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Sustentabilidade

Soja segue em alta em Chicago; números do USDA ampliaram ganhos

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A soja segue em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira (13). Segundo a consultoria Safras & Mercado, o movimento é sustentado pelo impulso do relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que apresentou números abaixo das projeções do mercado. A desvalorização do dólar frente a outras moedas reforça o cenário positivo.

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Soja estimada pelo USDA

O USDA estimou a produção norte-americana em 4,292 bilhões de bushels (116,8 milhões de toneladas), recuo em relação aos 4,335 bilhões indicados no mês anterior e abaixo da expectativa de 4,371 bilhões. A área plantada também foi revisada para baixo, passando de 83,4 milhões de acres em julho para 80,9 milhões.

Os estoques finais projetados para 2025/26 caíram para 290 milhões de bushels (7,89 milhões de toneladas), frente aos 310 milhões do relatório anterior e muito abaixo dos 351 milhões esperados pelo mercado. No cenário global, os estoques foram estimados em 124,9 milhões de toneladas, contra 127,9 milhões previstos pelos analistas.

Na CBOT, os contratos para novembro são negociados a US$ 10,42 3/4 por bushel, ganho de 10,00 centavos (0,96%). Já os contratos para janeiro de 2026 avançam 9,50 centavos (0,90%), a US$ 10,60 1/4 por bushel.

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Sustentabilidade

Colheita de soja supera 70% no Brasil, enquanto milho registra perdas no PR, aponta AgRural

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Foto: Agência Marca Studio Criativo

A colheita de soja 2025/26 alcançou 75% da área cultivada no Brasil até 26 de março, ante 68% na semana anterior, mas ainda abaixo dos 82% registrados no mesmo período do ano passado, segundo a AgRural.

Os trabalhos se concentram no Rio Grande do Sul e na região do Matopiba, onde as chuvas recentes dificultaram o avanço das máquinas. No território gaúcho, no entanto, a precipitação tem efeito positivo sobre as lavouras que ainda estão em fase de enchimento de grãos.

Estimativa de soja

A AgRural elevou levemente sua estimativa para a produção de soja no Brasil, de 178 milhões para 178,4 milhões de toneladas. O ajuste reflete ganhos de produtividade em Estados como Mato Grosso, que compensaram as perdas registradas no Rio Grande do Sul em razão da estiagem.

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Milho

No milho, a safrinha 2026 entra na fase final de plantio no Centro-Sul do Brasil, mesmo com a janela ideal já encerrada em todas as regiões. Segundo levantamento da consultoria, 99% da área havia sido semeada até 26 de março, com o Paraná sendo o único estado ainda com trabalhos em andamento.

No norte paranaense, parte das áreas que não puderam ser plantadas com milho foi destinada ao cultivo de trigo e outras coberturas de inverno. Já no oeste, onde o plantio foi concluído no início de março, cresce a preocupação com o desenvolvimento das lavouras.

De acordo com a AgRural, apesar das chuvas recentes, a umidade do solo segue baixa, e produtores já relatam perdas consolidadas, especialmente em áreas que entraram na fase reprodutiva sob condições de estiagem e calor intenso.

Nas demais regiões do Centro-Sul, o cenário é mais favorável, com lavouras apresentando bom desenvolvimento, sustentadas pela regularidade das chuvas.

Diante desse quadro, a consultoria revisou para baixo a estimativa da produção total de milho do Brasil na safra 2025/26, considerando as três safras. A projeção foi reduzida de 136,2 milhões para 135,7 milhões de toneladas, refletindo principalmente a menor área da safrinha em regiões impactadas pelo atraso no plantio.

Segundo a AgRural, os dados de produtividade ainda seguem baseados em tendências e começarão a ser substituídos por levantamentos de campo a partir de abril.

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Sustentabilidade

Mercado de soja inicia semana cauteloso à espera de dados do USDA – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve ter uma segunda-feira (30) de pouca movimentação, em meio à expectativa pela divulgação do relatório de intenção de área nos Estados Unidos e a um cenário externo ainda volátil. Em Chicago, os agentes adotam postura de cautela antes dos números do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), enquanto os conflitos no Oriente Médio mantêm o risco de oscilações mais intensas nos preços. No mercado interno, o produtor avança com a colheita, mas segue seletivo nas vendas, aproveitando oportunidades pontuais, o que mantém os negócios em ritmo moderado.

Na sexta-feira (27), o mercado brasileiro de soja encerrou a semana com oscilações mistas nas cotações internas, refletindo a volatilidade em Chicago e no câmbio. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os melhores momentos de preços ocorreram pela manhã, quando a Bolsa de Chicago operava em alta.

Ao longo do dia, no entanto, o cenário mudou. Chicago passou a recuar, acompanhada pela queda do dólar, o que resultou em cotações mistas no mercado físico. “Depois disso, o mercado travou”, afirmou Silveira. Ele destacou que os agentes seguiram cautelosos, à espera de novos direcionadores. “Os players estavam aguardando os dados de intenção de plantio da nova safra nos Estados Unidos, que sairiam no dia 31”, explicou.

Na semana como um todo, houve algum avanço na comercialização, mas ainda em ritmo moderado. “Seguimos com negócios acontecendo, mas sem grande intensidade”, acrescentou o analista.

No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00, assim como em Santa Rosa (RS), de R$ 126,00 para R$ 125,00. Em Cascavel (PR), as cotações caíram de R$ 121,00 para R$ 120,00. Já em Rondonópolis (MT), os preços recuaram de R$ 110,00 para R$ 109,00, enquanto em Dourados (MS) avançaram de R$ 113,00 para R$ 114,00. Em Rio Verde (GO), a saca subiu de R$ 110,50 para R$ 111,00.

Nos portos, Paranaguá (PR) registrou queda de R$ 132,00 para R$ 131,00 por saca. Em Rio Grande (RS), as indicações recuaram de R$ 131,00 para R$ 130,00.

CHICAGO
  • A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com alta de 0,62% no contrato maio/26 do grão, cotado a US$ 11,66 1/2 por bushel.
  • O mercado é sustentado pela alta do petróleo, em meio à escalada do conflito envolvendo o Irã, além das preocupações com o clima seco em regiões produtoras dos Estados Unidos.
  • Na sexta-feira (27), a soja fechou em baixa, praticamente zerando os ganhos da semana. O mercado foi pressionado por realização de lucros, enquanto agentes avaliaram as novas diretrizes para o biodiesel nos Estados Unidos e se posicionaram antes do relatório de intenção de plantio do USDA.
CÂMBIO
  • O dólar comercial registra alta de 0,13%, a R$ 5,2451. O Dollar Index opera com recuo de -0,04%, a 100,282 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
  • As principais bolsas da Ásia operaram mistas. Tóquio, -2,79%. Xangai, +0,24%.
  • As bolsas da Europa operam em leve alta. Frankfurt, +0,39%. Londres, +0,85%.
  • O petróleo opera em alta. Maio de 2026 do WTI em NY: US$ 101,51 o barril (+1,87%).
AGENDA

Segunda-feira (30/03)

  • Alemanha: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de março será publicada às 9h pelo Destatis.
  • Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA, 12h.
  • Japão: A taxa de desemprego de fevereiro será publicada às 20h30 pelo departamento de estatísticas.
  • Japão: A leitura preliminar da produção industrial de fevereiro será publicada às 20h50 pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria.

Terça-feira (31/03)

  • Reino Unido: A leitura revisada do PIB do quarto trimestre será publicada às 3h pelo departamento de estatísticas.
  • Alemanha: A taxa de desemprego de fevereiro será publicada às 4h55 pelo Destatis.
  • Eurozona: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de março será publicada às 6h pelo Eurostat.
  • O IBGE divulga, às 9h, o Indice de Preços ao Produtor Indústrias extrativas e de transformação referente a fevereiro.
  • Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.
  • O Ministério do Trabalho divulga os dados de fevereiro do Caged. – Estoques trimestrais de soja, milho e trigo nos EUA USDA, 13h.
  • Relatório de intenção de plantio em 2026 para soja, milho, trigo e algodão nos EUA USDA, 13h.

Quarta-feira (1/04)

  • A empresa de alimentos Conagra Brands publica seus resultados trimestrais. – Eurozona: A taxa de desemprego de fevereiro será publicada às 6h pelo Eurostat.
  • EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 11h30 pela administração de informações de energia do governo dos Estados Unidos.

Quinta-feira (2/04)

  • O IBGE divulga, às 9h, a Produção Industrial Mensal referente a fevereiro. – Exportações semanais de grãos dos EUA USDA, 9h30.
  • EUA: O saldo da balança comercial de fevereiro será publicado às 9h30 pelo Departamento do Comércio.
  • Relatório de condições das lavouras da Argentina
  • Ministério da Agricultura, na parte da tarde.
  • Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas
  • Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.
  • Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

Sexta-feira (3/04)

  • Feriado – Sexta-feira Santa.
  • EUA: O número de empregos criados ou perdidos pela economia (payroll) e a taxa de desemprego de março serão publicados às 9h30 pelo Departamento do Trabalho.
  • Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Safras News



 

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Sustentabilidade

Etanol de milho ganha destaque e Mato Grosso se consolida como o maior produtor de biocombustível – MAIS SOJA

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Conhecido há muitos anos como segunda safra, o plantio do milho iniciou em Mato Grosso como alternativa para o aproveitamento do espaço após a colheita da soja e hoje já não é mais uma segunda opção. Assim como a soja, o milho se tornou uma das principais culturas semeadas no estado, com a produção de 55,43 milhões de toneladas na safra de 2024/25. Desta quantidade, mais de 13,9 milhões de toneladas foram destinadas à produção do etanol de milho, tornando Mato Grosso o maior produtor de biocombustível de milho. O etanol ganhou destaque no estado com a chegada das usinas nos principais municípios produtores.

Mato Grosso produziu mais de 5,6 bilhões de litros de etanol, se consolidando como o maior produtor do Brasil. Para movimentar todo o setor, a produção de biocombustível emprega mais de 147 mil pessoas em Mato Grosso e arrecadou mais de R$ 833,6 milhões de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2025, segundo os dados da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT). Todos esses números mostram a grandiosidade da cultura do milho para Mato Grosso, que se reflete nas cidades, como afirmou o vice-presidente Oeste da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Gilson Antunes de Melo.

“A industrialização é o principal vetor da economia, ela sustenta toda a economia do Estado. Então, quando você aumenta a indústria, você está aumentando a renda do Estado e isso reflete para a população com mais saúde, mais educação e mais estradas. Então, todo o grão que é industrializado aqui, ele gera valor agregado, isso fortalece toda a cadeia, não só da agricultura, mas também da sociedade em geral”, disse.

Gilson destaca que com o avanço da produção do etanol e com a maior disponibilidade do combustível no mercado, o valor final do produto pode ficar mais atrativo para os consumidores. Além do combustível, com o DDG (Dried Distillers Grains), que é a biomassa destinada à ração animal, o preço da carne também pode ficar mais econômico para a população, já que o produto fica disponível o ano todo.

Além da produção do biocombustível, em 2025, as usinas também produziram 2,2 bilhões de litros de biodiesel e 2,7 milhões de toneladas de DDG. Esses subprodutos são extraídos durante o processo de fabricação do etanol, aproveitando por completo a matéria-prima.

Com a chegada das usinas de etanol de milho, a demanda pelo grão cresceu e o ritmo deve aumentar nos próximos anos. Atualmente, há 12 usinas de etanol de milho em operação, outras 10 em construção e mais cinco sendo projetadas em Mato Grosso, como apontou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A delegada coordenadora do núcleo de Tapurah, Daiane Kirnev, afirmou que esse aumento na demanda incentiva o produtor rural.

“Houve um incentivo da produção de milho, afinal de contas, com mais mercados para a gente vender e com os valores um pouco melhor, isso acabou incentivando o produtor a aumentar o plantio de milho. Antes era uma coisa incerta por causa dos valores e tudo é oferta e demanda, quando tem mais demanda, acaba incentivando muito mais o produtor a plantar para que ele garanta os custos da produção”, afirmou.

Além de produzir, o agricultor de Tangará da Serra, Romeu Ciochetta, também investe no setor da indústria do etanol de milho. Ele contou que as indústrias de etanol trouxeram mais segurança para os produtores investirem no milho e ampliarem os quadros de colaboradores, pois com a aproximação das indústrias os produtores reduziram as preocupações com o escoamento do grão e conseguem comercializar o grão em todos os meses do ano.

Ciochetta afirmou que a vinda do mercado para Mato Grosso abriu novas oportunidades aos produtores e também empresários. A indústria de etanol movimenta, diretamente e indiretamente, uma grande cadeia de empregos e outras indústrias.

“Tudo isso é uma grande cadeia que se a gente analisar o início dessa operação, lá no plantio da muda de eucalipto, usado para aquecer as caldeiras das usinas, até a carne ser consumida ou etanol no tanque do veículo, é muita gente trabalhando, transportando e tudo isso sem derrubar nenhuma árvore, tudo isso sem impactar o meio ambiente”, afirma.

Ciochetta também destacou as práticas sustentáveis no setor do etanol e afirmou que a tendência do futuro é o combustível verde, proveniente de fontes renováveis como o milho. Hoje, mais de 20% do etanol utilizado no Brasil, já vem do milho e com as práticas sustentáveis e a preocupação com o futuro, o número deve aumentar e o mercado abrir novas oportunidades.

“As oportunidades são inúmeras, porque o mundo cada vez mais vai atrás e vai querer consumir combustível verde. Então, isso desde a aviação até os carros menores, enfim, é uma tendência e eu acredito muito nessas oportunidades. Então, o Brasil realmente está destinado ao sucesso, eu acredito muito nisso e vamos em frente”, contou.

Com o avanço das indústrias do etanol de milho em Mato Grosso, o estado, já líder na produção de milho, se consolida como o maior produtor do etanol de milho do país. Todo esse avanço econômico fomenta a produção local, representando mais empregos e infraestrutura para o interior do estado, refletindo nas práticas incentivadas pela Aprosoja MT.

Fonte: Aprosoja MT



 

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