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14 de maio de 2026

Agro Mato Grosso

Peão que morreu pisoteado por touro é sepultado em MT

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O peão Rafael Silvio Oliveira, de 32 anos, que morreu após ser pisoteado por um touro durante o Votu International Rodeo, em Votuporanga (SP), foi sepultado na manhã desta terça-feira (12), no Cemitério Municipal de Pedra Preta (MT).

Vídeos registrados mostram o cortejo de carros até o cemitério. Durante a despedida, um narrador prestou homenagens ao peão.

Rafael participava da disputa por equipes, quando caiu na arena e foi pisoteado no peito. O peão chegou a ser levado para a Santa Casa da cidade, mas não resistiu. A imagem da transmissão do evento pela internet mostrou o momento da montaria (vídeo abaixo).

Logo após o acidente, a equipe de resgate do evento conteve o animal e prestou socorro. A organização publicou uma nota nas redes sociais informando que Rafael participava da disputa por equipes quando caiu do touro.

Ainda conforme a organização, ele foi “prontamente atendido pela equipe multidisciplinar de saúde do evento e transferido em UTI móvel para o hospital”.

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Amigos e familiares se reúnem em sepultamento de peão Rafael Silvio Oliveira, em Pedra Preta (MT) — Foto: Matheus Maurício/TVCA

Amigos e familiares se reúnem em sepultamento de peão Rafael Silvio Oliveira, em Pedra Preta (MT)

O rodeio, que começou na quinta-feira (7), se encerrou no domingo (10), dia do acidente. O evento reuniu competidores do Brasil, Estados Unidos, México e Austrália em 19 companhias.

VIDEO:

Quem era o peão

Rafael Silvio Oliveira era natural de Pedra Preta (MT) e foi campeão nacional de ACR em 2025 — Foto: Reprodução/Redes sociais

Rafael Silvio Oliveira era natural de Pedra Preta (MT) e foi campeão nacional de ACR em 2025 — Foto: Reprodução/Redes sociais

Reconhecido no circuito de rodeios, Rafael era natural do município de Pedra Preta (MT). Ele acumulava títulos importantes na carreira.

Em 2025, o peão também se tornou campeão nacional da Associação dos Campeões de Rodeio (ACR). Há duas semanas, também conquistou o título de campeão em um rodeio realizado em Carneirinho (MG).

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Há pouco mais de um mês Rafael oficializou o casamento. Além da esposa, ele deixa dois filhos pequenos. No perfil das redes sociais, o peão compartilhava a rotina em rodeios e conquistas ao lado da esposa e dos dois filhos.

Rafael Silvio Oliveira morreu ao ser pisoteado por touro em Votuporanga (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Rafael Silvio Oliveira morreu ao ser pisoteado por touro em Votuporanga (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Veja;

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Agro Mato Grosso

Máquinas agrícolas podem ficar mais caras com nova regra de emissões

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Enquanto montadoras aceleram investimentos em máquinas movidas a etanol, biometano e hidrogênio, debate sobre o PROCONVE MAR-II acende alerta no agro sobre aumento de custos, impacto operacional e futuro da descarbonização de máquinas agrícolas.

A transição energética das máquinas agrícolas já começou no Brasil, mas ainda está longe de seguir uma única direção. Durante a Agrishow 2026, fabricantes apresentaram tratores, colheitadeiras e equipamentos movidos a etanol, biometano, gás natural, hidrogênio e até eletrificação, mostrando que o setor vive uma verdadeira corrida tecnológica pela descarbonização.

Ao mesmo tempo, a discussão sobre a implementação do PROCONVE MAR-II — novo padrão brasileiro de emissões para máquinas agrícolas e equipamentos fora-de-estrada — abriu uma forte divergência entre indústria, fabricantes e entidades ligadas aos biocombustíveis. O principal temor é que as novas exigências elevem o preço das máquinas em até 25%, além de aumentar os custos operacionais no campo.

Durante a Agrishow, as fabricantes reconheceram que o maior desafio não está apenas em criar motores menos poluentes, mas em desenvolver soluções capazes de suportar a realidade severa do agro brasileiro, que exige potência contínua, autonomia elevada e abastecimento em regiões remotas.

Hoje, o diesel ainda domina as operações agrícolas pesadas, principalmente em colheitas e trabalhos de longa duração. Porém, as montadoras já enxergam os combustíveis renováveis como peça-chave no futuro do setor.

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O etanol aparece como uma das principais apostas para o Brasil. A FPT Industrial, do grupo Iveco, apresentou motores desenvolvidos especificamente para aplicações agrícolas pesadas movidas ao biocombustível. Segundo Bernardo Brandão, presidente da empresa para a América Latina, o país possui vantagens competitivas naturais nesse processo.

“Quando analisamos a matriz energética brasileira, fica muito claro que o etanol vai ter um protagonismo muito forte no Brasil nos próximos anos”, afirmou o executivo.

Ainda de acordo com Brandão, o etanol pode reduzir em até 90% as emissões de carbono em comparação aos combustíveis fósseis.

“Os testes têm sido satisfatórios e nos conduzem a continuar os trabalhos na safra deste ano. Mas tem que comprovar a durabilidade e vida útil do motor”, explicou.

Além do etanol, o biometano vem ganhando força. A Valtra informou que suas máquinas movidas ao combustível já acumulam mais de 20 mil horas de testes em campo e prevê lançamento comercial para 2027.

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Já a JCB aposta em motores movidos a hidrogênio, embora reconheça que a infraestrutura para abastecimento ainda seja um gargalo, inclusive na Europa.

Enquanto as fabricantes aceleram a busca por soluções sustentáveis, a implementação do PROCONVE MAR-II divide opiniões.

A AliançaBiodiesel, iniciativa formada pela Aprobio e Abiove, manifestou preocupação com os termos em discussão do programa conduzido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Segundo a entidade, o modelo atual concentra esforços na redução de poluentes locais, mas deixa em segundo plano o debate sobre descarbonização e redução global das emissões de carbono.

Para o setor de biocombustíveis, o Brasil deveria priorizar combustíveis renováveis, como biodiesel e etanol, em vez de focar exclusivamente na adaptação de motores diesel aos novos padrões de emissões.

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A entidade argumenta ainda que o novo marco pode entrar em contradição com a Lei do Combustível do Futuro, justamente por priorizar controle de emissões locais em regiões agrícolas de baixa concentração populacional.

O ponto que mais preocupa produtores e fabricantes, no entanto, é o impacto financeiro.

Segundo estimativas apresentadas pela AliançaBiodiesel, o custo das máquinas agrícolas pode subir entre 15% e 25%, podendo ultrapassar esse percentual em equipamentos menores utilizados pela agricultura familiar.

Além disso, o custo operacional pode aumentar entre 9% e 20% devido à obrigatoriedade do uso de diesel S10 e ARLA-32 nos motores mais modernos.

Outro ponto levantado é o possível impacto sobre a competitividade da indústria nacional. Empresas brasileiras sem fabricação própria de motores poderiam enfrentar custos maiores de adaptação tecnológica em comparação com multinacionais já preparadas para padrões globais de emissões.

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O setor também questiona a efetividade prática das futuras regras do PROCONVE MAR-II. Segundo as entidades, o Brasil ainda não possui um sistema estruturado de fiscalização pós-venda para máquinas agrícolas, o que poderia estimular adaptações irregulares nos equipamentos e comprometer os objetivos ambientais do programa.

Na avaliação de especialistas, o debate atual revela um choque entre duas estratégias ambientais: de um lado, a redução de poluentes locais por meio de motores mais sofisticados; do outro, a defesa dos biocombustíveis como solução mais rápida e economicamente viável para reduzir emissões de carbono no Brasil.

Por enquanto, o cenário indica que o agro brasileiro seguirá convivendo com múltiplas tecnologias simultaneamente. E, apesar da pressão regulatória, fabricantes e entidades concordam em um ponto: a descarbonização do campo será gradual, regionalizada e diretamente ligada à realidade operacional das propriedades rurais brasileiras.

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Agro Mato Grosso

Exportações recorde e sustentam alta do algodão no mercado em MT

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Mesmo a poucos meses do encerramento da janela de exportação da pluma colhida em 2025, o Brasil segue com ritmo acelerado de embarques de algodão, sustentando o mercado doméstico e se aproximando de um novo recorde histórico de exportações. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o cenário externo favorável tem sido determinante para a firmeza dos preços internos.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que, em abril, o país exportou 370,4 mil toneladas de algodão, volume 6,5% superior ao registrado em março de 2026 e 54,9% acima do observado no mesmo mês de 2025. O resultado representa o maior volume já embarcado para um mês de abril, ficando apenas 18% abaixo do recorde histórico mensal, alcançado em dezembro do ano passado.

Ritmo segue forte no início de maio

Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o desempenho positivo das exportações se mantém neste início de maio, reforçando a expectativa de um fechamento de temporada com números expressivos.

Esse cenário evidencia a competitividade do algodão brasileiro no mercado internacional, especialmente em um momento de demanda aquecida e preços atrativos no exterior.

Oferta restrita e preços em alta no mercado interno

No mercado doméstico, a combinação entre forte demanda externa e disponibilidade limitada de pluma — típica do período de entressafra — tem sustentado a valorização dos preços. Ainda conforme o Cepea, os vendedores seguem firmes nas negociações, resistindo a ceder nos valores pedidos.

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A sustentação também vem das cotações internacionais, com destaque para a valorização da pluma destinada ao Extremo Oriente e dos contratos negociados na ICE Futures, que influenciam diretamente o mercado brasileiro.

Cenário de firmeza deve continuar no curto prazo

Com estoques reduzidos no mercado spot e exportações em ritmo elevado, a tendência é de manutenção da firmeza nos preços internos no curto prazo. O setor acompanha atentamente o comportamento da demanda global e o avanço da nova safra, fatores que devem definir os próximos movimentos do mercado.

O atual momento reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional de algodão e evidencia a importância do equilíbrio entre oferta e demanda para a formação de preços no mercado interno.

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Agro Mato Grosso

Vídeo; Carreta invade pista e mata motociclista atropelada em MT

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Uma mulher identificada como Selma Lemes da Silva, de 53 anos, morreu em um grave acidente entre a motocicleta que conduzia e uma carreta, na BR-158, em Nova Xavantina (556 km de Cuiabá), na noite desta terça-feira (12).

Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que a vítima segue pela via, do lado direito, logo à frente da carreta, por volta de 20h30. Em uma curva, o motorista não vê a motocicleta, que estava no seu ponto cego, e invade a pista em que Selma estava.

Neste momento, ele colide com a vítima, que é derrubada e atropelada pelo veículo de carga. Ela não resistiu  aos ferimentos e morreu ainda no local.

Familiares e amigos afirmaram à imprensa local que Selma era uma pessoa gentil e muito querida pelas pessoas com quem convivia. No momento do acidente, ela estava indo à casa de sua sobrinha para cuidar de seus filhos, já que ela estava passando mal.

O Corpo de Bombeiros e a Politec (Perícia Oficial e Identificação Técnica) estiveram no local para os procedimentos necessários. A Polícia Civil informou que investiga o caso.

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Veja o vídeo:

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