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2 de novembro de 2026

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Bombeiros cortam tubo de ferro preso em dedo de adolescente de 12 anos

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Vítima tentou atendimento médico antes de buscar ajuda no quartel. Procedimento de precisão ocorreu em segurança e sem causar ferimentos

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na noite dessa terça-feira (21.7), a retirada de um tubo metálico que estava preso ao dedo indicador de um adolescente de 12 anos, em Cáceres (a 218 km de Cuiabá).

 

A equipe da 2ª Companhia Independente Bombeiro Militar (2ª CIBM) foi acionada por volta das 22h10 para atender à ocorrência. Inicialmente, o adolescente havia sido encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde foi realizada uma tentativa de remoção do objeto, porém sem sucesso. Diante da situação, os familiares foram orientados a procurar a sede da 2ª CIBM.

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No quartel, os bombeiros constataram que o objeto preso ao dedo não era um anel, mas um segmento de tubo metálico, utilizado como cano de ferro de banco de bicicleta, com aproximadamente 20 centímetros de comprimento.

 

Para fazer a retirada, a equipe utilizou as ferramentas apropriadas e as técnicas adequadas para esse tipo de ocorrência, sendo o objeto retirado sem causar nenhum tipo de lesão à vítima.

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Cemitérios de Cuiabá terão reforço no trânsito durante o Dia de Finados

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Agentes municipais vão orientar motoristas e pedestres nesta segunda-feira (2), quando é esperado maior movimento de visitantes nos cemitérios da Capital.

Quem pretende visitar os cemitérios de Cuiabá nesta segunda-feira (2), Dia de Finados, contará com o apoio de agentes de trânsito e segurança nas proximidades dos locais. A Prefeitura preparou uma operação para organizar a circulação de veículos e pedestres durante o feriado.

As equipes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública (Semob.SegP) vão acompanhar o movimento ao longo do dia, orientar os condutores e atuar em pontos onde houver dificuldades no trânsito.

A recomendação é que os motoristas respeitem a sinalização, evitem estacionar em locais proibidos e tenham atenção redobrada com os pedestres.

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Segundo a secretária da pasta, coronel Francyanne Lacerda, a intenção é permitir que as famílias prestem suas homenagens com tranquilidade, sem enfrentar problemas desnecessários no deslocamento.

A população também poderá solicitar atendimento das equipes pelo Fiscalizap, no número (65) 99235-6950.

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Quase 341 mil cuiabanos estão com o nome sujo; bancos lideram cobranças

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Levantamento revela que consumidores negativados devem, em média, R$ 6,6 mil e acumulam mais de duas contas em atraso

Cerca de 341 mil consumidores adultos de Cuiabá encerraram setembro com restrições de crédito. O número representa um crescimento de 3,03% em relação ao mesmo mês de 2025, conforme levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL).

Apesar do avanço, a inadimplência na Capital cresceu em ritmo inferior ao registrado no Centro-Oeste, que apresentou alta de 7,74%, e no país, onde o aumento foi de 6,97%. Na comparação com agosto, o número de consumidores negativados em Cuiabá subiu 1,63%.

O levantamento também revela o peso das dívidas no orçamento das famílias. Cada consumidor inadimplente acumula, em média, R$ 6.673,19 em débitos, distribuídos entre aproximadamente 2,54 contas atrasadas. O índice supera as médias regional, de 2,49, e nacional, de 2,36.

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Outro dado preocupante é o tempo necessário para a regularização das pendências. Em Cuiabá, as dívidas permanecem atrasadas por uma média de 29,7 meses, período próximo de dois anos e meio.

Do total de débitos, 34,42% estão vencidos há um período entre um e três anos, enquanto 24,07% acumulam atrasos de quatro a cinco anos. Apenas 7,03% das dívidas têm vencimento inferior a 90 dias.

As instituições bancárias lideram a lista de credores, concentrando 62,35% das pendências financeiras. Na sequência aparecem o comércio, com 14,46%, os serviços de água e energia elétrica, com 7,98%, e o setor de comunicação, com 2,93%.

O presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam, destaca a necessidade de planejamento financeiro e recomenda que as famílias organizem receitas e despesas antes de buscar a renegociação das dívidas.

Situação em Mato Grosso

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No estado, aproximadamente 1,9 milhão de consumidores adultos estão com restrições de crédito, segundo o SPC Brasil. O número representa crescimento de 5,02% em relação a setembro de 2025 e de 1,82% na comparação com agosto.

A quantidade de dívidas vencidas também aumentou, com avanço de 11,22% em 12 meses e de 3,07% no intervalo mensal.

No Centro-Oeste, a inadimplência atinge 6,47 milhões de consumidores, o equivalente a 48,74% da população adulta.

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Finados nas redes: o luto digital que permanece entre os brasileiros

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No Dia de Finados, as redes sociais brasileiras se enchem de fotos antigas, mensagens de saudade e homenagens. O ritual que antes se concentrava nos cemitérios agora se espalha por perfis, stories e comentários. O luto ganha presença contínua no cotidiano digital.

Muitas pessoas voltam aos mesmos posts ao longo do ano. Elas reagem a conteúdos antigos ou criam espaços de memória coletiva. O objetivo é manter o vínculo com quem partiu, mesmo depois que os rituais presenciais terminam.

Essa continuidade digital reconfigura a experiência da perda. O perfil de uma pessoa falecida pode se transformar em arquivo afetivo permanente, acessível a qualquer momento. Isso ajuda alguns a elaborarem a saudade. Para outros, prolonga a exposição e o sofrimento da ausência.

O que dizem os estudos

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Um artigo científico de Isadora Juliana Pires de Mattos e José Valdeci Grigoleto Netto, na revista Psicologia e Saúde em Debate, analisou estudos de 2014 a 2024. A revisão mostrou que as tecnologias digitais podem contribuir para a manutenção de vínculos. O uso precisa ocorrer com cautela e, de preferência, com acompanhamento profissional. Isso vale sobretudo em casos de luto mais complicado.

Além disso, dados do Centro de Estudos Aplicados de Marketing da ESPM reforçam essa ambivalência. A pesquisa ouviu 267 brasileiros que perderam alguém nos últimos dois anos. Um em cada quatro se imagina utilizando inteligência artificial para interagir com um ente falecido. Cerca de um terço dos participantes demonstra desconforto com a ideia. A abertura à inovação convive com a resistência à finitude.

Dois movimentos nas redes

Nas interações que circulam nas redes brasileiras aparecem dois movimentos ao mesmo tempo. De um lado, as plataformas permitem que as pessoas encontrem apoio rápido e compartilhem a dor sem precisar se deslocar. De outro, a permanência de notificações e conteúdos pode dificultar o distanciamento necessário para processar a perda.

O que começa como suporte pode se transformar em reexposição constante. A qualidade da experiência depende menos da ferramenta e mais da forma como cada pessoa regula o tempo e escolhe as interações. Assim, o cuidado individual faz diferença no resultado emocional.

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O luto digital no Brasil não segue um padrão único. Ele varia conforme a rede de apoio disponível, a intensidade da perda e a familiaridade com as plataformas. Em muitos casos, publicar fotos e mensagens funciona como ritual coletivo que valida a dor e cria senso de comunidade.

Em outros, a falta de respostas ou a circulação de comentários insensíveis aumenta o sofrimento. As redes ampliam tanto as possibilidades de conexão quanto os riscos de exposição excessiva. Portanto, o equilíbrio depende das escolhas de cada usuário.

Orientação prática

Uma dica prática para quem atravessa esse período é estabelecer limites claros de tempo nas plataformas. Priorize conversas com pessoas de confiança em vez de permanecer em feeds abertos. Combinar o digital com encontros presenciais ou com acompanhamento profissional ajuda a evitar que a continuidade online se transforme em estagnação emocional.

Dessa forma, as redes podem servir de apoio sem ocupar o lugar do processo de elaboração da perda. O luto digital continua se expandindo entre os brasileiros. Compreender suas dinâmicas, a partir de evidências científicas e da observação direta das práticas nas redes, permite oferecer orientação mais precisa.

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Isso vale tanto para quem vive a perda quanto para profissionais que desejam se relacionar com esse tema de forma ética e relevante. A tecnologia não substitui o processo humano, mas pode acompanhá-lo quando usada com cuidado.

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Maria Augusta Ribeiro é especialista em comportamento digital e Netnografia no Belicosa.com.br

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