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24 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

Produtor de soja alcança 156,13 sacas de soja por hectare e vence o Desafio Nacional de Produtividade

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Desafio CESB registra recorde de produtividade em 2026

O produtor Lourival Ruthes, da Agrícola Lourival Ruthes, alcançou 156,13 sacas por hectare em Major Vieira, em Santa Catarina, e registrou a maior produtividade da história do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja. O resultado garantiu ao produtor o título de campeão da Região Sul na categoria Sequeiro e de campeão nacional da safra 2025/2026.

O Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja tem organização do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). O novo recorde reforça o papel da sanidade da soja, do manejo nutricional e da integração entre produtividade, sustentabilidade e rentabilidade nos sistemas de alto desempenho.

Os campeões da safra 2025/26 foram anunciados durante o Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja. O evento ocorreu nos dias 7 e 8 de julho, no Royal Palm Tower, em Indaiatuba, São Paulo. O novo formato integrou a premiação dos campeões regionais e nacionais com uma programação técnica voltada aos fatores determinantes da alta produtividade da soja.

A programação reuniu especialistas, pesquisadores, consultores e produtores. Os debates abordaram implantação da lavoura, genética, qualidade de sementes, plantabilidade, construção de altos tetos produtivos, manejo do perfil do solo, nutrição, fisiologia da soja, mitigação de estresses e sanidade em sistemas de alto rendimento.

Daniel Glat, presidente do CESB, afirmou que cada tema do Fórum teve foco em aplicação prática e tomada de decisão. Segundo ele, o evento tratou do estabelecimento da cultura, da qualidade do plantio, da agricultura digital e de precisão, da sanidade da soja em sistemas de alta produtividade e do manejo nutricional.

Luiz Silva, diretor executivo do CESB, explicou que a escolha dos temas refletiu os principais fatores observados nas áreas de maior produtividade auditadas pelo Comitê. Ele citou implantação da lavoura com genética bem posicionada, sementes de elevado vigor e qualidade, construção do perfil do solo, manejo nutricional equilibrado, fisiologia para mitigação de estresses, controle preventivo de doenças, pragas e plantas daninhas, uso estratégico de produtos biológicos e assistência técnica qualificada.

A programação técnica recebeu suporte do Comitê Técnico do CESB. O grupo reúne especialistas de diferentes áreas da sojicultura brasileira e atua como órgão consultivo permanente. Sergio Abud coordena o Comitê como vice-presidente. João Vitor Ganem e Lorena Moura atuam como coordenadores técnicos.

Sergio Abud afirmou que o novo formato do Fórum ampliou o papel do CESB como plataforma de geração e transferência de conhecimento. Segundo ele, o evento busca aprofundar a discussão técnica por trás dos resultados e transformar a experiência acumulada nas áreas auditadas em conhecimento aplicável ao campo.

Produtores vencedores

Os vencedores nas categorias foram…

Lourival Ruthes, da Agrícola Lourival Ruthes, alcançou 156,13 sacas por hectare em Major Vieira, em Santa Catarina, sagrou-se como grande campeão da edição de 2026. O consultor foi Daicon Godeski Moreira.

Na categoria Irrigado, Luis Fernando Benaglia de Oliveira, da Fazenda Lago Bonito, em Mundo Novo, Goiás, venceu a etapa nacional com 138,97 sacas por hectare. O consultor foi Dheividy Fernandes.

Na categoria Sequeiro da região Nordeste, João Antonio Gorgen alcançou 143,77 sacas por hectare na Fazenda Barcelona, em Riachão das Neves, Bahia. O consultor foi Ednei Antonio Fugalli.

Na região Norte, Pedro Foresto Crispim, da Fazenda Isabela, em Goiatins, Tocantins, venceu a categoria Sequeiro com 136,64 sacas por hectare. O consultor foi Luiz Gabriel de Moraes Junior.

No Sudeste, Edinaldo Pereira Dias, da Agropecuária Três Irmãos, obteve 122,66 sacas por hectare na Fazenda Floresta, em Cambuquira, Minas Gerais. O consultor foi Túlio Madureira da Costa Xavier.

No Centro-Oeste, Rodolfo Schlatter atingiu 118,68 sacas por hectare na Fazenda Monte Sinai, em Confresa, Mato Grosso. O consultor foi Fabiano Müller.

Números desta edição

João Vitor Ganem, coordenador técnico e de pesquisa do CESB, afirmou que o Desafio registrou crescimento no número de inscrições e no volume de auditorias. Na safra 2025/2026, o Desafio contabilizou 5.300 inscrições. Na safra anterior, foram 4.726. O aumento chegou a cerca de 12%.

A edição reuniu sojicultores de 1.061 municípios e de 18 estados. As áreas da categoria Sequeiro representaram 86% do total inscrito. A iniciativa abrangeu 4,8 milhões de hectares de soja, o equivalente a 10% da área brasileira destinada à cultura.

O número de auditorias passou de 812 para 922 áreas. O crescimento chegou a 13,5%. Segundo Ganem, os dados mostram o fortalecimento do Desafio no cenário nacional e o interesse de produtores e consultores pela validação técnica dos resultados de produtividade.

Ganem afirmou que a Região Sul concentra historicamente o maior número de inscrições. O Paraná lidera a participação, seguido pelo Rio Grande do Sul. Segundo ele, esse cenário reflete o nível tecnológico adotado pelos produtores, a busca por eficiência produtiva e o número de propriedades de pequeno e médio porte.

O coordenador também destacou o avanço da participação das regiões Centro-Oeste e Sudeste nas últimas safras. Na safra 2025/26, Mato Grosso alcançou a terceira posição em número de inscrições. São Paulo assumiu a segunda posição no volume de auditorias acionadas.

Ao longo das dezoito edições do Desafio, os resultados auditados permitiram ao CESB formar uma base de informações sobre sistemas de alta produtividade da soja brasileira. O Comitê aponta padrões técnicos recorrentes entre as áreas recordistas e orienta a difusão de práticas ligadas à produtividade, eficiência, rentabilidade e sustentabilidade.

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Agro Mato Grosso

VÍDEO: pescador se distrai e leva mordida de dourado em MT

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Edimar Santos relatou que o peixe causou ferimento em um dos dedos e precisou de um alicate para ajudar a abrir a boca do animal.

O pescador Edimar Santos foi surpreendido pela mordida de um dourado enquanto pescava no Rio Sepotuba, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. As imagens foram registradas por colegas que estavam no barco e o vídeo viralizou nas redes sociais durante a semana (assista abaixo).

Edimar contou que o ocorrido se deu após uma situação de risco em que, ao tentar desviar de uma galhada na correnteza, o grupo conseguiu capturar o peixe com um anzol. Ele também detalhou o momento de descuido que permitiu o ataque enquanto o barco descia o rio.

“Eu estava preocupado com o anzol, para ele não enganchar na minha perna. Quando virei o rosto para jogar o anzol na água, descuidei e acabei colocando a mão no rumo da boca dele”, relatou.

Devido à força da mordida, Edimar contou que foi necessário utilizar um alicate para ajudar a abrir a boca do animal.

“A mordida dele é muito forte. Tivemos que pegar o alicate, colocar na boca dele e abrir para ajudar. Ele fez um buraco no meu dedo bem fundo e chegou a sair bastante sangue”, descreveu.

Rei do Rio

Considerado por muitos como “rei do rio” pelo comportamento agressivo e grande porte, o dourado (Salminus brasiliensis) é encontrado nos rios da Bacia do Prata, como os rios Paraguai e Paraná. O peixe demonstra um comportamento territorial que exige cuidado redobrado no manuseio fora da água.

O dourado é valorizado na pesca esportiva devido à força, resistência e rapidez durante a captura, e se alimenta principalmente de outros peixes. Pode ultrapassar 1 metro de comprimento e pesar até 25kg. A espécie é bastante valorizada na pesca esportiva devido à força, resistência e rapidez durante a captura.

Lei do Transporte Zero

Vale lembrar que o dourado é uma das 12 espécies de peixes com transporte, armazenamento e comercialização proibidos até 2029, de acordo com a Lei do Transporte Zero. O projeto pretende dobrar o turismo de pesca esportiva com previsão de atrair turistas e gerar empregos, segundo o governo.

  • Cachara
  • Caparari
  • Dourado
  • Jaú
  • Matrinchã
  • Pintado/Surubin
  • Piraíba
  • Piraputanga
  • Pirara
  • Pirarucu
  • Trairão
  • Tucunaré

 

🎣 Quem pode pescar?

  • Povos indígenas, originários e quilombolas que tenham a pesca como atividade de subsistência, para comercialização e o transporte de iscas vivas, que deverão ser regulamentados por resolução do Conselho Estadual de Pesca do Estado de Mato Grosso (Cepesca);
  • Profissionais artesanais e a modalidade pesque e solte, desde que atendidas as condições previstas na lei, com exceção do período de defeso da piracema.

*Sob supervisão de Jardes Johnson.

VIDEO:

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Agro Mato Grosso

Dra. Mara fortalece ações de cidadania e leva serviços gratuitos na área de saúde na Capital I MT

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Caminhares da Fecomércio: Cuidando da saúde e o bem estar social da família.

A população da Região Oeste de Cuiabá terá, a partir do dia 22, acesso a uma importante ação da Fecomércio, no Centro de Eventos do Pantanal, com serviços gratuitos nas áreas de saúde, visão, beleza e atendimento voltado às mulheres.

A iniciativa chega à região por meio da articulação da vereadora Dra. Mara, que tem buscado parcerias e alternativas para aproximar serviços essenciais das comunidades e ampliar o acesso da população.

Para Dra. Mara, cuidar das pessoas também significa facilitar o acesso à saúde, à prevenção, à autoestima e à cidadania.

É trabalho que se transforma em benefício para a população: com diálogo, articulação e compromisso, Dra. Mara segue levando oportunidades para quem mais precisa.

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Agro Mato Grosso

Safra recorde de soja em MT pode encher 1 milhão de caminhões e formar fila que daria 7 voltas no Brasil

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