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6 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Tributação do IOF vai impactar o Plano Safra 2025/26?

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A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 314/25, do líder da oposição, deputado Zucco (PL-RS), que suspende o decreto do governo que amenizou o aumento de alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O requerimento foi aprovado. Agora, Proposta poderá ser votada nas próximas sessões do Plenário sem precisar passar antes pelas comissões da Casa.

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Para Marcelo Winter, especialista em direito do agronegócio no escritório VBSO Advogados e professor do Insper, a medida é urgente diante da desorganização que a nova tributação pode causar ao setor produtivo. “Falta diálogo entre o governo e o agronegócio. Quem planta e comercializa precisa se planejar com muita atenção. Os custos de produção, os custos financeiros, o volume de investimentos. Tudo isso exige previsibilidade. Mudanças repentinas como essa impactam o risco e desorganizam todo o planejamento do setor”, afirmou.

Winter explica que o aumento do IOF sobre instrumentos financeiros eleva o custo do capital e pode restringir o acesso ao crédito, especialmente para pequenos e médios produtores. “O custo financeiro mais alto leva os produtores a reduzirem ou abandonarem suas captações. Isso significa menos recursos disponíveis para compra de insumos, o que pode comprometer a produtividade e até provocar queda de safra”, avaliou. Segundo ele, o impacto atinge diretamente a margem de lucro, que já é apertada, e pode afetar a adoção de tecnologia e investimentos em infraestrutura.

Embora a proposta do governo vise recompor o caixa por meio do aumento de tributos, Winter avalia que a estratégia é equivocada. “Essa nova tributação não é para aumentar os investimentos públicos, mas sim para cobrir despesas e cumprir metas fiscais. Isso penaliza o setor produtivo e ameaça a competitividade global do agronegócio brasileiro”, disse.

O especialista destaca ainda que a medida não afeta o Plano Safra, cujos recursos são originados de fontes constitucionais próprias. “A não aprovação da nova tributação pode representar um desafio fiscal para o governo, mas não compromete a execução do Plano Safra. O IOF não financia diretamente a agricultura e o país sempre operou sem esse imposto. É fundamental que ele seja revogado.”

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A crítica ao imposto também é compartilhada pelo presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, que considera a aprovação da urgência um avanço importante para o setor. Segundo ele, os CRAs são uma das principais fontes de financiamento do Plano Safra e a tentativa de tributar essa captação em 5% teria impacto direto sobre os juros pagos pelos produtores.

“Estamos lutando para que os juros do Plano Safra não aumentem nem 1% ou 2%, e agora o governo quer tributar em 5% os recursos que sustentam o financiamento da atividade agrícola. Já estamos operando com taxas livres entre 15% e 20% ao ano. Isso é insustentável”, declarou Buffon.

Ele ressaltou que o IOF não tem relação direta com o financiamento da agricultura. “O Brasil sempre funcionou sem esse imposto. Agora inventaram essa tributação e dizem que, sem ela, o país terá déficit. Isso não corresponde à realidade. O que precisa ser feito é a redução da máquina pública e o controle das contas, não o aumento da carga tributária sobre quem produz”, disse.

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Sustentabilidade

Primeiro caso de ferrugem-asiática em área comercial é relatado no RS – MAIS SOJA

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A ferrugem-asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi é uma das principais e mais preocupantes doenças que acometem a soja. Com potencial de causar perdas de produtividade de até 90%, e em alguns casos até mesmo comprometer a lavoura (Godoy et al., 2024). A doença é considerada policíclica e pode ocorrer em qualquer estádio do desenvolvimento da soja, desde que haja condições adequadas ao desenvolvimento do patógeno.

Além da presença do inóculo do fungo, para que ocorra a infecção da ferrugem são necessários pelo menos 6 horas de água livre na folha (molhamento foliar), e temperaturas amenas, variando entre 10°C a 26,5°C, condições essas, observadas principalmente no Sul do Brasil na presente safra, em função dos impactos do fenômeno El Niño.

Recentemente, o primeiro caso de ferrugem-asiática em área comercial de soja foi relatado em Santo Antônio das Missões no Rio Grande do Sul, em soja em estádio fenológico R1, o caso data de 31 de outubro de 2026. No Paraná, casos de ferrugem-asiática em soja voluntária já haviam sido relatados anteriormente.

Figura 1. Distribuição dos casos de ferrugem-asiática na safra 2026/2027. Atualização de 6 de novembro de 2026.
Fonte: Consórcio Antiferrugem (2026)

O caso acende um alerta para as lavouras da região, principalmente pela capacidade da ferrugem em dispersar os esporos do fungo pelo vento. Associado a isso, as adversidades climáticas e a alteração do regime de chuvas têm contribuído para a evolução da ferrugem-asiática, o que torna ainda mais importante intensificar o monitoramento das áreas agrícolas e as medidas de controle da doença.

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Vale destacar que os sintomas podem surgir em qualquer estádio de desenvolvimento da planta, inicialmente como pequenos pontos escuros nas folhas, com formação de urédias na face inferior, que adquirem coloração castanha e liberam esporos disseminados pelo vento (Henning et al., 2014).

Figura 2. Urédias de ferrugem-asiática em soja.

Monitoramento

O monitoramento com coletores de esporos deve ser utilizado como ferramenta complementar de manejo, não substituindo a inspeção das lavouras para identificação e avaliação dos sintomas, especialmente sob condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Os primeiros sintomas geralmente surgem no terço inferior das plantas. A avaliação deve abranger folhas dos terços inferior e médio, com o auxílio de uma lupa de bolso com aumento mínimo de 20×, observando-se principalmente a face inferior, onde se encontram as urédias do fungo (Oliveira et al., 2020).

O monitoramento deve ser realizado desde a emergência da cultura, intensificando-se próximo ao fechamento das entrelinhas e durante o florescimento, especialmente em regiões com ocorrência confirmada da doença. Em caso de dúvida, recomenda-se a utilização de câmara úmida, colocando as folhas suspeitas em um saco plástico com papel ou algodão umedecido, inflado e fechado. O material deve permanecer em ambiente fresco, à temperatura ambiente, por 12 a 24 horas, período em que podem ocorrer a formação de urédias e a liberação de uredosporos, auxiliando na confirmação do diagnóstico (Godoy et al., 2017).

Figura 3. Câmara úmida com saco plástico e papel (ou algodão) umedecido para induzir a formação das estruturas reprodutivas de Phakopsora pachyrhizi.
Foto: Jose Tadoshi Yorinori. Fonte: Godoy et al. (2017). Imagem com qualidade otimizada com o uso de IA.
Você pode acompanhar as atualizações

Você pode acompanhar as atualizações do Consórcio Antiferrugem e o progresso dos casos de ocorrência da doença na safra 2026/2027 clicando aqui!



Referências:

CONSÓRCIO ANTIFERRUGEM. MAPA DA DISPERSÃO. Consórcio Antiferrugem: Parceria público-privada no combate à ferrugem asiática da soja, 2025. Disponível em: < http://www.consorcioantiferrugem.net/#/main >, acesso em: 06/11/2026.

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GODOY, C. V. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS PARA O CONTROLE DA FERRUGEMASIÁTICA DA SOJA, Phakopsora pachyrhizi, NA SAFRA 2023/2024: RESULTADOS SUMARIZADOS DOS ENSAIOS COOPERATIVOS. Embrapa Soja, Circular Técnica n. 206, 2024. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1165843/1/CT-206-Claudia-Godoy.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

GODOY, C. V. et al. BOAS PRÁTICAS PARA O ENFRENTAMENTO DA FERRUGEM-ASIÁTICA DA SOJA. Embrapa, Comunicado Técnico, n. 92, 2017. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1074899/1/ComTec92OL.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

GRIGOLLI, J. F. J.; GRIGOLLI, M. M. K. MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DA SOJA. Fundação MS, Tecnologia e Produção: Soja, 2017/2018, 2018. Disponível em: < https://www.fundacaoms.org.br/base/www/fundacaoms.org.br/media/attachments/303/303/5bf01cc3a7885009c9e47176f153fe5e967c6cb20f243_06-manejo-de-doencas-na-cultura-da-soja-somente-leitura.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

HENNING, A. A. et al. MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE SOJA. Embrapa Soja, Documentos, n. 256, 2014. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/991687/1/Doc256OL.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

OLIVEIRA, G. M. et al. COLETOR DE ESPOROS: DESCRIÇÃO, USO E RESULTADOS NO MANEJO DA FERRUGEM-ASIÁTICA DA SOJA. Embrapa Soja, Circular Técnica, n. 167, 2020. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1129482/1/Circ-Tec-167.pdf >, acesso em: 06/11/2026.

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Sustentabilidade

CEEMA: Trigo em Chicago rompe piso de US$ 6,00 por bushel impulsionado por fraqueza na demanda e recuo global – MAIS SOJA

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O bushel do trigo, em Chicago, voltou a cair abaixo do piso de US$ 6,00 nesta semana, batendo em US$ 5,98 no dia 04/11. Na sequência, a quinta-feira (05) fechou em US$ 5,99, contra US$ 6,03 uma semana antes. A média de outubro ficou em US$ 6,39/bushel, perdendo 11% de seu valor em relação à média de setembro. Já em outubro de 2025 a média mensal havia sido de US$ 5,11/bushel. Lembrando que, após ter alcançado US$ 7,64 no dia 1º de setembro, em pouco mais de dois meses o trigo perdeu 21,6% de seu valor em dólares em Chicago.

Enquanto isso, o plantio do trigo de inverno, nos EUA, até o dia 1º de novembro, atingia a 83% da área, contra 84% na média. Já 65% do trigo plantado estava germinado naquela data, ficando exatamente na média histórica. Por sua vez, as exportações de trigo por parte dos EUA atingiram a 849.800 toneladas na semana encerrada em 29 de outubro. Este foi o maior volume semanal registrado até o momento no ano comercial. As Filipinas lideraram as compras, com 226.300 toneladas, seguidas por Coreia do Sul, com 154.000, Indonésia, com 140.000, Vietnã, com 100.700, e México, com 93.300 toneladas. Para o ano comercial 2027/28 foram registradas vendas adicionais de 22.000 toneladas, destinadas ao Peru.

Por outro lado, os números da indústria mostraram redução na utilização do cereal nos EUA. Segundo o relatório trimestral Flour Milling, divulgado pelo USDA, o processamento de trigo para fabricação de farinha alcançou 6,2 milhões de toneladas entre julho e setembro, volume 119.724 toneladas abaixo do mesmo trimestre de 2025. Em paralelo, na Rússia, as exportações deverão ficar em 39,5 milhões de toneladas em 2026/27 (cf. IKAR).

E no Brasil, mesmo com a enorme quebra da safra de trigo, tanto em volume quanto em qualidade, não ocorre elevação dos preços do cereal como o esperado diante de tais circunstâncias. No Rio Grande do Sul, o produto tipo 1 gira ao redor de R$ 72,00/saco neste momento, perdendo um pouco de força, enquanto no Paraná o valor permanece em torno de R$ 80,00/saco.

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O recuo das cotações em Chicago ajuda nas importações, embora o câmbio continue mais negativo por aqui. Todavia, a formação dos preços internos também dependerá das condições de oferta e qualidade do trigo nacional e da competitividade do produto importado, especialmente da Argentina. Entretanto, o produto para exportação ganha com a desvalorização do Real.

Enfim, confirmando a difícil realidade da atual produção nacional de trigo, o Sindicato da Indústria do Trigo de São Paulo informou que as chuvas ao longo de setembro provocaram perda acentuada de qualidade, sendo que apenas entre 10% e 15% de todo o trigo colhido possa ser classificado como tipo 1 naquele Estado. Ao mesmo tempo, a produção total de trigo paulista deverá ficar abaixo de 20% do total esperado inicialmente, que era de 350.000 toneladas.

Já em toda a região Sul do país, agentes de moinhos relatam dificuldade para encontrar trigo com a qualidade necessária à produção de derivados. Parte das indústrias segue negociando os remanescentes de trigo das safras anteriores, cuja boa qualidade tem mantido elevados os preços pedidos por vendedores. No caso do “trigo novo” (colheita atual), mesmo a parcela classificada como tipo 1 tem apresentado, com frequência, parâmetros de qualidade fora do padrão, o que dificulta a comercialização aos moinhos. Já os lotes classificados como fora de tipo têm sido destinados à alimentação animal, tanto no mercado interno quanto para exportação (cf. Cepea).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

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FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

Falta de chuva preocupa safra de soja em Mato Grosso – MAIS SOJA

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Apesar do avanço da semeadura da soja em Mato Grosso, a escassez de chuvas acende um alerta para o desenvolvimento das lavouras na safra 2026/27. O estado registra o segundo início de temporada mais seco dos últimos 27 anos, conforme levantamento da EnsoAg/SmartCampo, elaborado para a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), com base em dados de satélite da NASA.

Chuvas ficam abaixo da média histórica

Entre 1º de setembro e 27 de outubro, foram registrados apenas 186 milímetros de chuva no estado, volume 33% inferior à média histórica de 276 milímetros. O resultado fica atrás somente do observado em 2024, quando a estiagem foi ainda mais intensa.

No período de 28 de setembro a 27 de outubro, a precipitação média foi de 124 milímetros, enquanto o esperado era de 189 milímetros, representando um déficit de 34%. Em 66% do território mato-grossense, as chuvas ficaram mais de 25% abaixo da média histórica. Dos 23 municípios analisados, 22 apresentaram volumes inferiores ao padrão para o período.

Regiões produtoras concentram déficits

A parte Oeste do estado, especialmentea região dos Parecis, registraram as maiores deficiências hídricas. Campos de Júlio contabilizou 89 milímetros de chuva, 56% abaixo da média e o menor volume da série histórica para o intervalo. Em Brasnorte, a redução chegou a 54%; em Comodoro, a 52%; e em Sapezal, a 47%. Já Campo Novo do Parecis apresentou déficit de 39%. No Médio-Norte, o cenário também preocupa, com reduções de 44% em Lucas do Rio Verde, 35% em Sorriso e 33% em Nova Mutum.

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Lavouras já sentem os efeitos da estiagem

Segundo o presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, o avanço da semeadura não significa garantia de uma boa colheita. Algumas lavouras plantadas antecipadamente já alcançaram a fase reprodutiva e começam a sentir os efeitos da baixa umidade do solo.

A irregularidade das precipitações, associada às temperaturas elevadas, intensifica o estresse hídrico das plantas. O Índice de Severidade de Seca (ISSE), calculado pelo modelo de balanço hídrico da EnsoAg, alcançou média estadual de 0,60 entre 21 e 27 de outubro. Esse foi o segundo maior resultado para a semana em toda a série histórica. Naquele período, 52% da área estadual apresentou índice superior a 0,6, classificação considerada moderadamente seca. No mesmo intervalo, o indicador chegou a 0,65 no Oeste/Parecis, 0,69 no Sudeste e 0,68 no Centro-Sul.

Chuvas recentes não revertem o quadro

As precipitações registradas entre 28 de outubro e 1º de novembro proporcionaram algum alívio, mas não foram suficientes para reverter o cenário. A média estadual foi de 28 milímetros, volume 22% inferior ao esperado para os cinco dias. Nas regiões Oeste/Parecis e Médio-Norte, os índices permaneceram mais de 25% abaixo da média histórica.

Equipes da Aprosoja MT que percorreram áreas de produção entre Gaúcha do Norte, Sorriso, Médio-Norte e Oeste também identificaram lavouras com baixa disponibilidade de umidade.

Custos de produção também preocupam

Além dos impactos sobre o desenvolvimento da soja, o clima seco pode dificultar o manejo das propriedades, especialmente o controle de plantas daninhas e pragas, dependendo das condições de aplicação. A situação exige acompanhamento mais frequente e pode elevar os custos de produção.

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A entidade ressalta que ainda não existem elementos para dimensionar eventuais perdas ou antecipar uma redução na produção. Entretanto, considera prematuro tratar as estimativas otimistas de safra como resultados garantidos.

Mato Grosso é o maior produtor de soja do país e tem participação decisiva no abastecimento nacional. Para a Aprosoja MT, o ritmo do plantio precisa ser analisado em conjunto com as condições efetivas das lavouras, uma vez que a área semeada não determina, por si só, o volume que será colhido.

Autor/Fonte:  Por Larissa Machado / larissamachado@sna.agr.br – Com informações da Aprosoja MT
FONTE

Autor:SNA

Site: SNA

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