Sustentabilidade
Chicago fecha em alta para o milho, com fraqueza do dólar e previsão de clima mais seco nos EUA – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado buscou suporte na fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes, o que aumenta a competitividade das commodities estadunidenses no cenário exportador. Os sinais de demanda aquecida no cenário internacional também trouxeram suporte aos preços, assim como as preocupações em torno de um clima mais seco no cinturão produtor norte-americano nos próximos 8 a 14 dias. Há uma perspectiva de precipitações fiquem mais próximas do nível de normalidade no período.
Por outro lado, limitando ganhos maiores, os investidores ainda avaliaram que a produção de etanol de milho dos Estados Unidos caiu 1,98% na semana encerrada em 22 de maio, atingindo 1,089 milhão de barris diários (*), ante 1,111 milhão de barris na semana anterior (15), segundo dados da AIE (Administração de Informação de Energia).
Já os estoques de etanol dos Estados Unidos aumentaram 0,4%, passando de 24,9 milhões de barris para 25 milhões no mesmo período comparativo. O país exportou 102 mil barris de etanol nessa última semana, ante 149 mil na semana anterior, queda de 31,5%. (*) Cada barril equivale a 159 litros.
Os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 4,55 3/4, com alta de 3,25 centavos, ou 0,71%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro fechou a sessão a US$ 4,64 1/4 por bushel, avanço de 4,50 centavos ou 0,97% em relação ao fechamento anterior.
Autor/Fonte: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News
Sustentabilidade
Margens apertadas impulsionam novo modelo de acesso a insumos no agro – MAIS SOJA

Com margens mais apertadas, preços voláteis e safras que exigem planejamento cada vez mais preciso, o acesso a insumos ganhou peso estratégico no Brasil. Empresas que conectam produtores, revendas, cooperativas e fornecedores nacionais e internacionais passaram a ocupar um espaço central na cadeia do agronegócio.
É nesse contexto que a AgriConnection vem consolidando sua atuação como uma rede de acesso ao mercado, oferecendo soluções que aproximam a indústria do campo e ampliam o acesso dos produtores às tecnologias. A empresa atua em três frentes: proteção de cultivos, fertilizantes e um amplo portfólio de nutrição vegetal, biológicos e especialidades, que reúne microelementos, adjuvantes, bioestimulantes e bioinsumos.
A AgriConnection estará presente durante o 17º Brasil AgrochemShow, realizado em 3 e 4 de agosto de 2026, no Centro de Eventos São Luís, em São Paulo. A programação do evento reunirá especialistas, empresas e representantes do setor para debater registro de produtos, legislação, judicialização, sustentabilidade, tecnologia de aplicação, cadeia global de suprimentos, distribuição e tendências regulatórias para o mercado de agroquímicos e bioinsumos.
De acordo com Daniel Dias, presidente do Conselho de Administração da AgriConnection e referência em negociações internacionais, a empresa é uma ponte entre a indústria e o produtor rural. “Nosso papel é facilitar o acesso a tecnologias confiáveis, com segurança regulatória, suporte técnico e soluções que atendam às necessidades do agricultor em diferentes sistemas de produção”, diz.
Depois de ciclos marcados pela volatilidade dos preços, aumento dos custos de produção e desafios logísticos, produtores e canais de distribuição passaram a buscar modelos de negócio que vão além da simples comercialização de produtos, reunindo portfólio diversificado, inteligência comercial, previsibilidade, conformidade regulatória e eficiência logística.
O Brasil mantém forte dependência das cadeias globais para o abastecimento de insumos agrícolas. Em 2025, segundo dados da CropLife Brasil, as importações brasileiras desses produtos somaram US$ 14,3 bilhões e ultrapassaram 1,8 milhão de toneladas. Os defensivos químicos responderam por 96,3% do valor importado, seguidos pelos produtos biológicos e sementes. China, Índia e Estados Unidos lideraram a origem desses insumos.
Além do preço, qualidade, procedência, disponibilidade, suporte técnico, logística, segurança regulatória e adequação agronômica passaram a ter peso crescente na escolha dos fornecedores, fortalecendo empresas capazes de integrar diferentes elos da cadeia e ampliar o acesso do produtor às melhores alternativas do mercado.
Estratégia
Segundo Dias, o desafio do produtor vai muito além da aquisição do insumo. É preciso garantir disponibilidade no momento correto, suporte técnico qualificado, condições comerciais competitivas e tecnologias compatíveis com a realidade de cada propriedade. “Com um calendário agrícola cada vez mais apertado, atrasos logísticos, indisponibilidade de produtos ou escolhas inadequadas de tecnologia podem comprometer produtividade, rentabilidade e eficiência operacional”, destaca o executivo.
Além de facilitar o acesso às tecnologias, a AgriConnection vem fortalecendo sua estrutura regulatória. Em 2025, a empresa anunciou acordo para aquisição de ativos regulatórios e registros de produtos na área de proteção de cultivos. Após a conclusão da operação, a companhia passará a contar com mais de 30 registros de produtos formulados, além de processos regulatórios em andamento e registros técnicos.
Com o aumento da oferta de produtos equivalentes, genéricos, biológicos e especialidades, torna-se cada vez mais importante combinar velocidade de acesso ao mercado com critérios técnicos, conformidade e responsabilidade no uso das tecnologias. Para o agricultor, essa expansão representa mais opções e competitividade, desde que acompanhadas de orientação técnica, rastreabilidade e boas práticas agrícolas.
Ao conectar a indústria aos canais de distribuição e aos produtores, a AgriConnection busca contribuir para uma cadeia mais eficiente, integrada e preparada para responder aos desafios do agronegócio moderno.
As inscrições para o AgrochemShow podem ser realizadas pelo site mediante a doação de cestas básicas, destinadas à instituição beneficente Crê-Ser. Na edição de 2025, a iniciativa arrecadou 25 mil kg de alimentos, equivalente a aproximadamente R$ 250 mil em doações.
Serviço
- 17º Brasil AgrochemShow
- Data: 3 e 4 de agosto de 2026
- Inscrições, clique aqui.
- Local: Centro de Eventos São Luís: Rua Luís Coelho, 323, São Paulo
- Pontos de referência: Estação Paulista, 150 m; Estação Consolação, 300 m; Avenida Paulista, 300 m
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Resistência de plantas daninhas impulsiona adoção de novas tecnologias no manejo da soja – MAIS SOJA

O avanço da resistência de plantas daninhas tem ampliado os desafios da sojicultura e reforçado a necessidade de estratégias de manejo cada vez mais eficazes. Com esse enfoque, a IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, participa do XXXIV Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas, realizado de 3 a 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), destacando o herbicida pré-emergente YAMATO SC, desenvolvido para o controle das principais invasoras que comprometem o desempenho das lavouras, como capim-amargoso, capim-pé-de-galinha, azevém, cordas-de-viola, capim-colonião, caruru e capim-braquiária.
De acordo com o engenheiro agrônomo e gerente de Produtos Herbicidas da IHARA, Iuri Cosin, essas plantas daninhas estão presentes em mais da metade das áreas agrícolas brasileiras e podem provocar perdas superiores a 90% em razão da matocompetição quando não controladas adequadamente. “Por isso, o controle precisa começar antes da emergência da cultura, já que a competição por água, luz e nutrientes ocorre logo nas fases iniciais do desenvolvimento da soja. Ao manter a lavoura limpa desde o início do ciclo, o produtor reduz a infestação, preserva o potencial produtivo e fortalece as estratégias de manejo da resistência”, afirma Cosin.
Resultados consistentes no campo
Ensaios conduzidos por renomadas instituições de ensino e pesquisa demonstram resultados consistentes do YAMATO SC no campo. Os estudos registraram índices superiores a 90% de controle sobre caruru, capim-amargoso e capim-pé-de-galinha em comparação aos tratamentos padrão de pré-emergência, duas das espécies que mais têm avançado nas áreas produtoras de soja.
Outro diferencial é a elevada seletividade aliada ao longo efeito residual, que mantém o solo protegido por mais tempo, proporcionando maior segurança ao cultivo sem comprometer a cultura subsequente. Nos ensaios, foram avaliadas ao menos três variedades de soja por ano, em diferentes tipos de solo e níveis de cobertura. Em nenhuma das condições foram observados sintomas de fitotoxicidade ou impactos sobre a produtividade da safra ou da sucessão. Aplicado antes da emergência das invasoras, o herbicida impede seu estabelecimento e evita a competição com a soja.
Com amplo espectro de ação, o YAMATO SC se destaca como uma ferramenta estratégica para programas de manejo integrado. Ao reduzir a necessidade de aplicações em pós-emergência, o herbicida contribui para o manejo da resistência e para a preservação do potencial produtivo da soja. “A tecnologia foi desenvolvida para oferecer um controle mais duradouro das principais plantas daninhas e ampliar a segurança do produtor ao longo do ciclo da cultura”, afirma o gerente de Produtos Herbicidas da IHARA.
“A agricultura exige soluções capazes de aliar eficiência agronômica, segurança e rentabilidade. O YAMATO SC foi desenvolvido para oferecer um manejo pré-emergente mais eficiente, mantendo a lavoura protegida por mais tempo e contribuindo para sistemas produtivos mais sustentáveis”, conclui Cosin.
Sobre a IHARA
A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que, há mais de 60 anos, leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa, sendo uma marca que possui a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais, somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Nematoide-das-galhas reduz a produtividade do arroz e desafia o manejo nas lavouras – MAIS SOJA

O nematoide-das-galhas (Meloidogyne graminicola) desafia a produtividade do cultivo de arroz por vários motivos. “Seu controle é difícil: quando os sintomas começam a aparecer, o parasita já causou danos significativos à planta. Além disso, ele reduz o perfilhamento do arroz, uma fase crucial do desenvolvimento que define o potencial produtivo da planta”, explica Lucas Bruning, agrônomo e desenvolvedor de mercado da Biotrop.
Com menos perfilhos, a planta apresenta redução de panículas por metro e seu dano pode resultar também em menor número de grãos por panícula, resultando em queda importante da produção por área. “Os principais sintomas da planta atacada pelo nematoide-das-galhas são atrofiamento, manchas cloróticas e, especialmente no sistema radicular, onde ficam visíveis galhas com formato característico que lembram o cabo de um guarda-chuva”.
O controle do nematoide tem peculiaridades. O alagamento das lavouras impede o estabelecimento de plantas de cobertura e favorece a multiplicação do parasita. Além disso, a disponibilidade de cultivares de arroz resistentes ainda é limitada. Com isso, duas importantes ferramentas do manejo integrado têm aplicação restrita na cultura. Nesse cenário, as soluções biológicas ganham ainda mais relevância como aliadas do rizicultor no controle desse difícil alvo.
Tecnologias biológicas destacam-se contra o nematoide-das-galhas por entregarem mais do que o combate ao parasita. “Os microrganismos presentes nas soluções biológicas controlam o alvo e produzem compostos que estimulam o enraizamento da planta, promovendo, assim, arranque inicial superior. “Com isso, a planta está nutricional e fisiologicamente mais tolerante ao ataque dos nematoides”, pontua o agrônomo.
Biomagno, desenvolvido pela Biotrop, empresa líder em tecnologias biológicas e naturais para a agricultura, apresenta comprovada eficácia no controle de nematoides no arroz. A solução atua de forma preventiva: quando a planta inicia a liberação de exsudatos pelas raízes, esses compostos funcionam como sinais que orientam os nematoides na busca por um hospedeiro. Com o tratamento realizado pelo bioinsumo, os microrganismos presentes na formulação colonizam o sistema radicular e consomem esses exsudatos, impedindo que esse sinal chegue até o nematoide, desorientando-o.
Além disso, os microrganismos auxiliam na redução do fator de reprodução dos nematoides, contribuindo para diminuir sua população no solo ao longo do ciclo da cultura. Dessa forma, o rizicultor conta com uma ferramenta de manejo preventivo para proteger o potencial produtivo da lavoura.
“Biomagno é um produto muito prático. Devido a outros desafios, o produtor já faz o tratamento de sementes. Basta que ele inclua Biomagno nesse tratamento”, recomenda Bruning. “Assim como as demais soluções biológicas, ele beneficia a lavoura com efeito residual de longo prazo, que se estende por todo o ciclo produtivo do arroz”, destaca.
Em ensaios conduzidos pela Biotrop em parceria com a Staphyt, empresa especializada em pesquisa agrícola e experimentação de produtos, em 2026, o Biomagno apresentou redução de 50% a 60% na presença de nematoides quando aplicado via tratamento de sementes. “Quando a solução é aplicada no tratamento de sementes, no momento em que ocorre a germinação, a bactéria já está presente, colonizando o sistema radicular desde o início e criando uma barreira para o desenvolvimento do nematoide”, explica Lucas. Ele ressalta que a aplicação também pode ser realizada em outros momentos do ciclo, inclusive após a emergência das plantas, mas o tratamento de sementes proporciona uma eficiência superior.
“No arroz, o problema vai evoluindo silenciosamente e quando o produtor se dá conta, já é tarde. A grande questão do manejo é que, para ser efetivo, é preciso controlar o crescimento da população de nematoides. Ferramentas biológicas são aliadas neste controle. Ter esta consciência e começar o manejo antes que o problema fique visível é a chave do sucesso”, conclui o especialista da Biotrop.
Fonte: Assessoria de imprensa
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