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8 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Soja sobe no Brasil com dólar e Chicago, mas negócios seguem lentos

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Foto: Embrapa Soja

O mercado brasileiro de soja apresentou preços mais altos nesta quinta-feira (20). O dia foi de negociações pontuais, com o dólar subindo e também com a Bolsa de Chicago dando suporte. Porém, os negócios foram lentos nesta quinta-feira.

Passo Fundo (RS): passou de R$ 146,00 para R$ 147,00.

Santa Rosa (RS): passou de R$ 147,00 para R$ 148,00.

Cascavel (PR): passou de R$ 142,50 para R$ 144,00.

Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 138,00.

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Dourados (MS): passou de R$ 135,00 para R$ 135,50.

Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 138,00.

Paranaguá (PR): passou de R$ 153,50 para R$ 153,50.

Rio Grande (RS): passou de R$ 154,00 para R$ 155,00.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam com preços mistos, perto da estabilidade, nesta
quinta-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após passar a maior parte do dia em alta, reagindo ao cenário fundamental, o mercado realizou lucros e reduziu os ganhos na parte final da sessão.

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As preocupações com o potencial produtivo da safra americana, em função dos números abaixo do esperado indicados na crop tour da Pro Farmer, seguem sendo ponto de sustentação dos preços. A alta do petróleo e a demanda chinesa completam esse cenário positivo.
Em Illinois, a contagem de vagens da soja chega a 1.430,37 em uma área de três pés por três pés, ante 1.389,65 de média dos últimos três anos. No ano passado, o Crop Tour estimou a contagem de vagens em 1.479,22 em uma área de três pés por três pés. 

No oeste de Iowa, a contagem de vagens da soja soma 1.269 em uma área de três pés por três pés na primeira amostra (Distrito 1), 1.273 na segunda (Distrito 4) e 1.557 na terceira (Distrito 7). No ano passado, somavam 1.279 na primeira, 1.376 na segunda e 1.562 na terceira.
As importações de soja dos Estados Unidos pela China subiram 164% em julho ante o ano
anterior, à medida que o produto adquirido sob um acordo para encerrar a guerra comercial do ano passado continuou chegando aos portos chineses. 

A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 1,11 milhão de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos em julho, ante 420,8 mil em igual mês de 2025, segundo a Administração Geral da Alfândega. No acumulado do ano, são 10,29 milhões de toneladas importadas, 38% inferior a igual período do ano passado.
Do Brasil, foram importadas 9,78 milhões de toneladas em julho, perda de 5,9% frente ao ano passado. No acumulado do ano, são 44,53 milhões de toneladas importadas, 5,37% superior a igual período do ano passado.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 150.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na temporada 2026/27.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 85.000 toneladas na semana encerrada em 13 de agosto. Para a temporada 26/27, foram mais 1.723.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 1 milhão e 2,6 milhões de toneladas, somando-se as duas temporadas.

Contratos da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 0,75 centavo de dólar, ou 0,06%, a US$ 12,36 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,51 1/2 por bushel, com elevação de 0,25 centavo de dólar ou 0,01%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,80 ou 0,55% a US$ 323,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 71,32 centavos do dólar, com ganho de 1,36 centavo ou 1,94%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,33%, sendo negociado a R$ 5,1943 para venda e a R$ 5,1923 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1778 e a máxima de R$ 5,2013.

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Sustentabilidade

Bioestimulantes contra estresse ajudam a elevar produtividade da soja para 138,97 sacas por hectare – MAIS SOJA

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Extrair o potencial genético máximo da soja exige precisão técnica e rigor operacional. Essa realidade ficou evidente no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), no qual a Fazenda Lago Bonito, localizada em Mundo Novo (GO), sagrou-se campeã nacional na categoria Irrigado. A propriedade atingiu a impressionante marca de 138,97 sacas por hectare, servindo como uma verdadeira vitrine de inovação para a sojicultura brasileira.

Entre os principais fatores que impulsionaram o resultado, destaca-se o foco estratégico em nutrição avançada e fisiologia vegetal. O uso de bioestimulantes para a redução de estresse desempenhou um papel determinante na proteção e no desenvolvimento da lavoura nas fases mais críticas do ciclo produtivo.

De acordo com o consultor Dheividy Fernandes, responsável técnico pela conquista, as soluções biológicas e o equilíbrio nutricional foram indispensáveis para sustentar a planta. “A escolha de uma cultivar de alto teto produtivo, adequada à época de plantio, foi o primeiro passo. Em seguida, associamos o equilíbrio nutricional via solo e foliar ao uso de bioestimulantes. Essa estratégia foi crucial para mitigar os picos de estresse térmico e hídrico em fases críticas, que vão do florescimento ao enchimento de grãos (R1 a R5.5)”, explica Fernandes.

Para que os bioestimulantes e a genética expressassem a máxima eficiência, o manejo do solo recebeu atenção rigorosa. O consultor aponta que a alta produtividade exige uma exploração profunda do perfil da terra.

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“Trabalhamos fortemente na descompactação e na correção em profundidade por meio de calagem e gessagem. O objetivo foi eliminar o alumínio tóxico e disponibilizar cálcio nas camadas inferiores. Isso permitiu o desenvolvimento de raízes profundas, aumentando a absorção de água e nutrientes, o que deu sustentação a um elevado número de vagens por planta”, detalha.

Outro pilar decisivo para o título nacional foi a obsessão pela qualidade do plantio e a proteção fitossanitária preventiva. No campo, o monitoramento constante blindou o terço inferior da soja contra pragas como percevejos, lagartas e tripes, além de combater doenças como a mancha-alvo e a podridão de grãos. O manejo utilizou a associação de fungicidas sítio-específicos e multissítios desde o estágio vegetativo, além de defensivos seletivos e biológicos para preservar os inimigos naturais.

Para Fernandes, o Desafio do CESB vai além da premiação, funcionando como uma ferramenta de evolução para todo o setor. “O comitê é fundamental porque quebra os tetos produtivos e mostra o real potencial da cultura no país”.

“O desafio funciona como um ‘raio-X’ da fazenda, pois força o ajuste fino de cada processo — da velocidade e profundidade da semente na semeadura até o timing rigoroso de aplicação no campo. A participação nos força a refinar a gestão e gera aprendizados práticos que depois escalamos para toda a nossa área comercial, provando que produzir mais na mesma área é o caminho mais sustentável e rentável para a sojicultura”, finaliza o campeão nacional.

O CESB é uma OSCIP – organização sem fins lucrativos, composta por 20 membros especialistas e 26 organizações patrocinadoras que acreditam e contribuem para o avanço sustentável dos mais altos índices de produtividade de soja no Brasil, são elas: BASF, INTACTA I2X, JOHN DEERE, SYNGENTA, SIMBIOSE, 3tentos, Agro-sol Sementes, Alltech, Atto Sementes, Brandt, Brasmax, Cordius, Fecoagro, FMC, Gran7, ICL, Jacto, Mosaic, Nitro, Solferti, Stine Seeds, Stoller, Timac Agro, Union Agro, Ubyfol, Valence, Elevagro e IBRA.

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Sustentabilidade

Manejo integrado busca reduzir plantas daninhas antes que elas cheguem à próxima safra – MAIS SOJA

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O manejo de plantas daninhas precisa ser planejado durante todo o ciclo produtivo e não apenas no momento em que as plantas aparecem na lavoura. A estratégia deve considerar o histórico da área, as espécies presentes, o banco de sementes, a cobertura do solo, a capacidade competitiva das culturas, a presença de braquiária, a rotação de culturas e o que será implantado no ciclo seguinte. Para entender melhor, os Centros de Pesquisas (CTECNO), da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), desenvolvem estudos para esclarecer a importância do planejamento de manejo de ervas daninha.

Nesse sistema, o uso de insumos agrícolas continua sendo uma ferramenta importante para o controle das plantas daninhas, mas deixa de ser a única estratégia utilizada pelo produtor. A integração entre diferentes práticas agronômicas pode reduzir as oportunidades de emergência, crescimento e reprodução das plantas infestantes, diminuindo a dependência do controle químico. Um dos principais pontos para o manejo é entender que o trabalho não termina com a colheita de uma cultura. A infestação observada em uma lavoura é resultado de decisões tomadas anteriormente e também pode influenciar as próximas safras. Por isso, o planejamento deve considerar o sistema produtivo como um todo.

A integração entre culturas agrícolas, braquiária, cobertura do solo e, quando houver, o pastejo, contribui para manter a área ocupada durante mais tempo ao longo do ano. Com menos espaço e recursos disponíveis, as plantas daninhas encontram mais dificuldade para emergir, se estabelecer e se desenvolver. O objetivo não é apenas garantir a produtividade de uma cultura, mas também entregar a área em melhores condições para a safra seguinte. Dessa forma, cada ciclo de produção pode contribuir para reduzir a população de plantas daninhas e diminuir a pressão sobre as culturas que serão implantadas posteriormente.

Diagnóstico da área

Antes de definir qualquer estratégia de controle, o produtor deve conhecer as condições da área. O diagnóstico deve considerar as espécies de plantas daninhas presentes, a densidade e a distribuição na lavoura, o estádio de desenvolvimento, o histórico de infestação, as culturas anteriores, os herbicidas utilizados e a resposta aos tratamentos. Também é preciso observar possíveis escapes recorrentes, suspeita de resistência, fertilidade e compactação do solo, cobertura existente, disponibilidade de água e o sistema produtivo que será implantado na sequência.

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Um escape de plantas daninhas após a aplicação de um defensivo, por exemplo, não significa necessariamente que existe resistência. A falha pode estar relacionada à dose utilizada, ao estádio da planta, às condições ambientais, à qualidade da água, à cobertura da aplicação ou ao momento em que o produto foi aplicado. Por isso, esses fatores precisam ser avaliados antes de confirmar uma possível resistência.

Outro ponto de atenção é evitar que as plantas sobreviventes cheguem à produção de sementes. Uma lavoura de soja que termina o ciclo com plantas daninhas produzindo sementes pode aumentar a infestação no milho e na braquiária que serão implantados posteriormente. Da mesma forma, plantas que permanecem na área após a colheita podem continuar o ciclo e contribuir para o aumento do banco de sementes.

A rotação de culturas e o uso de plantas de cobertura também modificam a ocupação do ambiente, a disponibilidade de recursos e a quantidade de palhada no solo. Essas práticas podem reduzir as oportunidades de estabelecimento das plantas daninhas. No entanto, a diversificação do sistema, sozinha, não elimina o problema. Diferentes sistemas produtivos podem favorecer espécies diferentes e alterar quais plantas daninhas passam a predominar na área. Por isso, mesmo em sistemas diversificados, o monitoramento continua sendo necessário.

Estratégia de manejo

O manejo também precisa continuar depois da aplicação dos insumos. É necessário verificar quais espécies foram controladas, quais permaneceram na área, se ocorreram novos fluxos de emergência, se houve produção de sementes e como ficou a cobertura do solo.

Um tratamento pode apresentar alto percentual de controle logo após a aplicação e, ainda assim, não ser suficiente para o manejo de longo prazo. Se as plantas sobreviventes produzirem sementes, a infestação poderá aumentar nas próximas safras. Além disso, a exposição repetida de uma população de plantas daninhas ao mesmo mecanismo de ação aumenta a pressão de seleção e pode favorecer a resistência. Por isso, reduzir previamente a população de plantas daninhas por meio de cobertura do solo, competição entre culturas, rotação e prevenção da produção de sementes também contribui para preservar a eficiência dosprodutos.

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A qualidade da execução no campo é outro fator determinante. Dessecação, regulagem dos equipamentos, semeadura, distribuição das sementes e tecnologia de aplicação podem definir o sucesso de uma estratégia de manejo. A capacitação de operadores, técnicos e produtores também faz parte desse processo. O objetivo não é retirar os produtos do sistema produtivo, eles continuam sendo ferramentas importantes para o controle das plantas daninhas. A estratégia é reduzir a responsabilidade exclusiva do controle químico e integrar solo, cultura, palhada e rotação para diminuir a população infestante.

Dessa forma, o manejo deixa de ser uma ação voltada apenas para eliminar as plantas daninhas presentes na lavoura e passa a considerar os próximos ciclos. A cada safra, o produtor pode trabalhar para reduzir a infestação, diminuir o banco de sementes e tornar o sistema produtivo menos favorável ao desenvolvimento dessas plantas. Para saber mais sobre o manejo integrado, confira os resultados do Centros de Pesquisa da Aprosoja MT.

Fonte: Aprosoja/MT



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Sustentabilidade

Ainda sem negócios? Mercado de soja não engrena, mas uma região tem melhora nos preços; saiba qual

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O mercado brasileiro de soja teve mais uma sessão praticamente sem negócios nesta quarta-feira (7), com indicações apenas nominais no físico. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o spread entre compradores e vendedores permanece elevado, mantendo a comercialização travada.

Na Bolsa de Chicago, as cotações registraram leves perdas, enquanto o dólar apresentou pequena alta. Os prêmios no spot também não tiveram alterações relevantes, resultando em poucas variações nas referências ao longo do dia.

“O spread segue forte entre os players, mas o mercado está zerado em termos de negócios”, resume Silveira.

No mercado físico, os preços apresentaram movimentos distintos entre as principais praças brasileiras.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 147,40 para R$ 148,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 148,40 para R$ 149,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 143,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 141,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 144,00 para R$ 141,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 141,00 para R$ 140,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 154,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 156,40 para R$ 157,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos para grão e óleo, e cotações mais altas para farelo. O mercado foi pressionado por uma série de fatores, como a perspectiva de um relatório negativo de oferta e demanda, que será divulgado nesta sexta-feira pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A força do dólar frente a outras moedas e a ausência da China na ponta compradora, em função de feriado por lá, completam o quadro baixista.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos Estados Unidos em 2026/27 deverá ficar em 4,541 bilhões de bushels. Em setembro, a previsão era de 4,535 bilhões.

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Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número de 311 milhões de bushels, contra 310 milhões indicados em setembro. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 123,8 milhões de toneladas, recuando frente aos atuais 124 milhões. Para 2025/26, o USDA deverá reduzir sua estimativa de 125,3 milhões para 125,2 milhões de toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2026 fecharam com baixa de 5,50 centavos de dólar por bushel ou 0,42%, a US$ 12,97 1/2 por bushel. A posição janeiro de 2027 teve cotação de US$ 13,14 1/2 por bushel, recuo de 4,75 centavos de dólar por bushel ou 0,36%.

Nos subprodutos, a posição dezembro de 2026 do farelo fechou com ganho de US$ 11,00 por tonelada ou 3,10%, a US$ 365,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro de 2026 fecharam a 67,68 centavos de dólar por libra-peso, retração de 2,23 centavo ou 3,18%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,74%, sendo negociado a R$ 5,0142 para venda e a R$ 5,0122 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9821 e a máxima de R$ 5,0162.

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