Sustentabilidade
Dona da maior rede de lojas multimarcas de Linha Amarela, Armac terá mais de 30 unidades em 2026 – MAIS SOJA

Foto de capa: Assessoria
A Armac, referência nacional na locação de Linha Amarela, caminhões e empilhadeiras, serviços especializados e venda de seminovos, planeja chegar a mais de 30 lojas em todo País até o final do ano. Com 18 unidades abertas nos últimos dois anos, a empresa tem a maior rede de lojas multimarcas de Linha Amarela do Brasil, com venda de seminovos, soluções em locação e pontos de apoios em manutenção e logística.
Algumas das lojas que serão abertas em breve estão em cidades e regiões importantes para o agronegócio, como São José do Rio Preto (SP), Presidente Prudente (SP), São José dos Campos (SP), Cascavel (PR), Cuiabá (MT), Lucas do Rio Verde (MT) e Rio Verde (GO), além da loja de Cravinhos, na região de Ribeirão Preto, que celebrou recentemente um ano de inauguração.
Somadas às mais de 20 oficinas próprias, entre elas o maior complexo de manutenção da América Latina, com 300 mil m², na Grande São Paulo, a Armac terá no final do ano mais de 50 pontos de comércio e serviços por todo o País, aumentando sua capilaridade, eficiência, agilidade e proximidade com clientes e operações.
Esse crescimento estrutural é acompanhado por um movimento consistente de compras de novos ativos. Apenas no primeiro trimestre do ano, foram mais de 1 mil equipamentos adquiridos dos principais fabricantes de Linha Amarela e caminhões do mercado mundial. O CAPEX total de 2025 foi de R$ 845,4 milhões, 19,8% maior em relação ao ano anterior.
“Nosso portfólio multimarcas reúne mais de 12 mil equipamentos e oferece soluções para os clientes que alugam ou optam pela compra de máquinas seminovas. Na posição de principal comprador de Linha Amarela do Brasil, conseguimos ter sempre uma frota renovada para locação, com as mais modernas tecnologias, e, por consequência, oferecer máquinas verdadeiramente seminovas, com baixo horímetro, para clientes interessados nesta modalidade de negócio”, afirma Rafael Kuhl, diretor de Negócios para Seminovos.
A expansão das unidades próprias torna o atendimento aos clientes, de todos os tamanhos e com todos os tipos de projetos, mais ágeis, do atendimento inicial ao pós-venda, incluindo todo o suporte de manutenção nos casos de contratos de locação. “Estamos cada vez mais próximos dos clientes, falando os sotaques de cada região, vivendo as necessidades de cada tipo de público e oferecendo soluções personalizadas e que fazem sentido para a urgência de cada projeto”, destaca Kuhl.
10 anos de soluções em agronegócio

Em 2026, a Armac comemora 10 anos de atuação no agronegócio, consolidando sua presença em fazendas, usinas sucroenergéticas, portos e terminais, em uma trajetória marcada por crescimento contínuo e profissionalização das operações. O setor segue como um importante vetor de crescimento da Armac, com avanço de 28% na comparação entre 2025 e 2026, até o momento.
Com mais de 500 máquinas e uma equipe de 450 colaboradores operando 24 horas por dia no setor, a companhia movimenta anualmente mais de 15 milhões de toneladas de insumos e commodities, entre elas biomassa, açúcar, grãos, farelo, proteína animal e big bags.
“Nossos diferenciais vão além da alta disponibilidade de máquinas. Nestes 10 anos de atuação no agronegócio, nós contribuímos para profissionalizar um setor de apoio ao agro que, historicamente, foi informal. Nossos profissionais especializados, como operadores e mecânicos, atuam diretamente nas operações, garantindo eficiência e produtividade aos clientes, condições fundamentais em um negócio que não admite paralisações”, afirma Mairon Karr, diretor de Negócios da Armac.
Alguns marcos históricos neste ano mostram a credibilidade conquistada pela Armac no mercado de agronegócio. A empresa completa, por exemplo, 10 anos de parceria comercial com a LDC, uma das principais multinacionais em comercialização e processamento global de produtos agrícolas, e cinco anos de atendimento à FS, a primeira produtora de etanol do Brasil 100% a partir do milho.
“Nosso portfólio de Linha Amarela e caminhões e nossos profissionais estão prontos para atender todos os nichos e produções do agronegócio. Sabemos da responsabilidade de movimentar a biomassa que irá gerar a energia de uma usina inteira, por exemplo. Nossa excelência em manutenção é fundamental para esses resultados”, completa Karr.
Sobre a Armac
Fundada há mais de 30 anos, a Armac é referência na prestação de serviços especializados e complexos, na locação de equipamentos e na venda de seminovos. Com mais de 12 mil ativos de Linha Amarela, caminhões e empilhadeiras, apoia setores estratégicos da economia brasileira, em operações de mineração, siderurgia, portos e terminais ferroviários, fertilizantes, florestais, agroindústria, indústria, infraestrutura e construção, movimentando mais de 140 milhões de toneladas de materiais por ano.
A companhia possui lojas de locação de máquinas e venda de Seminovos em Cotia (SP), Cravinhos (SP), Americana (SP), Nova Santa Rita (RS), Chapecó (SC), São José dos Pinhais (PR), Londrina (PR), Campo Grande (MS), Betim (MG), Uberlândia (MG), Serra (ES), Rondonópolis (MT), Sinop (MT), Goiânia (GO), Palmas (TO), Luís Eduardo Magalhães (BA), Feira de Santana (BA) e Eusébio (CE). Com um complexo de manutenção de 300 mil m², o maior da América Latina, e um estoque de R$ 65 milhões em peças e componentes, é referência em serviços de manutenção, com mais de 20 estruturas técnicas próprias em todo País, entre oficinas, filiais e apoio logístico.
Listada no Novo Mercado da B3, a companhia adota as melhores práticas de governança corporativa e continua expandindo suas operações para apoiar as pessoas que constroem e movimentam o Brasil.
Fonte: Assessoria de imprensa Armac

Sustentabilidade
SOJA/CEPEA: Oferta sustenta liquidez; preço se estabiliza – MAIS SOJA

A elevada oferta de soja em grão no Brasil tem sustentado a liquidez no mercado spot. Por outro lado, esse cenário de maior disponibilidade tem evitado que os preços da oleaginosa subam de modo expressivo. Segundo pesquisadores do Cepea, mesmo com a demanda firme, a perspectiva de safra recorde mantém o equilíbrio do mercado. Assim, os preços estão relativamente estáveis.
No campo, a colheita brasileira alcançou 88,1% da área, com ritmos distintos entre as regiões, de acordo com a Conab. No Hemisfério Norte, as condições climáticas seguem no radar, aponta o Centro de Pesquisas. Apesar da preocupação com a baixa umidade do solo, previsões de chuvas podem amenizar o cenário. Nos Estados Unidos, a semeadura atingiu 12% da área esperada até 19 de abril, superando tanto o ritmo do ano passado quanto a média dos últimos cinco anos, segundo o USDA.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Alta oferta segura preços da soja em abril

A soja brasileira segue com elevada oferta no mercado, o que tem sustentado a liquidez nas últimas semanas. Esse cenário tem limitado avanços mais expressivos nos preços.
Segundo especialistas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, mesmo com bom ritmo de negócios e demanda consistente, a expectativa de uma safra robusta mantém o mercado em equilíbrio.
De acordo com a Conab, a colheita da oleoginosa está avançada, sendo que 88,1% da área já foi colhida, apesar de ritmos distintos entre as regiões brasileiras.
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Mercado internacional
No hemisfério norte, as condições climáticas tem preocupado, relata o centro de estudos. A baixa humidade no solo atual tem deixado os agentes em alerta, apesar da expectativa de chuva para as próximas semanas.
Nos EUA, a semeadura atingiu 12% da área esperada até 19 de abril, quantidade que superou o ritmo do ano anterior e também a média registrada dos últimos 5 anos, de acordo com o USDA.
*Sob supervisão de Hildeberto Jr.
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Sustentabilidade
Dólar cai e deve contaminar preço da soja no Brasil – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de soja deve ter o preço pressionado pelo dólar nesta segunda-feira, que abriu em queda frente ao real, voltando a se aproximar de R$ 4,95. Tal movimento reduz a competitividade do produto do Brasil no cenário exportador. Já a Bolsa de Mercadorias de Chicago opera em alta, acompanhando o petróleo, mas os ganhos são bastante modestos. Neste cenário, os negócios devem ser escassos.
Na sexta-feira, o mercado brasileiro de soja apresentou um dia mais aquecido, com movimentos firmes nos portos, especialmente em Santos, e melhora nas cotações entre R$ 1 e R$ 2 por saca. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário externo contribuiu para abrir melhores oportunidades ao longo da sessão.
“A soja operou em alta em Chicago, o dólar chegou a subir e os prêmios se mantiveram firmes, o que ajudou a melhorar as cotações”, afirma. Apesar disso, o analista ressalta que os preços ainda não são suficientemente atrativos para o produtor. “Mesmo assim, quem precisa escoar segue vendendo, e pequenas mudanças já são suficientes para destravar negócios”, explica.
No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 122,00 para R$ 123,00, enquanto em Santa Rosa (RS) avançou de R$ 123,00 para R$ 124,00. Em Cascavel (PR), as cotações passaram de R$ 118,00 para R$ 119,00. Já em Rondonópolis (MT), os preços subiram de R$ 108,00 para R$ 110,00, enquanto em Dourados (MS) avançaram de R$ 109,00 para R$ 110,00. Em Rio Verde (GO), a saca foi de R$ 108,00 para R$ 110,00.
Nos portos, Paranaguá (PR) avançou de R$ 128,00 para R$ 129,00 por saca. Em Rio Grande (RS), as indicações também subiram de R$ 128,00 para R$ 129,00.
CHICAGO
A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com alta de 0,12% na posição julho/26, cotada a US$ 11,80 por bushel.
O mercado busca suporte na alta do petróleo, enquanto as negociações de paz entre os Estados Unidos e Irã estagnaram, deixando o transporte no Estreito de Ormuz bloqueado. O plantio inicial da soja norte-americana tem avançado bem, embora tempestades previstas no Meio-Oeste possam atrasar a semeadura em algumas áreas.
CÂMBIO
O dólar comercial registra baixa de 0,57%, a R$ 4,9697. O Dollar Index registra queda de 0,38%, a 98,250 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
- As principais bolsas da Ásia encerraram em alta. Xangai, +0,16%. Tóquio, +1,38%.
- As bolsas na Europa operam em alta. Paris, +0,60%. Frankfurt, +0,83%. Londres, +0,20%.
- O petróleo opera em alta. Maio do WTI em NY: US$ 95,09 o barril (+0,73%).
AGENDA
Segunda-feira (27/04)
- 12h00 – Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA.
- 15h00 – Resultado parcial da balança comercial de abril.
- 17h00 – Relatório de condições das lavouras dos EUA – USDA.
- Resultado financeiro da Gerdau.
Terça-feira (28/04)
- Primeiro dia da reunião do Copom.
- 09h00 – IPCA-15 de abril/IBGE.
- 11h30 – Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral.
- Resultado financeiro da Vale.
- Japão – Decisão de política monetária do Bank of Japan.
- Quarta-feira (29/04)
- 08h00 – IGP-M de abril/FGV.
- 09h00 – Alemanha – CPI preliminar (abr).
- 11h30 – EUA: Relatório semanal de petróleo (EIA).
- 15h00 – Decisão de Política Monetária do Federal Reserve (Fed). de juros
- 18h30 – Decisão do Copom sobre a taxa Selic.
Quinta-feira (30/04)
- 05h00 – Alemanha – PIB (1ª leitura, 1º trimestre).
- 06h00 – Zona do euro – PIB (1ª estimativa, 1º trimestre).
- 08h00 – Reino Unido – Decisão de juros do Bank of England.
- 09h00 – PNAD de março/IBGE.
- 09h15 – Zona do euro – Decisão de juros do Banco Central Europeu.
- 09h30 – Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA.
- 09h30 – EUA – PIB (1ª estimativa, 1º trimestre).
- 15h00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.
- 15h00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.
- 16h00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
- Dados do Caged de março sobre mercado de trabalho.
- Dados de Produção e Vendas da Petrobras.
Sexta-feira (1/05)
- Feriado no Brasil – Dia do Trabalho.
Fonte: Agência Safras
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