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25 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Plano Safra: Canola amplia alternativas de produção no inverno – MAIS SOJA

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O amarelo que toma conta das lavouras durante a floração da canola tem ganhado cada vez mais espaço no campo e também na estratégia dos produtores rurais. Em Crissiumal, no Noroeste do Rio Grande do Sul, a cultura vem sendo uma alternativa para diversificar a produção durante o inverno e aproveitar melhor as áreas agrícolas.

Os cooperados Janiel Frasson Helfenstein e sua esposa, Luana Unser Prediger, iniciaram o cultivo da canola em 2025. Na propriedade, localizada na comunidade de Vila Planalto, são destinados aproximadamente 30 hectares para a cultura nesta safra.

A escolha pela canola está relacionada principalmente à possibilidade de diversificação e à adaptação da cultura ao sistema produtivo da região. Além de ser uma oleaginosa cultivada no período de inverno, a canola pode participar da rotação de culturas, contribuindo para a quebra de ciclos de doenças e para o melhor aproveitamento da área agrícola. Estudos da Embrapa destacam esse potencial da cultura no Noroeste do Rio Grande do Sul.

Uma nova alternativa para a lavoura

Para os produtores, apostar na canola também significa buscar novas possibilidades de renda e aproveitar um período em que a propriedade poderia ter parte de sua área com menor utilização.

Janiel conta que decidiu investir na cultura principalmente pela maior resistência da canola às chuvas. Antes, durante o inverno, a área era destinada ao cultivo de trigo. A mudança trouxe uma nova alternativa para a propriedade, com a expectativa de um retorno financeiro maior devido à valorização da canola no mercado. Para esta safra, a previsão é colher entre 25 e 30 sacas por hectare. 

O cultivo exige atenção desde o planejamento da lavoura até a colheita. Entre os principais cuidados estão a escolha da cultivar, a época de semeadura, o manejo do solo, a adubação e o acompanhamento das condições climáticas. No Rio Grande do Sul, a canola é cultivada durante o outono e o inverno, e o planejamento da semeadura é um dos fatores importantes para o desempenho da lavoura.

Crédito para o cultivo 

Para garantir os recursos necessários ao desenvolvimento da cultura, os cooperados buscaram na Cresol o apoio do Plano Safra. Por meio da linha de custeio, puderam contar com recursos para as despesas ao longo do ciclo produtivo, contribuindo para um melhor planejamento e desenvolvimento da lavoura. 

“A Cresol facilitou a nossa produção pela agilidade na liberação do crédito e pela praticidade na contratação. E também tem o atendimento próximo, porque a gente sabe que pode contar com eles quando precisa. Com o tempo, acaba criando até uma amizade”, comenta Janiel.

Mais do que disponibilizar o crédito, a proximidade com o associado faz parte da atuação da Cresol no campo. A cooperativa busca compreender a realidade de cada propriedade para oferecer soluções que estejam de acordo com as necessidades do produtor.

Canola ganha espaço no Rio Grande do Sul

A experiência dos produtores de Crissiumal acompanha um movimento de expansão da cultura no Rio Grande do Sul. De acordo com a projeção da Emater/RS-Ascar para a safra 2026, o Estado deve cultivar 353.397 hectares de canola, um crescimento de 102,64% em relação à área cultivada em 2025. O avanço reforça a cultura como uma das principais alternativas entre os cultivos de inverno. 

No Noroeste gaúcho, a cultura já possui histórico de adaptação e vem sendo estudada como alternativa para os sistemas de produção da região. Além da possibilidade de geração de renda no inverno, a canola contribui para a diversificação e pode ser inserida em sistemas de rotação com outras culturas.

Para Christian Renz, gerente da agência da Cresol em Crissiumal, apoiar atividades como a produção de canola faz parte do compromisso da cooperativa com o desenvolvimento das propriedades e da economia local. “Sabemos que diversificar a produção também é uma forma de buscar novas oportunidades no campo. A Cresol está ao lado dos agricultores para apoiar essas decisões e incentivar que conheçam e avaliem novas alternativas de cultivo, sempre considerando a realidade e os objetivos de cada propriedade”, destaca.

A expectativa dos associados para os próximos ciclos é seguir investindo na canola como alternativa para diversificar a produção. Com planejamento, conhecimento e acesso aos recursos necessários, a cultura passa a ocupar um espaço cada vez mais estratégico na propriedade.

Série especial Plano Safra

Desde 2003, o Plano Safra é uma das principais políticas de incentivo ao desenvolvimento da agropecuária brasileira, oferecendo linhas de crédito para custeio, investimento e modernização das propriedades rurais.

Nesta série especial, a Cresol apresenta histórias de produtores que utilizam esses recursos para investir em tecnologia, ampliar a produção e fortalecer a sucessão familiar. A cada reportagem, uma atividade mostra como o cooperativismo contribui para o desenvolvimento do campo em diferentes regiões do Brasil. 

Sobre a Cresol

Com 31 anos de história, mais de 1,2 milhão de cooperados e 1.060 agências de relacionamento no Brasil, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do país. Com foco no atendimento personalizado, fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Milho ganha força, enquanto soja espera por novos sinais de demanda no mercado internacional – MAIS SOJA

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Enquanto o milho começa a encontrar espaço para uma recuperação no mercado internacional, a soja ainda enfrenta um obstáculo conhecido: a demanda. Os dados de oferta e demanda divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em agosto mostram uma mudança importante no equilíbrio entre os dois grãos. No milho, estoques menores aumentam a sensibilidade do mercado a novas perdas de produção ou surpresas na demanda. Na soja, o aumento da oferta americana mantém os preços mais dependentes de novos estímulos, especialmente das compras chinesas.

No Brasil, porém, o comportamento das bolsas internacionais é apenas parte da formação dos preços, que também depende de câmbio, prêmios e demanda.

Soja ainda depende da demanda

Na soja, a produtividade americana foi revisada de 59,40 para 59,07 sacas por hectare, mas a área colhida aumentou 1,7%, para 34,72 milhões de hectares. Com isso, a produção chegou a 122,99 milhões de toneladas, acima das 121,8 milhões esperadas pelo mercado. Os estoques finais ficaram em 8,71 milhões de toneladas, enquanto a previsão de importação da China permaneceu em 115 milhões de toneladas.

Para Isabella Pliego, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro, o aumento da oferta americana reduz o espaço para uma alta mais consistente. “O que trava a soja hoje é demanda. O esmagamento maior sustenta farelo e óleo, mas não resolve o excedente de grão que precisa sair dos Estados Unidos”, afirma.

A produção brasileira de soja para 2026/27 permanece projetada em 186 milhões de toneladas. Nesse cenário, o mercado passa a depender de novos sinais de demanda chinesa ou de perdas mais significativas nas lavouras americanas para ganhar sustentação.

Milho tem estoques mais apertados

No milho, a combinação entre exportações maiores e estoques menores mudou a percepção do mercado. As exportações americanas para 2025/26 subiram de 84,46 milhões para 86,36 milhões de toneladas, enquanto os estoques de passagem recuaram de 51,31 milhões para 49,40 milhões. Para 2026/27, os estoques finais foram projetados em 41,98 milhões de toneladas, queda de 7,65%.

“A relação estoque/uso americana saiu do cenário mais  confortável e entrou em patamar justo, e assim o mercado começa a precificar risco: com pouco colchão, qualquer problema de clima ou surpresa de demanda gera reação de preço desproporcional ao tamanho do dado”, explica Isabella.

Apesar da produção americana continuar elevada, em 406,75 milhões de toneladas, o menor volume disponível reduz a margem para novas perdas de produtividade ou aumento das exportações. A relação estoque/uso caiu de 11,01% para 10,12%, reforçando a mudança no balanço do cereal.

Câmbio segue decisivo para o produtor

No mercado brasileiro, os efeitos desse cenário ainda dependem de fatores domésticos. A projeção de estoques finais de milho para 2026/27 caiu de 11,1 milhões para 10,1 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno subiu de 98 milhões para 100 milhões de toneladas.

Para Isabella, a movimentação internacional precisa ser analisada em conjunto com as condições do mercado brasileiro. “Câmbio, prêmios da soja e exportações brasileiras de grãos continuam definindo quanto do movimento externo chega ao produtor. No milho, o consumo doméstico brasileiro também ganha importância”, afirma.

O cenário desenhado pelos dados do USDA coloca milho e soja em momentos distintos. Enquanto o cereal passa a operar com menor margem de segurança nos estoques americanos e fica mais sensível a fatores como clima e demanda, a soja ainda precisa de novos estímulos para reduzir a pressão provocada pela oferta. Para o mercado brasileiro, a combinação entre esses fatores externos e as condições domésticas será determinante para definir os próximos movimentos de preços.

Sobre a Biond Agro

Empresa especializada em gestão e comercialização de grãos para o produtor brasileiro, originária de um grupo de companhias com 25 anos de experiência (Fyo, CRESUD e Brasil Agro). Compreendendo os números e especificidades do negócio e como interagir com os mercados. A Biond Agro desenha estratégias de comercialização e execução de negócios, profissionalizando a gestão de riscos para tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. Saiba mais em https://www.biondagro.com/

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Planta de cobertura eleva produtividade da soja em até 8,1 sacas por hectare, aponta estudo – MAIS SOJA

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A escolha da planta de cobertura pode influenciar diretamente o desempenho da cultura seguinte. É o que indica um estudo conduzido pelo GAPES ICT (Instituto de Ciência, Gestão, Tecnologia e Inovação), em Rio Verde (GO), que avaliou o impacto de diferentes plantas de cobertura no sistema de produção de soja na safra 2025/26.

Entre as coberturas avaliadas, a brachiaria híbrida Mavuno proporcionou produtividade de 83,7 sacas de soja por hectare, um incremento de 6,6 sacas/ha na comparação às 77,1 sc/ha do plantio referência, onde a soja foi cultivada após milho.

O maior ganho numérico do experimento foi registrado pelo Mix de Cobertura da Wolf Sementres que além de Mavuno leva em sua composição Crotalária, Nabo Forrageiro, Milheto BRS 1501 e Feijão Guandu. Foram colhidas 85,2 sacas por hectare, incremento de 8,1 sc/ha em relação à referência.

O estudo foi conduzido em delineamento em blocos casualizados (DBC), com quatro blocos e parcelas de 5 x 3 metros, em área com 40,42% de teor de argila. Foram avaliados seis tratamentos: milho P3601 PWU isolado, Mavuno, BRS Piatã, Ruziziensis, Mix de Cobertura e Mix de Pastejo. As avaliações incluíram produtividade acumulada do sistema soja-milho, compactação do solo, altura de planta, estande e análise de solo (Fe, K, Zn, P e Cu) antes e depois do cultivo das plantas de cobertura.

Os resultados da produtividade da soja foram: 77,1 sc/ha para a referência (milho isolado), 83,7 sc/ha para Mavuno, 81,1 sc/ha para BRS Piatã, 79,2 sc/ha para Ruziziensis, 85,2 sc/ha para o Mix de Cobertura e 79,4 sc/ha para o Mix de Pastejo.

“O estudo do GAPES, não mostrou apenas ganho de produtividade na soja. O Mavuno também produziu mais matéria seca, 9,6 toneladas por hectare, contra 7,9 do Piatã e 6,2 da ruziziensis. São dois parâmetros que caminham juntos e mostram a consistência do material dentro do sistema”, afirma Tiago Penha Pontes, engenheiro agrônomo e gerente técnico da Wolf Seeds.

O papel do fósforo no resultado

O trabalho também analisou a relação entre os atributos químicos do solo e a produtividade. Foi identificada correlação positiva moderada (r = 0,46) entre os teores de fósforo remanescentes no solo e a produtividade da soja. Entre os tratamentos, o Mix de Cobertura apresentou a menor redução no teor de fósforo após o cultivo das plantas de cobertura, de 14,55%, enquanto os demais tratamentos registraram quedas superiores a 25%.

O relatório aponta ainda que a maior produção de biomassa, isoladamente, não apresentou correlação significativa com a produtividade da soja. Ou seja, os tratamentos com maior volume de matéria seca (como o Mix de Pastejo, com 18,4 t/ha) não foram necessariamente os que mais impactaral no aumento de produtividade.

“Durante muito tempo, a gente trabalhava com estimativa. Agora temos a prova: um estudo conduzido por um instituto respeitado, ao longo de dois anos, mostrando o que o Mavuno entrega dentro do sistema de produção. O que sempre vimos e ouvimos dos agricultores agora comprovado pela ciência”, explica Alexander Wolf, CEO da Wolf Seeds.

De acordo com o executivo, o estudo do GAPES ICT também contribui para consolidar o posicionamento do Mavuno como uma tecnologia voltada ao produtor de grãos, e não apenas como opção de forrageira para pecuária.

“Quando você coloca na ponta do lápis o custo da semente e o retorno em sacas de soja, a conta fecha muito a favor do produtor. Fizemos a estimativa em uma propriedade de 10 mil hectares e, mesmo com um investimento inicial mais alto, o retorno do Mavuno ultrapassa com folga o de outras coberturas do mercado”, acrescenta.

Webinar aberto

Os resultados do estudo do GAPES ICT serão apresentados pela Wolf Seeds no webinar “Tecnologia de Cobertura: mais proteção, maior produção”, marcado para 27 de agosto (quinta-feira), às 18h, no horário de Brasília. O encontro será online e discutirá como a escolha da cobertura pode impactar o sistema de produção.

Participam do webinar Mirlane Pereira, analista de Pesquisa e Desenvolvimento da Wolf Seeds; Landry Loesch, especialista técnico de pastagens da Wolf Seeds; e João Pedro Vitro, pesquisador de Herbologia do Instituto GAPES ICT. A proposta é apresentar os dados técnicos dos estudos e discutir, de forma prática, o papel das plantas de cobertura no planejamento da próxima safra.

SERVIÇO

  • Webinar Tecnologia de Cobertura: mais proteção, maior produção
  • Data: 27 de agosto de 2026 (quinta-feira)
  • Horário: 18h (horário de Brasília)
  • Trasmissão online e gratuita no site: webinar.wolfseeds.com.br

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Negócios da soja melhoram, mas distância entre compradores e vendedores limita negócios

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Foto: Daniel Popov/Canal Rural

O mercado brasileiro de soja manteve poucos negócios no físico nesta terça-feira (25), apesar das melhores indicações de preços. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os vendedores seguem segurando as ofertas, ampliando o spread em relação aos compradores.

Nos portos, as atenções já se voltam para a janela de setembro e outubro, com agosto praticamente sem espaço e a maior parte das ofertas apresentando pagamento alongado. “A estrutura segue de preços firmes, mas com forte disparidade entre os players”, avalia Silveira.

Na Bolsa de Chicago, a sessão foi volátil, mas com retomada do movimento comprador diante da piora nas condições das lavouras norte americanas e, principalmente, das expectativas de demanda aquecida. Os prêmios seguem em patamares firmes.

Segundo Silveira, a disponibilidade de soja permanece reduzida, enquanto os portos já alcançam 100 milhões de toneladas em compromissos totais de exportação.

No mercado físico, as cotações apresentaram avanços em importantes praças produtoras brasileiras:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 146,50 para R$ 147,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 147,50 para R$ 148,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 143,00 para R$ 144,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 137,00 para R$ 138,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 135,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 137,00 para R$ 138,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 154,00 para R$ 155,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 154,50 para R$ 155,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta consistente na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta terça-feira. Após um início pressionado, o mercado respondeu a fatores fundamentais e se recuperou. A boa demanda chinesa e a piora nas condições das lavouras americanas sustentaram as cotações.

Em relação às compras chinesas, alguns participantes do setor levantaram preocupações de que as novas sanções dos Estados Unidos anunciadas contra os parceiros comerciais do Irã possam posteriormente afetar empresas chinesas e correr o risco de provocar uma retaliação.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 13.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na temporada 2026/27.

As condições das lavouras de soja nos Estados Unidos pioraram na última semana. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), até 23 de agosto, 60% das lavouras estavam em condições boas ou excelentes, ante 61% na semana anterior.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 13,50 centavos de dólar, ou 1,10%, a US$ 12,37 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,52 1/4 por bushel, com elevação de 14,00 centavos de dólar ou 1,13%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,60 ou 0,18% a US$ 329,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,78 centavos de dólar, com ganho de 0,47 centavos ou 0,69%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,1399 para venda e a R$ 5,1379 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1384 e a máxima de R$ 5,1656.

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