o estado, utilizou a metodologia espontânea, quando o eleitor indica seu voto sem que o entrevistador apresente uma lista de nomes. Com margem de erro de 2,83 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%, o levantamento mostra que 63,5% do eleitorado ainda está indeciso, o que representa enorme potencial de crescimento.

Com experiência comprovada como deputado federal, defensor histórico do agronegócio, da segurança pública e do desenvolvimento sustentável do estado, Nilson vem consolidando seu nome entre os candidatos com reais condições de conquistar uma das oito cadeiras destinadas a Mato Grosso na Câmara dos Deputados.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso sob o número MT-03833/2026.

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Candidatos ao governo de MT começam campanha em rádio e TV com foco na carreira pública

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Senador Wellington Fagundes (PL) evitou passado político e preferiu apontar o potencial econômico do Estado e proposta de gestão focada em pessoas

Os candidatos a governador de Mato Grosso pelos próximos quatro anos estrearam nesta sexta-feira (28) seus programas de campanha no horário eleitoral gratuito com as tradicionais estratégias de focar na apresentação própria, acompanhada de relações políticas. 

A médica Natasha Slhessarenko (PSD) ressaltou sua carreira profissional na medicina e de empresária na saúde. Ela disse que atendeu no SUS (Sistema Único de Saúde), onde teria reconhecido a necessidade da saúde pública e, ao mesmo, construiu empresa de sucesso na saúde privada. 

O lado político apareceu com a ex-senadora Serys Slhessarenko, nome conhecido do Partido dos Trabalhadores (PT), mãe da candidata, e a professora Enelinda Scala, outro nome reconhecido da esquerda. 

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) mostrou a história de sua família, vinda do Sul do Brasil para o médio-norte de Mato Grosso na década de 1970. Emocionado, citou a mãe como exemplo de vida, que o teria despertado para a vida política. 

Ele citou os mandatos de prefeito em Lucas do Rio Verde (334 km de Cuiabá) e o período de vice-governador nos sete anos e três meses de mandato de Mauro Mendes (União Brasil). As duas experiências seriam a somatória de seu preparo para continuar na gestão do Estado. 

O senador Wellington Fagundes (PL) preteriu da apresentação de seu passado na política. Ele optou por focar no potencial econômico de Mato Grosso, com o crescimento da agropecuária e o mercado da agroindústria.  

Wellington afirmou que sua proposta de gestão é unir o potencial econômico a uma gestão focada nas pessoas. O intermediário da política dele seria a avaliação específica de cada município. 

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De olho no fim do vazio sanitário, atenção dos sojicultores se volta para o plantio 26/27

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Divulgação Embrapa Soja

Setembro marca o fim do vazio sanitário em diferentes regiões produtoras e abre uma nova janela para o plantio da safra 2026/27. Em Mato Grosso, a semeadura pode começar em 7 de setembro; em Mato Grosso do Sul, em 16 de setembro; e, em Goiás, a partir do dia 25. Já em Minas Gerais e no Distrito Federal, a liberação ocorre em 1º de outubro, conforme o calendário estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Com a proximidade da semeadura, a atenção dos produtores também se volta para o manejo da ferrugem-asiática, doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. Segundo a Ourofino Agrociência, as estratégias de controle devem começar ainda na entressafra, antes mesmo da implantação da lavoura.

Uma das medidas é a eliminação de plantas voluntárias, conhecidas como tigueras ou guaxas, que podem servir como hospedeiras para o fungo entre as safras. O vazio sanitário também tem como objetivo reduzir a sobrevivência do patógeno e a quantidade de inóculo disponível no ambiente, retardando a ocorrência da doença nas lavouras.

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Entre as estratégias recomendadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão a semeadura no início da época indicada para cada região, o uso de cultivares precoces quando adequado, o monitoramento desde o início do desenvolvimento da cultura e o emprego preventivo de fungicidas.

Época de plantio ganha importância

A data da semeadura pode influenciar a pressão da ferrugem ao longo da safra. A quantidade de inóculo tende a aumentar conforme o ciclo avança. Com isso, lavouras implantadas no início da janela recomendada podem desenvolver parte importante do ciclo antes de uma maior disseminação do fungo.

Já áreas semeadas mais tarde podem encontrar maior presença de esporos no ambiente, aumentando a necessidade de atenção ao monitoramento e ao controle da doença.

A definição do momento do plantio, porém, deve respeitar o calendário oficial e considerar as condições de umidade do solo, o ambiente de produção e as recomendações agronômicas específicas de cada região. O produtor também pode acompanhar as ocorrências da ferrugem por meio do Consórcio Antiferrugem.

Manejo deve ser planejado antes dos sintomas

Na safra 2025/26, uma rede formada por 23 instituições realizou 21 experimentos para avaliar a eficácia de fungicidas no controle da ferrugem-asiática. Os resultados, publicados em 2026, reforçam a necessidade de considerar a época de semeadura na definição dos programas de manejo.

A recomendação também é priorizar a rotação de fungicidas com diferentes modos de ação, além de evitar aplicações sequenciais e exclusivamente curativas, diante das alterações de sensibilidade do fungo observadas ao longo das safras.

Segundo a Ourofino Agrociência, o manejo deve ser planejado antes do aparecimento dos sintomas, combinando o monitoramento da lavoura e das ocorrências regionais com o uso adequado de fungicidas.

As informações são da Ourofino Agrociência.

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Ameaça de despejo e truculência: Wilson Santos aciona MP para frear demolições em Cuiabá

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Moradores relatam uso de spray de pimenta e armas em área de ocupação. Deputado cobra diálogo e sugere uso de fundo de R$ 100 milhões para assentar famílias

Com mais de 30 anos de atuação em conflitos de ocupações urbanas, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) esteve nesta quinta-feira (27) – na região do Vale do Sonho, nas proximidades do Residencial Ilza Terezinha Picoli, em Cuiabá, para verificar de perto a situação das famílias que permanecem no local após a demolição de casas em construção. Após ouvir os moradores e tomar conhecimento da possibilidade de novas intervenções na área, ele procurou imediatamente o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) para discutir alternativas e buscar uma condução que considere a situação social das famílias.

A promotora Maria Fernanda Corrêa da Costa, da 17ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística de Cuiabá, explicou que a área ocupada é pública, destinada ao parcelamento do solo e considerada de interesse ambiental, além de possuir uma grande nascente difusa. Ela acrescenta que as moradias estão inseridas em Área de Preservação Permanente (APP) e a região é considerada de risco. Por esse motivo, foi determinada ao município a desocupação da área e que as casas ocupadas por famílias não foram alvo da ação realizada até o momento e que ainda vai propor uma ação demolitória em relação às construções existentes.

Wilson Santos frisou compreender os argumentos relacionados à preservação ambiental e à segurança das pessoas, mas destacou que a sua principal preocupação está na dimensão social do conflito. Ele conta que houve relatos dos moradores que foram abordados com spray de pimenta, ameaça de disparos de armas de fogo e falta de diálogo. “Na verdade, ninguém aqui defende ocupação de APPs ou áreas de proteção. Ninguém defende isso. Mas também não aceitamos posições truculentas, violentas. Não se aceita mais esse tipo de abordagem em pleno século XXI”, disse.

Durante a reunião, o deputado também citou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabeleceu parâmetros para a retomada de desocupações e reintegrações de posse em conflitos fundiários coletivos que envolvam famílias vulneráveis. Perante essa decisão, as medidas previstas são visitas técnicas, audiências de mediação e estratégias para a retomada das áreas de forma gradual e escalonada. “O STF já decidiu sobre isso. Tem que haver notificação, existe a possibilidade de aluguel social e de colocação em loteamentos”, frisou.

Para Wilson Santos, a solução do conflito deve passar pelo diálogo entre os órgãos públicos e as famílias, além da construção de alternativas de moradia para quem realmente necessita, sendo uma delas a utilização de recursos destinados à implantação de loteamentos populares. De acordo com ele, o orçamento estadual de 2025 possui R$ 100 milhões para essa finalidade, sendo uma emenda de sua autoria para atender aos 142 municípios de Mato Grosso.

Ele acrescenta que Cuiabá já pode ser contemplada com parte deste montante. Tanto que no final de julho deste ano, foi solicitado pela Secretaria Municipal de Habitação ao Governo de Mato Grosso recursos para a implantação de um loteamento popular com 1.622 lotes na região do Barreiro Branco e, que no momento, o pedido está em análise pelo Executivo Estadual. “O caminho para resolver essa situação é implantar os loteamentos populares. As próprias pessoas levantam a construção para ter a sua moradia. Nós temos R$ 100 milhões garantidos no orçamento do Estado para isso. Por que não usar esse dinheiro para trazer essa gente humilde e sofrida que luta por um pedacinho de terra?”, questionou o deputado.

O advogado Daniel Ramalho, especialista em Direito Constitucional e mestre em Direito Agrário, que acompanhou Wilson Santos no encontro com a promotora, também defendeu uma solução negociada para o conflito. Para ele, entre as pessoas que vivem na região estão haitianos e venezuelanos que enfrentam dificuldades de comunicação por não dominarem o português, além de famílias brasileiras. Ele avaliou que a situação reúne diferentes realidades e que, embora algumas pessoas possam ter conhecimento de que se trata de uma área pública, outras estariam em situação de vulnerabilidade e teriam sido levadas a acreditar que poderiam permanecer no local.

Ao finalizar a reunião, ele avaliou positivamente a sensibilidade da promotora Maria Fernanda que sinalizou disposição para avançar no diálogo e deverá despachar no processo para viabilizar uma reunião ampliada entre moradores, município e os demais envolvidos. “A promotora nos garantiu que vai despachar no processo para que possamos fazer uma mesa-redonda juntamente com todos os envolvidos para chegarmos em um consenso”, posicionou.

Wilson Santos defendeu que o caso seja conduzido por meio do diálogo e da construção de alternativas, sem deixar de considerar a necessidade de preservação ambiental e encontrar uma saída para as famílias que permanecem no local. “Eu tenho mais de 30 anos dessa labuta, acompanhando esse tipo de conflito e sai deste encontro muito animado, porque acredito que, daqui para frente, o Ministério Público, a Prefeitura de Cuiabá e todos os envolvidos em questões semelhantes poderão ter um procedimento de diálogo e consenso”, concluiu.

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