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8 de maio de 2026

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Dia das Mães deve impulsionar vendas de flores e plantas ornamentais em 10%

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Foto: Pixabay

O mercado de flores e plantas ornamentais projeta crescimento de 10% nas vendas para o Dia das Mães deste ano, considerada a principal data para o setor.

A expectativa positiva é resultado de um planejamento antecipado dos produtores, aliado às condições climáticas favoráveis e ao avanço da profissionalização da cadeia produtiva.

Os produtores começaram a se organizar com meses de antecedência para atender à demanda da data comemorativa, que representa cerca de 18% de tudo o que é comercializado pelo mercado de flores ao longo do ano.

Além da boa qualidade das flores, as pré-vendas ajudaram a equilibrar oferta e demanda, reduzindo perdas e trazendo mais previsibilidade para os produtores e comerciantes.

“A produção veio com boa qualidade, o tempo ajudou e as pré-vendas já foram feitas para justamente facilitar e abastecer esse mercado”, destaca o diretor da Ibraflor, Renato Optiz.

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O setor também investiu em melhorias logísticas e no uso mais eficiente de insumos, buscando aumentar a competitividade e otimizar a produção.

Diferencial e expectativas

De acordo com Optiz, outra aposta para impulsionar as vendas foi o investimento em embalagens personalizadas para a data. Muitos produtores prepararam materiais com informações, dicas e curiosidades sobre as flores, agregando valor aos produtos oferecidos aos consumidores.

Entre as espécies mais procuradas para presentear no Dia das Mães estão rosas, orquídeas, antúrios, lírios, calanchoês e crisântemos.

A expectativa é de que o movimento nas floriculturas e centros de distribuição se intensifique nos próximos dias, impulsionando as vendas em todo o país.

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Safra de soja avança no país entre perdas climáticas e preocupação com crédito rural

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Foto: Antonio Neto/Arquivo Embrapa

A colheita da soja da safra 2025/26 se aproxima do fim no Brasil, mas o encerramento do ciclo ocorre em meio a desafios climáticos, aumento do endividamento no campo e expectativa sobre os impactos do acordo entre Mercosul e União Europeia no setor da oleaginosa.

De acordo com dados apresentados no programa Soja Brasil, Mato Grosso, São Paulo, Goiás, Tocantins e Mato Grosso do Sul já concluíram os trabalhos no campo. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), cerca de 94,7% da área cultivada no país já havia sido colhida.

Em diferentes regiões produtoras, o comportamento irregular do clima marcou a temporada. No Rio Grande do Sul, produtores enfrentaram excesso de chuva no plantio e falta de precipitações durante o desenvolvimento das lavouras. A expectativa da Aprosoja-RS é de uma produção de 19 milhões de toneladas, volume cerca de 10% abaixo do inicialmente esperado, embora superior ao registrado na safra passada.

No Paraná, a estiagem e as altas temperaturas durante janeiro comprometeram o enchimento de grãos. Enquanto o Departamento de Economia Rural (Deral) projeta produção próxima de 22 milhões de toneladas, representantes do setor avaliam que a colheita deve ficar em torno de 19 milhões de toneladas.

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Já no Maranhão, o excesso de chuva durante a colheita reduziu a produtividade das lavouras. A estimativa é de produção pouco acima de 5,3 milhões de toneladas, abaixo da expectativa inicial da Aprosoja local, que trabalhava com rendimento de 60 sacas por hectare.

Em Mato Grosso, principal produtor nacional da oleaginosa, veranicos no início do ciclo obrigaram produtores a replantar áreas, enquanto o excesso de umidade em outras regiões prejudicou a qualidade dos grãos. Ainda assim, a Conab estima produção acima de 51 milhões de toneladas no estado.

Clima mantém alerta para o milho safrinha

A previsão climática para maio indica chuva acima da média nos estados do Sul e em parte do Norte e Nordeste do país. Por outro lado, meteorologistas alertam para temperaturas elevadas no Centro-Oeste, Triângulo Mineiro, São Paulo e áreas do Matopiba, cenário que pode agravar o déficit hídrico em lavouras de milho segunda safra.

Também há previsão de avanço de ar frio com risco de geadas nos estados do Sul durante os próximos dias.

Mercosul-UE pode favorecer processamento da soja no Brasil

Outro tema acompanhado pelo setor é a entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Especialistas avaliam que o principal impacto para o complexo soja será o fim da chamada escalada tarifária sobre produtos processados, como farelo e óleo.

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Com a redução das tarifas, a expectativa é de estímulo ao esmagamento da soja dentro do Brasil, ampliando a competitividade da indústria nacional no mercado europeu. Representantes do setor destacam ainda que o farelo brasileiro possui teor de proteína superior ao de concorrentes internacionais, fator considerado estratégico para a demanda europeia.

Dívidas no campo ultrapassam R$ 100 bilhões

O aumento do custo do crédito rural também preocupa produtores e entidades do agronegócio. Segundo representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o endividamento rural já supera R$ 100 bilhões e pode chegar a R$ 120 bilhões.

Com juros elevados, lideranças do setor afirmam que o custo real dos financiamentos ultrapassa 20% ao ano em alguns casos, dificultando investimentos em máquinas e tecnologia no campo.

Agrishow apresenta soluções para produtividade

Durante a 31ª edição da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), produtores tiveram acesso a novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência no campo. Entre os destaques estavam ferramentas de inteligência artificial, plataformas digitais para definição de estratégias de plantio, produtos para manejo de plantas daninhas e avanços em agricultura regenerativa.

A feira também apresentou soluções ligadas ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), desenvolvido pela Embrapa, utilizado como referência para financiamentos e seguros rurais.

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Além disso, especialistas reforçaram a importância do manejo integrado de nematoides, combinando controle biológico, cultivares resistentes e, em casos específicos, uso de defensivos químicos para reduzir perdas de produtividade nas lavouras de soja.

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Noz-pecã: RS inicia colheita com expectativa de até 8 mil toneladas

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Foto: Public Domain Pictures

A cadeia da noz-pecã no Rio Grande do Sul abriu oficialmente a colheita da safra 2026 nesta sexta-feira (8), em Nova Pádua, na Serra Gaúcha, com expectativa de produção de até 8 mil toneladas no estado. O ato simbólico foi realizado na propriedade do produtor Arlindo Marostica, após uma programação técnica voltada à produtividade, irrigação e mercado da cultura.

O evento reuniu produtores, pesquisadores, técnicos e autoridades ligadas à pecanicultura. Durante a programação, também foi lançado o livro Nogueira-pecã, da Embrapa, com participação de 82 autores. A versão digital já está disponível gratuitamente, enquanto a edição impressa será apresentada durante o Encontro Nacional de Pecanicultura (Enapecan), em novembro, em Bento Gonçalves (RS).

Irrigação ganha espaço nos pomares

Um dos principais temas debatidos foi o impacto da irrigação na estabilidade produtiva e na rentabilidade dos pomares. O professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Ezequiel Saretta, destacou que o manejo hídrico deve ser tratado como investimento e apresentou comparativos entre áreas irrigadas e não irrigadas.

O produtor Arlindo Marostica relatou os resultados obtidos em produtividade após a adoção da irrigação no pomar da família. Já o diretor técnico do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Jaceguay Bastos, reforçou que o uso da tecnologia precisa considerar características específicas de cada propriedade, como tipo de solo e condições climáticas.

Segundo Bastos, o planejamento adequado do sistema de irrigação influencia diretamente a qualidade da fruta e o desempenho produtivo em diferentes ciclos da cultura, sejam precoces, médios ou tardios.

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Custos e rentabilidade

O ex-presidente do IBPecan, Eduardo Basso, apresentou números relacionados aos custos de produção, produtividade e preços da noz-pecã. De acordo com ele, o aumento da produtividade, impulsionado por tecnologias como a irrigação, tende a melhorar a margem financeira da atividade.

O presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, afirmou que o crescimento do interesse pela cultura demonstra um amadurecimento da cadeia produtiva no estado. Ele destacou ainda o papel da entidade na difusão de informações técnicas e no fortalecimento da pecanicultura no país.

RS concentra 90% da produção nacional

Durante o evento, o secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Márcio Madalena, ressaltou que o estado responde por cerca de 90% da produção brasileira de noz-pecã e avaliou que a cultura tem potencial para ampliar espaço no mercado internacional.

Segundo ele, a inserção da noz-pecã em acordos comerciais pode fortalecer o setor nos próximos anos. O secretário também destacou o programa Irriga+RS, que oferece subvenção para implantação de sistemas de irrigação nas propriedades rurais.

Os produtores Arlindo e Vânia Marostica, que receberam o ato oficial da colheita, estão entre os beneficiados pelo programa estadual.

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A Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã foi promovida pelo IBPecan, pela Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul e pelo programa Pró-Pecã, com apoio da Emater e da Embrapa.

*Com informações da assessoria de imprensa

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Escassez de vacina contra clostridioses gera alerta na pecuária de Mato Grosso

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Foto: PEdro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Pecuaristas de Mato Grosso enfrentam dificuldades para imunizar o rebanho devido ao desabastecimento de vacinas contra clostridioses. A escassez ocorre em um momento crítico para a produção: o período de desmama dos bezerros, o início do primeiro giro do confinamento e a chegada da estiagem. A falta do imunizante eleva o risco sanitário e pode causar prejuízos financeiros diretos às propriedades.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) tem acompanhado as discussões junto ao Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT), ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e ao Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). O objetivo é acelerar a normalização do fornecimento, que ainda não tem um prazo definitivo para ser totalmente restabelecido.

O Ministério da Agricultura informou, em nota oficial no dia 7 de maio, que houve a liberação de 14,6 milhões de doses de vacinas entre os meses de março e abril, entre produtos de fabricação nacional e importados. No entanto, o setor produtivo avalia que o montante está longe de suprir a necessidade total do campo, mantendo o estado de alerta entre os criadores.

Risco ao status sanitário

A entidade que representa os produtores mato-grossenses manifestou preocupação com a imagem do setor no mercado externo. A clostridiose é uma doença bacteriana que pode levar a mortes súbitas no rebanho, comprometendo a produtividade de uma das regiões mais importantes para o mercado de proteína animal.

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“É lamentável que o Brasil, maior produtor e exportador de carne bovina do mundo, esteja exposto a uma situação como esta, que compromete a segurança sanitária do rebanho e gera insegurança ao setor”, afirmou a Acrimat em comunicado.

Até o momento, a orientação para os pecuaristas é manter o monitoramento rigoroso dos animais e aguardar a distribuição dos novos lotes liberados pelo governo federal. A associação reforçou que manterá a interlocução com os órgãos competentes para minimizar os impactos e garantir que o abastecimento retorne ao fluxo normal o mais rápido possível.


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