Connect with us
15 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Algodão/IMEA: Avanço da colheita nos EUA, fim da safra em MT e queda nas cotações – MAIS SOJA

Published

on


A colheita de algodão nos EUA atingiu 8,00% da área até 13/09, igualando a média dos últimos cinco anos e ficando 1,00 p.p. menor ao mesmo período da safra passada. Entre os estados, os maiores avanços são concentrados no Texas e Arizona apresentando 21,00% e 37,00% da área colhida, respectivamente.

Apesar do ritmo adiantado, nesse período, as condições das lavouras seguem bastante heterogêneas entre as principais regiões produtoras. No Texas, apenas 18,00% das lavouras foram classificadas como boas ou excelentes, enquanto no Arizona esse percentual alcançou 97,00%. Esse contraste evidencia a diferença nas condições das lavouras entre regiões. No Sul das Grandes Planícies, importante região produtora de algodão nos EUA, o clima quente e seco tem reduzido a umidade do solo e elevado o estresse hídrico das lavouras, podendo limitar o potencial produtivo à medida que a colheita avança, cenário que já encontra respaldo na projeção do USDA, que aponta redução na produção nos EUA.

Confira os principais destaques do boletim:

  • FINALIZAÇÃO: a colheita do algodão foi encerrada em Mato Grosso, com o avanço semanal de 1,43 p.p.,ficando acima em 0,50 p.p. em relação ao mesmo período da safra passada.
  • QUEDA: o preço da pluma em MT, registrou queda de 0,37% na última semana, pressionado pela maior oferta de fibra no mercado interno após a conclusão da colheita.
  • DESVALORIZAÇÃO: no comparativo semanal, o contrato dez/26, na bolsa de NY, apresentou uma queda de 2,73%, ficando cotado na média de ¢ US$ 86,84/lb.
Na última sexta-feira, o USDA divulgou a estimativa de Oferta e Demanda mundial de algodão para a safra 2026/27 para set/26.

Pelo lado da oferta, a produção global foi projetada em 25,54 mi de t, queda de 3,80% ante 25/26, puxada principalmente pela redução da produção nos Estados Unidos, Turquia e Paquistão. Nos EUA, a produção deve recuar 5,01%, para 2,87 mi de t, refletindo a menor produtividade projetada.

Entre os principais produtores, a Índia avançou 0,84%, para 5,23 mi de t, reforçando a expectativa de uma boa safra e contribuindo para limitar a retração da produção global. Pelo lado da demanda, o consumo foi estimado em 26,76 mi de t, alta de 1,48%, superando a produção projetada em cerca de 1,22 mi de t. No comércio, as exportações devem alcançar 9,63 mi de t, acompanhando a necessidade de abastecimento dos mercados. Com a produção abaixo do consumo, os estoques finais devem recuar 7,23%, para 15,21 mi de t, indicando um balanço mundial apertado.

Advertisement

Fonte: IMEA



 

Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

IMEA: Colheita de Milho na Argentina Reta Final com Safra Recorde e USDA Aponta Estoques Menores nos EUA – MAIS SOJA

Published

on


Na Argentina, até o dia 09/set, a colheita do milho da safra 2025/26 entrou na reta final, alcançando 96,90% da área apta, avanço de 4,40 p.p. na semana. Ao longo do ciclo, a boa disponibilidade hídrica favoreceu o desenvolvimento das lavouras e sustentou os altos rendimentos durante a temporada.

Segundo a Bolsa de Cereales, a produção segue projetada em 64,00 milhões de toneladas, 30,61% acima do obtido na safra 2024/25, volume que, se confirmado, será recorde no país. Em contrapartida, a elevada umidade causada pelas chuvas prolongadas durante a colheita dificultou a entrada dos maquinários em algumas regiões, mantendo os trabalhos 3,10 p.p. atrasados em relação à temporada passada.

Por outro lado, essa maior disponibilidade de umidade no solo vem favorecendo o início da implantação da safra 2026/27 no país, onde as atividades alcançaram 5,50% dos 8,40 milhões de hectares projetados, avanço de 4,00 p.p. na semana e 1,70 p.p. frente ao mesmo período do ciclo anterior.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: o preço da saca de milho no indicador Imea apresentou avanço de 1,62% ante a semana passada, reflexo das elevações no mercado externo, encerrando a semana cotada a R$ 48,14/sc.
  • QUEDA: o valor do prêmio Santos apresentou recuo de 41,86% nesta semana, reflexo do preço menos atrativo ante a demanda interna, encerrando a semana cotado a ¢US$ 0,60/bu.
  • BAIXA: o preço da saca de milho na bolsa Cepea apresentou baixa de 0,68% ante a semana passada, encerrando a semana cotada a R$ 70,35/sc.
Segundo o USDA, a produção nos EUA foi estimada em 401,33 mi de t, queda de 7,17% frente à safra passada.

O recuo decorre da redução de 3,02% na área colhida, estimada em 35,82 mi de ha, e da menor produtividade, projetada em 186,75 sc/ha, retração de 4,29% no comparativo anual, em meio à degradação das condições das lavouras ao longo do ciclo. Pelo lado da demanda, o ajuste é mais moderado.

O consumo doméstico é estimado em 327,80 mi de t, queda de 2,64%, mas ainda 2,93% acima da média das últimas cinco temporadas. O uso para etanol registra um avanço anual de 0,90%, para 142,25 mi de t, sustentando a demanda industrial. Já as exportações são projetadas em 83,19 mi de t, recuo anual de 4,38%, porém permanecem 29,07% acima da média dos últimos cinco anos.

Advertisement

Assim, como a oferta recua em ritmo superior à demanda, os estoques finais são projetados em 39,79 mi de t, queda de 18,49% no ano e de 5,20% frente à estimativa de ago/26. Com isso, a relação estoque/uso cai para 9,68%, evidenciando menor folga no balanço norte-americano e adicionando suporte fundamental às cotações do milho em Chicago.

Fonte: IMEA



Continue Reading

Sustentabilidade

Soja/IMEA: Projeções do USDA, início da semeadura em MT e atenção ao El Niño – MAIS SOJA

Published

on


Em seu último relatório, o USDA atualizou as principais projeções do balanço global de oferta e demanda de soja. Para a temporada 2026/27, o departamento manteve a projeção de produção brasileira em 186,00 milhões de toneladas, sem alterações desde a primeira divulgação.

No entanto, esses números podem passar por alterações a depender do desenvolvimento da safra no país, uma vez que o impacto do El Niño é diferente entre as regiões do Brasil. Já nos Estados Unidos a produção foi reajustada em +0,43 milhão de tonelada, alcançando 123,42 milhões de toneladas para a safra 2026/27.

Embora o rendimento médio das lavouras esteja aquém da expectativa inicial do mercado, a safra norteamericana ainda apresenta bons volumes. Por fim, a demanda mundial da oleaginosa para o esmagamento acompanhou o aumento na produção, com ajuste mensal de +0,46 milhão de tonelada, passando para 385,22 milhões de toneladas, mantendo o fortalecimento do mercado para a próxima temporada.

Confira os principais destaques do boletim:
  • DESVALORIZAÇÃO: o óleo de soja em Chicago registrou queda de 0,46% em relação à semana passada, movimento impulsionado pelo recuo dos preços dos óleos vegetais concorrentes.
  • AUMENTO: Sustentada por uma menor intenção de plantio de milho, a área de soja da safra 26/27 na Argentina avançou 1,20% em comparação com a safra anterior.
  • INCREMENTO: devido às precipitações, que favoreceram o avanço da semeadura na última semana, o indicador Cepea encerrou o período com média de R$ 160,72/sc.
Cenário climático exige atenção para início da semeadura de soja em Mato Grosso.

Com o término do vazio sanitário em 06/set, iniciou-se o período permitido para a semeadura da safra 26/27 de soja no estado. Apesar da liberação, o avanço das atividades depende da regularização das chuvas e do nível da umidade do solo.

Enquanto no Paraná a semeadura já avança em ritmo acelerado, em Mato Grosso e no Matopiba, o início das atividades ocorre de forma mais gradual, com os trabalhos a campo em ritmo inicial. Para os próximos dez dias, o Inmet prevê acumulados de 30 a 50 mm em grande parte de MT, o que, caso se confirme, pode favorecer a continuidade dos trabalhos. No entanto, a redução das precipitações projetada na sequência pode prejudicar as áreas já semeadas. Além disso, o El Niño de forte intensidade, com RONI acima de 2,0 entre setembro e novembro, reforça a atenção sobre as chuvas na primavera e a importância do acompanhamento das condições climáticas para a safra.

Advertisement

Fonte: IMEA



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Algodão fecha em queda em NY com dólar em alta frente a outras moedas – MAIS SOJA

Published

on


A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais baixos nesta segunda-feira.

Neste início de semana, o mercado foi pressionado pela valorização do dólar contra outras moedas. Segundo traders, fatores técnicos contribuíram para as movimentações no dia.

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 84,55 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 1,51 centavo, ou de 1,7%. Março/2027 fechou a 87,12 centavos, perda de 1,44 centavo, ou de 1,6%.

Fonte: Agência Safras

Advertisement


 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT