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Médico de MT morre em queda de avião monomotor no Pantanal de Mato Grosso do Sul

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O médico ortopedista e pecuarista Ramiro Pereira de Matos, de 67 anos, morreu nesta terça-feira (16) após o avião que pilotava cair entre Coxim e Corumbá, na região do Pantanal de Mato Grosso do Sul. A morte foi confirmada pela família da vítima e pela Polícia Civil.

Ramiro viajava sozinho no avião. Ele deixou dois filhos, de 34 e 37 anos, e a esposa, de 63 anos. A aeronave, um monomotor de prefixo PS-FDW, saiu de Araçatuba (SP) com destino a uma fazenda em Figueirópolis D’Oeste (MT). A queda aconteceu cerca de uma hora após a decolagem, na região do Pantanal.

A família acompanhava o voo em tempo real por um aplicativo de rastreamento aéreo e percebeu o momento em que a aeronave desapareceu do radar. Diante disso, entraram em contato com fazendeiros da região e pediram ajuda nas buscas.

Queda de avião entre Corumbá e Coxim (MS). — Foto: Arte/g1

Queda de avião entre Corumbá e Coxim (MS). — Foto: Arte/g1

Equipes da Força Aérea Brasileira (FAB) partiram de Campo Grande para realizar as buscas pelo corpo do piloto e pelos destroços da aeronave. Em nota, a FAB confirmou que o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) faz buscas na região da queda.

Segundo a nota, havia condições meteorológicas instáveis, com chuva forte e trovoadas, durante a queda do avião que o pecuarista pilotava. Uma aeronave da FAB foi acionada e está realizando buscas no local.

De acordo com dados de um site de rastreamento aéreo Fligth Aware, o avião decolou às 6h39 e tinha previsão de pouso às 7h50. A queda e a morte do médico também foram confirmadas por equipes do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), responsável por investigar acidentes aéreos no estado.

A delegada Ana Cláudia Medina, do Dracco, informou que o local da queda é de difícil acesso. O corpo de Ramiro foi encontrado e deve ser liberado após a perícia.

Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o monomotor Cessna P210N, fabricado em 1980, estava registrado no nome do médico e tinha capacidade para cinco pessoas. A certificação de aeronavegabilidade estava regular, com validade até agosto de 2026.

Médico e pecuarista

Conforme apurado pela imprensa, Ramiro nasceu em Presidente Prudente (SP), mas sempre morou em Araçatuba. Ramiro era formado em medicina, mas nunca exerceu a profissão. Ele sempre trabalhou como agropecuarista.

Segundo o filho, Flavio Matos, Ramiro era piloto experiente e tinha todas as documentações regulares para praticar a atividade.

Ele tinha uma fazenda em Santo Antônio do Aracanguá (SP), na região noroeste paulista, e outras duas, uma no Mato Grosso do Sul e outra em Mato Grosso.

Médico ortopedista morreu em queda de avião. — Foto: Redes sociais/Reprodução

Médico ortopedista morreu em queda de avião. — Foto: Redes sociais/Reprodução

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Avião com 500 kg de cocaína é interceptado em pista clandestina de MT; vídeo

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Um homem de 39 anos foi preso após a Polícia Federal apreender cerca de 500 quilos de cocaína dentro de um avião que estava prestes a decolar em uma pista clandestina de Sinop, a 503 km de Cuiabá, nesta terça-feira (3).

De acordo com a Polícia Federal, a aeronave já estava com os motores ligados quando foi interceptada pelas equipes, que impediram a decolagem e encontraram a droga. A ação contou com o apoio do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar.

Durante buscas em uma área de mata próxima à pista, os policiais localizaram e prenderam um homem suspeito de participação no crime.

Segundo a PF, a operação foi resultado do compartilhamento de informações entre as forças de segurança, que identificaram a movimentação suspeita da aeronave e montaram uma ação integrada para interceptá-la.

O suspeito, a droga e o avião foram levados para a Delegacia da Polícia Federal em Sinop, onde o caso segue sob investigação. Todo o material apreendido ficará à disposição da Justiça.

VIDEO:

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Sojicultores MT têm até 15 de fevereiro para cadastrar área no Indea: é obrigatório

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Para o cadastramento, é preciso informar o total de área plantada, localização geográfica, a variedade cultivada dentre outras informações.

Para o cadastramento, é preciso informar o total de área plantada, localização geográfica, a variedade cultivada, dentre outras informações. Quem não se cadastrar, dentro do prazo legal, fica sujeito à aplicação de multa de 10 Unidades Padrão Fiscal (UPFs), cujo valor em janeiro está R$ 2.543,60.

Na safra 2024/2025, foram cadastradas 16.319 unidades de produção de soja, o que corresponde a 8.993 produtores de soja que totalizaram mais de 11,3 milhões de hectares de área plantada. Esses dados são publicamente disponibilizados ao cidadão por meio do link “Áreas de Plantio por Safra”.

Já estão cadastradas junto ao Indea um total de 8.175 Unidades de Produção, o que corresponde a aproximadamente sete milhões de hectares já declarados por 4.697 sojicultores.

O cadastro é fundamental para o planejamento das ações de defesa sanitária vegetal, prevenindo e controlando pragas, com a ferrugem asiática.

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Frete de grãos sobe em MT com avanço da colheita da soja e menor oferta de caminhões

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O avanço da safra 2025/26 de soja em Mato Grosso já começa a refletir diretamente no bolso do produtor e na dinâmica do agronegócio estadual. Na última semana, os fretes rodoviários de grãos registraram alta na maioria das rotas monitoradas, cenário típico de períodos de pico de escoamento, quando a demanda por transporte cresce mais rápido que a disponibilidade de caminhões.

Entre as rotas com maior movimentação, o trajeto entre Diamantino e Rondonópolis apresentou cotação média de R$ 173,21 por tonelada, avanço de 5,97%. Já o transporte entre Canarana e Barcarena (PA) registrou média de R$ 410,00 por tonelada, com alta de 2,50%. O movimento reforça a tendência histórica do primeiro trimestre, quando a logística fica mais pressionada pelo fluxo intenso da produção agrícola.

Safra cheia pressiona logística e encarece transporte

O aumento dos fretes ocorre em um contexto já esperado pelo setor. Relatórios logísticos apontam que grandes colheitas em Mato Grosso costumam inflacionar o mercado de transporte rodoviário, especialmente no início do ano, período em que o volume de grãos disponível cresce rapidamente e exige maior capacidade logística para escoamento.

Na prática, a equação é simples: mais soja disponível significa mais caminhões necessários. Quando a oferta de transporte não acompanha esse crescimento, os valores sobem. Esse cenário ganha ainda mais força em anos de produção robusta, como o atual ciclo agrícola.

Disputa por caminhões e gargalos mantêm pressão

Outro fator que sustenta a valorização dos fretes é a menor disponibilidade de veículos no mercado spot. Com parte da frota já comprometida com contratos e rotas fixas, sobra menos capacidade para atender demandas pontuais de transporte, elevando naturalmente os preços.

Além disso, questões logísticas regionais também influenciam o mercado. Episódios recentes que afetam corredores de exportação, como bloqueios ou limitações operacionais em rotas estratégicas do Norte, podem impactar indiretamente o fluxo e a organização do transporte de grãos no país.

Impacto direto no custo de produção e comercialização

Para o produtor, o frete é um dos principais componentes do custo final da produção. Em momentos de alta logística, a margem pode ser pressionada, especialmente para quem depende de rotas mais longas até portos exportadores.

Por outro lado, em cenários de forte demanda internacional e preços firmes das commodities, parte desse aumento pode ser absorvido pela valorização do produto, equilibrando o impacto no resultado final da safra.

Tendência segue atrelada ao ritmo da colheita

A expectativa do mercado é que o comportamento dos fretes continue diretamente ligado ao ritmo da colheita e ao volume efetivamente disponível para escoamento nas próximas semanas. Caso o fluxo da safra se intensifique e a oferta de caminhões permaneça limitada, o mercado pode seguir operando em patamares elevados no curto prazo.

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