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9 de maio de 2026

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Rota do café transforma produtores em anfitriões e atrai turistas no ES; conheça 10 experiências

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Foto: Renata Silva/Embrapa

A tradição cafeeira do município capixaba de Muniz Freire vem ganhando um novo significado com a consolidação da Rota Cafés de Muniz Freire, iniciativa que conecta a produção de cafés especiais ao turismo de experiência no Caparaó, região montanhosa do Espírito Santo. Mais do que apresentar o café como produto, a proposta valoriza o modo de vida no campo e convida moradores e visitantes a mergulharem na cultura, nos sabores e nas paisagens que fazem parte da identidade local.

A rota reúne dez experiências turísticas estruturadas para aproximar o público do universo dos cafés especiais e, ao mesmo tempo, fortalecer pequenos negócios rurais. O projeto articula produção, hospitalidade, gastronomia e natureza em um mesmo percurso, criando novas possibilidades de renda para quem vive da cafeicultura e ampliando o valor agregado do que é produzido nas propriedades.

Construída a partir da atuação conjunta do poder público municipal, do Sebrae-ES, da Cresol Fronteiras e da OCB-ES, a iniciativa reflete o amadurecimento de um território que vem se destacando pela qualidade dos cafés e pela organização dos empreendedores locais.

O trabalho desenvolvido com os produtores contribui não apenas para qualificar os negócios, mas também para transformar as propriedades em espaços preparados para receber visitantes e oferecer vivências ligadas ao campo.

Experiências no universo do café

Ao longo da rota, o visitante encontra experiências que vão muito além da degustação. O percurso inclui visitas a lavouras, estufas e terreiros, oficinas, colheitas simbólicas, harmonizações, trilhas, vivências sensoriais e contato direto com as histórias das famílias produtoras. É uma forma de compreender o caminho do café da lavoura à xícara, em uma imersão que une conhecimento, afeto e paisagem.

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Esse movimento também amplia os reflexos positivos sobre a economia local. Ao atrair pessoas interessadas em conhecer de perto a produção de cafés especiais, a rota ajuda a movimentar outros segmentos, como hospedagem, gastronomia, artesanato e comércio. Com isso, o turismo passa a funcionar como extensão da força produtiva do campo, gerando novas oportunidades e ampliando o tempo de permanência dos visitantes na região.

Rota Cafés de Muniz Freire – experiências turísticas

  1. Cafeteria Delícias do Caparaó – Sensorial Três Anas
    Degustação de cafés especiais em dois métodos de extração, acompanhada de
    chocolate, castanhas e queijos locais.
    Telefone: (28) 99988-8188
    Instagram: @delicias.do.caparao
  2. Louir Cafés Especiais
    Colheita simbólica, visitação à lavoura, estufa e terreiro, além de preparo de
    biscoitos caseiros para degustação com café especial.
    Telefone: (28) 98113-4704
    Instagram: @cafelouir
  3. Parque das Tilápias – Ecotilápia
    Experiência que une natureza e sustentabilidade na piscicultura, com trilhas até
    cachoeira, interação com peixes e degustação de receitas à base de tilápia.
    Telefone: (28) 99884-3821
    Instagram: @parquedastilapias
  4. Cafeteria Alto Fioresi
    Vivência ligada à tradição da família Fioresi, com percurso pela lavoura, estufa e
    terreiro, encerrando com degustação de receitas típicas no deck da cafeteria.
    Telefone: (28) 99984-8836
    Instagram: @cafealtofioresi
  5. Sítio Alto Cachoeira
    Experiência “Mestre de Torra por um dia”, com participação no processo de torra
    manual e degustação de cafés com diferentes perfis sensoriais.
    Telefone: (28) 99931-8028
    Instagram: @sitioaltocachoeira.cafe
  6. Sítio Alto Bom Destino
    Recepção com café de boas-vindas, trilha pelo cafezal e degustação de mel
    harmonizado com receitas caseiras.
    Telefone: (28) 99999-8128
    Instagram: @sitioaltobomdestino
  7. Sítio Vista Alegre e Café Pastore
    Mesa de café especial na recepção, trilhas por cachoeiras, pomares e lavouras, com degustação ao final da experiência.
    Telefone: (28) 99912-0721
    Instagram: @cafepastore
  8. Café Vale do Ipê
    Visitação ao ciclo completo do café, com degustações sensoriais e produtos locais.
    Telefones: (28) 99929-0565 / (28) 99944-2620
    Instagram: @cafeipemf
  9. Alto Ribeiro Cafés Especiais
    Participação no preparo do café especial harmonizado com mini pudins e
    orientações sobre aromas e técnicas.
    Telefone: (28) 99617-9427
    Instagram: @altoribeiro.cafesespeciais
  10. Sítio Figueiredo
    Visita à lavoura, beneficiamento do café especial e degustação guiada com foco nos cinco sentidos sensoriais.
    Telefones: (28) 99995-8810 / (28) 99943-4048
    Instagram: @sitio.figueiredo.menino.jesus

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Dia das Mães: após nascimento da filha, empresária encontrou no campo um novo propósito

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Foto: reprodução/Mercado&Cia

No campo, a maternidade também transforma trajetórias. No Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, a história da produtora rural e empresária Miriam Santiago Krindges reúne coragem, mudança de vida e valorização das origens em uma propriedade que une vinho, cultura e turismo.

Advogada de formação, Miriam Santiago deixou a carreira na cidade para se dedicar à vida no campo ao lado do marido, Irani, descendente de alemães. A decisão ganhou ainda mais força após o nascimento da filha, Dandara, que motivou a produtora a buscar uma rotina mais próxima da família e da criação da criança.

Hoje, a pequena propriedade localizada em Poço das Antas, no Vale do Taquari, produz uvas e outras frutas utilizadas na fabricação artesanal de bebidas. O espaço também se tornou referência em experiências ligadas ao vinho e ao afroturismo, promovendo atividades culturais como rodas de samba e eventos gastronômicos.

Segundo Miriam Santiago, o empreendedorismo surgiu de forma gradual, a partir da necessidade de agregar valor à produção da família. Para isso, ela buscou qualificação em cursos voltados ao turismo e ao desenvolvimento do negócio.

“Eu precisei me qualificar. Entrei num programa para acelerar o turismo e comecei a fazer cursos. Conforme fomos empreendendo, eu fui sentindo a necessidade do mercado. Já fazíamos vinho de forma artesanal e eu criei uma experiência ligada ao vinho para agregar valor ao que produzíamos”, conta Miriam Santiago.

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Amor de mãe e filha

Paulista, Miriam Santiago construiu a família no Rio Grande do Sul ao lado do marido, Irani, descendente de alemães. Desse amor nasceu Dandara, filha do casal e principal inspiração para a mudança de vida da empreendedora.

“Eu acredito que a maternidade tem um poder muito transformador na vida da mulher. E depois que a minha filha nasceu, eu queria estar próxima a ela, acompanhar o crescimento dela”, conta Miriam Santiago.

Segundo ela, foi a maternidade que levou Miriam Santiago a trocar a carreira na cidade pela rotina no campo. “Trabalhando na propriedade junto com o meu marido, eu entendia que eu estaria mais próxima da minha filha e poderia acompanhar o crescimento dela”, destaca.

A troca entre mãe e filha que também envolve o campo. Esse amor é ensinado no dia a dia, nas brincadeiras e no contato com a terra.

Referência

Hoje, além da produção de uvas e outras frutas utilizadas na fabricação das bebidas, a família também se tornou referência em iniciativas voltadas ao afroturismo, com visitas na propriedade e atividades culturais como a pisa e rodas de samba.

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A empresária, que já levou o projeto da vinícola para fora do país, diz que o maior aprendizado está justamente em construir exemplos para o futuro da filha, mostrando que dedicação, identidade cultural e afeto também fazem parte da vida no campo.

“Eu acho que passar esses valores de trabalho, de honestidade, de fazer as coisas corretamente e de que é importante a gente manter as nossas raízes, as nossas origens. A nossa dedicação é um exemplo para os nossos filhos de como a gente sempre faz tudo pensando no que é melhor para eles e no futuro deles”, completa Miriam Santiago.

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Pesquisa inédita avalia adaptação do lúpulo às condições da região serrana do Espírito Santo

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Foto: Wenderson Araujo/Trilux/CNA

O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) está desenvolvendo um projeto inédito de pesquisa com cultivo de lúpulo, uma das principais matérias-primas das cervejas, no Espírito Santo.

Implantado na Fazenda Experimental Mendes da Fonseca, do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Serrano (CPDI Serrano), em Domingos Martins, o estudo busca avaliar o desempenho agronômico, fitoquímico e fitossanitário de variedades da planta cultivadas em condições de altitude na região serrana capixaba.

Coordenado pela pesquisadora do Incaper Alessandra de Lima Machado, o projeto teve início em outubro de 2025 e representa o primeiro experimento científico conduzido pela instituição com a cultura no estado.

Estão sendo avaliadas, inicialmente, as variedades Cascade, Comet e Chinook, conhecidas pelo uso frequente na produção de cervejas artesanais devido às características de aroma e amargor.

“O principal objetivo do projeto é identificar variedades de lúpulo mais adaptadas às condições de clima e solo do Espírito Santo, além de gerar informações técnicas sobre manejo, produtividade, fitossanidade e qualidade química”, explica.

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O lúpulo é uma planta perene estratégica para a cadeia produtiva da cerveja. Suas flores femininas, chamadas cones, concentram glândulas de lupulina, estruturas ricas em compostos bioativos, como alfa e beta-ácidos e óleos essenciais, responsáveis pelo aroma, sabor, amargor e estabilidade da bebida.

Cenário nacional

Apesar de o Brasil ocupar posição de destaque na produção mundial de cerveja, praticamente todo o lúpulo utilizado pela indústria nacional ainda é importado. Esse cenário tem impulsionado pesquisas voltadas à adaptação da cultura às condições brasileiras, especialmente em regiões de clima tropical e subtropical.

“O cultivo de lúpulo no Brasil ainda é relativamente recente e existem muitos desafios relacionados ao manejo da cultura em condições tropicais, principalmente em relação ao fotoperíodo e à suplementação luminosa. Por isso, é importante desenvolver pesquisas adaptadas à realidade de cada região”, destaca a pesquisadora.

Segundo Alessandra de Lima Machado, o crescimento do mercado de cervejas artesanais e o interesse de produtores rurais motivaram o desenvolvimento do estudo no Espírito Santo.

“O estado tem um setor cervejeiro bastante dinâmico e é o terceiro em número de cervejarias artesanais por habitante do país. Isso cria uma demanda importante por matérias-primas e abre oportunidades para diversificação da produção agrícola”, afirma.

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Alternativa

Além do potencial de abastecimento da cadeia cervejeira, o lúpulo também se apresenta como alternativa promissora para a agricultura familiar e para iniciativas ligadas ao agroturismo.

“É uma cultura de alto valor agregado, que pode ser cultivada em pequenas áreas e que, em condições adequadas, pode apresentar mais de uma safra por ano. Isso permite otimizar o uso da propriedade e criar novas possibilidades de geração de renda no meio rural”, observa Alessandra.

O cultivo do lúpulo também chama atenção pela estrutura característica da lavoura. Por ser uma planta trepadeira, a cultura necessita de sistemas de condução com treliças ou caramanchões que podem atingir entre cinco e sete metros de altura, formando corredores verdes semelhantes a vinhedos verticais, um aspecto que também favorece experiências ligadas ao turismo rural.

Experimento

No experimento conduzido pelo Incaper, é utilizado o sistema de condução em “V”, que favorece a entrada de luz solar e a circulação de ar entre as plantas, contribuindo para maior produtividade e redução da incidência de doenças. A estrutura também organiza o crescimento da cultura e facilita o manejo e a colheita dos cones.

As pesquisas avaliam tanto o desenvolvimento das plantas em campo quanto a qualidade química dos cones produzidos. Entre os aspectos estudados estão produtividade, manejo nutricional, fitossanidade, poda, adaptação das variedades e composição química relacionada à produção cervejeira.

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As análises laboratoriais são realizadas em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes) – Campus Venda Nova do Imigrante. O projeto também conta com apoio da Biohope, da Brazuca Lúpulos e de pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

“A ideia é gerar conhecimento técnico que possa reduzir riscos para os produtores interessados na cultura e contribuir para a construção de uma cadeia produtiva do lúpulo no Espírito Santo”, destaca a pesquisadora.

Expectativa

A expectativa é que os resultados obtidos futuramente contribuam para fortalecer a produção rural, estimular o turismo de experiência ligado às cervejarias artesanais e impulsionar o desenvolvimento de produtos com identidade regional.

“Existe um potencial muito interessante para integrar produção agrícola, cerveja artesanal e agroturismo. No futuro, isso pode até contribuir para o desenvolvimento de cervejas associadas ao terroir capixaba”, pontua Alessandra de Lima Machado.

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Explosão de moscas-das-frutas ameaça pomares no Distrito Federal

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Foto: Embrapa

O Distrito Federal vive um paradoxo fitossanitário que pode frear uma das mais promissoras e atuais fronteiras da fruticultura brasileira. Se, por um lado, a vigilância rigorosa confirma que o DF é uma “área livre” de temidas pragas quarentenárias, como a mosca-da-carambola, por outro, os pomares locais enfrentam uma explosão populacional de espécies nativas e a chegada de uma nova invasora agressiva, a Drosophila suzukii.

O cenário é crítico para culturas sensíveis e de alto valor agregado, como o mirtilo, que corre o risco de se tornar economicamente inviável na região antes mesmo de consolidar sua recente expansão no Cerrado brasileiro.

O alerta é resultado de um projeto de pesquisa e de monitoramento iniciado em 2023 pelos pesquisadores Elisângela Fidelis e Marcelo Lopes, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em parceria estratégica com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri).

Os dados levantados por Fidelis e Lopes revelam que a infestação atual é seis vezes superior ao limite tolerável para o mercado comercial, criando uma barreira invisível para a exportação e prejuízos para o produtor.

Medição do perigo

A ciência utiliza uma métrica rigorosa para medir o perigo nos pomares: o índice Mosca/Armadilha/Dia (MAD). Trata-se de um indicativo técnico que determina o momento exato em que o produtor precisa intervir. Para que uma produção seja considerada segura, lucrativa e de alta qualidade, o índice deve permanecer abaixo de 0,5 moscas capturadas por dia em cada armadilha.

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Entretanto, o levantamento da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em cultivos de goiaba do Distrito Federal encontrou números alarmantes chegando a 2,5 e 3,0 moscas capturadas por dia em cada armadilha. “A diversidade de espécies não aumentou drasticamente desde a década de 1990, mas a quantidade de indivíduos cresceu muito”, afirma Marcelo Lopes.

Esse excedente populacional gera um ciclo vicioso de destruição. As fêmeas depositam os ovos dentro dos frutos, as larvas crescem consumindo a polpa e provocam a queda prematura da produção.

“Se o produtor deixa a fruta no chão, ele está mantendo um berçário para a praga. O fruto cai, a larva sai dele, entra no solo para virar pupa e depois emerge como uma nova mosca pronta para atacar o restante da plantação”, detalha Lopes.

Barreiras internacionais e a “área livre”

Além do prejuízo direto na colheita, a superpopulação de moscas é o principal entrave à produção local chegar a mercados fora do DF, inclusive para produtores de maior porte que pretendem chegar a compradores de fora do Brasil.

Isso porque países da União Europeia, Estados Unidos, China e Japão impõem restrições severas à importação de frutas oriundas de áreas com alta infestação. O temor desses países é que os frutos levem larvas “escondidas” que, ao chegarem ao destino, possam infestar seus próprios territórios.

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Apesar desse desafio interno, a pesquisadora Elisângela Fidelis aponta um dado que é um positivo e estratégico para o país: o Distrito Federal permanece livre de pragas quarentenárias, como a mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae) e a mosca-oriental (Bactrocera dorsalis).

Atualmente, a mosca-da-carambola está restrita a estados do Norte, como Amapá, Amazonas, Pará e Roraima, sob um rígido programa de erradicação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

“O trânsito de pessoas e mercadorias em áreas urbanas é o maior risco para a introdução dessas pragas no Distrito Federal”, alerta Elisângela. Ela explica que o transporte informal de frutas em bagagens de viajantes é a principal via de dispersão. Uma única fruta infestada trazida de uma viagem pode destruir o status sanitário de toda uma região produtora em poucos dias.

Potencial da praga

A grande novidade negativa para a fruticultura do Cerrado é a detecção da Drosophila suzukii. Diferente das moscas-das-frutas comuns, que geralmente atacam frutos já feridos, podres ou caídos, esta espécie possui uma característica devastadora: ela consegue perfurar a casca de frutas intactas e de pele fina enquanto elas ainda estão no pé.

“Diferente das outras moscas que conhecemos, a suzukii consegue perfurar a casca de frutos perfeitamente sadios”, explica o pesquisador Marcelo Lopes. Segundo ele, a entrada dessa espécie exige uma mudança drástica de postura.

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Os pesquisadores contam que o mirtilo e o morango são apostas de diversificação para o pequeno e médio produtor do Distrito Federal e entorno. Eles enfatizam que, sem um controle rigoroso, o valor comercial dessas frutas pode ser reduzido a zero, já que a presença de uma única larva inviabiliza a venda para grandes redes e mercados externos.

Monitoramento

Para manter o monitoramento em dia e garantir a detecção precoce de qualquer invasora, os pesquisadores instalaram armadilhas em pontos estratégicos de circulação, como as Centrais de Abastecimento (Ceasa), feiras permanentes e propriedades rurais.

Estas armadilhas contêm substâncias que atraem os machos das espécies para uma base colante, permitindo que os cientistas identifiquem rapidamente o que está circulando no ambiente.

Vigilância constante

Elisangela Fidelis e Marcelo Lopes são enfáticos: a consolidação dos dados levantados no projeto de monitoramento das moscas-das-frutas é como um alerta às autoridades, produtores e à própria sociedade. Segundo os pesquisadores, é possível reduzir os índices de infestação para que o polo de fruticultura do Distrito Federal não seja apenas produtivo, mas também competitivo em nível global.

Com a aplicação correta das técnicas de manejo e a vigilância constante, o Distrito Federal tem o potencial de superar a crise das moscas-das-frutas e se tornar uma referência na produção de frutas finas para o Brasil e para o mundo.

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