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9 de julho de 2026

Agro Mato Grosso

Cesta básica mais cara do País; Cuiabá assume o posto de 2ª mais alta I MT

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O trabalhador brasileiro continua enfrentando uma dura realidade na hora de passar as compras no caixa do supermercado. No último mês de junho, o preço da cesta básica subiu em 17 capitais do país, impulsionado por vilões bem conhecidos do prato feito: o feijão, o arroz, a carne e o leite.

A alta não é um movimento isolado. No acumulado dos primeiros seis meses de 2026, absolutamente todas as capitais pesquisadas registraram inflação nos alimentos essenciais. Para quem vive em Cuiabá, o impacto é ainda mais profundo: a capital mato-grossense consolidou-se com o segundo custo de vida alimentar mais alto de toda a nação.

Para entender como a inflação dos alimentos afetou o seu bolso no último mês, confira os principais dados do levantamento do Dieese e da Conab:

  • As maiores altas de junho: Boa Vista liderou o ranking de aumento (+3,28%), seguida de perto por Palmas (+3,01%), Rio Branco (+2,20%) e Porto Alegre (+2,18%).
  • Onde o bolso respirou: João Pessoa teve a queda mais expressiva (-3,97%), acompanhada por Recife (-3,62%) e Maceió (-3,61%).
  • O acumulado do ano: Em apenas seis meses, as altas acumuladas nas capitais variam de 4,02% (em São Luís) até assustadores 21,48% (em Fortaleza).

Onde a cesta básica pesa mais (e menos) no bolso

A liderança do ranking das cidades com os alimentos mais caros permanece na região Centro-Sul, enquanto o Nordeste concentra os valores mais baixos devido à diferença na composição dos produtos locais.

As capitais com as cestas mais caras:

  • São Paulo: R$ 965,47
  • Cuiabá: R$ 937,93
  • Rio de Janeiro: R$ 920,94
  • Florianópolis: R$ 918,42

As capitais com as cestas mais baratas:

  • Aracaju: R$ 630,40
  • São Luís: R$ 654,73
  • Maceió: R$ 671,41
  • Natal: R$ 686,07

Por que a comida subiu tanto?

O grande culpado pelo aumento generalizado foi o feijão, que encareceu em todas as cidades. Os técnicos explicam que dois fatores principais causaram esse cenário: os produtores reduziram a área de plantio da leguminosa e o clima adverso prejudicou tanto a primeira quanto a segunda safra do grão, diminuindo a oferta nos mercados.

A conta não fecha: O salário mínimo ideal

Diante do preço abusivo da alimentação básica, o Dieese calculou o tamanho do abismo entre o poder de compra real do brasileiro e o que determina a Constituição (garantir alimentação, moradia, saúde, educação, lazer e transporte).

  • Salário mínimo atual: R$ 1.621
  • Salário mínimo ideal para junho: R$ 8.110,92 (um valor 5 vezes maior do que o piso pago hoje no país).

*Sob supervisão de Gene Lannes

Fonte: Agência Brasil

 

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Agro Mato Grosso

Colheita do algodão começa em MT com alta produtividade

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Os produtores de algodão de Mato Grosso começam a movimentar as máquinas no campo com boas expectativas para a safra. Segundo boletim da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), entre 28 de junho e 3 de julho, a colheita avançou de forma gradual, alcançando cerca de 3% da área plantada. Em várias regiões, a expectativa de produtividade varia entre 280 e 330 arrobas por hectare, patamar considerado bastante positivo pelo setor.

O início dos trabalhos exigiu paciência devido às chuvas recentes. De acordo com o relatório, a umidade provocou danos pontuais em algumas propriedades, derrubando parte das maçãs de algodão e causando o apodrecimento de algumas cápsulas da planta. Por outro lado, as precipitações contribuíram para aumentar o peso do algodão que completou seu desenvolvimento mais tardiamente, ajudando a equilibrar os resultados.

A tendência é de aceleração do ritmo da colheita, impulsionada pela volta do tempo firme e pelas usinas já preparadas para processar a fibra. Paralelamente, o combate ao bicudo-do-algodoeiro, identificado em áreas próximas a matas nativas, continua. O monitoramento e o controle da mosca-branca e de lagartas também seguem intensificados.

Mesmo com os contratempos provocados pelo clima recente e a necessidade de um controle rigoroso de pragas na reta final da safra, a avaliação do setor é positiva. Com a previsão de condições climáticas favoráveis, o cenário em Mato Grosso permanece promissor para uma boa colheita, à medida que os trabalhos avançam em todo o estado.

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Agro Mato Grosso

Apro360 recebe deputada federal Gisela para debater desafios do agro em MT

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A entrevista completa está disponível nos canais oficiais da Aprosoja Mato Grosso

O podcast Apro360, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), iniciou o segundo semestre com a participação, excepcionalmente nesta terça-feira (07.07), da deputada federal Gisela Simona. Durante o bate-papo, foram discutidos temas estratégicos para o agronegócio, o desenvolvimento de Mato Grosso e as principais pautas em tramitação no Congresso Nacional que impactam diretamente o setor produtivo.

Ao longo da entrevista, a parlamentar destacou a importância do agronegócio para a economia mato-grossense e afirmou que compreender as demandas do setor é essencial para construir políticas públicas mais eficientes e alinhadas à realidade do campo.

“Os desafios da Embrapa foi algo que me chamou muita atenção. A gente vê esse órgão com potencial gigante de pesquisa para o nosso estado, mas com baixíssimo investimento público. A gente sabe que ela sobrevive com ajuda privada. A gente vê que a tecnologia mais avançada é um desafio do agro e é algo que nós precisamos estar atentos para o que podemos fazer de melhor”, salientou.

Entre os assuntos debatidos, Gisela Simona destacou que o endividamento dos produtores rurais, o fortalecimento do seguro agrícola e a segurança jurídica no campo estão entre as pautas prioritárias que precisam avançar no Congresso Nacional para garantir mais estabilidade ao setor.

“Das pautas mais atuais, a questão do endividamento é algo muito preocupante. Esse processo de renegociação das dívidas do setor é algo preocupante. Nós precisamos desse projeto aprovado o quanto antes. Eu briguei muito na Câmara dos Deputados no sentido de termos a “falência da pessoa física”, porque com a taxa de juros alta, infelizmente, cada vez é mais comum ter pessoas devendo mais do que tem, por isso ter parâmetros melhores para renegociação é algo importante. Então esse refinanciamento é algo positivo e que o nosso parlamento precisa entregar essa pauta para o Brasil. Outra pauta, que precisamos avançar é sobre o seguro agrícola para dar uma proteção maior quanto aos riscos e intempéries que junto ao banco. Nós temos também a questão da segurança jurídica das propriedades em Mato Grosso, inclusive com o Programa Tolerância Zero para as invasões de terras, o que eu considero extremamente relevante”, citou.

Outro tema abordado durante o episódio foi a permanência dos jovens no campo. Para a deputada, investir em escolas públicas de tempo integral na zona rural pode contribuir para a formação de novas gerações de produtores e ampliar as oportunidades de desenvolvimento nas comunidades rurais.

“Nós precisamos fazer com que os nossos jovens e adolescentes fiquem no campo. Nós sabemos que é um grande desafio da modernidade. Incentivarmos os nossos jovens a estarem à frente da agricultura. E a escola em tempo integral daria essa oportunidade de ter o ensino regular, mas ao mesmo tempo, ter esse incentivo ora com capacitação, ora com pequenas atividades, como por exemplo a produção de uma horta que fomenta a questão no campo. Vejo que é um desafio, mas relevante visto que vir buscar uma vida melhor na cidade já não é a melhor opção. Então acredito que nós precisamos construir isso”, disse.

A infraestrutura logística também esteve entre os assuntos discutidos. Segundo Gisela Simona, a burocracia envolvendo licenciamentos ambientais e questões fundiárias ainda representa um dos principais entraves para a realização de obras estruturantes em Mato Grosso.

“Esse período de três anos dentro da Câmara dos Deputados para tentar destravar as obras de Mato Grosso por conta da questão ambiental e indigena. É um desafio gigante que nós temos. É algo que tem travado bastante o desenvolvimento do nosso estado. Eu sou uma pessoa que sou adaptada a defesa ambiental, mas acredito que exista um limite para não travarmos o desenvolvimento do nosso estado. É respeitar as culturas, mas também respeitar a necessidade de avançar de forma sustentável e sadia. Seja ferrovia, seja novas vias terrestres que precisamos implementar, mas que muitas vezes estão travadas. O nosso grande gargalo é a burocracia que enfrentamos com os travamentos, ora de licenciamento ambiental e de autorização para que a gente avance”, destacou Gisela Simona.

Durante a conversa, a deputada também ressaltou o crescimento da participação feminina no agronegócio e a importância de fortalecer iniciativas que ampliem o protagonismo das mulheres em diferentes segmentos da produção rural.

“É fundamental dar destaque a quantidade de mulheres que participam do agro hoje. É uma pauta que eu vejo que é fundamental, desde a agricultura familiar e em vários municípios de Mato Grosso, o evento da mulher rural desde a simples produção até grandes empresárias. É de extrema relevância, pois gera emprego, riqueza e faz circular o dinheiro de alguma forma. Vejo que o agronegócio, na medida que avança, tem essa preocupação com projetos sociais e a participação das mulheres”, pontua.

O episódio reforça o compromisso do Apro360 em promover debates sobre temas estratégicos para o agronegócio, aproximando produtores rurais, especialistas e representantes do poder público das discussões que influenciam diretamente o desenvolvimento do setor. A entrevista completa com a deputada federal Gisela Simona está disponível nos canais oficiais da Aprosoja MT no YouTube e no Spotify.

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UPL nomeia Déborah Cavalcante como gerente de comunicação

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Executiva tem passagem por empresas como Rainbow Agro, Bayer e Syngenta

Déborah Cavalcante foi nomeada para o cargo de gerente de comunicação da UPL. A profissional soma mais de dez anos de experiência em comunicação e branding estratégico, com atuação na América Latina, Europa e Ásia.

Antes da UPL, Déborah atuou como gerente de branding e comunicação da Rainbow Agro, entre abril de 2024 e junho de 2026. Na empresa, estruturou e expandiu a comunicação corporativa, com ações em relações públicas, eventos, campanhas digitais e comunicação interna. Também liderou a primeira campanha institucional da companhia, com implementação em países da América Latina e da Europa.

Entre dezembro de 2020 e abril de 2024, trabalhou como coordenadora de comunicação de marketing e branding na Bayer Crop Science. No período, gerenciou a comunicação de marca de biotecnologia no segmento de sementes e participou do lançamento de uma iniciativa estratégica no setor de biotecnologia.

A executiva também passou pelo Sindiveg, onde atuou como coordenadora de marketing, comunicação e relações públicas em 2020. Antes disso, trabalhou no Grupo ECI, na Synapse, na Syngenta e na Uni Design e Comunicação.

Sua trajetória inclui projetos de marketing digital e tradicional, storytelling corporativo, relações públicas, comunicação interna, planejamento de eventos e arquitetura de marca. Déborah também colaborou com equipes multiculturais em diferentes continentes, com foco em estratégias alinhadas a objetivos globais e impacto local.

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