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8 de outubro de 2026

Sustentabilidade

MS: Farelo de soja e DDG de milho agregam valor às exportações do Estado – MAIS SOJA

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Mato Grosso do Sul consolidou-se como uma das principais potências agrícolas do país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, na safra de 2025, o Estado ocupou o quinto lugar na produção nacional de soja, com 13,1 milhões de toneladas, e o quarto lugar na produção de milho, com 13,8 milhões de toneladas.  Todavia, os gargalos de armazenamento e logística, que historicamente desafiam o setor, têm impulsionado um movimento estratégico: o processamento dos grãos dentro do próprio Estado.

Da soja é extraído o farelo, obtido a partir do esmagamento do grão para a produção de óleo, seguido de tostagem e moagem, resultando em um insumo de alto teor proteico. Já do milho é extraído o DDG (Dried Distillers Grains, ou grão seco de destilaria), subproduto da moagem, cozimento e fermentação do grão para a produção de álcool, rico em proteínas, fibras e gorduras.

Mesmo classificados como resíduos de processo, esses subprodutos têm se mostrado geradores de agregação de valor significativa. Uma análise da Aprosoja/MS sobre as exportações de junho mostra que, enquanto o grão de soja era comercializado a US$ 0,44/kg, o óleo bruto valia US$ 1,18/kg e o farelo, US$ 0,37/kg. Considerando que cada quilo de soja rende cerca de 19% de óleo e 79% de farelo, o mesmo quilo do grão passa a valer US$ 0,51 quando processado, o que representa um ganho de US$ 0,07/kg em relação à venda in natura.

Os dados de exportação levantados pela Aprosoja/MS mostram um aumento do volume de farelo de soja embarcado pelo Estado entre janeiro e junho de 2026, na comparação com os mesmos meses dos anos anteriores, com destaque para os meses de abril, maio e junho, quando os volumes superaram a casa das 100 mil toneladas. O preço médio do farelo, no entanto, segue a tendência de queda observada desde 2023, o que o analista de Economia da Aprosoja/MS, Linneu Borges Filho, vê como oportunidade e não como ameaça.

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“A queda no preço médio, nesse caso, funciona como uma ferramenta para estimular a demanda pelo grão processado e acelerar a industrialização do setor no Estado. Preço mais competitivo significa mais mercado, e mais mercado significa mais investimento em processamento aqui dentro de Mato Grosso do Sul”.

Milho segue o mesmo caminho

O comportamento das exportações de resíduos de milho segue lógica semelhante, ainda que em volumes menores. Os embarques de DDG por Mato Grosso do Sul também apresentaram alta nos primeiros meses de 2026 frente ao histórico recente, com pico em abril, enquanto o preço médio do produto, depois de recuar entre 2022 e 2024, teve recuperação em 2025 e seguiu em patamar elevado em 2026.

Casos como o da Holanda, que reestrutura sua cadeia pecuária reduzindo o rebanho e elevando a produtividade para atender a normas ambientais mais rígidas, exigem uma alimentação animal mais rica em proteína, favorecem o uso do farelo de soja. Outros países europeus também recorrem ao farelo como insumo na piscicultura.

“O setor que depende desses subprodutos vai demandar cada vez mais. É um mercado que está se tornando mais valorizado, e Mato Grosso do Sul tem todas as condições de ocupar um espaço maior nele”.

O cenário reforça a transição de Mato Grosso do Sul de um estado gerador de matéria-prima para um estado gerador de produtos processados. Essa mudança beneficia toda a cadeia produtiva, eleva o crescimento econômico e traz mais estabilidade e previsibilidade ao mercado.

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Fonte: Informativo Econômico 10/2026 – Aprosoja/MS . Acesse gratuitamente aqui.

Fonte: Aprosoja/MS


FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Manejo integrado busca reduzir plantas daninhas antes que elas cheguem à próxima safra – MAIS SOJA

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O manejo de plantas daninhas precisa ser planejado durante todo o ciclo produtivo e não apenas no momento em que as plantas aparecem na lavoura. A estratégia deve considerar o histórico da área, as espécies presentes, o banco de sementes, a cobertura do solo, a capacidade competitiva das culturas, a presença de braquiária, a rotação de culturas e o que será implantado no ciclo seguinte. Para entender melhor, os Centros de Pesquisas (CTECNO), da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), desenvolvem estudos para esclarecer a importância do planejamento de manejo de ervas daninha.

Nesse sistema, o uso de insumos agrícolas continua sendo uma ferramenta importante para o controle das plantas daninhas, mas deixa de ser a única estratégia utilizada pelo produtor. A integração entre diferentes práticas agronômicas pode reduzir as oportunidades de emergência, crescimento e reprodução das plantas infestantes, diminuindo a dependência do controle químico. Um dos principais pontos para o manejo é entender que o trabalho não termina com a colheita de uma cultura. A infestação observada em uma lavoura é resultado de decisões tomadas anteriormente e também pode influenciar as próximas safras. Por isso, o planejamento deve considerar o sistema produtivo como um todo.

A integração entre culturas agrícolas, braquiária, cobertura do solo e, quando houver, o pastejo, contribui para manter a área ocupada durante mais tempo ao longo do ano. Com menos espaço e recursos disponíveis, as plantas daninhas encontram mais dificuldade para emergir, se estabelecer e se desenvolver. O objetivo não é apenas garantir a produtividade de uma cultura, mas também entregar a área em melhores condições para a safra seguinte. Dessa forma, cada ciclo de produção pode contribuir para reduzir a população de plantas daninhas e diminuir a pressão sobre as culturas que serão implantadas posteriormente.

Diagnóstico da área

Antes de definir qualquer estratégia de controle, o produtor deve conhecer as condições da área. O diagnóstico deve considerar as espécies de plantas daninhas presentes, a densidade e a distribuição na lavoura, o estádio de desenvolvimento, o histórico de infestação, as culturas anteriores, os herbicidas utilizados e a resposta aos tratamentos. Também é preciso observar possíveis escapes recorrentes, suspeita de resistência, fertilidade e compactação do solo, cobertura existente, disponibilidade de água e o sistema produtivo que será implantado na sequência.

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Um escape de plantas daninhas após a aplicação de um defensivo, por exemplo, não significa necessariamente que existe resistência. A falha pode estar relacionada à dose utilizada, ao estádio da planta, às condições ambientais, à qualidade da água, à cobertura da aplicação ou ao momento em que o produto foi aplicado. Por isso, esses fatores precisam ser avaliados antes de confirmar uma possível resistência.

Outro ponto de atenção é evitar que as plantas sobreviventes cheguem à produção de sementes. Uma lavoura de soja que termina o ciclo com plantas daninhas produzindo sementes pode aumentar a infestação no milho e na braquiária que serão implantados posteriormente. Da mesma forma, plantas que permanecem na área após a colheita podem continuar o ciclo e contribuir para o aumento do banco de sementes.

A rotação de culturas e o uso de plantas de cobertura também modificam a ocupação do ambiente, a disponibilidade de recursos e a quantidade de palhada no solo. Essas práticas podem reduzir as oportunidades de estabelecimento das plantas daninhas. No entanto, a diversificação do sistema, sozinha, não elimina o problema. Diferentes sistemas produtivos podem favorecer espécies diferentes e alterar quais plantas daninhas passam a predominar na área. Por isso, mesmo em sistemas diversificados, o monitoramento continua sendo necessário.

Estratégia de manejo

O manejo também precisa continuar depois da aplicação dos insumos. É necessário verificar quais espécies foram controladas, quais permaneceram na área, se ocorreram novos fluxos de emergência, se houve produção de sementes e como ficou a cobertura do solo.

Um tratamento pode apresentar alto percentual de controle logo após a aplicação e, ainda assim, não ser suficiente para o manejo de longo prazo. Se as plantas sobreviventes produzirem sementes, a infestação poderá aumentar nas próximas safras. Além disso, a exposição repetida de uma população de plantas daninhas ao mesmo mecanismo de ação aumenta a pressão de seleção e pode favorecer a resistência. Por isso, reduzir previamente a população de plantas daninhas por meio de cobertura do solo, competição entre culturas, rotação e prevenção da produção de sementes também contribui para preservar a eficiência dosprodutos.

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A qualidade da execução no campo é outro fator determinante. Dessecação, regulagem dos equipamentos, semeadura, distribuição das sementes e tecnologia de aplicação podem definir o sucesso de uma estratégia de manejo. A capacitação de operadores, técnicos e produtores também faz parte desse processo. O objetivo não é retirar os produtos do sistema produtivo, eles continuam sendo ferramentas importantes para o controle das plantas daninhas. A estratégia é reduzir a responsabilidade exclusiva do controle químico e integrar solo, cultura, palhada e rotação para diminuir a população infestante.

Dessa forma, o manejo deixa de ser uma ação voltada apenas para eliminar as plantas daninhas presentes na lavoura e passa a considerar os próximos ciclos. A cada safra, o produtor pode trabalhar para reduzir a infestação, diminuir o banco de sementes e tornar o sistema produtivo menos favorável ao desenvolvimento dessas plantas. Para saber mais sobre o manejo integrado, confira os resultados do Centros de Pesquisa da Aprosoja MT.

Fonte: Aprosoja/MT



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Sustentabilidade

Ainda sem negócios? Mercado de soja não engrena, mas uma região tem melhora nos preços; saiba qual

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O mercado brasileiro de soja teve mais uma sessão praticamente sem negócios nesta quarta-feira (7), com indicações apenas nominais no físico. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o spread entre compradores e vendedores permanece elevado, mantendo a comercialização travada.

Na Bolsa de Chicago, as cotações registraram leves perdas, enquanto o dólar apresentou pequena alta. Os prêmios no spot também não tiveram alterações relevantes, resultando em poucas variações nas referências ao longo do dia.

“O spread segue forte entre os players, mas o mercado está zerado em termos de negócios”, resume Silveira.

No mercado físico, os preços apresentaram movimentos distintos entre as principais praças brasileiras.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 147,40 para R$ 148,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 148,40 para R$ 149,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 143,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 141,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 144,00 para R$ 141,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 141,00 para R$ 140,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 154,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 156,40 para R$ 157,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos para grão e óleo, e cotações mais altas para farelo. O mercado foi pressionado por uma série de fatores, como a perspectiva de um relatório negativo de oferta e demanda, que será divulgado nesta sexta-feira pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A força do dólar frente a outras moedas e a ausência da China na ponta compradora, em função de feriado por lá, completam o quadro baixista.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos Estados Unidos em 2026/27 deverá ficar em 4,541 bilhões de bushels. Em setembro, a previsão era de 4,535 bilhões.

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Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número de 311 milhões de bushels, contra 310 milhões indicados em setembro. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 123,8 milhões de toneladas, recuando frente aos atuais 124 milhões. Para 2025/26, o USDA deverá reduzir sua estimativa de 125,3 milhões para 125,2 milhões de toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2026 fecharam com baixa de 5,50 centavos de dólar por bushel ou 0,42%, a US$ 12,97 1/2 por bushel. A posição janeiro de 2027 teve cotação de US$ 13,14 1/2 por bushel, recuo de 4,75 centavos de dólar por bushel ou 0,36%.

Nos subprodutos, a posição dezembro de 2026 do farelo fechou com ganho de US$ 11,00 por tonelada ou 3,10%, a US$ 365,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro de 2026 fecharam a 67,68 centavos de dólar por libra-peso, retração de 2,23 centavo ou 3,18%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,74%, sendo negociado a R$ 5,0142 para venda e a R$ 5,0122 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9821 e a máxima de R$ 5,0162.

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Sustentabilidade

Rotação de culturas melhora a qualidade do solo e amplia a resiliência das lavouras à seca – MAIS SOJA

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A rotação de culturas exerce papel fundamental na sustentabilidade dos sistemas de produção, especialmente em ambientes agrícolas caracterizados pela produção intensiva de grãos. Além de contribuir para a quebra do ciclo de determinadas pragas e patógenos, essa prática favorece a ciclagem de nutrientes no perfil do solo e promove melhorias em seus atributos químicos, físicos e biológicos.

Embora os benefícios proporcionados pela palhada das culturas de cobertura sejam amplamente discutidos, é no desenvolvimento do sistema radicular dessas espécies que parte significativa dos efeitos positivos sobre o solo ocorre. A diversificação de espécies na rotação de culturas, associando plantas com diferentes arquiteturas e sistemas radiculares, contribui para a melhoria dos atributos físicos do solo. Essa estratégia favorece a formação e manutenção de macroporos, aumenta a taxa de infiltração de água, reduz a compactação e proporciona melhores condições de aeração, criando um ambiente mais favorável ao desenvolvimento das culturas subsequentes.

Figura 1. Raízes de culturas produtoras de grãos e de cobertura, da esquerda para a direita são raízes de milheto, sorgo, milho, braquiária, soja, centeio e trigo.
Fonte: Embrapa Trigo, citado por Tiecher (2016)

Esses efeitos estão relacionados, em grande parte, à formação de galerias e canais no solo decorrentes do crescimento e da posterior decomposição das raízes. Além de contribuírem para a estruturação do solo, as raízes também representam importante fonte de matéria orgânica. Estima-se que a massa de raízes possa corresponder a aproximadamente 23% a 45% da matéria seca da parte aérea das culturas, dependendo da espécie cultivada e do sistema de manejo adotado (Bordin et al., 2008).

Os benefícios proporcionados pela cobertura vegetal também se refletem diretamente na capacidade de infiltração de água no solo. Experimentos conduzidos pela Embrapa demonstraram diferenças expressivas entre ambientes com e sem cobertura vegetal, com taxa de infiltração de 140 mm por hora no solo coberto, enquanto no solo sem cobertura essa taxa foi de apenas 17 mm por hora (Antunes & Zanella, 2026).

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Figura 2. Taca de infiltração de água no solo em função da presença e ausência de cobertura vegetal no solo.
Fonte: Antunes & Zanella (2026)

Esses resultados reforçam a importância da cobertura vegetal não apenas para a conservação do solo, mas também para o aumento da capacidade de infiltração e do armazenamento de água no perfil. A associação entre maior infiltração e adequada retenção de água contribui para ampliar a resiliência das plantas em condições de estresse hídrico, favorecendo a manutenção do potencial produtivo da cultura mesmo durante períodos de estiagem de curta duração.

A importância do cultivo de espécies de cobertura para aumentar a resiliência e o potencial produtivo da soja cultivada em sucessão também é evidenciada por pesquisas da Fundação Rio Verde. Conforme destacado por Pengo et al. (2025), embora os resultados variem de acordo com a espécie utilizada e o sistema de manejo adotado, a soja cultivada em sistemas de rotação apresenta produtividade superior àquela cultivada sob pousio. Entre os sistemas avaliados, aqueles que integram soja ou milho com braquiária proporcionaram incremento médio de até 5,1 sc/ha na produtividade da soja em comparação ao cultivo sem rotação.

Além dos aspectos supracitados, vale destacar que a diversificação de espécies na composição do sistema de rotação de culturas é fundamental não apenas para a melhoria da qualidade do solo, mas também para a redução da pressão de pragas, doenças e plantas daninhas sobre a cultura principal, contribuindo de forma indireta para o manejo fitossanitário da lavoura.


Veja mais: O que considerar no posicionamento das plantas de cobertura?


Referências:

ANTUNES, J. M.; ZANELLA, V. PESQUISA SELECIONA CULTIVARES DE AVEIA-PRETA PARA RECUPERAÇÃO DE SOLOS NA SERRA GAÚCHA. Embrapa, 2026. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/busca-de-noticias/-/noticia/148451545/pesquisa-seleciona-cultivares-de-aveia-preta-para-recuperacao-de-solos-na-serra-gaucha >, acesso em: 07/10/2026.

BORDIN, I. et al. MATÉRIA SECA, CARBONO E NITROGÊNIO DE RAÍZES DE SOJA E MILHO EM PLANTIO DIRETO E CONVENCIONAL. Pesq. agropec. bras., Brasília, v.43, n.12, p.1785-1792, dez. 2008. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/pab/a/jSkKdJ4Vp6DFXx8BXpnr6zz/?lang=pt >, acesso em: 07/10/2026.

PENGO, R.   et al.   MANEJO DE PLANTAS DE COBERTURA NA SEGUNDA SAFRA: SAFRA 2024/25. Fundação Rio Verde, Resultados de Soja e Milho Ao longo de 10 safras, 2025. Disponível em: < https://fundacaorioverde.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Manejo-de-Plantas-de-Cobertura.pdf >, acesso em: 07/10/2026.

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