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25 de junho de 2026

Business

Agroconsult projeta 115,8 milhões de toneladas para a 2ª safra de milho

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A Agroconsult projetou nesta quinta-feira (25) a produção brasileira de 115,8 milhões de toneladas de milho na segunda safra 2025/26, após o encerramento da etapa milho do Rally da Safra. O volume fica abaixo das 125,3 milhões de toneladas da temporada anterior, mas supera em 3,3% a estimativa de 112 milhões de toneladas divulgada no início da expedição, em 7 de maio.

Segundo a consultoria, a revisão foi feita com base em dados coletados em campo e na análise de imagens de satélite da plataforma CropData. A área nacional da segunda safra foi estimada em 18,2 milhões de hectares, estável na comparação com o ciclo passado.

O levantamento apontou avanço de área em Mato Grosso, com alta de 2%, em Mato Grosso do Sul, com expansão de 5,2%, no Paraná, com 4,2%, e em Rondônia, com 10,3%. Em sentido oposto, houve redução de 5,9% em Goiás, de 4,7% em Minas Gerais e de 9,1% em regiões de Maranhão, Piauí e Tocantins (Mapito).

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Na produtividade, Mato Grosso teve média de 130 sacas por hectare, recuo de 1,4% sobre a safra passada. O médio norte e o oeste do Estado apresentaram os melhores resultados, enquanto leste e sudeste registraram atraso e desempenho menor. Goiás teve queda de 34,6% ante o ciclo anterior, com média de 83 sacas por hectare. Mato Grosso do Sul alcançou 99,3 sacas por hectare, com destaque para o sul do Estado, e o Paraná registrou 97,9 sacas por hectare, com melhor desempenho na região oeste.

Em Minas Gerais, a produtividade caiu 22,2%, enquanto no Mapito a retração foi de 14,9%. De acordo com a Agroconsult, o quadro foi influenciado por chuvas excessivas em março, que atrasaram o plantio, e por períodos de seca em abril e maio em áreas do Centro-Oeste. As chuvas de junho não recompuseram as perdas já consolidadas.

A colheita avança em áreas do Paraná e de Mato Grosso do Sul. Nessas regiões, produtores acompanham o risco de frio sobre lavouras ainda em enchimento de grãos, com potencial limitado de perdas nesta fase.

Para o ciclo 2025/26, a estimativa da produção total de milho no Brasil é de 144,1 milhões de toneladas, abaixo das 152,3 milhões de toneladas do ciclo anterior. No início de maio, a projeção era de 140,5 milhões de toneladas. A área total cultivada no País soma 22,6 milhões de hectares.

No mercado interno, a demanda segue sustentada pelo consumo para ração e pela produção de etanol. No mercado externo, as safras dos Estados Unidos e da Argentina elevam a concorrência e pressionam as exportações brasileiras.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Agro Mato Grosso

MT tem a 7ª maior média salarial do Brasil, aponta IBGE

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Paraná fecha safra de verão 2025/26 com recorde de 26,3 milhões de toneladas

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O Paraná encerrou a safra de verão de grãos 2025/26 com produção recorde de 26,3 milhões de toneladas, de acordo com boletim divulgado nesta quinta-feira (25) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O volume supera em 6% o registrado no ciclo anterior, quando o estado colheu 24,7 milhões de toneladas.

O principal avanço veio da soja, que somou 21,8 milhões de toneladas. O milho de verão também apresentou recuperação e passou de 3,1 milhões para 4,1 milhões de toneladas no comparativo anual.

Para o engenheiro agrônomo e analista do Deral Hugo Godinho, o desempenho da safra de verão é um passo importante para o resultado consolidado do ano agrícola. Segundo ele, ainda é preciso acompanhar o comportamento das lavouras de inverno, em um cenário de risco climático elevado, mas o fechamento da primeira etapa da temporada reforça a possibilidade de novo recorde anual no estado.

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Na segunda safra 2025/26, o destaque entre as culturas de campo é o milho. A estimativa aponta produção de 17,6 milhões de toneladas em 2,91 milhões de hectares. A colheita já começou e alcança cerca de 3% da área total. O Deral informou que geadas pontuais de intensidade fraca a moderada nas regiões Sul e Oeste não devem alterar de forma significativa, neste momento, os números finais da cultura. Segundo o analista Edmar Gervasio, a retirada do cereal tende a ganhar ritmo nos próximos dias, especialmente na região Oeste, com previsão de tempo mais seco e ensolarado.

No segmento de hortaliças, a primeira safra de batata 2025/26 está estimada em 566,2 mil toneladas em 16,8 mil hectares, enquanto a segunda safra projeta 298,3 mil toneladas em 9,9 mil hectares. A cebola deve alcançar 118 mil toneladas em 2,8 mil hectares. Para o tomate, a primeira safra é estimada em 167,3 mil toneladas em 2,4 mil hectares, e a segunda, em 101,9 mil toneladas em 1,6 mil hectares.

O boletim conjuntural semanal do Deral também destacou o desempenho da pecuária. As exportações brasileiras de carne bovina somaram 1,360 milhão de toneladas entre janeiro e maio de 2026. No primeiro trimestre, o abate nacional de frangos atingiu 1,707 bilhão de cabeças, com o Paraná respondendo por 35% do total. Na suinocultura, o estado ficou em segundo lugar no ranking nacional, com 20,9% dos abates do país. Já na produção de ovos para consumo, o Paraná ocupou a oitava posição, com 51,468 milhões de dúzias nos três primeiros meses do ano, alta de 0,3% sobre igual período anterior.

Os dados de junho do Deral consolidam o encerramento da safra de verão com avanço da soja e do milho e mantêm o acompanhamento da segunda safra e dos principais segmentos da produção agropecuária paranaense.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Até quando o frio fica no Brasil? Temperaturas devem voltar a subir em breve; saiba quando e onde

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Foto: Pixabay

A frente fria volta a influenciar o tempo nas regiões produtoras de soja do Brasil. O sistema favorece o retorno das chuvas ao Sudeste e ao Centro-Oeste, mas os maiores acumulados são esperados para a região Sul.

Nos próximos cinco dias, a previsão indica chuva volumosa, principalmente no Paraná. O alerta também vale para os produtores que cultivam culturas de inverno no norte do Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina.

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Os modelos meteorológicos indicam que, durante a primeira semana de julho, os acumulados podem variar entre 150 e 200 milímetros em algumas áreas, aumentando o risco de excesso de umidade nas lavouras e dificultando os trabalhos no campo.

Além da chuva, o risco de geada permanece nesta sexta-feira (26), especialmente no norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul do Paraná, onde as temperaturas mínimas podem ficar próximas de 0°C.

Apesar do frio persistir sobre o Sudeste e o Centro-Oeste, não há previsão de geadas nessas regiões. A tendência é que, a partir da próxima semana, as temperaturas voltem a subir gradualmente em grande parte do país, reduzindo a influência da massa de ar frio.

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