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Sustentabilidade

Melhora em preços do milho no porto pode conter pressão doméstica – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de milho deve ter uma quinta-feira de negociações mais contundentes, tendo em vista que a alta do dólar frente ao real pode movimentar ainda mais os preços no porto. Com isso, a pressão doméstica deve ficar temporariamente contida, mesmo com o avanço da colheita da safrinha ocorrendo.

O mercado brasileiro de milho apresentou preços firmes nesta quarta-feira. Segundo o consultor de Safras & Mercado, Paulo Molinari, o mercado paralisou quedas no interior com a melhora nas cotações no porto. As colheitas da safrinha vão ocorrendo, mas as pressões mais fortes de venda parecem já ter ocorrido no centro-oeste.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 67,50/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 67,00/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 57,00/58,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 57,00/60,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 64,00/66,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 67,00/68,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 57,00/59,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 51,00/54,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 50,00/54,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com vencimento em setembro de 2025 operaram cotados a US$ 4,04 1/2 por bushel, baixa de 0,75 centavo, ou 0,18% em relação ao fechamento anterior.

* O mercado foi pressionado por um movimento de realização de lucros diante das últimas três sessões consecutivas de alta. A perspectiva de que haja uma ampla oferta global do cereal e a valorização do dólar frente a outras moedas também auxiliaram na queda das cotações.

* Ontem (16), os contratos com entrega em setembro de 2025 fecharam com alta de 0,99%, ou 4,00 centavos, cotados a US$ 4,05 1/4 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com avanço de 4,25 centavos, ou 1,01%, cotados a US$ 4,24 por bushel.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera em alta de 0,43%, cotado a R$ 5,5849. O Dollar Index registra desvalorização de 0,87% a 97,76 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam com preços baixos. Xangai, +0,37%. Japão, +0,60%.

* As principais bolsas na Europa operam com índices firmes. Paris, +1,01%. Frankfurt, +0,90%. Londres, +0,32%.

* O petróleo opera com preços mais altos. Agosto do WTI em NY: US$ 66,66 o barril (+0,42%)

AGENDA

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– EUA: A Pepsico divulga seu relatório de lucros referente ao último trimestre.

– Japão: A leitura do índice de preços ao consumidor de junho será publicada às 20h30 pelo departamento de estatísticas.

—–Sexta-feira (18/07)

– Alemanha: A leitura do índice de preços ao produtor de junho será publicada às 3h pelo departamento de estatísticas.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Pedro Carneiro / Safras News



 

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Sustentabilidade

Soja/BR: Colheira avança no país e chega à 11,4% da área total – MAIS SOJA

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Em MT, a colheita avança com intensidade e é favorecida pela ocorrência de períodos de tempo seco. As produtividades têm superado as estimativas iniciais. No RS, o calendário de plantio foi ampliado e a operação de plantio segue nas áreas colhidas de milho 1ª safra.

No PR, a colheita avança no oeste do estado. Em algumas regiões, o calor e a redução de precipitações afetam o potencial produtivo e aceleram o ciclo da soja. Em GO, a colheita das áreas de sequeiro acelera no sudoeste do estado, com produtividades variadas e relatos de grãos leves.

Há registros de perdas de qualidade de grão devido ao excesso de chuvas. Em MS, a restrição hídrica das lavouras em algumas áreas no sul do estado provoca redução do potencial produtivo. Nas demais regiões, o desenvolvimento da oleaginosa é considerado satisfatório.

Em MG, as lavouras continuam com bom desenvolvimento, mas o excesso de chuvas atrasa a colheita nas áreas irrigadas. Em SP, as chuvas frequentes favorecem o desenvolvimento da cultura. Na BA, a colheita avança nas áreas irrigadas, obtendo-se grãos de boa qualidade.

No TO, a colheita avança nas áreas irrigadas e de sequeiro, com boas produtividades sendo
obtidas. Os bons volumes de chuvas favorecem o desenvolvimento das lavouras em desenvolvimento vegetativo e enchimento de grãos. No MA, as precipitações mais frequentes ajudaram na recuperação de áreas afetadas pelo estresse hídrico em algumas áreas no sul do estado. A colheita na região já foi iniciada.

Nas demais regiões, o plantio avança e as lavouras têm se estabelecido em boas condições. No PI, o plantio se aproxima da finalização e a maioria das áreas apresenta bom desenvolvimento.

Em SC, as lavouras semeadas precocemente já entraram em maturação, com algumas áreas já dessecadas. Entretanto, grande parte da cultura se encontra no estádio de enchimento de grãos e apresenta bom desenvolvimento, apesar do aumento da pressão de doenças.

No PA, o plantio se aproxima da finalização nos polos de Paragominas e Santarém, e as áreas já semeadas apresentam bom desenvolvimento. Já nos polos da BR-163 e Redenção, a colheita avança com produtividades satisfatórias.

Previsão Agrometeorológica (02/02/2026 a 09/02/2026)

N-NE: As chuvas continuarão a ocorrer na maior parte da região Norte, com maiores acumulados no Centro-Sul do AM, metade sul do PA e do TO. No Matopiba e nas demais regiões produtoras do MA, PI e em parte do Centro-Sul da BA, as chuvas previstas favorecerão a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra. No restante da região Nordeste, são previstos menores acumulados, que ainda podem ser insuficientes para a recuperação da umidade no solo e um maior avanço na semeadura.

CO: As chuvas continuarão frequentes e bem distribuídas na região, o que favorecerá o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra, sem impactos significativos nos trabalhos de colheita e semeadura. Os maiores volumes de chuva deverão ocorrer em áreas de MT e GO.

SE: Há previsão de chuvas significativas em SP, RJ, Triângulo e Sul de MG. Nas demais áreas, os volumes serão menores. No geral, a regularidade e a distribuição das chuvas favorecerão o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra, sem impactos significativos nos trabalhos de campo, além de beneficiar o crescimento da cana-de-açúcar e a granação dos frutos do café.

S: Há previsão de chuvas no início da semana em SC e no PR, podendo ser intensas no Norte paranaense. Chuvas esparsas ainda deverão ocorrer no decorrer da semana em outras áreas, mantendo as condições de umidade favoráveis para o manejo e o desenvolvimento das lavouras. No RS, a ausência de precipitações e as altas temperaturas deverão causar restrição hídrica em partes do estado.

Fonte: Conab



FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Quase lá! Plantio de soja chega a 99,6% no Brasil, aponta Conab

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Foto: Pedro Silvestre/ Canal Rural

O plantio de soja chegou a 99,6% da área no Brasil, segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, a semeadura atingia 99,1%, o que representa um avanço de 0,5 ponto porcentual.

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Em 2025, no mesmo período, os trabalhos de plantio representavam 99,4% da área. Já a média dos últimos cinco anos é de 99,3%.

Plantio de soja por região

Segundo a companhia, a semeadura da oleaginosa alcançou 100% da área prevista em Tocantins, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. No Piauí e no Rio Grande do Sul, os trabalhos atingiram 99%, enquanto no Maranhão o índice está em 92%.

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Sustentabilidade

Arroz/BR: Semeadura entra na reta final e chega a 99,1 % da área estimada – MAIS SOJA

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Arroz: No RS, as lavouras seguem com bom desenvolvimento nas áreas em florescimento e enchimento de grãos, favorecidas pelo predomínio de dias com boa incidência de radiação solar.

Em SC, com predominância de áreas em enchimento de grãos e maturação, principalmente no Litoral Norte, e em floração no Litoral Sul, a disponibilidade hídrica mantem-se adequada ao desenvolvimento da cultura. Destaque para a ocorrência de brusone e a mancha parda em algumas áreas.

Em GO, as lavouras seguem com boas condições sanitárias dentro dos diferentes estádios fenológicos, enquanto a colheita segue conforme a maturação das áreas. No MA, nas áreas de sequeiro, com a ocorrência mais regular das chuvas, o plantio está em andamento em todas as regiões produtoras.

No TO, as chuvas vêm contribuindo para a realização dos tratos culturais e melhorando as condições de desenvolvimento de áreas mais novas. Boa parte das lavouras se encontram em enchimento de grãos e iniciam a maturação.

Em MT, a colheita tem sido restrita às áreas assistidas por pivô central e alguns talhões de sequeiro. As demais áreas são favorecidas pelas condições edafoclimáticas. No PR, a colheita avança e as demais áreas se desenvolvem satisfatoriamente.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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