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15 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Dona da maior rede de lojas multimarcas de Linha Amarela, Armac terá mais de 30 unidades em 2026 – MAIS SOJA

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Foto de capa:  Assessoria

A Armac, referência nacional na locação de Linha Amarela, caminhões e empilhadeiras, serviços especializados e venda de seminovos, planeja chegar a mais de 30 lojas em todo País até o final do ano. Com 18 unidades abertas nos últimos dois anos, a empresa tem a maior rede de lojas multimarcas de Linha Amarela do Brasil, com venda de seminovos, soluções em locação e pontos de apoios em manutenção e logística.

Algumas das lojas que serão abertas em breve estão em cidades e regiões importantes para o agronegócio, como São José do Rio Preto (SP), Presidente Prudente (SP), São José dos Campos (SP), Cascavel (PR), Cuiabá (MT), Lucas do Rio Verde (MT) e Rio Verde (GO), além da loja de Cravinhos, na região de Ribeirão Preto, que celebrou recentemente um ano de inauguração.

Somadas às mais de 20 oficinas próprias, entre elas o maior complexo de manutenção da América Latina, com 300 mil m², na Grande São Paulo, a Armac terá no final do ano mais de 50 pontos de comércio e serviços por todo o País, aumentando sua capilaridade, eficiência, agilidade e proximidade com clientes e operações.

Esse crescimento estrutural é acompanhado por um movimento consistente de compras de novos ativos. Apenas no primeiro trimestre do ano, foram mais de 1 mil equipamentos adquiridos dos principais fabricantes de Linha Amarela e caminhões do mercado mundial. O CAPEX total de 2025 foi de R$ 845,4 milhões, 19,8% maior em relação ao ano anterior.

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Foto: Assessoria

“Nosso portfólio multimarcas reúne mais de 12 mil equipamentos e oferece soluções para os clientes que alugam ou optam pela compra de máquinas seminovas. Na posição de principal comprador de Linha Amarela do Brasil, conseguimos ter sempre uma frota renovada para locação, com as mais modernas tecnologias, e, por consequência, oferecer máquinas verdadeiramente seminovas, com baixo horímetro, para clientes interessados nesta modalidade de negócio”, afirma Rafael Kuhl, diretor de Negócios para Seminovos.

Foto: Assessoria

A expansão das unidades próprias torna o atendimento aos clientes, de todos os tamanhos e com todos os tipos de projetos, mais ágeis, do atendimento inicial ao pós-venda, incluindo todo o suporte de manutenção nos casos de contratos de locação. “Estamos cada vez mais próximos dos clientes, falando os sotaques de cada região, vivendo as necessidades de cada tipo de público e oferecendo soluções personalizadas e que fazem sentido para a urgência de cada projeto”, destaca Kuhl.

10 anos de soluções em agronegócio
Pá-carregadeira da Armac em operação de movimentação de biomassa (Divulgação)

Em 2026, a Armac comemora 10 anos de atuação no agronegócio, consolidando sua presença em fazendas, usinas sucroenergéticas, portos e terminais, em uma trajetória marcada por crescimento contínuo e profissionalização das operações. O setor segue como um importante vetor de crescimento da Armac, com avanço de 28% na comparação entre 2025 e 2026, até o momento.

Com mais de 500 máquinas e uma equipe de 450 colaboradores operando 24 horas por dia no setor, a companhia movimenta anualmente mais de 15 milhões de toneladas de insumos e commodities, entre elas biomassa, açúcar, grãos, farelo, proteína animal e big bags.

“Nossos diferenciais vão além da alta disponibilidade de máquinas. Nestes 10 anos de atuação no agronegócio, nós contribuímos para profissionalizar um setor de apoio ao agro que, historicamente, foi informal. Nossos profissionais especializados, como operadores e mecânicos, atuam diretamente nas operações, garantindo eficiência e produtividade aos clientes, condições fundamentais em um negócio que não admite paralisações”, afirma Mairon Karr, diretor de Negócios da Armac.

Alguns marcos históricos neste ano mostram a credibilidade conquistada pela Armac no mercado de agronegócio. A empresa completa, por exemplo, 10 anos de parceria comercial com a LDC, uma das principais multinacionais em comercialização e processamento global de produtos agrícolas, e cinco anos de atendimento à FS, a primeira produtora de etanol do Brasil 100% a partir do milho.

“Nosso portfólio de Linha Amarela e caminhões e nossos profissionais estão prontos para atender todos os nichos e produções do agronegócio. Sabemos da responsabilidade de movimentar a biomassa que irá gerar a energia de uma usina inteira, por exemplo. Nossa excelência em manutenção é fundamental para esses resultados”, completa Karr.

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Sobre a Armac

Fundada há mais de 30 anos, a Armac é referência na prestação de serviços especializados e complexos, na locação de equipamentos e na venda de seminovos. Com mais de 12 mil ativos de Linha Amarela, caminhões e empilhadeiras, apoia setores estratégicos da economia brasileira, em operações de mineração, siderurgia, portos e terminais ferroviários, fertilizantes, florestais, agroindústria, indústria, infraestrutura e construção, movimentando mais de 140 milhões de toneladas de materiais por ano.

A companhia possui lojas de locação de máquinas e venda de Seminovos em Cotia (SP), Cravinhos (SP), Americana (SP), Nova Santa Rita (RS), Chapecó (SC), São José dos Pinhais (PR), Londrina (PR), Campo Grande (MS), Betim (MG), Uberlândia (MG), Serra (ES), Rondonópolis (MT), Sinop (MT), Goiânia (GO), Palmas (TO), Luís Eduardo Magalhães (BA), Feira de Santana (BA) e Eusébio (CE). Com um complexo de manutenção de 300 mil m², o maior da América Latina, e um estoque de R$ 65 milhões em peças e componentes, é referência em serviços de manutenção, com mais de 20 estruturas técnicas próprias em todo País, entre oficinas, filiais e apoio logístico.

Listada no Novo Mercado da B3, a companhia adota as melhores práticas de governança corporativa e continua expandindo suas operações para apoiar as pessoas que constroem e movimentam o Brasil.

Fonte: Assessoria de imprensa Armac


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Sustentabilidade

Algodão fecha em queda em NY com dólar em alta frente a outras moedas – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais baixos nesta segunda-feira.

Neste início de semana, o mercado foi pressionado pela valorização do dólar contra outras moedas. Segundo traders, fatores técnicos contribuíram para as movimentações no dia.

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 84,55 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 1,51 centavo, ou de 1,7%. Março/2027 fechou a 87,12 centavos, perda de 1,44 centavo, ou de 1,6%.

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

‘Barreira Spodoptera’ fortalece manejo da praga no sistema soja, milho e algodão – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

Líder do mercado de baculovírus para controle de lagartas, a AgBiTech Brasil lança a campanha “Barreira Spodoptera”, com vistas à safra 2026-27. A iniciativa prevê uma série de ações em nível de campo e tem por objetivo conscientizar produtores quanto à condição de “praga de sistema” associada à Spodoptera frugiperda, presente nas lavouras, quando há condições favoráveis à sua proliferação, durante todo o ciclo das culturas de soja, milho segunda safra e algodão.

O engenheiro agrônomo, mestre em produção vegetal e doutor em biotecnologia vegetal da AgBiTech, Victor Hugo Costa, salienta que a campanha foi concebida para “conter o dano silencioso” da Spodoptera frugiperda a partir de seu controle efetivo na cultura da soja, que antecede à segunda safra de milho e ao algodão no calendário agrícola.

Para o especialista, a provável prevalência do fenômeno El Niño ao longo da safra 2026-27, com chuvas irregulares e altas temperaturas, tende a favorecer a disseminação da Spodoptera frugiperda.

“Na soja, uma parte dos produtores ainda deixa de investir no manejo da ‘Spodoptera’, não enxergando como relevantes os danos que a praga leva à cultura, ainda que estes possam chegar de 10% a 20% da produção”, ele explica.

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“A mensagem-chave da campanha busca esclarecer que ao sobreviver na soja, a ‘Spodoptera frugiperda’ se multiplicará, depois, nos sistemas produtivos de milho e algodão, com potencial para ocasionar prejuízos de até 70% à produção, em torno de 20 sacas ou 30 sacas por hectare”, compara Costa.

No ano passado, a pesquisadora Cecilia Czepak, professora da UFG – Universidade Federal de Goiás -, disse, em entrevista, que áreas de soja funcionam como “biofábricas de lagartas”, à medida que uma parcela de produtores da oleaginosa não executa, por opção, o manejo dessas pragas.

“De uma quantidade remanescente de lagartas em soja, não manejada, uma explosão populacional das pragas na época do milho safrinha e do algodão tende a ser inevitável”, destacou, então, a especialista.

“Recomendamos ao produtor começar forte o manejo da Spodoptera na soja, a iniciar nesta cultura a construção de uma barreira à evolução da praga. Protegeremos, assim, áreas subsequentes de milho e algodão da ação reconhecidamente danosa de populações elevadas da lagarta”, reforça Victor Costa, da AgBiTech.

Resultados a campo

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Segundo Costa, dentro da campanha ‘Barreira Spodoptera’, a equipe técnica da AgBiTech fornecerá suporte ao produtor na aplicação de baculovírus como ferramenta estratégica na contenção da Spodoptera frugiperda. Orientará, ainda, durante toda a safra 2026-27, sobre a rotação entre baculovírus e químicos, a depender do cenário de infestação de lavouras pela lagarta.

Em nível de campo, ele revela, alguns ensaios da companhia, atrelados ao conceito ‘Barreira Spodoptera’, alcançaram eficácia acima de 80% no controle de Spodoptera frugiperda em soja e milho, somente com o emprego de baculovírus, no início de infestações da praga. “Associados a químicos, os ‘vírus’ zeraram a população da lagarta em áreas de soja”, enfatiza Costa.

“Identificada a ‘Spodoptera’ na soja no início da infestação, entramos com baculovírus. Duas ou três aplicações ‘constroem a barreira’ para evitar a multiplicação da lagarta”, exemplifica Costa. “Baculovírus agem por mais tempo. A lagarta morre e libera mais vírus para o ambiente. Estes produtos também não desenvolvem resistência”, ele continua.

No caso da eventual presença da Spodoptera em milho segunda safra e algodão, a recomendação da campanha da AgBiTech é a de realizar de duas a quatro aplicações de baculovírus, igualmente no início da infestação.

De acordo com o diretor de marketing da AgBiTech, Pedro Marcellino, a cada safra mais produtores de soja aderem ao controle da ‘Spodoptera’. “A prática tornou-se necessária face à enorme capacidade de multiplicação da lagarta rumo aos cultivos subsequentes”, diz Marcellino. “Há na sojicultura brasileira potencial para o avanço da adesão a baculovírus, enquanto ferramenta estratégica de manejo da ‘Spodoptera frugiperda’.”

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Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Plantio da safra de verão 2026/27 de milho no Centro-Sul do Brasil atinge 19,3% – Safras – MAIS SOJA

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O plantio de milho da safra de verão 2026/27 no Centro-Sul do Brasil atingia 19,3% da área estimada de 3,561 milhões de hectares até sexta-feira (11), segundo levantamento de Safras & Mercado.

O cultivo de milho chegou a 55,4% da área prevista de 940 mil hectares no Rio Grande do Sul, a 25,2% da área estimada de 597 mil hectares em Santa Catarina e a 29,2% da área prevista de 537 mil hectares no Paraná. Nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás/Distrito Federal, Minas Gerais e Mato Grosso o plantio ainda não teve início.

No mesmo período do ano passado, o plantio estava concluído em 21,6% da área estimada de 3,608 milhões de hectares. Já a média de plantio dos últimos cinco anos é de 12,4% no período.

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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