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14 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Clima extremo pode aumentar a produção de soja, mas reduzir sua qualidade, aponta estudo do CeMEAI – MAIS SOJA

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Maior produtor de soja do mundo, o Brasil tem sua balança comercial fortemente atrelada ao grão. Além da importância econômica, a cultura da soja é considerada um pilar fundamental para a segurança alimentar no mundo, sendo amplamente utilizada na produção de alimentos, ração animal, biocombustíveis e em insumos da indústria cosmética. Diante dessa relevância, pesquisadores da USP São Carlos uniram suas expertises para prever como a cultura pode ser afetada por condições como altas temperaturas, seca e níveis elevados de gás carbônico – características cada vez mais presentes no contexto da emergência climática. 

Publicado na revista Food Research International, o estudo contou com a participação da pesquisadora Cibele Russo, do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), e combinou experimentos biológicos com modelagem estatística e inteligência artificial (IA).

“A pesquisa inova ao articular uma modelagem estatística tradicional, baseada em modelos lineares generalizados e planejamento de experimentos, com técnicas de aprendizado de máquina, utilizadas para simular cenários que não podem ser reproduzidos com facilidade em laboratório”, explica a docente do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos.

A expectativa dos pesquisadores era que os efeitos combinados dos estresses ambientais iriam reduzir drasticamente a produção do grão. No entanto, segundo a doutoranda Janaina da Silva Fortirer, do Programa Interunidades de Pós-graduação em Bioinformática, a simulação revelou um comportamento diferente. 

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“O aumento da concentração de gás carbônico impulsiona a produção de soja, ao mitigar parte dos danos causados pelas altas temperaturas e pela seca. Entretanto, se por um lado há aumento da biomassa e do rendimento dos grãos, por outro esse ganho vem acompanhado de uma queda na qualidade nutricional”, relata a primeira autora do artigo. 

Compreender essa dinâmica, segundo a pesquisadora, é fundamental para orientar estudos futuros e antecipar os impactos das mudanças climáticas na agricultura do país.

Como a pesquisa foi feita

Para chegar a esses resultados, os pesquisadores partiram de experimentos conduzidos em condições que simulavam cenários futuros, com variações de temperatura, disponibilidade de água e concentração de gás carbônico, tanto de forma isolada quanto em combinações duplas. A plantação foi acompanhada durante todo o ciclo de desenvolvimento da planta, com dados sendo coletados no início, na fase intermediária e ao final, com 125, quando foi feita a colheita.

Os grãos da soja passaram então por uma análise bioquímica detalhada, que incluiu a medição de proteínas, lipídios, açúcares, amido e aminoácidos. Essa etapa permitiu avaliar não apenas a produtividade, mas também as alterações na qualidade nutricional da soja sob diferentes condições ambientais.

Com base nesses dados, os pesquisadores aplicaram modelos lineares generalizados, uma abordagem estatística capaz de lidar com relações não lineares entre as variáveis. “Levando em conta as especificidades dos dados, propus o uso desses modelos, o que nos permitiu avaliar a interação entre os diferentes fatores e seus efeitos sobre a produção e a qualidade do grão”, explica Cibele.Entretanto, os pesquisadores também queriam analisar o chamado “efeito triplo”, que envolve a ação simultânea de gás carbônico elevado, altas temperaturas e seca. Segundo Janaina, reproduzir essas três condições ao mesmo tempo em laboratório ainda é difícil em muitos contextos. “Tínhamos os dados de cada condição separadamente, mas não era possível reunir os três fatores ao mesmo tempo no laboratório. Simular os três agentes ao mesmo tempo exige uma estrutura complexa, além de alto investimento e tempo para implementação”, afirma.

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Diante desse desafio, a equipe recorreu à ciência de dados. Utilizando os resultados dos experimentos duplos como base, foram aplicados algoritmos de aprendizado de máquina para simular o efeito combinado dos três fatores. Entre os modelos testados, o XGBoost apresentou maior precisão nas previsões.

As simulações indicaram que, sob o efeito triplo, a soja apresentaria aumento de 35% nos açúcares solúveis e de até 175% nos aminoácidos. Por outro lado, os resultados apontaram uma redução de 20% no amido e de cerca de 6% no teor de proteína dos grãos, evidenciando o impacto direto das mudanças climáticas na qualidade nutricional da soja.

“Essa perda é um ponto de atenção tanto para a segurança alimentar quanto para as políticas de exportação, já que o valor nutricional é um fator estratégico para a competitividade da soja brasileira”, afirma Janaina.

Aplicação das Ciências de Dados 

O avanço da pesquisa conduzida pela doutoranda Janaina Fortirer só se tornou possível a partir da incorporação de ferramentas da ciência de dados. Formada em Biologia, ela buscou, em 2024, o MBA em Ciências de Dados do ICMC e do CeMEAI para aprofundar seus conhecimentos em estatística e aprendizado de máquina e, assim, conseguir lidar com a análise de um conjunto de dados experimentais.

“Os experimentos haviam sido realizados entre 2019 e 2020, mas as informações permaneceram sem exploração por anos. Faltava, até então, uma abordagem metodológica capaz de extrair respostas mais complexas desses dados”, comenta Janaina.

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Foi nesse contexto que surgiu a parceria com a professora Cibele, que atuou como orientadora no MBA e passou a colaborar diretamente com a pesquisa.  

“O trabalho ficou muito interessante porque a gente conseguiu mobilizar diferentes abordagens ao longo do processo. Eu costumo dizer aos alunos que o cientista de dados constrói uma espécie de caixa de ferramentas, que vai sendo ampliada ao longo da formação. E quanto mais ferramentas ele tem, melhor tende a ser a qualidade dos modelos e das previsões”, explica Cibele. 

Para a doutoranda, o tipo de abordagem proposta na pesquisa abre caminho para aplicações práticas no campo. “A partir de dados coletados ainda nas fases iniciais do cultivo, produtores podem estimar a produtividade da lavoura e antecipar decisões de manejo, reduzindo riscos e perdas. Além disso, os resultados contribuem para o desenvolvimento de cultivares mais resistentes a condições extremas, cada vez mais frequentes em cenários de mudanças climáticas”, diz.

A pesquisa também reforça que a qualidade do grão é tão estratégica quanto a quantidade produzida. Para consumo alimentar, o teor de proteína é um dos principais critérios. Já na produção de óleo, outros componentes ganham relevância.

“Dependendo da finalidade, as características da soja ganham pesos diferentes. No caso do óleo, por exemplo, o teor de ácido linolênico precisa ser monitorado, porque variações podem afetar o odor e a qualidade do produto final”, explica Janaina.

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Para a docente do MBA em Ciências de Dados, a publicação do estudo em uma revista de alto impacto, com fator de impacto 8.0 e classificação Qualis A1 na área de Ciência de Alimentos, reforça a relevância da pesquisa e o potencial da integração entre diferentes áreas do conhecimento para enfrentar desafios complexos como os impostos pelas mudanças climáticas.

Fonte: Assessoria de imprensa



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Sustentabilidade

No Rio Grande do Sul, fungicida está até 18,6% mais barato – MAIS SOJA

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Os fungicidas estão mais acessíveis no Rio Grande do Sul. Uma pesquisa da consultoria de inteligência de mercado Aegro Insights mostrou que o valor do fungicida mais comprado no estado recuou 8,7%, saindo de R$ 289,12 para R$ 264,02 por litro. Do total de 20 fungicidas analisados pela pesquisa, 18 ficaram mais baratos em 2026. O levantamento foi baseado em notas fiscais reais de insumos, de compras realizadas por produtores gaúchos entre 1° de maio e 10 de setembro deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

“Houve queda no preço nominal em reais na nota fiscal do produto. O fungicida ficou mais barato no Rio Grande do Sul porque o mercado está mais maduro, com mais moléculas disponíveis e mais marcas com produtos genéricos após a quebra de patentes, então a pressão do comportamento de mercado abaixou a régua de preços”, afirma o engenheiro agrônomo Mathias Bergamin, coordenador de inteligência de mercado na Aegro e responsável pela pesquisa.

Queda dos preços

A pesquisa analisou 20 fungicidas vendidos no Rio Grande do Sul. Destacou-se um fungicida lançado em 2021 que teve a maior retração entre os itens monitorados, de R$ 423,69 para R$ 345,00 por litro, um recuo de 18,6% neste ano. O triazol genérico recuou 17,8%, de R$ 90,00 para R$ 74,00 por litro. A combinação de estrobilurina com triazol caiu 15,5%, de R$ 87,75 para R$ 74,12 por litro. Outro fungicida analisado, que foi lançado em 2023, ficou 8,0% mais barato, cujo litro saiu de R$ 226,00 para R$ 208,00. Já o multissítio de mancozebe, usado em programas de rotação para preservar a eficácia de outras moléculas, teve a menor variação de preços do grupo pesquisado, com recuo de apenas 1,1%, de R$ 30,00 para R$ 29,67 por litro.

No entanto, preço mais baixo não deverá significar necessariamente uma redução no valor total investido em fungicida na temporada 2026/27. Segundo o levantamento do Aegro Insights, na média geral, o gasto por hectare com fungicida no Rio Grande do Sul subiu 2,4% entre as safras 2024/25 e 2025/26, mesmo com o litro do produto já custando mais barato no período. Na conta de custo operacional por hectare, o item fungicida foi de R$ 454 para R$ 465, alta de R$ 11.

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De acordo com Bergamin, os produtores não devem abrir mão de tecnologia e preços mais acessíveis podem ser uma oportunidade para aperfeiçoar o manejo. “O ideal é pesquisar mais fornecedores e avaliar diferentes níveis de tecnologia, inserir novos fungicidas no manejo e analisar a efetividade do mix de produtos no pacote tecnológico. Lembramos sempre que o produtor mais rentável não economiza em sanidade da lavoura”, esclarece Bergamin. Para ajudar os produtores na busca por fornecedores, a Aegro mantém a ferramenta gratuita Compare Preços, que reúne cotações de insumos a partir de notas fiscais por região produtora.

O investimento em fungicidas deve ser especialmente estratégico na safra de soja 2026/27, já que a temporada será influenciada pelo fenômeno climático El Niño, que tende a elevar a umidade em toda a região Sul do Brasil. “O Rio Grande do Sul vai ter excesso de chuvas e mais calor na safra de soja 2026/27. A lavoura vai ficar mais suscetível à incidência de ferrugem e provavelmente o produtor vai ter que investir mais em fungicidas. Então, é importante monitorar os preços e entender como esse mercado oferece produtos comerciais com preços mais acessíveis”, orienta Bergamin.

Análise de mercado

Para Bergamin, a queda dos preços de fungicidas reflete o amadurecimento de moléculas mais antigas e não deve ser interpretada como tendência para os próximos anos. “Eu não trataria essa queda como tendência de médio prazo. O que barateou é a química mais madura, pós-patente, a mesma que vem perdendo sensibilidade no controle da ferrugem. O multissítio, que toda recomendação de rotação pede, caiu 1,1%, e a química lançada nesta década custa 30% mais que o fungicida mais usado do estado do Rio Grande do Sul”, afirma ele.

Custo-benefício para a soja gaúcha

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A relação entre custo do fungicida e produtividade da soja gaúcha também mudou ao longo dos anos. Para analisar a mudança entre safras, englobando toda a série histórica do Aegro Insights, a pesquisa definiu como parâmetro de comparação uma dose baseada na aplicação de meio litro do fungicida mais comprado, somado a 1,5 kg de multissítio. No início da série histórica, em 2018, essa dose de referência custava R$ 179,58 por hectare no Rio Grande do Sul, o equivalente a 2,35 sacas de soja.

Na janela de maio a setembro de 2025, a mesma dose custava R$ 189,56 por hectare, mas equivalia a 1,50 saca de soja, com a oleaginosa cotada a R$ 126,08. Já em 2026, o custo caiu para R$ 176,52 por hectare e para 1,42 saca, com a saca de soja custando R$ 124,02. Ou seja, em oito anos, o valor em reais do tratamento pouco mudou, mas o equivalente em sacas caiu 40%.

Sobre a Aegro

A Aegro oferece o sistema de gestão para produtores rurais mais utilizado do Brasil. Líder do segmento, a Aegro simplifica a gestão de fazendas, unindo a operação do campo ao controle financeiro do escritório.

Além disso, a empresa opera um braço de inteligência de mercado que desenvolve pesquisas baseadas em dados anonimizados de milhares de hectares em todo o Brasil, em sua maioria destinados ao cultivo de grãos. Essa área de negócios é formada pelo Aegro Insights, que gera relatórios e painéis para os produtores rurais, incluindo o Compare Preços, ferramenta disponível gratuitamente.

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A empresa segue investindo em tecnologia e inovação. Por meio de suas soluções, a Aegro ajuda produtores brasileiros a tomarem decisões baseadas em números reais para garantir a sustentabilidade de seus negócios.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Risco de “Super El Niño” reacende alerta para a safra 2026/27 no Brasil – MAIS SOJA

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A Noaa (agência oceânica dos Estados Unidos) elevou para 97% a probabilidade de o El Niño atingir um patamar classificado como “muito forte” já no início da primavera no Hemisfério Sul, entre o fim de setembro e o início de outubro. Segundo o órgão, há ainda 75% de chance de que o fenômeno, entre outubro e dezembro, supere em intensidade todos os episódios registrados desde 1950, um cenário que já vem sendo chamado de “Super El Niño”. Atualmente, a temperatura da região do Pacífico usada como referência está 1,8°C acima da média histórica, no patamar “forte”, e projeções do Centro Europeu de Previsão Meteorológica (ECMWF) apontam para um aquecimento que pode chegar a 3,2°C.

A notícia reacende lembranças recentes e desconfortáveis para o produtor rural brasileiro. Em 2024, o último grande evento de El Niño provocou enchentes históricas no Rio Grande do Sul e, segundo o IBGE, o valor da produção agrícola nacional caiu 3,9% naquele ano para R$ 783,2 bilhões, enquanto o volume colhido de cereais, leguminosas e oleaginosas recuou 7,5%. Um novo episódio, ainda mais intenso, pode repetir, e agravar, esse cenário na segunda safra de 2026.

Para Douglas Vaz Tostes, técnico nacional da GIROAgro, o impacto do fenômeno vai além do que costuma dominar o noticiário. “Quando falamos em um possível Super El Niño, pensamos logo em um aumento no ciclo de chuvas no Sul, estiagens em partes do Norte e Nordeste, e uma maior irregularidade climática no Centro-Oeste e no Sudeste brasileiros. Mas existe um impacto que, muitas vezes, acaba passando despercebido, que são os efeitos dessas condições sobre a nutrição das plantas. Afinal, tanto o excesso quanto a falta de água comprometem a disponibilidade, a absorção e a assimilação dos nutrientes pelas culturas”, explica.

Segundo o especialista, o desafio se divide em duas frentes opostas. Nas regiões com excesso de chuva, aumenta a lixiviação, a perda de nutrientes do solo arrastados pela água. Já nas áreas atingidas por estiagem, a absorção de nutrientes fica limitada pela menor disponibilidade hídrica e pelo desenvolvimento reduzido do sistema radicular das culturas. “Por isso a nutrição deixa de ser apenas fornecimento de nutrientes, nesse momento, e passa a ser uma ferramenta para aumentar a resiliência da lavoura”, afirma Vaz Tostes.

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Ele reforça que, embora o clima não possa ser controlado, o manejo nutricional pode preparar as plantas para absorver melhor o impacto das oscilações climáticas. “Tecnologias que favoreçam o desenvolvimento radicular, a eficiência fotossintética e o equilíbrio nutricional das plantas ganham uma grande importância. Quem entende essa relação entre o clima, o solo e a nutrição estará mais preparado para proteger o potencial produtivo de suas lavouras.”

O El Niño é um fenômeno natural recorrente, com periodicidade média de dois a sete anos, causado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Pacífico equatorial; o oposto da La Niña. O que preocupa autoridades e especialistas desta vez é a escala: a Noaa registrou, no início do mês, um aumento de 2°C numa área oceânica equivalente a quatro vezes o território brasileiro, volume de energia suficiente para alterar padrões de circulação atmosférica nas Américas e em outros continentes.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Azul Linhas Aéreas Brasileiras aproxima o agro dos caminhos que conectam o Brasil

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Foto: Willian Padula – Fotografia

O agronegócio brasileiro está cada vez mais conectado. Da propriedade rural aos grandes centros produtores, passando por eventos, negócios e novas oportunidades, a mobilidade é parte essencial da rotina de quem vive e trabalha no campo.

É nesse cenário que o projeto Soja Brasil conta com a parceria da Azul Linhas Aéreas, companhia aérea brasileira fundada em 2008 e uma das maiores do país em número de cidades atendidas, com uma ampla rede de conexões e rotas domésticas diretas que aproximam pessoas e destinos em diferentes regiões do Brasil.

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A presença da Azul em importantes localidades contribui para conectar regiões estratégicas para o desenvolvimento do agro, facilitando o deslocamento de produtores rurais, profissionais do setor e participantes de eventos que movimentam toda a cadeia produtiva.

A parceria ganha ainda mais destaque neste momento especial para o setor, com a chegada da Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27, promovida pelo projeto Soja Brasil.

O evento será realizado nesta quinta-feira (17), em Ipiranga do Norte (MT). A programação começa às 8h, no horário de Mato Grosso, e às 9h, no horário de Brasília, reunindo produtores, especialistas, empresas e representantes de diferentes elos da cadeia da soja.

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Mais do que marcar oficialmente o início de uma nova temporada de plantio, a Abertura Nacional será um importante ponto de encontro para discutir os desafios, as tendências e as oportunidades da safra 2026/27.

Para o Soja Brasil, contar com uma companhia aérea como a Azul nessa jornada reforça o propósito de conectar pessoas, regiões e conhecimento. Ao longo da temporada, o projeto percorre diferentes áreas produtoras do país, levando informação, conteúdo e conhecimento diretamente a quem faz o agro acontecer.

A contagem regressiva já começou. Nesta quinta-feira (17), Ipiranga do Norte (MT) será palco da Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27.

Não perca!

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