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25 de maio de 2026

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Frente fria avança no Brasil, enquanto calor domina o Matopiba; veja como fica o tempo no início de junho

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A previsão do tempo para esta semana indica continuidade do tempo seco nas lavouras de soja do Matopiba. Não há expectativa de chuvas volumosas, mantendo o cenário de preocupação para produtores diante da persistência do clima quente e seco.

Por outro lado, a frente fria mantém a umidade sobre estados como São Paulo e Paraná, contribuindo para preservar a boa condição de umidade do solo.

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Com a aproximação do mês de junho, haverá uma mudança no padrão climático sobre o Brasil Central. A tendência é de enfraquecimento da massa de ar seco, permitindo o avanço de chuvas mais expressivas sobre importantes regiões produtoras de milho segunda safra.

Entre os dias 2 e 6 de junho, os volumes previstos variam entre 30 mm e 50 mm, atingindo principalmente o sul de Goiás, Triângulo Mineiro, sul de Mato Grosso e centro-sul do Pará. As precipitações devem ajudar a aliviar o estresse causado pelo tempo seco em muitas lavouras.

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Homem arromba bar, espanca esposa e morde rosto da vítima em Santa Carmem

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Suspeito de 33 anos foi preso pelo 3º Comando Regional; PM apreendeu espingarda usada em ameaças

Policiais militares do 3º Comando Regional prenderam, na noite deste domingo (24.5), um homem, de 33 anos, suspeito por violência doméstica, ameaça e porte ilegal de arma de fogo, no município de Santa Carmem (498 km de Cuiabá). As equipes apreenderam uma espingarda com 15 munições calibre .22. A vítima, de 47 anos, apresentava diversas lesões pelo corpo.

Conforme boletim de ocorrência, por volta das 23h30, os militares do 11º Batalhão foram acionados para se deslocaram até um bar, na Avenida do Comércio, pois havia uma mulher sendo espancada pelo marido. No local, a vítima relatou que ambos ingeriam bebidas alcóolicas durante uma confraternização em família.

Após um desentendimento com o marido, no final da tarde, ela saiu da casa para dormir no estabelecimento comercial, na qual é proprietária. O homem arrombou a porta, invadiu o local e passou agredí-la com socos e chutes. A mulher contou que foi mordida no rosto pelo denunciado.

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Testemunhas tentaram intervir às agressões, mas o suspeito fugiu do local. A vítima relatou que há 20 dias foi agredida e ameaça pelo marido, com uma arma de fogo. A arma, uma espingarda artesanal, foi apreendida na casa dos envolvidos, na região de chácaras Paraíso Verde.

Após a denúncia, os policiais militares reforçaram as ações patrulhamento tático, identificaram e localizaram o suspeito nas proximidades do bar da vítima, em uma motocicleta. O suspeito foi abordado e conduzido à delegacia.

Com Assessoria

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Pesquisas de opinião e o esquenta da Intel/Atlas

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Para que servem as pesquisas de opinião? Elas servem para coletar percepções, preferências e avaliações de um público específico, transformando opiniões em dados. Nesse sentido, elas são fundamentais para minimizar riscos e orientar tomadas de decisão, seja para governos criarem políticas públicas, empresas entenderem consumidores, candidatos avaliarem intenções de voto e eleitores avaliarem possíveis candidatos.

Para garantir que sejam confiáveis, essas pesquisasdevem utilizar metodologias estatísticas rigorosas com base em amostras representativas da população e ter um instrumento de coleta e entrevistadores que zelem pelo rigor e descartem vieses que possam comprometer os dados coletados.

O entrevistador pode ter um excelente instrumento de coleta de dados, mas pode comprometê-lo, adotando comportamentos ou expressões que induzam o entrevistado. Uma entrevista é uma interação social. Portanto, está sujeita aos vários vieses caraterísticos das interações.

A última pesquisa Atlas/Intel apresenta um questionário em que somente após perguntar em quem o eleitor votaria, ela aborda questões referentes ao envolvimento de um dos candidatos (no caso Flávio Bolsonaro) com o escândalo envolvendo o banco Master. Até aqui não existe nenhum problema, conforme apuramos em (Polêmicas da Pesquisa Intel/Atlas).

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Ocorre que no relatório da pesquisa, a Intel/Atlas aponta que utilizam algumas perguntas previamente para “esquentar” o entrevistado. Quais perguntas? Foram trêsquestões.

1. Você aprova ou desaprova o desempenho dos seguintes líderes? Com possíveis respostas (presidente Lula/ governador do seu Estado/ prefeito da sua cidade). 2. Como você avalia o desempenho dos seguintes líderes?Possíveis respostas (presidente Lula/ governador do seu Estado/ prefeito da sua cidade). 3. Se as eleições presidenciais fossem acontecer neste próximo domingo e se os candidatos fossem os mesmos de 2022, inclusive Lula e Bolsonaro, em quem você votaria? Lula e Bolsonaro estão entre as possíveis respostas.

O partido liberal reclamou que as questões induzem o eleitor favoravelmente ao candidato Lula. O Intel/Atlas nega que isso aconteça. É uma questão a ser investigada. A questão número 3, Aborda Lula e um dos Bolsonaros, mas o candidato bolsonarista é outro, o que pode induzir o eleitor. E temos a avaliação do candidato Lula duas vezes. Precisamos saber se essa dupla referência influencia o eleitor. Ou seja, se existe uma indução, conforme acusa o partido liberal.

Esquentar o entrevistado tem o objetivo de criar empatia, aliviar a ansiedade e estabelecer uma narrativa acolhedora antes de abordá-lo com as perguntas mais complexas ou pessoais. A ideia é evitar ir direto ao ponto, questões controversas. Antes de perguntar em quem o entrevistado vai votar, talvez pudesse falar de eleições, dadificuldade de fazer escolha, sem necessariamente falar dos candidatos em si.

As pesquisas eleitorais constituem uma informação que o eleitor toma conhecimento pela televisão, What’sApp e nas suas interações sociais. Se tiverem viés comprometedores, elas enganam o entrevistado, o eleitor e podem comprometer um momento decisivo nas democracia que é o processo eleitoral. Espero que a Atlas/Intel responda a reclamação do partido liberal com dados e não apenas com uma negativa.

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Pedro Benedito Canaverde é graduado em filosofia e empreendedor

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Agro Mato Grosso

Milho deixa de ser complemento de renda e se torna potência econômica em MT

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Neste Dia Nacional do Milho, a Aprosoja MT destaca como o grão virou protagonista em Sorriso

O milho, uma das principais culturas do agronegócio brasileiro, tem papel fundamental na economia de Mato Grosso e no abastecimento de diferentes cadeias produtivas do país. Mas nem sempre foi assim. A cultura do milho teve início no estado para complementar a renda dos produtores rurais e, com o passar do tempo, deixou de ser conhecida como “safrinha”, consolidando-se como segunda safra. Neste Dia Nacional do Milho, celebrado em 24 de maio, produtores rurais e representantes do setor destacam a relevância do grão, os desafios enfrentados no campo e a força do município de Sorriso, reconhecido como o maior produtor de milho do Brasil.

Sorriso, a 400 km de Cuiabá, passou de 1,1 milhão de toneladas, na safra 2009/10, para 3,8 milhões, na safra 2024/25, triplicando a produção do grão em apenas 15 anos, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier, destacou que os produtores rurais começaram a cultivar milho como complemento de renda, para baratear o custo da soja, e também pelos resíduos de palhada utilizados na cobertura e preservação do solo.

“Antigamente, era comum soja de 130 dias e, com o uso da tecnologia, o ciclo encurtou, começou a sobrar mais tempo de chuva no estado. Então, na região da BR-163, começou-se a plantar milho como uma fonte extra, para consumo da propriedade, principalmente para adicionar palha e melhorar a qualidade do solo. Esse movimento começou a ser cada vez mais intenso, a ponto de que hoje a gente planta variedades, muitas vezes, de 90 dias de ciclo e produz o milho em uma safra cheia. Então, teve uma intensificação da tecnologia, onde o consumo interno dentro do estado, principalmente através da ração animal e das usinas de etanol, tornou-se mais viável e realmente uma fonte importante para o produtor mato-grossense”, explicou.

Essa história de produção mostra o quanto os produtores rurais da região persistiram e confiaram no mercado, aumentando a área de produção de 200 mil hectares, em 2008, para 440 mil hectares, em 2024. Bier conta que o Dia Nacional do Milho destaca o espaço que o grão alcançou ao longo dos anos, principalmente em momentos de crise, ajudando o produtor a fechar as contas no fim do mês. Além disso, ele também avaliou que o mercado do milho está em expansão devido ao crescimento dos setores de biocombustível e biomassa.

“O mercado de biocombustíveis hoje é uma realidade, não é uma promessa, e a gente vê ele em franca expansão. Hoje, temos muitas usinas de etanol de milho a serem construídas e consolidadas dentro do estado, mas os números já impressionam. Atualmente, 13,9 milhões de toneladas de milho são destinadas para a produção de etanol, o que gera 5,6 bilhões de litros de combustível. Para se ter uma ideia, só em imposto são R$ 833,6 milhões de ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. Além do etanol de milho, a gente tem outros produtos: por ano, 2,2 bilhões de litros de biodiesel são produzidos dentro do estado, além de 2,7 milhões de toneladas de DDG [Dried Distillers Grains]”, afirmou.

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Os valores da produção do município são tão expressivos que representam 6,9% de toda a produção das 142 cidades de Mato Grosso. Sorriso colheu, na safra 2024/25, mais de 3,8 milhões de toneladas de milho, enquanto o estado, no total, produziu 55,4 milhões de toneladas do grão, segundo dados do Imea.

Para o delegado coordenador do núcleo de Sorriso, Rafael Krzyzanski, a força da produção do grão está diretamente ligada ao quanto os agricultores investiram nessa cultura. Krzyzanski afirma que o milho se tornou protagonista da economia local e está presente em diversos setores agropecuários. Rafael também comentou que, além da produção do grão, Sorriso ajuda a impulsionar a economia e é um motor na geração de empregos.

“Realmente, Sorriso tem hoje esse status de maior produtor de milho do país. Isso mostra também a dimensão do agronegócio brasileiro, porque Sorriso hoje é referência nacional em produtividade, tecnologia e manejo. Além disso, a gente sabe que Mato Grosso sozinho responde por cerca de 30% da produção nacional, e Sorriso está no centro dessa potência agrícola, dessa pujança toda. Isso significa, com certeza, mais arrecadação para o estado, mais geração de emprego, mais movimento em transportadoras, armazéns e comércio. Então, tem muito dinheiro circulando por conta disso”, destacou.

O sucesso de Sorriso está ligado ao protagonismo dos produtores rurais. Rafael destaca que o município é resultado da dedicação dos agricultores que persistiram e apostaram na região.

Assim como Rafael, a delegada do núcleo de Sorriso, Joana Triches, explicou como a cultura do milho exige dedicação dos produtores rurais e se tornou essencial para a economia do estado. Segundo ela, além da geração de renda, o milho também tem papel importante na criação de empregos e na sustentabilidade financeira das propriedades rurais.

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“Trabalhar com a cultura do milho aqui em Mato Grosso, especialmente na cidade de Sorriso, onde eu resido, é de grande responsabilidade e importância para o nosso estado, porque além de gerar renda, gera também emprego. É uma segunda cultura de bastante valia, que exige muita dedicação. Então, acaba sendo tão importante quanto a cultura da soja hoje no nosso estado, diante da representatividade que essa cultura tem”, destacou.

Joana também ressaltou que a evolução tecnológica transformou a produção do milho em Mato Grosso e fez com que a cultura deixasse de ocupar apenas pequenas áreas nas propriedades rurais. Atualmente, segundo ela, o milho já representa uma segunda safra consolidada no estado, exigindo planejamento, gestão e acompanhamento constante no campo.

“A produção do milho evoluiu bastante. Hoje, muita tecnologia é aplicada no campo, desde agricultura de precisão, mapeamentos e escolha de híbridos mais tecnológicos. Isso exige mais dos produtores, principalmente em planejamento e gestão. Mas é uma cultura que hoje ocupa praticamente 100% da área em muitas regiões e deixou de ser apenas uma pequena segunda safra”, afirmou.

Neste Dia Nacional do Milho, a data reforça a importância do grão para Mato Grosso, estado que lidera a produção nacional e transformou o milho em uma das principais forças do agronegócio. Entre tecnologia, geração de renda e crescimento econômico, a cultura segue impulsionando o desenvolvimento das propriedades rurais e dos municípios mato-grossenses.

Bruna Cardoso

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