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5 de maio de 2026

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Inadimplência atinge mais de 1,1 milhão de pessoa em MT e dívidas passam de R$ 6 bilhões

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O número de inadimplentes em Mato Grosso continua em alta. Os dados do Serviço de Proteção ao Crédito do Brasil (SPC Brasil) confirmam este panorama econômico, revelando que, em agosto, o número de indivíduos endividados em Mato Grosso chegou a 1,144 milhão. Isso representa quase 44% da população mato-grossense, uma realidade que reflete o cenário de crescimento da inadimplência não apenas no estado, mas em todo o país.

De acordo com os dados, houve um crescimento de 6,98% se a comparação for feita com o mesmo período de 2024. O estado acompanhou a tendência do Centro-Oeste (+9,10%) e do Brasil (+9,20%). Já se a comparação for feita com o mês passado, o número de inadimplentes no estado teve um aumento de 0,14%, o que adicionou 1.600 pessoas à lista de devedores.

A dica do presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá), Junior Macagnan, é para que as pessoas procurem negociar as dívidas. “Mais que isso, procure um profissional que vá ajudá-lo a organizar suas finanças, quitar as dívidas e planejar a vida financeira”, enfatizou.

O especialista neste assunto, Sérgio Sarro, acrescentou que basta fazer uma lista de despesas e do que ganha. “Olhar para estes dois dados já ajuda muito a pessoa a ter uma noção de como está sua vida financeira”.

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Perfil – de acordo com os dados do SPC Brasil, analisados pelo setor de Inteligência da CDL Cuiabá, o devedor mato-grossense tem idade média de 43,6 anos, e os homens são a maioria, representando 53,74% do total. A faixa etária com a maior concentração de inadimplentes é a de 30 a 39 anos, com 26,91% do total. Em seguida, aparecem os grupos de 40 a 49 anos (22,34%) e 50 a 64 anos (19,20%).

Em média, cada devedor mato-grossense tem um débito de R$ 5.459,41. Somando todas as dívidas, o montante total chega a R$ 6,246 bilhões. As dívidas com bancos são as que mais pesam no orçamento, representando 53,13% do total em agosto de 2025. Enquanto isso, a participação das dívidas com o comércio, água, luz e comunicação diminuiu em relação a agosto de 2024.

Com um número médio de 2,308 dívidas por pessoa, o total de débitos em atraso em Mato Grosso é de 2,640 milhões. O tempo médio de atraso é de 2,3 anos, e, para 37,72% dos devedores, o período de inadimplência varia entre 1 e 3 anos

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Seduc e TRE-MT mobilizam estudantes para emissão de título até esta quarta (06)

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Parceria facilita transporte e biometria para jovens de 16 e 17 anos; em Mato Grosso, apenas 28% dessa faixa etária já possui o documento

Estudantes de 16 e 17 anos da Rede Estadual de Mato Grosso estão sendo mobilizados, a partir de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a emitir o primeiro título eleitoral. O prazo para a emissão ou regularização do registro eleitoral termina nesta quarta-feira (6.5).

A iniciativa faz parte de uma ação nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com o Unicef, e que foi reforçada no Estado por meio de acordo firmado entre o TRE e a Seduc. A proposta é facilitar o acesso dos estudantes ao alistamento eleitoral e ampliar a participação dos jovens nas eleições de outubro.

Pela parceria, a Justiça Eleitoral organiza o atendimento, disponibiliza equipamentos para a coleta biométrica e a emissão de títulos, além de alinhar os cronogramas com as escolas. A Seduc fica responsável por viabilizar o transporte e acompanhar a ida dos estudantes aos locais de atendimento, conforme solicitação das unidades escolares.

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Em Mato Grosso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com o cadastramento eleitoral, indicam que apenas 28% dos jovens dessa faixa etária possuem título de eleitor. Outros 72% ainda não exercem esse direito por falta do documento.

Nas escolas, o tema também é abordado em uma trilha pedagógica voltada à consciência eleitoral. A metodologia inclui atividades com jogos, desafios, vídeos, conteúdos educativos, materiais gráficos e digitais. A linguagem foi concebida para dialogar com os estudantes e inclui materiais visuais, como gibis, voltados também a alunos neurodivergentes.

Para muitos jovens, a mobilização ajudou a tornar mais simples um processo que parecia distante. Aos 17 anos, o estudante Júlio Gabriel Badaró decidiu tirar o título após conversar com colegas e professores.

“Eu achava que era uma coisa complicada, que a gente só ia fazer quando ficasse mais velho. Quando explicaram na escola, vi que também é uma responsabilidade nossa. A gente reclama de muita coisa, mas também precisa participar”, afirmou.

A estudante Geanny Eduarda Ferreira, de 15 anos, disse que a ação esclareceu dúvidas comuns entre os adolescentes, como a idade mínima, o prazo para cadastro e os documentos necessários.

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“Eu não sabia direito como funcionava. Tinha dúvidas sobre a idade, o prazo e o documento. Quando a escola trouxe a informação, ficou mais fácil. Não foi só mandar a gente tirar o título. Explicaram por que isso importa”, contou.

Para o estudante Henzo Matheus Cunha, de 17 anos, falar sobre o título de eleitor na escola ajuda os jovens a perceber que a política também aparece em situações do dia a dia.

“Às vezes, a gente pensa que a política está longe, mas ela aparece na escola, no transporte, na merenda, nos projetos. Tirar o título é um jeito de começar a prestar atenção. Eu gostei porque a escola não tratou a gente como criança”, disse.

Segundo dados do TSE, o Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes de 16 e 17 anos. Até fevereiro, quase 1,8 milhão de jovens de 15, 16 e 17 anos já haviam obtido o título de eleitor. De acordo com a Justiça Eleitoral, o número corresponde a cerca de dois em cada dez adolescentes aptos ao cadastramento. Adolescentes de 15 anos também podem solicitar o título. No entanto, só poderão votar nas eleições deste ano se completarem 16 anos até 4 de outubro.

Para a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, a mobilização abre espaço para que os estudantes compreendam, desde cedo, que também têm voz nas decisões que afetam suas comunidades.

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“Quando o jovem tira o título de eleitor, ele começa a ocupar um lugar que também é dele. A escola tem o papel de abrir caminhos, explicar, esclarecer dúvidas e mostrar que a participação não é um assunto distante. O estudante precisa saber que sua voz conta e que ele pode ajudar a decidir o futuro da sua cidade, do seu Estado e do país”, concluiu.

 

Com AssessoriaEstudantes de 16 e 17 anos da Rede Estadual de Mato Grosso estão sendo mobilizados, a partir de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a emitir o primeiro título eleitoral. O prazo para a emissão ou regularização do registro eleitoral termina nesta quarta-feira (6.5).

A iniciativa faz parte de uma ação nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com o Unicef, e que foi reforçada no Estado por meio de acordo firmado entre o TRE e a Seduc. A proposta é facilitar o acesso dos estudantes ao alistamento eleitoral e ampliar a participação dos jovens nas eleições de outubro.

Pela parceria, a Justiça Eleitoral organiza o atendimento, disponibiliza equipamentos para a coleta biométrica e a emissão de títulos, além de alinhar os cronogramas com as escolas. A Seduc fica responsável por viabilizar o transporte e acompanhar a ida dos estudantes aos locais de atendimento, conforme solicitação das unidades escolares.

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Em Mato Grosso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com o cadastramento eleitoral, indicam que apenas 28% dos jovens dessa faixa etária possuem título de eleitor. Outros 72% ainda não exercem esse direito por falta do documento.

Nas escolas, o tema também é abordado em uma trilha pedagógica voltada à consciência eleitoral. A metodologia inclui atividades com jogos, desafios, vídeos, conteúdos educativos, materiais gráficos e digitais. A linguagem foi concebida para dialogar com os estudantes e inclui materiais visuais, como gibis, voltados também a alunos neurodivergentes.

Para muitos jovens, a mobilização ajudou a tornar mais simples um processo que parecia distante. Aos 17 anos, o estudante Júlio Gabriel Badaró decidiu tirar o título após conversar com colegas e professores.

“Eu achava que era uma coisa complicada, que a gente só ia fazer quando ficasse mais velho. Quando explicaram na escola, vi que também é uma responsabilidade nossa. A gente reclama de muita coisa, mas também precisa participar”, afirmou.

A estudante Geanny Eduarda Ferreira, de 15 anos, disse que a ação esclareceu dúvidas comuns entre os adolescentes, como a idade mínima, o prazo para cadastro e os documentos necessários.

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“Eu não sabia direito como funcionava. Tinha dúvidas sobre a idade, o prazo e o documento. Quando a escola trouxe a informação, ficou mais fácil. Não foi só mandar a gente tirar o título. Explicaram por que isso importa”, contou.

Para o estudante Henzo Matheus Cunha, de 17 anos, falar sobre o título de eleitor na escola ajuda os jovens a perceber que a política também aparece em situações do dia a dia.

“Às vezes, a gente pensa que a política está longe, mas ela aparece na escola, no transporte, na merenda, nos projetos. Tirar o título é um jeito de começar a prestar atenção. Eu gostei porque a escola não tratou a gente como criança”, disse.

Segundo dados do TSE, o Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes de 16 e 17 anos. Até fevereiro, quase 1,8 milhão de jovens de 15, 16 e 17 anos já haviam obtido o título de eleitor. De acordo com a Justiça Eleitoral, o número corresponde a cerca de dois em cada dez adolescentes aptos ao cadastramento. Adolescentes de 15 anos também podem solicitar o título. No entanto, só poderão votar nas eleições deste ano se completarem 16 anos até 4 de outubro.

Para a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, a mobilização abre espaço para que os estudantes compreendam, desde cedo, que também têm voz nas decisões que afetam suas comunidades.

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“Quando o jovem tira o título de eleitor, ele começa a ocupar um lugar que também é dele. A escola tem o papel de abrir caminhos, explicar, esclarecer dúvidas e mostrar que a participação não é um assunto distante. O estudante precisa saber que sua voz conta e que ele pode ajudar a decidir o futuro da sua cidade, do seu Estado e do país”, concluiu.

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Cuiabá terá “bolsa aluguel” de R$ 700 para famílias em risco social

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A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, nesta terça-feira (5), em segunda votação, o projeto de lei que cria o “Auxílio Aluguel Social”, destinado a famílias em situação de vulnerabilidade. A proposta, encaminhada pelo prefeito Abílio Brunini (PL) por meio da Mensagem nº 19/2026, recebeu aprovação unânime dos vereadores presentes.

O benefício prevê o pagamento mensal de R$ 700 por família, por meio de transferência bancária. Inicialmente, o programa atenderá até 700 famílias, limite definido conforme a capacidade orçamentária da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência.

De caráter temporário, o auxílio terá duração inicial de até seis meses, podendo ser prorrogado por igual período, com limite máximo de 24 meses. Caberá ao beneficiário escolher o imóvel, negociar o valor do aluguel e efetuar o pagamento diretamente ao proprietário. Custos como água, energia elétrica, IPTU e condomínio não serão cobertos pelo programa.

Para ter acesso, será necessário passar por avaliação socioeconômica realizada por equipes do CRAS ou CREAS, além de possuir cadastro atualizado no CadÚnico e comprovar residência em Cuiabá há pelo menos seis meses. O texto prevê prioridade para famílias com crianças, idosos, pessoas com deficiência, gestantes, além de vítimas de violência doméstica, pessoas em situação de risco, desastres ou que tiveram imóveis interditados.

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A Secretaria de Assistência Social afirma que a medida busca garantir condições mínimas de sobrevivência em casos de perda ou interrupção de moradia. Após a aprovação no Legislativo, o projeto segue para sanção do prefeito.

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Show das Águas retoma apresentações de terça a domingo no Parque das Águas

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Após três anos desativado, maior sistema de água dançante do Brasil volta a operar em fase de testes com novos horários

Show das Águas passa a ter apresentações de terça a domingo no Parque das Águas

Após mais de três anos sem funcionamento regular, o tradicional Show das Águas, no Parque das Águas, avança em sua fase de testes operacionais e passa a contar com apresentações de terça a domingo, além de novos horários para o público cuiabano. A retomada integra a programação comemorativa dos 307 anos de Cuiabá e marca uma nova etapa de funcionamento, com ativação gradual dos equipamentos.

Atualmente, a fonte opera de terça a domingo dentro da programação especial. No período da manhã, das 6h30 às 9h, funciona como chafariz, contribuindo para o conforto térmico e a umidade do ambiente, especialmente para quem utiliza o parque nas primeiras horas do dia. Já no período da tarde e da noite, o funcionamento começa às 17h, também como chafariz, e, a partir das 18h30, tem início o espetáculo com coreografias de água e iluminação.

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Nesta fase, o sistema já conta com cinco caixas em operação, com previsão de ampliação nos próximos dias. Os equipamentos de iluminação em LED já estão disponíveis e serão incorporados gradualmente, permitindo a evolução dos efeitos visuais e da experiência do público.

Mesmo em fase de testes, o Show das Águas já voltou a atrair grande público, consolidando novamente o Parque das Águas como um dos principais pontos de encontro da população.

Considerado o maior sistema de água dançante do Brasil, o Show das Águas possui uma plataforma de aproximadamente 70 metros de extensão, com jatos que podem alcançar até 30 metros de altura, aliando tecnologia, iluminação cênica e sincronização musical.

Entre as melhorias já implementadas está a instalação de um novo CLP (Controlador Lógico Programável), que permite maior controle das operações e a criação de coreografias mais elaboradas, além do uso de inversores de frequência, que garantem maior precisão nos movimentos da água.

A administração do espaço é de responsabilidade da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos, que coordenou todo o processo de revitalização.

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O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, reforçou o trabalho técnico e a continuidade dos ajustes.

“Realizamos uma força-tarefa completa, com revisão de toda a parte hidráulica, elétrica e estrutural. Neste momento, seguimos com os testes e com a ampliação gradual dos equipamentos, o que permitirá que o show opere com ainda mais qualidade, tecnologia e segurança para a população”, pontuou.

Os testes operacionais seguem ao longo do mês, com atuação de equipes técnicas especializadas. A expectativa é de que, com a chegada e a instalação dos novos equipamentos, o sistema atinja 100% da capacidade, oferecendo um espetáculo ainda mais completo, moderno e imersivo.

Enquanto isso, a fonte segue ativa de terça a domingo dentro da programação especial, reforçando o Parque das Águas como um dos principais polos de lazer, cultura e convivência em Cuiabá.

Com Assessoria 

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