Sustentabilidade
LS Tractor celebra 12 anos no Brasil e ultrapassa 33 mil tratores produzidos – MAIS SOJA

A força do agro do Brasil encontrou na LS Tractor uma parceira à altura. Em um setor de oportunidades gigantescas, mas repleto de desafios continentais, a marca sul-coreana, celebra 12 anos de presença no Brasil, desenvolvendo tecnologias e soluções sob medida para o agronegócio nacional, contribuindo para tornar o campo cada vez mais eficiente e produtivo.
O Grupo LS tem origem no Grupo LG, um dos maiores conglomerados da Coreia do Sul. Com presença em mais de 40 países e atuação em setores estratégicos como energia, maquinário, componentes eletrônicos e veículos, possui faturamento superior a US$ 35 bilhões, com 25 mil funcionários e 132 afiliadas. A LS Mtron, por sua vez é a empresa do grupo especializada em máquinas industriais e componentes eletrônicos de última geração, sendo a divisão responsável pela fabricação dos tratores agrícolas da marca LS Tractor.
No Brasil, a marca chegou em 2013 com fábrica própria no município de Garuva (SC), o que fortaleceu sua presença no mercado e impulsionou a expansão da rede de concessionárias. “A localização da nossa fábrica é estratégica, próxima a grandes portos como: Itapoá, Paranaguá, São Francisco do Sul e Itajaí e de importantes regiões agrícolas”, destaca Felippe Vieira, diretor Comercial da LS Tractor.
Reconhecida pela inovação no mercado brasileiro, a LS Tractor foi pioneira na introdução de cabines originais de fábrica em tratores até 80 cv, além de trazer tecnologias inéditas para o segmento, como transmissões com reversor sincronizado, maior número de marchas, o super-redutor creeper e uma TDP, tomada de força com três opções de rotação. Esses diferenciais consolidaram a marca no país e renderam importantes prêmios, como o Trator do Ano (2015 e 2017, no Brasil) e o Good Design Award (2024, na Coreia do Sul).
Produção acelerada e investimentos contínuos
Atualmente, a LS Tractor produz no Brasil tratores agrícolas de 25 a 145 cv, as séries J, MT2, R, MT4, MT7, Plus e H, oferece 12 modelos nas mais diferentes versões, com e sem cabine original de fábrica e com o índice de produção local que permite o acesso para o financiamento nos programas do BNDES/FINAME. Desde a inauguração da unidade fabril, a empresa já ultrapassou a marca de 33 mil tratores produzidos em solo brasileiro. “Temos uma média superior a 2,5 mil equipamentos fabricados por ano e com capacidade produtiva de 5.000 tratores/ano. Esses números comprovam que estamos consolidados no mercado nacional”, afirma Vieira.
Todo esse desempenho é resultado de investimentos superiores a US$ 200 milhões no país. Para garantir agilidade no atendimento e suporte técnico, a LS Tractor mantém um Centro de Distribuição de Peças Genuínas junto à fábrica, com mais de 15 mil m² de área e cerca de 650 mil itens em estoque. “A combinação entre engenharia de ponta e proximidade com o produtor rural brasileiro garante soluções robustas, acessíveis e de alta performance, alinhadas às necessidades reais do campo”, complementa o profissional.
Celebração especial
Para celebrar os 12 anos de história da marca no Brasil, a LS Tractor recebeu em sua fábrica a visita especial do cantor sertanejo Leonardo, cliente e embaixador da marca desde 2024. O artista conheceu toda a equipe, realizou um tour pela linha de produção, testou equipamentos e, claro, cantou alguns de seus sucessos ao lado dos colaboradores. “Foi uma alegria poder abrir as portas da fábrica para o Leonardo, um cliente que se tornou parte da família LS e um verdadeiro porta-voz da nossa marca”, comemora Vieira.
Futuro promissor
Nos últimos anos, a LS Tractor passou por importantes mudanças estratégicas e estruturais para fortalecer sua presença no Brasil, incluindo ajustes na gestão e expansão comercial. Agora, a companhia está ainda mais preparada para atender às demandas do agronegócio brasileiro e latino americano, com forte atuação em citricultura, cafeicultura, agricultura familiar, fruticultura, grãos e pecuária.
A marca segue investindo em novos produtos e tecnologias, com um plano de expansão até 2030 que inclui o lançamento de novos modelos desenvolvidos para às condições da agricultura brasileira. “Na LS Tractor, acreditamos que grandes conquistas são resultado de parcerias sólidas e comprometidas. Se você busca solidez, inovação e uma marca voltada para o futuro do agronegócio brasileiro, este é o momento de fazer parte da nossa história”, reforça, Mr. Carlos Kim, presidente da LS Mtron Brasil.
Sobre a LS Tractor
A LS Tractor é a marca de tratores da sul-coreana LS Mtron, integrante do LS Group – o 14º maior grupo empresarial da Coreia do Sul, com presença global, mais de 25 mil colaboradores e vendas anuais acima de 35 bilhões de dólares. Presente no Brasil desde 2013, com fábrica em Garuva (SC), a empresa atua no setor de máquinas agrícolas com uma linha de tratores voltada a diferentes perfis de produtores. Com mais de 80 concessionárias em território nacional, a LS Tractor tem ampliado sua presença no mercado brasileiro por meio de estratégias baseadas nos dados de mercado, expansão da rede com foco na proximidade com os clientes e desenvolvimento de novas tecnologias em transmissão para atender as demandas do campo.
Fonte: Assessoria de Imprensa LS Tractor
Sustentabilidade
Fungicidas Inibidores da Quinona externa (IQe, “estrobilurinas”) – MAIS SOJA

Os fungicidas do grupo IQe (Grupo 11) atuam inibindo a produção de energia dos fitopatógenos ao bloquear a transferência de elétrons no local de ligação da Quinona externa (Qe) do complexo bc1 do citocromo. Por compartilharem o mesmo sítio-alvo, apresentam alta eficácia, mas também maior risco de seleção de resistência cruzada quando utilizados sem manejo adequado e sem a devida rotação entre modos de ação.
Com amplo espectro, os IQes controlam patógenos como ascomicetos, basidiomicetos e oomicetos, sendo registrados para diversas culturas. Entretanto, casos de resistência foram detectados poucos anos após sua introdução, frequentemente relacionados à mutação G143A no gene do citocromo b, um alerta para a importância das boas práticas de uso.
O Grupo de Trabalho IQe do FRAC-BR desenvolve estratégias para orientar o uso responsável desses fungicidas, incluindo recomendações sobre aplicações, misturas, limitações por cultura e diretrizes específicas para manejo da resistência.
Acesse as orientações completas do FRAC-BR em nosso site, clicando aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa FRAC-BR
Sustentabilidade
A partir de que estádio a geada compromete o milho? – MAIS SOJA

As adversidades climáticas estão entre os principais desafios enfrentados pelos produtores agrícolas na busca por altas produtividades. Na cultura do milho, em especial nos sistemas de produção do milho safrinha (segunda safra), a geada é um dos principais fatores climáticas relacionados a queda da produtividade e/ou até mesmo da inviabilização de lavouras, especialmente nas regiões Sul do Brasil.
Sob o ponto de vista físico, a geada corresponde ao congelamento das gotas de orvalho depositadas sobre o solo, as plantas ou outras superfícies, quando a temperatura do ar próximo ao solo atinge valores iguais ou inferiores a 0 °C. Já do ponto de vista agronômico, o conceito é mais amplo: considera-se geada toda condição térmica capaz de provocar danos às partes sensíveis das plantas, especialmente quando ocorre em fases críticas do desenvolvimento (Gonçalves; Farias; Sibaldelli, 2019).
Na prática, os efeitos da geada sobre a cultura do milho dependem diretamente do estádio fenológico em que ocorre o evento, podendo resultar em danos severos e, em situações extremas, inviabilizar a lavoura. Entre as fases mais sensíveis destaca-se o período reprodutivo, quando a planta já direciona grande parte dos fotoassimilados para o enchimento de grãos.
De acordo com Ciampitti, Elmore e Lauer (2016), quando a geada ocorre no estádio R4 (grão pastoso), os impactos sobre a produtividade e a qualidade dos grãos tendem a ser expressivos. Nesse estágio, a interrupção do enchimento compromete o acúmulo de matéria seca e favorece a formação de grãos leves e mal formados, podendo resultar em perdas produtivas que variam de 25% a 40%, a depender da intensidade da geada, ou até mesmo inviabilizar a lavoura, levando a morte das plantas.
No entanto, para efeito de manejo, há um período em que as geadas ainda não afetam significativamente o desenvolvimento do milho, e conhece-lo pode contribuir para o posicionamento da estratégias de manejo que contribuam para o reestabelecimento da cultura, bem como avaliar o impacto das geadas no milho.
Até o estádio V3, tanto a ocorrência de geadas quanto de granizo ou ventos intensos tende a resultar em pequena ou nenhuma redução na produtividade do milho. Isso ocorre porque, nessa fase inicial, o ponto de crescimento e os tecidos meristemáticos permanecem abaixo da superfície do solo, protegidos contra danos diretos às folhas expostas. Assim, mesmo que haja destruição significativa da parte aérea visível no estádio V3, a região de crescimento meristemática e os órgãos ainda em diferenciação não são comprometidos, permitindo a retomada do desenvolvimento e, na maioria dos casos, sem reflexos expressivos na produção final de grãos (Ritchie; Hanway; Benson, 2003; Fancelli, 2015).
Figura 1: Planta V3 dissecada.
Em síntese, os danos causados pela geada no milho estão diretamente condicionados ao estádio fenológico da cultura. Enquanto nas fases iniciais, como até V3, a planta apresenta maior capacidade de recuperação devido à proteção do ponto de crescimento abaixo do solo, nos estádios reprodutivos, especialmente durante o enchimento de grãos, os prejuízos podem ser expressivos e irreversíveis. Dessa forma, compreender essa relação é fundamental para o planejamento do milho safrinha, permitindo ajustar estratégias de manejo, reduzir riscos e embasar decisões técnicas diante da ocorrência do evento.
Veja mais: Adubação com enxofre pode contribuir para o aumento da produtividade do milho
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Referências:
CIANPITTI, I. A.; ELMORE, R. W.; LAUER, J. FASES DO DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DO MILHO. Kansas State University Agricultural Experiment Station and Cooperative Extension Service, 2016. Disponível em: < https://bookstore.ksre.ksu.edu/pubs/corn-growth-and-development-portuguese-fases-de-desenvolvimento-da-cultura-do-milho_MF3305BP.pdf >, acesso em: 04/03/2026.
FANCELLI, A. L. MANEJO BASEADO NA FENOLOGIA AUMENTA EFICIÊNCIA DE INSUMOS E PRODUTIVIDADE. Visão Agrícola, n. 13, 2015. Disponível= em: < https://www.esalq.usp.br/visaoagricola/sites/default/files/VA_13_Fisiologia-artigo2.pdf >, acesso em: 04/03/2026.
GONÇASVES, S. L.; FARIAS, J. R. B.; SIBALDELLI, R. N. R. EVENTOS CLIMÁTICOS ADVERSOS E SEUS IMPACTOS PARA AS CULTURAS DE SOJA, MILHO E TRIGO NO BRASIL. Embrapa Soja, Documentos, n. 420, 2019. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1117026/1/Doc420OLfinal.pdf >, acesso em: 04/03/2026.
RITCHIE, S. W.; HANWAY, J. J.; BENSON, G. O. COMO A PLANTA DE MILHO SE DESENVOLVE. Potafos, Arquivo do Agrônomo, n. 15, 2003. Disponível em: < https://www.npct.com.br/npctweb/npct.nsf/article/BRS-3137/$File/Encarte103.pdf >, acesso em: 04/03/2026.
Foto de capa: Embrapa Agropecuária Oeste. 
Sustentabilidade
ALGODÃO/CEPEA: Indicador atravessa fevereiro dentro da estabilidade – MAIS SOJA

Dados do Cepea mostram que os preços do algodão em pluma atravessaram fevereiro praticamente estáveis. Produtores consultados pelo Cepea estiveram firmes nos valores pedidos, especialmente para lotes de qualidade superior. Esses agentes estiveram atentos às valorizações externas.
Além disso, vendedores, diante da atual entressafra no Brasil, estiveram focados na comercialização da soja e no cultivo e desenvolvimento do algodão. Do lado comprador, indústrias seguiram relatando ao Cepea preocupação com o desempenho das vendas de seus manufaturados e com os estoques, que são considerados elevados. Isso levou demandantes a realizarem aquisições pontuais da matéria-prima e/ou buscarem menores preços.
Nesse cenário, em fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ (pagamento em oito dias) acumulou pequena alta de 1,36%, encerrando no dia 27 a R$ 3,5227/lp.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
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