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23 de julho de 2026

Sustentabilidade

STF destrava Ferrogrão após quase seis anos e recoloca nos trilhos projeto estratégico para a logística nacional – MAIS SOJA

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A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que validou a constitucionalidade da lei relacionada à Ferrogrão encerra quase seis anos de insegurança jurídica e recoloca nos trilhos um dos empreendimentos logísticos mais importantes do Brasil.

Na prática, o STF validou a Lei nº 13.452/2017, que alterou os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, permitindo a regularização da faixa de domínio da BR-163 e o avanço da Ferrogrão.

A ferrovia ligará Sinop (MT) ao distrito de Miritituba (PA), em um corredor de aproximadamente mil quilômetros de extensão, acompanhando grande parte da BR-163, rota fundamental para o escoamento da produção agropecuária mato-grossense em direção aos portos do Arco Norte.

Para o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Lucas Costa Beber, a construção da ferrovia representa um avanço econômico, logístico e ambiental para Mato Grosso e para o Brasil.

“A construção da Ferrogrão significa mais competitividade e eficiência para o produtor de Mato Grosso. Estima-se uma economia de mais de R$ 8 bilhões por ano, podendo ainda, haver redução no valor do frete no estado”, destacou.

Segundo ele, além da redução dos custos logísticos, os recursos economizados tendem a permanecer circulando na economia estadual, estimulando investimentos, geração de empregos e aumento da arrecadação.

Outro benefício apontado é a melhora no fluxo da BR-163, que atualmente transporta mais de 17 milhões de toneladas de grãos e enfrenta graves gargalos, congestionamentos, acidentes e elevado custo operacional. Com parte da carga migrando para o modal ferroviário, a expectativa é reduzir acidentes, melhorar o tráfego e aumentar a eficiência do escoamento por esse importante corredor logístico de Mato Grosso.

Além dos impactos econômicos, a Ferrogrão também é apontada como uma alternativa mais sustentável para o transporte de cargas. A estimativa é de redução de até 40% nas emissões de CO₂ no transporte de grãos.

“A redução das emissões de carbono pode chegar a aproximadamente 3,4 milhões de toneladas por ano”, afirmou Lucas Costa Beber.

O projeto também foi desenvolvido para minimizar impactos ambientais e sociais. No trecho relacionado ao Parque Nacional do Jamanxim, a área desafetada para viabilização da obra corresponde a 862 hectares, cerca de 0,054% da unidade de conservação, com previsão de compensação ambiental.

“A ferrovia utilizará majoritariamente o corredor já existente da BR-163. A área desafetada será compensada posteriormente, podendo inclusive superar a extensão utilizada, garantindo segurança ambiental, social e econômica ao projeto”, explicou.

Com a decisão do STF, a expectativa do setor produtivo é que os órgãos responsáveis avancem com celeridade nos próximos passos para viabilizar o empreendimento. A Aprosoja MT defende que Ministério dos Transportes, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Tribunal de Contas da União (TCU), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) atuem de forma coordenada para garantir o andamento do projeto, a realização do leilão e o início das obras.

Assim como fez desde o início das discussões sobre a Ferrogrão, a Aprosoja MT seguirá empenhada na defesa do projeto e na busca por soluções que ampliem a competitividade do agronegócio brasileiro, promovendo desenvolvimento econômico, eficiência logística e sustentabilidade para Mato Grosso e para todo o país.

Fonte: Aprosoja/MT



 

FONTE

Autor:Raiane Florentino – Assessoria de Comunicação

Site: Aprosoja/MT

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Sustentabilidade

Crédito rural registra redução nas contratações ao final do Plano Safra 2025/26 – MAIS SOJA

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O encerramento do Plano Safra 2025/26 confirma um cenário de maior restrição ao crédito rural em Mato Grosso do Sul. O ciclo foi concluído com R$ 14,64 bilhões contratados, volume 22,3% inferior ao registrado na safra anterior.

Segundo levantamento da Aprosoja/MS, foram contratados R$ 943,8 milhões em junho de 2026 no Estado, resultado 22,3% inferior ao registrado em maio do mesmo ano e 40,1% menor em comparação com junho de 2025.

O ambiente financeiro mais restritivo observado no encerramento da safra é resultado da redução das operações de custeio, investimento e, principalmente, comercialização, refletindo uma maior seletividade na concessão de crédito rural.

O Plano Safra 2026/27 iniciou seu ciclo em 1º de julho, com crescimento de 1,7% no volume total de recursos em relação ao ciclo anterior, totalizando R$ 622,4 bilhões. No entanto, esse aumento não supera a inflação acumulada no período, o que resulta em redução do volume de crédito em termos reais.

Assim, apesar da redução das taxas de juros nas principais linhas oficiais, a ampliação do acesso ao crédito dependerá da disponibilidade de recursos subsidiados, da capacidade de equalização pelo Governo Federal e da situação financeira dos produtores. Esses fatores continuarão sendo determinantes para o ritmo das contratações ao longo da safra 2026/27.

O boletim completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja/MS

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Sustentabilidade

Estudo analisa os impactos da infraestrutura logística sobre a produção agrícola de Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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Mato Grosso do Sul representa aproximadamente 9% da produção nacional de soja, consolidando-se como o 5º maior produtor do grão no Brasil. Em relação ao milho segunda safra, o Estado ocupa a 4ª posição no ranking nacional, sendo responsável por cerca de 8,1% da produção brasileira. Apesar da relevância da produção de soja e milho no cenário nacional, a infraestrutura logística ainda representa um dos principais desafios para o escoamento da produção agrícola em Mato Grosso do Sul. Conforme análise apresentada pela Aprosoja/MS, o custo do frete pode representar até 60% do valor do milho e até 25% do valor da soja.

Atualmente, o Estado escoa cerca de 80% da produção agrícola por rodovias, 2% por ferrovias e o restante por hidrovias. De acordo com estudo elaborado por economistas da Aprosoja/MS, essa concentração no modal rodoviário eleva os custos logísticos, aumenta a demanda sobre a malha viária e reduz a competitividade da produção sul-mato-grossense.

A análise também indica que os modais ferroviário e hidroviário apresentam vantagens estruturais em relação ao modal rodoviário. Entretanto, a competitividade desses modais depende de fatores como a infraestrutura disponível, o estágio de desenvolvimento da malha logística, o processo de devolução de concessões e o nível de concorrência entre os diferentes modais de transporte.

Com investimentos estimados em R$ 50 bilhões até 2035, estão previstas a duplicação e as melhorias da BR-163, a implantação da Nova Ferroeste, ligando Maracaju (MS) ao Paraná, a concessão da Hidrovia do Rio Paraguai e os projetos associados à Rota Bioceânica. Conforme estimativas apresentadas no estudo, essas iniciativas possuem potencial para reduzir em até 26% os custos de transporte.

Ainda conforme a análise apresentada no estudo, a execução desses projetos poderá contribuir para ampliar a eficiência do transporte de cargas, reduzir os custos logísticos e fortalecer a competitividade da produção de soja e milho em Mato Grosso do Sul.

O estudo completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Carolina Toffanetto (estagiária de Comunicação Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Margens apertadas impulsionam novo modelo de acesso a insumos no agro – MAIS SOJA

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Com margens mais apertadas, preços voláteis e safras que exigem planejamento cada vez mais preciso, o acesso a insumos ganhou peso estratégico no Brasil. Empresas que conectam produtores, revendas, cooperativas e fornecedores nacionais e internacionais passaram a ocupar um espaço central na cadeia do agronegócio.

É nesse contexto que a AgriConnection vem consolidando sua atuação como uma rede de acesso ao mercado, oferecendo soluções que aproximam a indústria do campo e ampliam o acesso dos produtores às tecnologias. A empresa atua em três frentes: proteção de cultivos, fertilizantes e um amplo portfólio de nutrição vegetal, biológicos e especialidades, que reúne microelementos, adjuvantes, bioestimulantes e bioinsumos.

A AgriConnection estará presente durante o 17º Brasil AgrochemShow, realizado em 3 e 4 de agosto de 2026, no Centro de Eventos São Luís, em São Paulo. A programação do evento reunirá especialistas, empresas e representantes do setor para debater registro de produtos, legislação, judicialização, sustentabilidade, tecnologia de aplicação, cadeia global de suprimentos, distribuição e tendências regulatórias para o mercado de agroquímicos e bioinsumos.

De acordo com Daniel Dias, presidente do Conselho de Administração da AgriConnection e referência em negociações internacionais, a empresa é uma ponte entre a indústria e o produtor rural. “Nosso papel é facilitar o acesso a tecnologias confiáveis, com segurança regulatória, suporte técnico e soluções que atendam às necessidades do agricultor em diferentes sistemas de produção”, diz.

Depois de ciclos marcados pela volatilidade dos preços, aumento dos custos de produção e desafios logísticos, produtores e canais de distribuição passaram a buscar modelos de negócio que vão além da simples comercialização de produtos, reunindo portfólio diversificado, inteligência comercial, previsibilidade, conformidade regulatória e eficiência logística.

O Brasil mantém forte dependência das cadeias globais para o abastecimento de insumos agrícolas. Em 2025, segundo dados da CropLife Brasil, as importações brasileiras desses produtos somaram US$ 14,3 bilhões e ultrapassaram 1,8 milhão de toneladas. Os defensivos químicos responderam por 96,3% do valor importado, seguidos pelos produtos biológicos e sementes. China, Índia e Estados Unidos lideraram a origem desses insumos.

Além do preço, qualidade, procedência, disponibilidade, suporte técnico, logística, segurança regulatória e adequação agronômica passaram a ter peso crescente na escolha dos fornecedores, fortalecendo empresas capazes de integrar diferentes elos da cadeia e ampliar o acesso do produtor às melhores alternativas do mercado.

Estratégia

Segundo Dias, o desafio do produtor vai muito além da aquisição do insumo. É preciso garantir disponibilidade no momento correto, suporte técnico qualificado, condições comerciais competitivas e tecnologias compatíveis com a realidade de cada propriedade. “Com um calendário agrícola cada vez mais apertado, atrasos logísticos, indisponibilidade de produtos ou escolhas inadequadas de tecnologia podem comprometer produtividade, rentabilidade e eficiência operacional”, destaca o executivo.

Além de facilitar o acesso às tecnologias, a AgriConnection vem fortalecendo sua estrutura regulatória. Em 2025, a empresa anunciou acordo para aquisição de ativos regulatórios e registros de produtos na área de proteção de cultivos. Após a conclusão da operação, a companhia passará a contar com mais de 30 registros de produtos formulados, além de processos regulatórios em andamento e registros técnicos.

Com o aumento da oferta de produtos equivalentes, genéricos, biológicos e especialidades, torna-se cada vez mais importante combinar velocidade de acesso ao mercado com critérios técnicos, conformidade e responsabilidade no uso das tecnologias. Para o agricultor, essa expansão representa mais opções e competitividade, desde que acompanhadas de orientação técnica, rastreabilidade e boas práticas agrícolas.

Ao conectar a indústria aos canais de distribuição e aos produtores, a AgriConnection busca contribuir para uma cadeia mais eficiente, integrada e preparada para responder aos desafios do agronegócio moderno.

As inscrições para o AgrochemShow podem ser realizadas pelo site mediante a doação de cestas básicas, destinadas à instituição beneficente Crê-Ser. Na edição de 2025, a iniciativa arrecadou 25 mil kg de alimentos, equivalente a aproximadamente R$ 250 mil em doações.

Serviço

  • 17º Brasil AgrochemShow
  • Data: 3 e 4 de agosto de 2026
  • Inscrições, clique aqui.
  • Local: Centro de Eventos São Luís: Rua Luís Coelho, 323, São Paulo
  • Pontos de referência: Estação Paulista, 150 m; Estação Consolação, 300 m; Avenida Paulista, 300 m

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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