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Onda de calor chega ao Brasil e eleva termômetros aos 40°C

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Imagem de Stefan Schweihofer por Pixabay

A primeira onda de calor de 2026 já liga o sinal de alerta nas lavouras de soja, especialmente no interior da região Sul e em Mato Grosso do Sul. As temperaturas máximas devem ficar acima dos 35°C, podendo alcançar os 40°C em algumas áreas.

O cenário preocupa principalmente os produtores que ainda estão no plantio do milho segunda safra, já que o calor excessivo eleva a temperatura do solo e compromete a germinação. A recomendação, neste momento, é aguardar a passagem desse período mais crítico antes de avançar com a semeadura.

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Enquanto o calor domina parte do Centro-Sul, a chuva ganha força no Norte do país. Nos próximos dias, os maiores volumes devem se concentrar no Acre, norte do Pará e centro-norte do Maranhão, com acumulados entre 50 e 70 mm em apenas cinco dias. Esse padrão reforça o contraste climático entre as regiões e mantém o produtor atento às janelas ideais de manejo.

Como fica o tempo?

A mudança começa a aparecer na próxima semana. Com o enfraquecimento da onda de calor, a chuva volta gradualmente para a região Sul a partir de quarta e quinta-feira, com volumes entre 40 e 45 mm. Esse retorno também deve alcançar áreas de São Paulo e o centro-sul de Minas Gerais, ajudando na recomposição da umidade do solo e criando melhores condições para o avanço das atividades no campo.

7 a 11 de abril

Já no período entre 7 e 11 de abril, a tendência é de intensificação das chuvas no Norte e no Matopiba, com volumes mais expressivos. Os acumulados podem ultrapassar os 70 mm em cinco dias no norte de Minas Gerais e no norte de Mato Grosso, reforçando um cenário de maior regularidade hídrica nessas regiões e exigindo atenção redobrada dos produtores quanto ao manejo e ao planejamento da safra.

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Colheita de soja avança no Brasil, mas segue atrasada em comparação à safra passada

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Foto: Agência Estadual de Notícias do Paraná

A colheita da safra brasileira de soja 2025/26 alcançou 71,5% da área plantada até o dia 27 de março, segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado. Apesar do avanço semanal, o ritmo dos trabalhos no campo ainda segue abaixo do registrado em anos anteriores.

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Na semana anterior, o índice era de 63,8%, indicando progresso nas operações. No entanto, em igual período do ano passado, a colheita já atingia 83,1% da área, enquanto a média histórica para o período é de 77,5%, o que reforça o atraso atual.

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‘Expectativas são boas, mas margens apertadas exigem eficiência no campo’, diz sojicultor de RR

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Arquivo pessoal Leonardo Vendruscol

Com a liberação do plantio da soja em Roraima a partir de 18 de março, os produtores dão início a uma nova safra em um cenário que mistura desafios financeiros e expectativa positiva. O estado segue um calendário diferente de semeadura e vazio sanitário, o que exige organização e estratégia. Mesmo diante das dificuldades, o sentimento no campo é de resiliência.

O Soja Brasil conversou com o produtor rural Leonardo Vendruscolo, de Alto Alegre, que detalha o momento vivido no estado. ”As expectativas são muito boas, por mais que o produtor esteja passando por dificuldades com margens apertadas. A gente segue sempre otimista, uma nova safra começa e o nosso papel é buscar uma boa produtividade”, afirma.

Segundo ele, o produtor está mais cauteloso, mas não perde o foco. “Acredito que o produtor está mais cauteloso pelo momento da agricultura no Brasil, mas ao mesmo tempo otimista, esperando uma melhora no preço até a colheita.”

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No campo, o clima tem dado algum suporte. Chuvas pontuais ajudam no preparo das áreas e na dessecação, enquanto a expectativa é de que o período chuvoso se consolide a partir de 20 de abril, marcando o início efetivo do plantio. Outro ponto positivo é a palhada formada ao longo de 2025. “Uma das principais estratégias nesta safra é a boa palhada que conseguimos construir. Isso vai ser muito positivo para a safra 26”, destaca Vendruscolo.

Por outro lado, o peso dos custos é um dos maiores desafios, principalmente para quem busca expandir a área. “O maior impacto que vejo aqui em Roraima é a abertura de novas áreas, porque demanda mais corretivos e fertilizantes. Isso exige crédito, e hoje o crédito está mais limitado, com juros elevados”, explica. Mesmo com parte dos insumos adquiridos antecipadamente, o cenário ainda preocupa. “Conseguimos comprar fertilizantes entre outubro e dezembro com preços melhores, mas hoje os custos estão muito elevados.”

Diante desse cenário, a saída tem sido investir em eficiência. “O produtor está cada vez mais tecnificado. É usar semente de qualidade, agricultura de precisão, colocar só o necessário, principalmente porque os fertilizantes estão caros”, afirma. Para ele, o momento exige decisões mais assertivas. “Agora é produzir bem, fazer o básico bem feito e esperar que o preço da soja melhore até a colheita, para termos um cenário mais animador.”

Mesmo com os desafios, o sentimento predominante ainda é de esperança. “As expectativas são muito boas. Mesmo com as dificuldades, o produtor segue otimista e focado em fazer o seu papel dentro da porteira”, conclui.

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Cesta básica volta a cair de preço em Cuiabá após altas expressivas em março

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Após três semanas consecutivas de aumento de preços, a cesta básica volta a apresentar recuo em Cuiabá. A redução de 0,89% nesta quarta semana contribuiu para que o custo médio do conjunto de itens ficasse em R$ 826,21. Além disso, a queda de preços possibilitou que a média atual ficasse 0,88% menor que a observada no mesmo período de 2025, quando custava R$ 833,55.

Ainda assim, com as seguidas altas apuradas pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), a capital mato-grossense encerrou março com preço médio de R$ 819,24, valor 3,41% acima da média do mês anterior. O resultado evidencia que o mês foi marcado por pressões pontuais de alta ao longo das semanas.

O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, comentou a variação negativa nesta semana, impulsionada principalmente pelos preços dos alimentos perecíveis.

“Apesar de os produtos hortifruti estarem recuperando o equilíbrio entre oferta e demanda, ainda há limitações relacionadas à qualidade disponível e a restrições produtivas. Esse cenário reforça as diferentes dinâmicas de formação de preços entre os itens.”

O recuo semanal no valor da cesta foi puxado pelo tomate, que apresentou redução de 13,81% no preço médio, chegando a R$ 8,72/kg. Segundo análise do instituto, a queda pode estar associada à maturação acelerada em algumas lavouras, em razão do clima quente. O período chuvoso também contribui para a boa oferta, mas impacta negativamente a qualidade do fruto.

A batata também registrou queda de 4,81%, reduzindo seu preço para R$ 4,67/kg na média semanal. Por motivos semelhantes aos do tomate, o recuo pode estar associado ao clima mais estável, que contribuiu para o ritmo das colheitas. No entanto, mesmo com maior oferta, os tubérculos disponíveis apresentam menor qualidade, em decorrência das chuvas nas lavouras.

Em contrapartida, o leite foi um dos itens que apresentaram maior aumento de preço, com acréscimo de 3,40% na variação semanal, atingindo média de R$ 6,42 por litro. A alta pode estar relacionada à baixa oferta do produto, que segue em ritmo moderado, devido aos custos de produção.

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