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1 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Dona da maior rede de lojas multimarcas de Linha Amarela, Armac terá mais de 30 unidades em 2026 – MAIS SOJA

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Foto de capa:  Assessoria

A Armac, referência nacional na locação de Linha Amarela, caminhões e empilhadeiras, serviços especializados e venda de seminovos, planeja chegar a mais de 30 lojas em todo País até o final do ano. Com 18 unidades abertas nos últimos dois anos, a empresa tem a maior rede de lojas multimarcas de Linha Amarela do Brasil, com venda de seminovos, soluções em locação e pontos de apoios em manutenção e logística.

Algumas das lojas que serão abertas em breve estão em cidades e regiões importantes para o agronegócio, como São José do Rio Preto (SP), Presidente Prudente (SP), São José dos Campos (SP), Cascavel (PR), Cuiabá (MT), Lucas do Rio Verde (MT) e Rio Verde (GO), além da loja de Cravinhos, na região de Ribeirão Preto, que celebrou recentemente um ano de inauguração.

Somadas às mais de 20 oficinas próprias, entre elas o maior complexo de manutenção da América Latina, com 300 mil m², na Grande São Paulo, a Armac terá no final do ano mais de 50 pontos de comércio e serviços por todo o País, aumentando sua capilaridade, eficiência, agilidade e proximidade com clientes e operações.

Esse crescimento estrutural é acompanhado por um movimento consistente de compras de novos ativos. Apenas no primeiro trimestre do ano, foram mais de 1 mil equipamentos adquiridos dos principais fabricantes de Linha Amarela e caminhões do mercado mundial. O CAPEX total de 2025 foi de R$ 845,4 milhões, 19,8% maior em relação ao ano anterior.

Foto: Assessoria

“Nosso portfólio multimarcas reúne mais de 12 mil equipamentos e oferece soluções para os clientes que alugam ou optam pela compra de máquinas seminovas. Na posição de principal comprador de Linha Amarela do Brasil, conseguimos ter sempre uma frota renovada para locação, com as mais modernas tecnologias, e, por consequência, oferecer máquinas verdadeiramente seminovas, com baixo horímetro, para clientes interessados nesta modalidade de negócio”, afirma Rafael Kuhl, diretor de Negócios para Seminovos.

Foto: Assessoria

A expansão das unidades próprias torna o atendimento aos clientes, de todos os tamanhos e com todos os tipos de projetos, mais ágeis, do atendimento inicial ao pós-venda, incluindo todo o suporte de manutenção nos casos de contratos de locação. “Estamos cada vez mais próximos dos clientes, falando os sotaques de cada região, vivendo as necessidades de cada tipo de público e oferecendo soluções personalizadas e que fazem sentido para a urgência de cada projeto”, destaca Kuhl.

10 anos de soluções em agronegócio
Pá-carregadeira da Armac em operação de movimentação de biomassa (Divulgação)

Em 2026, a Armac comemora 10 anos de atuação no agronegócio, consolidando sua presença em fazendas, usinas sucroenergéticas, portos e terminais, em uma trajetória marcada por crescimento contínuo e profissionalização das operações. O setor segue como um importante vetor de crescimento da Armac, com avanço de 28% na comparação entre 2025 e 2026, até o momento.

Com mais de 500 máquinas e uma equipe de 450 colaboradores operando 24 horas por dia no setor, a companhia movimenta anualmente mais de 15 milhões de toneladas de insumos e commodities, entre elas biomassa, açúcar, grãos, farelo, proteína animal e big bags.

“Nossos diferenciais vão além da alta disponibilidade de máquinas. Nestes 10 anos de atuação no agronegócio, nós contribuímos para profissionalizar um setor de apoio ao agro que, historicamente, foi informal. Nossos profissionais especializados, como operadores e mecânicos, atuam diretamente nas operações, garantindo eficiência e produtividade aos clientes, condições fundamentais em um negócio que não admite paralisações”, afirma Mairon Karr, diretor de Negócios da Armac.

Alguns marcos históricos neste ano mostram a credibilidade conquistada pela Armac no mercado de agronegócio. A empresa completa, por exemplo, 10 anos de parceria comercial com a LDC, uma das principais multinacionais em comercialização e processamento global de produtos agrícolas, e cinco anos de atendimento à FS, a primeira produtora de etanol do Brasil 100% a partir do milho.

“Nosso portfólio de Linha Amarela e caminhões e nossos profissionais estão prontos para atender todos os nichos e produções do agronegócio. Sabemos da responsabilidade de movimentar a biomassa que irá gerar a energia de uma usina inteira, por exemplo. Nossa excelência em manutenção é fundamental para esses resultados”, completa Karr.

Sobre a Armac

Fundada há mais de 30 anos, a Armac é referência na prestação de serviços especializados e complexos, na locação de equipamentos e na venda de seminovos. Com mais de 12 mil ativos de Linha Amarela, caminhões e empilhadeiras, apoia setores estratégicos da economia brasileira, em operações de mineração, siderurgia, portos e terminais ferroviários, fertilizantes, florestais, agroindústria, indústria, infraestrutura e construção, movimentando mais de 140 milhões de toneladas de materiais por ano.

A companhia possui lojas de locação de máquinas e venda de Seminovos em Cotia (SP), Cravinhos (SP), Americana (SP), Nova Santa Rita (RS), Chapecó (SC), São José dos Pinhais (PR), Londrina (PR), Campo Grande (MS), Betim (MG), Uberlândia (MG), Serra (ES), Rondonópolis (MT), Sinop (MT), Goiânia (GO), Palmas (TO), Luís Eduardo Magalhães (BA), Feira de Santana (BA) e Eusébio (CE). Com um complexo de manutenção de 300 mil m², o maior da América Latina, e um estoque de R$ 65 milhões em peças e componentes, é referência em serviços de manutenção, com mais de 20 estruturas técnicas próprias em todo País, entre oficinas, filiais e apoio logístico.

Listada no Novo Mercado da B3, a companhia adota as melhores práticas de governança corporativa e continua expandindo suas operações para apoiar as pessoas que constroem e movimentam o Brasil.

Fonte: Assessoria de imprensa Armac


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Sustentabilidade

Preços da soja sobem aqui e em Chicago e comercialização melhora em julho – MAIS SOJA

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Julho foi positivo para o mercado brasileiro de soja. Os preços subiram nas principais praças do Brasil, acompanhando o comportamento dos contratos futuros na Bolsa de Chicago, e o ritmo dos negócios melhorou, apesar do câmbio desfavorável. Os prêmios seguiram firmes e ajudaram a consolidar o bom momento para os negócios.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 129,00 para R$ 140,00 durante o mês. Em Cascavel (PR), o preço saltou de R$ 124,00 para R$ 134,00. Em Rondonópolis (MT) a cotação avançou de R$ 115,00 para R$ 127,00. No Porto de Paranaguá, a saca aumentou de R$ 135,00 para R$ 145,00.

Em Chicago, os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, apresentaram alta mensal de 4,26%, sendo negociados na manhã do dia 31 a US$ 11,92 por bushel. No melhor momento de julho, a cotação superou a casa de US$ 12,50, se colocando nos melhores patamares em mais de dois anos.

Três fatores contribuíram para os ganhos em Chicago. O petróleo voltou a subir com a tensão no Oriente Médio escalonando. A demanda chinesa pelo produto americano se aqueceu e, completando o cenário positivo, boletins apontando clima seco e altas temperaturas sobre o cinturão produtor americano garantiram picos característicos desse mercado de clima. Agosto promete muita volatilidade, já que é o período crítico para a formação do potencial produtivo da safra americana.

Plantio

A intenção de plantio da nova safra brasileira de soja aponta diversos desafios para 2027, mas ainda mantém uma perspectiva de aumento da produção, desde que não ocorram problemas climáticos relevantes. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira.

Por um lado, há potencial para novos avanços de área, principalmente nos estados do Centro-Oeste. “É o caso de Mato Grosso, que mantém uma expectativa de expansão de aproximadamente 1,5% na área cultivada”, pontua o consultor.

Segundo ele, mesmo com margens mais apertadas, as elevadas produtividades registradas nas últimas safras melhoraram a relação entre custos e receitas, permitindo que a atividade permaneça economicamente viável, ainda que com rentabilidade mais limitada. “Goiás segue uma dinâmica semelhante, embora a situação dos produtores seja mais fragilizada”, exemplifica.

Por outro lado, o clima é um dos principais fatores de preocupação para a temporada. A expectativa de um evento de El Niño mais intenso levanta riscos importantes para a safra brasileira, especialmente por sua maior influência estar prevista para meses decisivos ao desenvolvimento da cultura e à definição do potencial produtivo. “Caso esse cenário se confirme, poderá haver impacto negativo sobre os níveis de produtividade”, ressalta Silveira.

Ainda assim, Safras & Mercado não trabalha com quebras de safra antecipadamente, adotando essa premissa apenas quando há evidências concretas de perdas no campo. “No entanto, nossa expectativa é de produtividades potenciais inferiores às observadas na última temporada para a maioria das regiões”, afirma. Além do risco climático, os custos de produção seguem elevados, principalmente em função da alta dos fertilizantes ao longo do primeiro semestre. “Esse cenário pode levar parte dos produtores a reduzir o nível de investimento em tecnologia e manejo, fator que tende a limitar o potencial produtivo da safra 2026/27”, explica.

Assim Safras & Mercado projeta um avanço de aproximadamente 1,2% na área plantada, impulsionado principalmente pelos estados do Centro-Oeste, devendo chegar a 49,107 milhões de hectares. A região Sudeste também deve registrar expansão de área, contribuindo para uma expectativa de produção de 180,089 milhões de toneladas, ligeiramente acima dos 178,3 milhões de toneladas estimados para a safra 2025/26.

A produtividade média projetada é de 3.686 quilos por hectare, equivalente a 61,43 sacas por hectare, praticamente estável em relação à safra anterior, que registrou 3.692 quilos por hectare, ou 61,54 sacas por hectare.

Estados Unidos

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2026 deverá totalizar 85,4 milhões de acres, conforme o relatório de área plantada Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se confirmada, a área ficará 5% acima do total cultivado no ano passado, de 81,215 milhões de acres.

O número ficou dentro da expectativa do mercado, que era de 85,4 milhões de acres. O número veio acima da área indicada no relatório de intenção de plantio, divulgado em março, que era de 84,7 milhões de acres. Na comparação com o ano passado, a área aumentou ou ficou inalterada em 23 dos 29 estados produtores.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua e Rodrigo Ramos / Agência Safras

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Sustentabilidade

Ceema: cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho. – MAIS SOJA

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As cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho.

Após o primeiro mês cotado ter atingido a US$ 12,48/bushel no dia 24/07, o mercado iniciou um recuo importante, atingindo a US$ 11,77 no fechamento da quinta-feira (30), contra US$ 12,37 uma semana antes. Por sua vez, o farelo de soja despencou 5,3% nos últimos seis dias úteis, até o dia 30/07, ao fechar neste dia em US$ 314,10/tonelada curta, a mais baixa cotação em Chicago desde o dia 02/07. Já o óleo de soja perdeu 9,6% nos últimos cinco dias até o dia 30/07, fechando este dia em 68,35 centavos de dólar por libra-peso, sendo esta a mais baixa cotação desde o dia 06/07.

O motivo principal foi o retorno das chuvas nas regiões produtoras de soja dos EUA, arrefecendo a especulação iniciada em princípios de julho. Além disso, uma nova tentativa de acordo de paz entre EUA e Irã esfriou os preços do petróleo, puxando o óleo de soja e influenciando a cotação do grão. Também, neste final de mês, houve forte realização de lucros por parte dos Fundos na Bolsa, ajudando a derrubar as cotações. Assim, se o clima nos EUA continuar no caminho positivo, a pressão baixista sobre os preços da soja tende a continuar. Caso contrário, haverá novas altas. Ou seja, o mercado continua sob forte influência do clima naquele país e, portanto, muito volátil.

Por enquanto, no dia 26/07, apenas 9% das lavouras estadunidenses de soja se apresentavam entre ruins a muito ruins, outras 28% estavam regulares e 63% entre boas a muito boas.

E no Brasil, os preços recuaram um pouco diante deste movimento baixista de Chicago, porém, o câmbio, que se manteve ao redor de R$ 5,10 por dólar, segurou o recuo, assim como os prêmios ao redor de US$ 1,50/bushel nos portos brasileiros.

Desta forma, nos portos o produto se manteve ao redor de R$ 140,00 a R$ 150,00/saco, enquanto nas principais praças nacionais, no balcão, os valores oscilaram entre R$ 119,00 e R$ 127,50/saco. No Rio Grande do Sul, a média esteve em R$ 127,60.

Vale destacar que, diante das preocupações e primeiras evidências do fenômeno El Niño, aumenta a inquietude quanto ao impacto disso sobre a produção de soja global.

Com isso, parte dos compradores estão antecipando suas aquisições visando diminuir riscos, o que ajuda os preços a subirem.

Enfim, novas estimativas dão conta de que o Brasil deverá exportar 115,4 mihões de toneladas de soja em 2026, o que seria 6,7% acima do exportado no ano passado. Já o esmagamento local da oleaginosa atingiria o recorde de 63,3 milhões de toneladas, com aumento de 7,8% sobre o ano de 2025. Com isso, a estimativa de estoques finais para o atual ano comercial foi reduzida, ficando em 6,58 milhões de toneladas. Mesmo assim, o maior volume desde 2019. Já a produção de farelo de soja, pelo Brasil, chegará a 48,7 milhões de toneladas enquanto a de óleo atingirá 12,75 milhões, ambos recordes igualmente. A exportação de farelo pode chegar a 24,9 milhões de toneladas e o consumo interno do subproduto em 21,4 milhões. No óleo de soja, a exportação poderá chegar a 1,7 milhão de toneladas. A receita com a exportação do complexo soja atingiria US$ 60,6 bilhões, contra US$ 52,9 bilhões no ano anterior. A soja em grão participa com US$ 49 bilhões do total esperado, contra US$ 43,5 bilhões em 2025 (cf. Abiove)

 

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

FONTE

Autor:Prof. Dr. Argemiro Luís Brum

Site: CEEMA

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Ceema: compradores estão priorizando o consumo dos estoques de milho ao invés de realizarem novas compras – MAIS SOJA

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A cotação do milho, em Chicago, para o primeiro mês cotado, após atingir a US$ 4,64/bushel no final da semana anterior, fechou a quinta-feira (30) em US$ 4,45.

Por sua vez, as condições das lavouras estadunidenses de milho pioraram um pouco, sendo que no dia 26/07 haviam 12% das mesmas em situação entre ruim a muito ruim. Outras 25% estavam regulares e 63% entre boas a muito boas. E no Brasil, os preços permanecem firmes, porém, sem grandes modificações. A média gaúcha fechou a semana em R$ 58,94/saco, enquanto nas demais praças nacionais os preços oscilaram entre R$ 44,00 e R$ 62,50/saco no balcão.

Dito isso, a colheita do cereal no Mato Grosso, safra 2025/26, atingiu a 91% no dia 24/07. A média é de 92,7% para esta data (cf. Imea). Já no Centro-Sul brasileiro a colheita da sarinha atingia a 60% no dia 23/07 (cf. AgRural), enquanto a colheita da safrinha em todo o Brasil atingia 58,3% da área também até o dia 24/07. Os estados mais adiantados com a colheita eram Tocantins (93%), Maranhão (90%), Mato Grosso (87,9%), Piauí (72%), Goiás (35%), Minas Gerais (27%), Paraná (29%), Mato Grosso do Sul (20%) e São Paulo (10%) (cf. Conab).

De forma geral, os compradores estão priorizando o consumo dos estoques ao invés de realizarem novas compras, pois acreditam que os preços possam voltar a recuar assim que a colheita da safrinha se aproximar do final já que os produtores têm limitações de estocagem e necessidade de caixa (cf. Cepea). De fato, a expectativa era de que o aumento da oferta já tivesse provocado uma queda nos preços do milho, mas por enquanto isso ainda não ocorreu.

Por outro lado, as exportações brasileiras de milho, nos primeiros 18 dias úteis de julho, atingiram a 1,35 milhão de toneladas, com recuo de 29,2% abaixo da média diária de todo o mês de julho do ano passado.

E são as exportações que assumem, agora, um papel importante para a definição dos preços. No momento sabe que havia demanda externa para embarcar um pouco mais de 3 milhões de toneladas, porém, não havia esse milho colhido. Espera-se que em agosto essas vendas se realizem. Aliás, agosto já inicia com cerca de 2,5 milhões de toneladas nomeadas para exportação. E já há indicativos de que as exportações começam a disputar milho com o mercado interno brasileiro. Vale destacar que a Espanha surge, neste ano, como um grande comprador do milho nacional. Além disso, no mercado interno a demanda das usinas de etanol tende a fazer a diferença.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

FONTE

Autor:Prof. Dr. Argemiro Luís Brum

Site: CEEMA

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