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Seca avança, ‘castiga’ lavouras e dificulta avanço da 2ª safra

A umidade do solo permanece crítica em grande parte do Brasil, especialmente nas regiões produtoras do Matopiba, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Nesses estados, os níveis de umidade disponível no solo variam entre 0% e 40%, o que dificulta o desenvolvimento de culturas da segunda safra como milho, sorgo e algodão. As lavouras que foram plantadas mais tardiamente são as mais afetadas, particularmente na fase de enchimento de grãos.
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Por outro lado, estados do Norte como Roraima e Amapá apresentam boa umidade do solo, favorecidos pela proximidade com a Zona de Convergência Intertropical, que mantém a capacidade hídrica da região elevada.
Na costa leste do Nordeste, produtores da região Sealba (Sergipe, Alagoas e Bahia) também têm se beneficiado das chuvas, mantendo boas condições para as lavouras.
Já no Sul do país, apesar do volume de água no solo ser menor em comparação com o início do inverno, o padrão de umidade ainda é considerado bom.
Previsão do tempo
Nos próximos dias, as regiões mais afetadas pela seca, Centro-Oeste, Matopiba e Sudeste, devem continuar com tempo firme. A ausência de chuvas, embora preocupante para a umidade do solo, permitirá o avanço das atividades de colheita e manejo agrícola nessas áreas, sem interrupções causadas pelo clima.
Já no Norte do país, na costa leste do Nordeste e no Sul, há previsão de chuvas até o dia 19 de julho. Uma nova frente fria deve avançar entre quarta e quinta-feira, trazendo chuvas mais expressivas para o Sul, embora o sistema se afaste rapidamente da costa. À medida que a frente fria sobe em direção ao Sudeste, as precipitações tendem a ser menos intensas.
Por fim, Espírito Santo e o leste de Minas Gerais poderão receber entre 10 e 15 milímetros de chuva, volumes considerados baixos, mas que ainda podem trazer algum alívio pontual para áreas mais secas.
Agro Mato Grosso
Avião com 500 kg de cocaína é interceptado em pista clandestina de MT; vídeo

Aeronave já estava com os motores ligados quando foi abordada pelas equipes, que impediram a decolagem e encontraram a droga no interior do avião. Um homem foi preso.
Um homem de 39 anos foi preso após a Polícia Federal apreender cerca de 500 quilos de cocaína dentro de um avião que estava prestes a decolar em uma pista clandestina de Sinop, a 503 km de Cuiabá, nesta terça-feira (3).
De acordo com a Polícia Federal, a aeronave já estava com os motores ligados quando foi interceptada pelas equipes, que impediram a decolagem e encontraram a droga. A ação contou com o apoio do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar.
Durante buscas em uma área de mata próxima à pista, os policiais localizaram e prenderam um homem suspeito de participação no crime.
Segundo a PF, a operação foi resultado do compartilhamento de informações entre as forças de segurança, que identificaram a movimentação suspeita da aeronave e montaram uma ação integrada para interceptá-la.
O suspeito, a droga e o avião foram levados para a Delegacia da Polícia Federal em Sinop, onde o caso segue sob investigação. Todo o material apreendido ficará à disposição da Justiça.
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Agro Mato Grosso
Sojicultores MT têm até 15 de fevereiro para cadastrar área no Indea: é obrigatório

Para o cadastramento, é preciso informar o total de área plantada, localização geográfica, a variedade cultivada dentre outras informações.
Para o cadastramento, é preciso informar o total de área plantada, localização geográfica, a variedade cultivada, dentre outras informações. Quem não se cadastrar, dentro do prazo legal, fica sujeito à aplicação de multa de 10 Unidades Padrão Fiscal (UPFs), cujo valor em janeiro está R$ 2.543,60.
Na safra 2024/2025, foram cadastradas 16.319 unidades de produção de soja, o que corresponde a 8.993 produtores de soja que totalizaram mais de 11,3 milhões de hectares de área plantada. Esses dados são publicamente disponibilizados ao cidadão por meio do link “Áreas de Plantio por Safra”.
Já estão cadastradas junto ao Indea um total de 8.175 Unidades de Produção, o que corresponde a aproximadamente sete milhões de hectares já declarados por 4.697 sojicultores.
O cadastro é fundamental para o planejamento das ações de defesa sanitária vegetal, prevenindo e controlando pragas, com a ferrugem asiática.
Agro Mato Grosso
Frete de grãos sobe em MT com avanço da colheita da soja e menor oferta de caminhões

O avanço da safra 2025/26 de soja em Mato Grosso já começa a refletir diretamente no bolso do produtor e na dinâmica do agronegócio estadual. Na última semana, os fretes rodoviários de grãos registraram alta na maioria das rotas monitoradas, cenário típico de períodos de pico de escoamento, quando a demanda por transporte cresce mais rápido que a disponibilidade de caminhões.
Entre as rotas com maior movimentação, o trajeto entre Diamantino e Rondonópolis apresentou cotação média de R$ 173,21 por tonelada, avanço de 5,97%. Já o transporte entre Canarana e Barcarena (PA) registrou média de R$ 410,00 por tonelada, com alta de 2,50%. O movimento reforça a tendência histórica do primeiro trimestre, quando a logística fica mais pressionada pelo fluxo intenso da produção agrícola.
Safra cheia pressiona logística e encarece transporte
O aumento dos fretes ocorre em um contexto já esperado pelo setor. Relatórios logísticos apontam que grandes colheitas em Mato Grosso costumam inflacionar o mercado de transporte rodoviário, especialmente no início do ano, período em que o volume de grãos disponível cresce rapidamente e exige maior capacidade logística para escoamento.
Na prática, a equação é simples: mais soja disponível significa mais caminhões necessários. Quando a oferta de transporte não acompanha esse crescimento, os valores sobem. Esse cenário ganha ainda mais força em anos de produção robusta, como o atual ciclo agrícola.
Disputa por caminhões e gargalos mantêm pressão
Outro fator que sustenta a valorização dos fretes é a menor disponibilidade de veículos no mercado spot. Com parte da frota já comprometida com contratos e rotas fixas, sobra menos capacidade para atender demandas pontuais de transporte, elevando naturalmente os preços.
Além disso, questões logísticas regionais também influenciam o mercado. Episódios recentes que afetam corredores de exportação, como bloqueios ou limitações operacionais em rotas estratégicas do Norte, podem impactar indiretamente o fluxo e a organização do transporte de grãos no país.
Impacto direto no custo de produção e comercialização
Para o produtor, o frete é um dos principais componentes do custo final da produção. Em momentos de alta logística, a margem pode ser pressionada, especialmente para quem depende de rotas mais longas até portos exportadores.
Por outro lado, em cenários de forte demanda internacional e preços firmes das commodities, parte desse aumento pode ser absorvido pela valorização do produto, equilibrando o impacto no resultado final da safra.
Tendência segue atrelada ao ritmo da colheita
A expectativa do mercado é que o comportamento dos fretes continue diretamente ligado ao ritmo da colheita e ao volume efetivamente disponível para escoamento nas próximas semanas. Caso o fluxo da safra se intensifique e a oferta de caminhões permaneça limitada, o mercado pode seguir operando em patamares elevados no curto prazo.
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