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9 de julho de 2026

Sustentabilidade

Soja fecha em baixa em Chicago com realização de lucros e expectativa pelo relatório do USDA – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quarta-feira. Após os recentes ganhos consistentes, o dia foi de correção. Com os boletins climáticos apontando temperaturas não tão altas nos próximos dias, fundos e especuladores optaram por realizar lucros e posicionar carteiras frente ao relatório de sexta do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Em boa parte da sessão, no entanto, o mercado subiu, acompanhando o petróleo e refletindo a melhor demanda chinesa pelo produto americano.

A China comprou pelo menos mais cinco cargas de soja dos Estados Unidos durante a madrugada de terça para quarta, informaram traders. A estatal chinesa COFCO adquiriu as cargas para embarque entre setembro e outubro, pagando um prêmio de aproximadamente US$ 2,70 a US$ 2,80 por bushel sobre os contratos futuros de soja para novembro negociados em Chicago.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 472.000 toneladas de soja à China. Do total, 136.000 toneladas serão disponibilizadas na safra 2025/26 e 336.000 toneladas serão entregues na temporada 2026/27.

O Departamento deverá, no seu relatório de julho, indicar alta nas suas estimativas para safra e estoques de passagem norte-americanos em 2026/27. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na sexta, 10, às 14h.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos EUA em 2026/27 deverá ficar em 4,457 bilhões de bushels. Em junho, a previsão era de 4,435 bilhões.

Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número 324 milhões de bushels, contra 310 milhões projetados anteriormente. Para 2025/26, a previsão é de que o Departamento reduza seu número de 340 milhões para 337 milhões de bushels. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 125,2 milhões de toneladas, subindo frente ao atuais 124,9 milhões. Para 2025/26, o USDA deverá aumentar sua estimativa de 125,5 milhões para 125,7 milhões de toneladas.

O USDA, na avaliação do mercado, deverá elevar a sua estimativa para a safra brasileira, de 180 milhões para 180,3 milhões de toneladas em 2025/26. Já a previsão para a produção argentina em 2025/26 deverá ser elevada de 50 milhões para 50,1 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 0,50 centavo de dólar, ou 0,04%, a US$ 11,93 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 11,92 1/4 por bushel, com retração de 5,50 centavos de dólar ou 0,45.

Nos subprodutos, a posição agosto do farelo fechou com baixa de US$ 3,90 ou 1,23% a US$ 312,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em agosto fecharam a 70,85 centavos de dólar, com ganho de 2,26 centavos ou 3,29%.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter mais um dia de preços estáveis – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de milho deve ter um dia de estabilidade nos preços. Os consumidores e produtores seguem aguardando o avanço das colheitas da safrinha, deixando pouca margem para uma evolução consistente na comercialização doméstica do cereal. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera em baixa, enquanto o dólar cai frente ao real.

O mercado brasileiro de milho teve uma quarta-feira de cotações estáveis mais uma vez. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, o mercado esteve um pouco mais calmo com a baixa do cereal na Bolsa de Chicago e no câmbio. A expectativa segue pelo avanço da colheita da safrinha.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 65,00/69,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 64,50/68,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 58,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 57,00/58,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 65,00/66,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 67,00/69,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 58,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 54,00/55,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 54,00/56,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro operam com recuo de 5,00 centavos de dólar, ou 1,09%, cotados a US$ 4,51 1/4 por bushels.

* O mercado é pressionado pela melhora das condições climáticas no Meio-Oeste dos Estados Unidos e pelo movimento de realização de lucros após a forte valorização registrada nas últimas sessões. As previsões indicam chuvas mais abrangentes e temperaturas moderadas durante a fase de polinização das lavouras, reduzindo as preocupações com possíveis perdas de produtividade e, consequentemente, o prêmio de risco climático incorporado aos preços.

* Além disso, os investidores ajustam posições antes da divulgação do relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para sexta-feira (10), às 13h. O documento poderá trazer revisões para a produção, os estoques e a demanda da temporada 2026/27.

* De acordo com a média das estimativas de analistas consultados por agências internacionais, o USDA deverá projetar a safra norte-americana em 15,967 bilhões de bushels, ligeiramente abaixo dos 15,995 bilhões estimados em junho. Os estoques finais da safra 2026/27 também são esperados em 1,855 bilhão de bushels, ante 1,957 bilhão na projeção anterior, fatores que mantêm o mercado atento à divulgação dos números oficiais.

* Ontem (8), os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,35, com recuo de 9,75 centavos, ou 1,97% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,56 por bushel, com baixa de 8,00 centavos, ou 1,72% em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,16%, a R$ 5,1381. O Dollar Index registra recuo de 0,06%, a 100.93 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas na Europa operam com índices mistos. Paris, +0,49%. Frankfurt, +0,39%. Londres, -0,52%.

* As principais bolsas da Ásia operaram altas. Xangai, +1,65%. Japão, +1,38%.

* O petróleo opera com alta. Agosto do WTI em NY: US$ 73,88 o barril (+0,48%).

AGENDA

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

—–Sexta-feira (10/07)

03:00 – Alemanha: Índice de Preços ao Consumidor (CPI, junho).

09:00 – IPCA e INPC de junho/IBGE.

13:00 – Relatório de junho de oferta e demanda mundial e dos EUA de grãos (Wasde)/USDA.

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

Autor/Fonte: Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

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Sustentabilidade

CESB registra maior produtividade de sua história: 156,13 sacas por hectare – MAIS SOJA

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O produtor Lourival Ruthes, da Agrícola Lourival Ruthes, atingiu o recorde produtivo de 156,13 sacas por hectare e se tornou Campeão da Região Sul na Categoria Sequeiro e Campeão Nacional do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja safra 25/26, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB).

O número, o maior da história do Desafio, foi registrado no município de Major Vieira, em Santa Catarina, e reforça a importância da sanidade da soja, do manejo nutricional adequado e da perfeita sintonia entre produtividade, sustentabilidade e rentabilidade.

O resultado também evidencia que os maiores patamares de produtividade são consequência da integração entre genética, ambiente de produção e manejo, princípio observado de forma recorrente nas áreas auditadas pelo CESB ao longo das últimas edições do Desafio.

Os novos campeões do Desafio foram anunciados durante o Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja, realizado nos dias 7 e 8 de julho, no Royal Palm Tower, em Indaiatuba (SP). Em seu novo formato, o evento, organizado pelo CESB, integrou a apresentação e premiação dos campeões regionais e nacionais a uma programação técnica estruturada em palestras, painéis e mesas-redondas sobre os principais fatores determinantes da alta produtividade da soja. Ao longo dos dois dias, especialistas, pesquisadores, consultores e produtores discutiram temas estratégicos como implantação da lavoura, com foco em genética, qualidade de sementes e plantabilidade; construção de altos tetos produtivos por meio do manejo do perfil do solo e da nutrição; fisiologia da soja e mitigação de estresses; sanidade em sistemas de alto rendimento, além da apresentação de casos campeões e da síntese técnica das principais lições aprendidas pelo CESB nas últimas safras do Desafio.

A programação foi construída a partir dos principais aprendizados obtidos nas áreas auditadas pelo CESB, priorizando os fatores de manejo mais frequentemente associados aos sistemas de maior desempenho observados em diferentes regiões produtoras do Brasil.

Daniel Glat, presidente do CESB, destaca que cada tema do Fórum foi conduzido com foco em aplicação prática e tomada de decisão. “Abordamos, ao longo dos dois dias, o estabelecimento da cultura e qualidade do plantio, a agricultura digital e de precisão, a sanidade da soja em sistemas de alta produtividade, e o manejo nutricional da soja, entre outros pontos fundamentais para unir produtividade, sustentabilidade e rentabilidade”.

Luiz Silva, Diretor Executivo do CESB, explica que a escolha dos temas refletiu os principais fatores observados nas áreas de maior produtividade auditadas pelo Comitê. “Pesquisadores, especialistas e membros do CESB apresentaram os pilares que se repetem nos sistemas de alto rendimento, como a implantação da lavoura com genética bem posicionada, sementes de elevado vigor e qualidade, construção do perfil do solo, manejo nutricional equilibrado, fisiologia para mitigação de estresses, controle preventivo de doenças, pragas e plantas daninhas, uso estratégico de produtos biológicos e uma assistência técnica qualificada. O grande aprendizado é que as maiores produtividades são resultado da integração dessas práticas dentro de um sistema de produção eficiente.”

A programação técnica contou ainda com o suporte do Comitê Técnico do CESB, formado por especialistas de diferentes áreas da sojicultura brasileira. O Comitê atua como órgão consultivo permanente, contribuindo com recomendações técnicas sobre temas estratégicos para o Fórum e para o Desafio. O grupo é coordenado pelo vice-presidente Sergio Abud, tendo como coordenadores técnicos João Vitor Ganem e Lorena Moura, fortalecendo a integração entre pesquisa, assistência técnica e a experiência prática obtida nas áreas auditadas pelo CESB.

De acordo com Sergio Abud, vice-presidente do CESB, esse novo formato do Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja representou uma evolução importante do papel do CESB como plataforma de geração e transferência de conhecimento. “Mais do que apresentar campeões, o Fórum busca aprofundar a discussão técnica por trás dos resultados, transformando a experiência acumulada em milhares de áreas auditadas em conhecimento aplicável ao campo. Ao conectar dados, pesquisa, manejo, ambiente, genética e tomada de decisão, o CESB fortalece sua missão de contribuir para sistemas de produção cada vez mais eficientes, resilientes e rentáveis. Nosso objetivo é que produtores, consultores, pesquisadores e empresas saiam do evento não apenas inspirados pelos recordes, mas com aprendizados práticos capazes de gerar resultados em diferentes realidades da sojicultura brasileira.”

Produtores Campeões – O produtor rural Lourival Ruthes, da Agrícola Lourival Ruthes, foi o campeão Sul da categoria Sequeiro e também o grande campeão nacional da 18ª Edição do Desafio CESB com uma produtividade de 156,13 sacas por hectare, em Major Vieira (SC). Já o produtor Luis Fernando Benaglia de Oliveira, da Fazenda Lago Bonito, de Mundo Novo (GO), foi o vencedor nacional da categoria Irrigado, com a marca de 138,97 sacas por hectare.

Já o produtor João Antonio Gorgen alcançou 143,77 sacas por hectare na Fazenda Barcelona, em Riachão das Neves (BA), tornando-se, mais uma vez, o campeão da região Nordeste da categoria Sequeiro e o produtor Pedro Foresto Crispim, da Fazenda Isabela, de Goiatins (TO), sagrou-se campeão Norte da categoria Sequeiro, com 136,64 sacas por hectare.

O campeão Sudeste da categoria Sequeiro foi o produtor Edinaldo Pereira Dias, da Agropecuária Três Irmãos, com 122,66 sacas por hectare na Fazenda Floresta, localizada em Cambuquira (MG), e o vencedor Centro-Oeste da categoria Sequeiro foi Rodolfo Schlatter que alcançou 118,68 sacas por hectare, na Fazenda Monte Sinai, em Confresa (MT).

Consultores Campeões – Entre os consultores, destaque para Daicon Godeski Moreira, campeão Sul da categoria Sequeiro e também o grande campeão nacional do Desafio CESB, com uma produtividade de 156,13 sacas por hectare, em Major Vieira (SC). Já o consultor Dheividy Fernandes, da Fazenda Lago Bonito, de Mundo Novo (GO), foi o vencedor nacional da categoria Irrigado, com a marca de 138,97 sacas por hectare.

Já o consultor Ednei Antonio Fugalli registrou 143,77 sacas por hectare na Fazenda Barcelona, em Riachão das Neves (BA), tornando-se o campeão Nordeste da categoria Sequeiro e o consultor Luiz Gabriel de Moraes Junior sagrou-se campeão Norte da categoria Sequeiro, com 136,64 sacas por hectare, na Fazenda Isabela, de Goiatins (TO).

O consultor campeão Sudeste da categoria Sequeiro foi Túlio Madureira da Costa Xavier, com 122,66 sacas por hectare na Fazenda Floresta, localizada em Cambuquira (MG), e o vencedor Centro-Oeste da categoria Sequeiro foi Fabiano Müller, 118,68 sacas por hectare, na Fazenda Monte Sinai, em Confresa (MT).

Números Expressivos do Desafio – João Vitor Ganem, Coordenador Técnico e de Pesquisa do CESB, observa que, em comparação à safra anterior, o Desafio CESB registrou crescimento expressivo tanto no número de inscrições, quanto no volume de auditorias realizadas.

Segundo ele, na safra 2025/26, foram contabilizadas 5.300 inscrições, frente a 4.726 na safra 2024/25, representando um incremento de aproximadamente 12%. Sojicultores de 1.061 municípios e de 18 Estados participaram do Desafio, que teve 86% das áreas inscritas na categoria Sequeiro. A iniciativa abrangeu 4,8 milhões de hectares de soja, ou seja, 10% da área brasileira destinada para essa cultura.

“O avanço foi ainda mais significativo no número de auditorias realizadas, que passou de 812 para 922 áreas, resultando em crescimento de 13,5%. Esses números demonstram o fortalecimento do Desafio CESB no cenário nacional e evidenciam o crescente interesse dos produtores e consultores em validar tecnicamente seus resultados de produtividade por meio de um processo criterioso e reconhecido pelo setor”.

Historicamente, de acordo com Ganem, a Região Sul concentra o maior número de inscrições no Desafio CESB, com destaque para o Paraná, que tradicionalmente lidera em participação, seguido pelo Rio Grande do Sul. “Esse cenário reflete, entre outros fatores, o elevado nível tecnológico adotado pelos produtores da região, a forte cultura de busca por eficiência produtiva, além do grande número de propriedades de pequeno e médio porte”.

Entretanto, acrescenta o Coordenador Técnico e de Pesquisa do CESB, nas últimas safras, observa-se um avanço consistente da participação das regiões Centro-Oeste e Sudeste. Na safra 2025/26, o Mato Grosso alcançou a terceira colocação em número de inscrições, enquanto o estado de São Paulo assumiu a segunda posição no volume de auditorias acionadas. “Esse movimento demonstra a expansão do interesse pelo Desafio CESB em diferentes regiões produtoras e reforça a evolução técnica dos sistemas de produção de soja em âmbito nacional”.

Sólida Evolução – Ao longo das últimas safras de soja, as médias dos produtores participantes do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), têm registrado uma sólida evolução. Dentro deste contexto, um fato merece destaque: todos os TOP 10 da última edição do Desafio estão com produtividades acima de 120 sc /ha, marca que era considerada improvável há poucos anos.

Ao longo das dezoito edições do Desafio, os resultados auditados permitiram ao CESB construir uma das mais abrangentes bases de informações sobre sistemas de alta produtividade da soja brasileira. Esse conhecimento tem contribuído para identificar padrões técnicos recorrentes entre as áreas recordistas e orientar a difusão de práticas que promovem produtividade com maior eficiência, rentabilidade e sustentabilidade.

De acordo com Luiz Silva, Diretor Executivo do CESB, esse cenário reforça o compromisso do Comitê com sua missão de estabelecer novos patamares de produtividade, transformando-se assim em uma ferramenta de transferência de tecnologia, criando um ambiente provocativo e fértil de aprendizado e inovações.

“Com abrangência em todas as regiões produtoras, o Desafio CESB oferece um retrato técnico privilegiado e de alta performance da sojicultura brasileira”, acrescenta o Diretor Executivo do CESB.

O Desafio Nacional de Máxima Produtividade do CESB consolidou-se como uma das mais importantes iniciativas de geração e difusão de conhecimento da sojicultura brasileira. Mais do que reconhecer recordes de produtividade, o Desafio permite identificar os fatores técnicos presentes nos sistemas de maior desempenho, transformando resultados obtidos em campo em informações que contribuem para a evolução da produtividade, da eficiência, da rentabilidade e da sustentabilidade da cultura da soja no Brasil. Todas as informações obtidas pelo CESB são tratadas com absoluto sigilo e confidencialidade, sem divulgação de dados específicos das propriedades participantes e em conformidade com a legislação vigente de proteção de dados.

O CESB é uma OSCIP – organização sem fins lucrativos, composta por 20 membros especialistas e 31 organizações patrocinadoras que acreditam e contribuem para o avanço sustentável dos mais altos índices de produtividade de soja no Brasil, são elas: BASF, INTACTA I2X, JOHN DEERE, SYNGENTA, JACTO, SIMBIOSE, BIOMA, BIOGRASS, 3tentos, Acadian, Agro-sol Sementes, Alltech, Atto Sementes, Brandt, Brasmax, Cordius, Fecoagro, FMC, Gran7, HO Genética, ICL, Lallemand, Mosaic, Nitro, Solferti, Stine Seeds, Stoller, Timac Agro, Union Agro, Ubyfol, Valence, Elevagro e IBRA.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Conheça os vencedores do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja da safra 2025/26!

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Divulgação Cesb

O Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb) anunciou os vencedores da 18ª edição do Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja, realizado nos dias 7 e 8 de julho, em Indaiatuba (SP). O encontro reuniu produtores, consultores, pesquisadores e lideranças do agronegócio para apresentar os maiores índices de produtividade da safra e discutir tecnologias e estratégias voltadas ao aumento da eficiência nas lavouras.

Na categoria Sequeiro, o grande campeão nacional e da região Sul foi o grupo Agrícola do produtor Lourival Ruthes, que alcançou produtividade de 156,13 sacas por hectare, estabelecendo um novo recorde do Cesb. Na categoria Irrigado, o título nacional ficou com o produtor Luis Fernando Benaglia, que registrou produtividade de 138,97 sacas por hectare.

Entre os campeões regionais da categoria Sequeiro, o destaque da região Nordeste foi o grupo Gorgen, com produtividade de 143,77 sacas por hectare. Na região Sudeste, o vencedor foi a Agropecuária Três Irmãos, com 122,66 sacas por hectare. Já na região Centro-Oeste, o campeão foi Rodolfo Schlatter, que atingiu 118,68 sacas por hectare. Na região Norte, o vencedor foi Pedro Foresto Crispim, com produtividade de 136,64 sacas por hectare.

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Além da cerimônia de premiação, o fórum integrou uma programação técnica voltada à disseminação de conhecimento e de práticas capazes de elevar a produtividade da soja. Ao longo dos dois dias, especialistas, pesquisadores, consultores e produtores participaram de palestras e painéis sobre temas como implantação da lavoura, genética, qualidade de sementes, plantabilidade, manejo do perfil do solo, nutrição, fisiologia da soja, mitigação de estresses, sanidade em sistemas de alto rendimento e as principais lições obtidas nas áreas auditadas pelo Cesb ao longo das últimas safras.

Segundo o presidente do comitê, Daniel Glat, a programação foi estruturada para oferecer conteúdo com aplicação prática aos produtores. “Abordamos, ao longo dos dois dias, o estabelecimento da cultura e qualidade do plantio, a agricultura digital e de precisão, a sanidade da soja em sistemas de alta produtividade e o manejo nutricional da soja, entre outros pontos fundamentais para unir produtividade, sustentabilidade e rentabilidade”, afirmou.

A programação contou ainda com o apoio do Comitê Técnico do Cesb, formado por especialistas de diferentes áreas da sojicultura brasileira. O grupo atua como órgão consultivo permanente e é coordenado pelo vice-presidente Sergio Abud, com coordenação técnica de João Vitor Ganem e Lorena Moura.

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